Muitos são os ditados populares e os rótulos sobre os casados. Socialmente se emanciparam da condição de namorados para casados, no entanto, sobre eles é dito que são eternos namorados. E eternos aqui é no sentido humano colocado por ele (Deus) do "até que a morte os separe"; não é até que a paciência acabe, até que o dinheiro acabe, até que o amor acabe (embora, se for amor verdadeiro, ele não acaba, se transforma, amadurece), até que as dificuldades apareçam, até que o divórcio aconteça.
Os cônjuges fazem no ato do matrimônio uma promessa muito séria para Deus e perante muitas testemunhas. Pedem solenemente a bênção divina e o poder especial que o sacramento do matrimônio concede ao homem e a mulher que se entregam, deixando pai e mãe para se tornarem uma só carne.
Só por aí, é possível perceber porque o diabo se empenha tanto em destruir lares e famílias. O molde da sagrada família: Jesus, Maria e José, desejado por Deus que aconteça na terra em todas as casas, é uma demonstração divina do que ele espera de cada um. Matrimônios vão muito acima e além de papeis denominados certidões de casamento e alianças em um dedo da mão esquerda.
O casamento une forças e promove a oportunidade de se doar pelos membros da casa e ser exemplo para a sociedade. Pobres famílias, podem estar pensando alguns, como ela sofre; a força maléfica empregada sobre ela exerce uma pressão enorme para que não prospere e aqui, não se fala de prosperidade financeira, aqui se fala de crescimento na santidade rumo à porta estreita que conduz ao céu. É visto, pois, que forças puramente humanas não dão conta de levá-lo adiante (João 15,5). Se o divino não integrar o lar doméstico, de nada adianta tentar combater o mal.
Fonte: Jefferson Roger
