segunda-feira, 10 de maio de 2021

Nunca tive, não quero e não preciso


Pedi, pedi e pedi a Deus por um auxílio, uma ajuda: nunca tive. Esse Deus que pregam por aí que me cobra muito sofrimento e me oferece muitas tribulações como paga para a entrada em seu reino, não quero. A vida já é tão difícil e a luta diária pelo pão de cada dia já é muito penosa, porque ainda ter que aceitar essas imposições de um Deus castigador? Não preciso.

Pois bem, estamos livres para escolher que caminho seguir, por mais que doa para Deus permitir que nos afastemos dele, pois como diz no Eclesiástico ele não obriga porque não quer uma multidão de filhos inúteis e infiéis. De fato, se pedimos e pedimos e pedimos algo a Deus e não recebemos, talvez já tenhamos recebido, mas não reconhecemos porque o que ele nos deu é o que precisamos e não o que queremos.

Não se diz que uma criança é mimada quando os pais fazem todas as suas vontades? Essa criança, ao seu respeito, podemos dizer que tem um bom comportamento, adequado às situações necessárias de se viver? Pois é, as coisas se tornam difíceis para crianças assim e piores quando permanecem assim e se tornam adultas. A realidade humana busca imitar a realidade divina, pois é exatamente assim que Deus age, ele mão mima ninguém para o próprio bem da alma. Portanto, nada de pedir o que não está alinhado com a vontade do altíssimo.

Como se sabe, não querer a participação divina em nossas vidas por conta de toda a carga de tribulações que vem do todo poderoso, mais uma vez dizemos, é opção de cada um. Todavia, lemos nas sagradas escrituras que Deus corrige e castiga aqueles que ama e lemos que tudo contribui para aqueles que amam a Deus.

Jesus disse em João 15,5 – “sem mim nada podeis fazer”. Então quem julga não precisar de Deus para “tocar” a sua vida porque ele apresenta um amor cheio de exigências – lembrando que dor é filha do amor – precisa ter consciência de que o caminho é um e o remédio para evitar a condenação eterna (para os que creem) também: chama-se Jesus Cristo.

Fonte: Jefferson Roger


 

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quinta-feira, 6 de maio de 2021

Pensamos em tudo


De fato, pensamos em muita coisa, ainda mais com a avalanche de ofertas do mundo. A quem diga que não suporte o silêncio e que não consiga se concentrar em algo ou ainda pensar em apenas uma coisa apenas, focalizar. O pensamento consegue com muita facilidade bater asas. As ideias vêm e vão com muita superficialidade e abstração que aos poucos, se não houver cuidado, nossa mente acostuma-se em não pensar de forma densa, intensa e profunda.

Haja vista muitas pessoas não conseguirem reter informações, dependem de anotar muitas coisas e confiar dados que poderiam ficar na memória em outras formas de armazenamento. Va lá, um backup dos principais dados da memória até não é algo tão grave assim, todavia, o que não se pode cair na tentação é agir assim para liberar mais espaço na mente para futilidades.

Quem não ouviu o comentário de uma mãe repreendendo um filho que não fez a tarefa dizendo: “para isso você é bom, lembra muito bem agora, para fazer o que te pedi, você sempre vem com essa de que esqueceu”. E, não é assim? A mãe cobra algo e o filho diz: “esqueci”. Esqueceu porque não julgou importante. Quantos de nós não agem assim, pensam de tudo, mas pensam em tudo que lhes apetece. São verdadeiros peritos na arte de não deixar nenhuma ponta desamarrada desta trama, tudo, porque é do seu interesse.

No entanto, é preciso não esquecer do essencial aos olhos de Deus, não se fala em meditar a sua palavra? Pois bem, tempo para se pensar nisso e executar temos? Se não temos é por que? Sabemos bem! Somos bons em pensar em tudo quando planejamos festas e passeios, mas pensamos na relação entre Deus e seus filhos (nós) e de como ela anda? Pensamos (exame de consciência) em como estamos agindo e como deveríamos estar agindo? Podemos cair na tentação de agir como “O Professor Sergio Maquina” e dizer que tudo está planejado e pensado, mas, sempre corremos o risco de que alguma coisa escape ao pensamento. Pior seria se essa alguma coisa estiver relacionada com a salvação de nossas almas. Padre Tomaz Kemphis nos alertava que gastamos tempo demais pensando em coisas que se não tomássemos partido sobre elas, isso não prejudicaria nossa entrada no paraíso.

Fonte: Jefferson Roger


 

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Ela se foi


Assim como nos aniversários natalícios e demais datas festivas, também nos deparamos com os aniversários de falecimento, onde as recordações boas – um consolo para a alma – e não tão boas assim – um peso no coração e consciência – trazem à tona a realidade aguardada por cada um: nascemos, vivemos e morremos.

Ademais, Jesus, mesmo compreendendo a humanidade das pessoas disse que o que mais importa é que não percamos a nossa alma. Disse também que depois que morrermos seremos como anjos: Mateus 22,30 – “Na ressurreição, os homens não terão mulheres nem as mulheres, maridos; mas serão como os anjos de Deus no céu” – disse Jesus.

Marcos 8,35-36 – “O que perder a sua vida por amor de mim e do Evangelho, salvá-la-á. Pois que aproveitará ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder a sua vida?

Como bem sabemos, essa vida será perdida, falando-se em termos terrenos, porém, em termos divinos, ela será transformada na ressurreição; um corpo glorioso entrará para a glória dos céus. Lá, onde lemos no livro do Apocalipse que Deus enxugará toda lágrima e não haverá mais tristeza. Em tempos pandêmicos como este, uma saraivada vai derrubando ao solo muitas vidas. Pessoas que partiram, desconhecidos para nós, conhecidos, pessoas próximas e aquelas muito próximas. “Paixão de Cristo, confortai-me” – é o que pedimos em oração ao Nosso Senhor Jesus Cristo, pois a fraqueza humana precisa entregar as perdas e as saudades a ele, para que sejam transformadas em consolos e esperanças.

Como tudo caminha para frente, o que se foi, passou. A vigilância deve, porém, permanecer, pois ainda temos que cuidar de algo muito sério: a salvação de nossas almas, o que seria realmente e profundamente triste termos que pensar no dia do juízo quanto a isso: ela se foi.

Fonte: Jefferson Roger


 

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terça-feira, 4 de maio de 2021

Abraçai o que é bom


Nas sagradas escrituras, na primeira carta aos Tessalonicenses, ouvimos do apóstolo Paulo que devemos examinar tudo, mas ficar com o que é bom. O que é bom, segundo o olhar de Deus, pois, se dermos ouvidos ao canto da sereia, Satanás, sem perda de tempo, irá oferecer suas “boas” opções, bem mais alinhadas à concupiscência da carne e dos prazeres. Conceitos egoístas que servem a desejos presentes no mundo, por mais que sejam bons, estão envolvidos de matéria terrena, que segundo o livro de Tiago, não passam de diabólicas.

1ª Tessalonicenses 5,14-22 – “Encorajai os tímidos, amparai os fracos e tende paciência para com todos. Vede que ninguém pague a outro mal por mal. Antes, procurai sempre praticar o bem entre vós e para com todos. Vivei sempre contentes. Orai sem cessar. Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo. Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo: abraçai o que é bom. Guardai-vos de toda a espécie de mal”.

Desta forma, percebemos nestes versículos, que devemos ser pessoas ativas, que buscam ajudar o próximo, não devolvermos o mal com o mal, não desanimar, nunca deixar de rezar, evitar a todo o custo o que não é bom e sempre agradecer a Deus, sem exceção alguma, pelos acontecimentos de nossas vidas.

Muitos pecados não são ruins de se cometer, do contrário as pessoas não os cometeriam. Se não são ruins, então são bons, saborosos, deliciosos e prazerosos, todavia, venenosos. Não é isso que Deus quer que abracemos; abraçai o que é bom é abraçar o que vem do altíssimo, o que faz bem para nossa alma, que um dia, após a ressurreição dos corpos, se unirá a ele e se tornará um corpo glorioso para entrar no reino dos céus ou, se tornará um corpo destinado a condenação eterna reservada para os que escolheram livremente ficar com as coisas que passam, as coisas do mundo, oferecidas por seu príncipe (João 14,30).

Fonte: Jeferson Roger


 

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segunda-feira, 3 de maio de 2021

Não pratiques o mal


O livro do Eclesiástico, poderíamos dizer, é um livro de muitos “nãos”. Lá, lemos que não devemos muitas coisas nesta vida. O livro vai se desenrolando com exortações, podemos dizer, um tanto práticas. Por exemplo, no capítulo oito, dos vinte e dois versículos, dezoito deles começam com não. Em resumo, o livro vai discorrendo sobre o que devemos e não devemos fazer, o que devemos e não devemos ser, o que devemos e não devemos ter; aos poucos vai apontando para um norte, uma direção. Percebemos ao ler seus cinquenta e um capítulos que, logicamente – do contrário não integraria as sagradas escrituras – tudo visa a salvação eterna das almas.

Não pratiques o mal, começa o capítulo sete a nos ensinar, nos recordar, nos afirmar, nos exortar, seja como for que queiramos entender; começa lembrando-nos de algo diretamente muito oposto ao que vem de Deus – eterno amor e infinita misericórdia.

Diz o Eclesiástico, capítulo sete – “Não pratiques o mal, e o mal não te iludirá. Afasta-te da injustiça, e a injustiça se afastará de ti. Meu filho, não semeies o mal nos sulcos da injustiça, e dele não recolherás o sétuplo. Não te justifiques perante Deus, pois ele conhece o fundo dos corações. Não acrescentes um segundo pecado ao primeiro, pois mesmo por causa de um só não ficarás impune. Não te deixes levar ao desânimo. Não descuides de orar nem de dar esmola. Não digas: Deus há de considerar a quantidade de meus dons; quando os oferecer ao Deus Altíssimo, ele os há de aceitar. Não zombes de um homem que está na aflição, pois há alguém que humilha e exalta: Deus que tudo vê. Não inventes mentira contra teu irmão, não inventes nenhuma mentira contra teu amigo. Cuida-te para não dizeres mentira alguma, pois o costume de mentir é coisa má. Não abomines as tarefas penosas, nem o labor da terra, que foi criado pelo Altíssimo. Não te coloques no número das pessoas corrompidas, lembra-te de que a cólera não tarda”.

Como vemos, nos parece que todo cuidado é pouco, como se ouve no dito popular. Descuido é uma coisa que não pode passar desapercebida em nossa trajetória rumo aos céus. Não é à toa que Jesus nos mandou vigiar e orar sem cessar.

Fonte: Jefferson Roger


 

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Peça que Deus atende


Certamente muitas pessoas não acreditam nisso; pois, por experiência própria, pediram, pediram e pediram isso, aquilo e aquele outro e a porcentagem do que reivindicaram foi ínfima, quase zero. Pois é, e como entender então essa questão? Jesus disse: “Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto. Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á”.

Será que tem mentiroso nessa história? Talvez muitos pensem que sim, Deus ou Jesus, ou quem inventou isso tudo, colocando-os no patamar de livros de histórias. Certamente pensam: isso não é verdade, pois já pedi tanta coisa e nunca recebi tudo que pedi ou, pior ainda, nunca recebi nada. Em verdade, todo mundo recebe quando pede, mas nem sempre recebe o que pede, mas algo recebe.

Por que?

Porque pede o que não precisa e não está relacionado à salvação de sua alma. E é o próprio Cristo quem nos explica: João 15,1-8 – “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que não der fruto em mim, ele o cortará; e podará todo o que der fruto, para que produza mais fruto. Vós já estais puros pela palavra que vos tenho anunciado. Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. O ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Assim também vós: não podeis tampouco dar fruto, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não permanecer em mim será lançado fora, como o ramo. Ele secará e hão de ajuntá-lo e lançá-lo ao fogo, e queimar-se-á. Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai, para que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos”.

Como vemos, somente se as palavras de Jesus Cristo, que é um com o Pai e o Espírito Santo, permanecerem em nós – as obedecermos e colocarmos em prática – poderemos pedir tudo o que quisermos e seremos atendidos, pois, nosso querer estará alinhado com o que Deus quer de nós e para nós. Essa é a regra divina que permite receber de Deus o que pedimos. Quem insiste em dizer que Deus não atende, afinal também está certo, pois ele atende com o seu Não, quando pedimos o que não devemos e não precisamos para a salvação de nossas almas.

Fonte: Jefferson Roger


 

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quinta-feira, 29 de abril de 2021

Exercer os dons


“Na vida a gente tem que fazer o que a gente sabe fazer”. “O gato bebe leite, o rato come queijo e eu sou palhaço”. Duas frases que embasam uma das mensagens do filme nacional ‘O palhaço’ e que servem para uma reflexão voltada para a parte espiritual de nossas vidas. Elas se conectam e não podem separar-se para que uma boa medida sobre o que fazemos em vida, visando a eternidade dos céus, possa de fato acontecer em nossa consciência.

Pois bem, o que pretendemos extrair desse contexto vai na direção daquilo que Deus pensou para cada uma de suas criaturas. Nós, seres humanos criados à sua imagem, fomos predestinados à santidade, na felicidade eterna no reino de Deus, porém, a um custo de sofrimentos, tribulações, preocupações, dificuldades, tentações diabólicas e consolações, graças e bênçãos divinas.

Nós, cada vez que tentamos fazer ou ser ou ter aquilo que não está predestinado por Deus para nossas vidas e almas, fatalmente caímos nos erros de tentarmos agir como se fôssemos um outro alguém. Muitos, é bem verdade, terminam por adotar essa “versão modificada” de si e conduzem o seu caminhar numa direção mais egoísta do que caridosa; afastam-se do amor de Deus que é pura caridade, mas que muitos não compreendem porque não entendem como pode um amor assim, corrigir e castigar!

Ora bolas viu – “Reconhece, pois, em teu coração, que assim como um homem corrige seu filho, assim te corrige o Senhor, teu Deus. Guarda os mandamentos do Senhor, teu Deus, andando em seus caminhos e temendo-o” – Deuteronômio 8,5-6. Hebreus 12,3-7 – “Considerai, pois, atentamente aquele que sofreu tantas contrariedades dos pecadores, e não vos deixeis abater pelo desânimo. Ainda não tendes resistido até o sangue, na luta contra o pecado. Estais esquecidos da palavra de animação que vos é dirigida como a filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor. Não desanimes, quando repreendido por ele; pois o Senhor corrige a quem ama e castiga todo aquele que reconhece por seu filho (Pr 3,11s). Estais sendo provados para a vossa correção: é Deus que vos trata como filhos. Ora, qual é o filho a quem seu pai não corrige?”

Romanos 11,29 – “Os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis”; ainda assim o ser humano afronta-o e abre mão dessa condição ferindo a aliança divina, abstendo-se do que vem do alto e adotando uma política de vida muito diferente e com outra finalidade. Ou caímos em si, como fez o personagem do filme, voltando para nossas raízes (delegadas por Deus), ou iremos fincar raízes em paragens muito distantes das moradas (João 14,2-3) que Jesus afirmou estarem sendo preparadas para os tementes a Deus.

Fonte: Jefferson Roger


 

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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Famílias temporárias


Deus, aprendemos nas sagradas escrituras, desejou por seu amor criar suas criaturas e constitui-las no formato denominado de famílias. Ao criar essa condição humana, determinou que não poderia ser desfeita de forma alguma; apenas por ele mesmo. Gênesis 1,27 – “Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher”. Gênesis 2,24 – “Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne”.

Ademais, Jesus Cristo confirmou os preceitos do Pai Eterno: Mateus 19,4-6 – “Respondeu-lhes Jesus: Não lestes que o Criador, no começo, fez o homem e a mulher e disse: Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e os dois formarão uma só carne? Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu.

E nessa união Deus foi além e mandou que o fruto dessa união se multiplicasse no nascimento dos filhos.

Todavia, o encargo do ser humano de pertencer a uma família terrena e uma família eterna, promove desafios diários pois, existe um grande interessado em que isso não aconteça. Nosso inimigo número um quer famílias destruídas, separadas, interrompidas, mal resolvidas, desgraçadas por todos os lados. João 10,10 – “O ladrão não vem senão para furtar, matar e destruir”. O demônio, o ladrão de nossas graças, bênçãos e felicidades. Deus, por outro lado, quer nosso padecimento e consolo dentro delas [das famílias].

Essa etapa de nossas vidas é temporária, constitui, além da luta diária que Jó muito bem coloca, uma oportunidade de nos sairmos bem perante Deus para que no dia do juízo possamos receber a coroa da glória reservada aos que o temem e observam seus mandamentos. Assim como não queremos ser abandonados por Deus, certamente ele age na mesma política da oração do Pai Nosso. Jesus nos recorda que somente seremos perdoados se perdoarmos quem nos ofendeu. Além de nos ensinar isso demonstrou no alto da cruz como fazer. O mesmo vale para os demais comportamentos. Somente não seremos abandonados por Deus se não abandonarmos nossas famílias.

Essa realidade é confirmada na carta aos Romanos onde se diz que Deus nos abandona as nossas paixões egoístas se não agirmos conforme seus ensinamentos. Portanto, nessa etapa de nossas vidas, etapa temporária, não somos nós que decidimos pelo fim das famílias, tão atacadas pelas ideologias do mundo e egoísmos, e sim o todo poderoso, criador do céu e da terra, das coisas visíveis e invisíveis. É até que a morte nos separe.

Fonte: Jefferson Roger


 

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terça-feira, 27 de abril de 2021

Bom Pastor ou Mercenário


Jesus Cristo foi taxativo quanto a responsabilidade que os sacerdotes possuem em relação aos filhos de Deus; dirigindo-se ao apóstolo São Pedro disse-lhe que se o ama então que apascente suas ovelhas (João 21,14-17). Pois bem, o chamado ao sacerdócio – uma vocação irrevogável (Romanos 11,29 – Os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis) – para que propósito serve senão para o serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo – Mateus 16,18?

A igreja, una, santa, católica e apostólica é sim, formada por membros pecadores; olhemos para seus primeiros membros, os apóstolos: quando a coisa ficou feia só João permaneceu junto de Maria Santíssima e Maria Madalena aos pés da cruz. Os outros? Pois bem, a fraqueza humana demonstrou do que a humanidade em cada um pode fazer. Jesus quis demonstrar desde o princípio que o ser humano é dependente de Deus para fazer escolhas certas e agir corretamente; não por interesses próprios buscando essa ou aquela vanglória cujo livro do Eclesiastes nos demonstra serem vaidades.

Sendo assim, colocados os pontos nos “is”, é hora de destacar mais uma vez neste site, um exemplo de pessoa comprometida com o propósito de Deus e o evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, um sacerdote que iniciou sua caminhada pautado nos mandatos divinos e se auto policia constantemente (vigiai e orai sem cessar, disse Jesus) no esforço de viver na simplicidade pedida e demonstrada pela Virgem Maria, configurando-se aos moldes de Cristo. Tarefa, por sinal, incumbida a todos os batizados.

Estamos nos referindo ao Padre Everton da Rosa Lara, que assumiu uma paróquia abandonada ao “terceiro plano” e hoje, depois de um ano e dois meses de duros desafios e problemas, caminha passo a passo em suas conquistas diárias. Assim o faz porque, em suas palavras: “sou uma padre que não sabe cantar nem escrever livros, só sei rezar missas”; além do fato de estar semanalmente atendendo fiéis em confissão e auxílio pastoral, sem contar seu exemplo catequético, sua postura no agir e falar e sua simplicidade que enobrece as fileiras católicas.

Por ser assim, servo de Deus dedicado ao Reino dos céus, não ao dinheiro, não ao status, não aos louros e aplausos de fãs, não à popularidade de mídias e redes sociais, este sacerdote engrandece o espírito de caridade e amor dentro de nossos corações, mantendo acesa a chama de amor pelas coisas do alto, as coisas que não passam. Nosso agradecimento a Deus por colocar esse homem em nossas vidas e nosso reconhecimento e apreço cada vez mais crescente à sua pessoa, tão querida em nossas famílias.

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Sacerdotes do Senhor

Fonte: Jefferson Roger


 

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segunda-feira, 26 de abril de 2021

Combatendo a concupiscência


“Feliz o homem que suporta a tentação. Porque, depois de sofrer a provação, receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam. Ninguém, quando for tentado, diga: É Deus quem me tenta. Deus é inacessível ao mal e não tenta a ninguém. Cada um é tentado pela sua própria concupiscência, que o atrai e alicia. A concupiscência, depois de conceber, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte. Não vos iludais, pois, irmãos meus muito amados” – Tiago 1,12-16.

Como vemos, São Tiago nos recorda que a concupiscência é um meio pelo qual nosso inimigo procura fendas em nosso sistema de defesa para manchar nossos corações com o veneno do mal. São Paulo aos Efésios diz que se vivermos acatando os desejos de nossa concupiscência seremos objetos da ira divina: “E vós outros estáveis mortos por vossas faltas, pelos pecados que cometestes outrora seguindo o modo de viver deste mundo, do príncipe das potestades do ar, do espírito que agora atua nos rebeldes. Também todos nós éramos deste número quando outrora vivíamos nos desejos carnais, fazendo a vontade da carne e da concupiscência. Éramos como os outros, por natureza, verdadeiros objetos da ira (divina)” – Efésios 1,1-3.

Por fim, São João nos anima ao desapego das coisas do mundo porque elas nos frutificam para as coisas que passam nos afastando da glória dos céus: “Não ameis o mundo nem as coisas do mundo. Se alguém ama o mundo, não está nele o amor do Pai. Porque tudo o que há no mundo - a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida - não procede do Pai, mas do mundo. O mundo passa com as suas concupiscências, mas quem cumpre a vontade de Deus permanece eternamente” – João 2,15-17.

Desta forma, percebemos que o mal que nos aflige insistentemente, ao ponto de Jó descrever a vida como uma luta diária, é alvo de atenção constante; do contrário, cedendo a ele, seremos transformados, por nossa culpa, em inimigos de Deus (Tiago 4,4).

Fonte: Jefferson Roger


 

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sexta-feira, 23 de abril de 2021

Uma vida de escolhas


Escolhas e decisões, não há como escapar. Porém, o que podemos e devemos escapar, é da tentação de culpar a Deus por conta das escolhas erradas. Temos que, como se lê em Eclesiástico, querer: “Se quiseres guardar os mandamentos, e praticar sempre fielmente o que é agradável (a Deus), eles te guardarão. Ele pôs diante de ti a água e o fogo: estende a mão para aquilo que desejares. A vida e a morte, o bem e o mal estão diante do homem; o que ele escolher, isso lhe será dado” – Eclesiástico 15,16-18.

Tiago 1,12-16 – “Feliz o homem que suporta a tentação. Porque, depois de sofrer a provação, receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam. Ninguém, quando for tentado, diga: É Deus quem me tenta. Deus é inacessível ao mal e não tenta a ninguém. Cada um é tentado pela sua própria concupiscência, que o atrai e alicia. A concupiscência, depois de conceber, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte. Não vos iludais”.

Então, como vemos, o sujeito escolhe ser fiel a Deus ou não, escolhe entre o bem e o mal, escolhe colocar a culpa em Deus por seus erros ou não. E as consequências não são muitas, mas são duras e amargas ou consoladoras e cheias das bênçãos divinas. Caminhando e pedindo o Espírito Santo de Deus – incessantemente – não corremos o risco de agir sem a sabedoria divina a endossar aquilo que brotar em nossos corações.

Já que não temos saída e temos sempre que escolher, uma coisa importante a se ter em mente é que escolhas importantes precisam ser definitivas. Como a escolha de seguir a Deus, não podemos escolher fazer isso dia sim, outro não; ou escolher fazer isso quando nos sobra tempo. Jesus nos disse que devemos renunciar a nós mesmos, tomarmos nossa cruz, dia após dia e segui-lo, se quisermos ser salvos – Lucas 9,23.

Fonte: Jefferson Roger


 

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segunda-feira, 19 de abril de 2021

Pastor reza pela morte de paciente


Os noticiários nos últimos dias divulgaram matéria onde o Pastor José Olímpio da Assembleia de Deus em Alagoas, nas redes sociais, manifestou sua indignação (que posteriormente seguiu-se de um pedido público de desculpas) pelos pedidos de oração feitos ao ator Paulo Gustavo, assumidamente adepto de uma opção sexual diretamente contrária ao que Deus nos ensina, por exemplo, em: Gálatas 6,7-8; Tobias 6,16-17; Lucas 9,23; Levítico 18,22; Levítico 20,13; 1ª Coríntios 6,9-10; Gálatas 5,16-21 e Romanos 1,26-32 só para colocarmos algumas passagens.

Rapidamente os defensores dos valores contrários ao que Deus aponta como retos se manifestaram em repúdio aos seus comentários o que, por medo de alguma retaliação quem sabe ou, mais seguramente, um arrependimento por sua conduta anticristã, fez com que retirasse sua postagem das redes sociais. A questão, que paira, no entanto, é o cabo de guerra que acontece em solo terreno.

Duas verdades opostas que quando se atritam promovem todo o tipo de situação. Todavia, uma coisa é agir como Jesus, que acolhia a todos, mas mostrava a verdade e com autoridade; outra coisa é atirar pedra no telhado do outro achando não ter pecado nenhum, o que foi o caso deste pastor que desejou, em atitude inconsequente, a morte de uma pessoa, ferindo, coisa que ele deve ter esquecido ou não sabe, o quinto mandamento.

João 8,7 – “Quem de vós estiver sem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra” – disse Jesus. No entanto, isso vale para os dois lados, pois o desrespeito ocorre nas duas vias, ou alguém já esqueceu das gravíssimas ofensas públicas que as paradas gays (foto abaixo) promovem aos olhos de todas as famílias cristãs?




Como diz Santa Teresa de Calcutá: no fim das contas tudo é entre cada um e Deus. A verdade que cada um vive e defende será apresentada no dia do juízo. Neste dia, será o justo juiz com sua verdade (João 14,6 – Apocalipse 22,12) que irá proferir a sentença – condenação ou prêmio – para cada indivíduo. Nosso salvador, em conversa com Santa Maria Faustina Kowalska, nos ensinou que agora é o tempo da sua misericórdia, depois, ele terá a eternidade inteira para praticar a justiça. Ademais, ele nos mandou pregar sua palavra (Mateus 28,19) e não ficar preocupados com a “palha no olho do irmão” (Mateus 7,3-5).

Como vemos, Jesus nos ensinou que as pessoas devem ser convertidas pela palavra de Deus que nos move a sermos imitadores do Cristo. Ele nos ensina que devemos evangelizar inclusive pelo nosso exemplo (Efésios 5,1 – 1ª Coríntios 11,1). Embora em Ezequiel 3,20 esteja escrito que se vemos alguém fazendo algo errado devemos alerta-lo, isso não significa que devemos expor a pessoa que, assim como nós, foi feita a imagem e semelhança de Deus. Fala a escritura que se a pessoa não se corrige receberá de Deus o que lhe é devido e é por isso que na bíblia, em Salmos, o altíssimo nos ensina que devemos confiar plenamente em sua misericórdia e justiça e agirmos conforme sua vontade. Eclesiastes 12,13-14 – “Em conclusão: tudo bem entendido, teme a Deus e observa seus preceitos, é este o dever de todo homem. Deus fará prestar contas de tudo o que está oculto, todo ato, seja ele bom ou mau”.

Fonte: Jefferson Roger


 

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Caminhando como e com Jesus


Em 1ª Coríntios 11,1 aprendemos que devemos ser imitadores de Jesus Cristo, nosso salvador que desceu dos céus e percorreu essa terra para levar a boa nova a mando do Pai. Como bem sabemos, o Cristo não ficava de braços cruzados aguardando acontecimentos, ele era um homem muito ativo e comprometido com o reino de Deus, coisa que também pediu a cada um de nós antes de sua ascensão.

Mateus 28,19-20 – “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”.

E Jesus caminhava, caminhava e caminhava; apartando-se um pouco da atitude física de andar, o que fica de mensagem concreta é o motivo do seu andar. Assim nós também temos que nos sentir, motivados a caminhar rumo à pátria celeste. E ele acrescentou: sem mim nada podeis fazer, eu sou o caminho, ninguém vai ao pai senão por mim.

Marcos 1,35-39 – “De manhã, tendo-se [Jesus] levantado muito antes do amanhecer, ele saiu e foi para um lugar deserto, e ali se pôs em oração. Simão e os seus companheiros saíram a procurá-lo. Encontraram-no e disseram-lhe: "Todos te procuram." E ele respondeu-lhes: "Vamos às aldeias vizinhas, para que eu pregue também lá, pois, para isso é que vim." Ele retirou-se dali, pregando em todas as sinagogas e por toda a Galiléia, e expulsando os demônios”.

Então, o bem e o mal se apresentam a nós, o que escolhermos nos será dado – lemos em Eclesiástico. Podemos estender a mão para Jesus e pedir que nos conduza, entregando nossa vida para ele ou cedermos às ofertas do mundo e caminharmos por conta própria. No fim das contas receberemos a paga divina por nossas escolhas e obras.

Fonte: Jefferson Roger


 

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Sonhos humanos e sonhos divinos


Jeremias 29,8-9 – “Pois assim disse o Senhor dos exércitos, Deus de Israel: Não vos deixeis engodar pelos profetas que se acham entre vós, nem pelos adivinhos. Não escuteis os sonhos que anunciam. Porquanto esses homens mentem, pretendendo pronunciar oráculos em meu nome. Não lhes outorguei tal encargo - oráculo do Senhor”. Como vemos, Deus nos alerta para aqueles “vendedores” de sonhos, os que tentam propagar inverdades que além de estarem desalinhadas com o que Deus quer para cada um de nós, apontam para uma direção oposta.

Ademais, também sabemos pelas escrituras que através dos sonhos ele nos orienta, haja vista a passagem, por exemplo, em que São José, através da aparição do anjo do Senhor, recebe toda a instrução de como proceder a fim de preservar Nossa Senhora e Jesus Cristo dos malefícios dos perseguidores. Sobre os sonhos, podemos destacar outro apontamento, este vindo de Jó. Quando buscamos a Deus através da oração e nos parece não haver resposta, pode ser que não estejamos atentos ao modo escolhido para nos responder: Jó 33,13-18 – “Por que o acusas de não dar nenhuma resposta a teus discursos? Pois Deus fala de uma maneira e de outra e não prestas atenção. Por meio dos sonhos, das visões noturnas, quando um sono profundo pesa sobre os humanos, enquanto o homem está adormecido em seu leito, então abre o ouvido do homem e o assusta com suas aparições, a fim de desviá-lo do pecado e de preservá-lo do orgulho, para salvar-lhe a alma do fosso, e sua vida, da seta mortífera”.

Agora, outra exortação para nos alertar: Eclesiastes 5,1-4 – “Não te apresses em abrir a boca; que teu coração não se apresse em proferir palavras diante de Deus, porque Deus está no céu, e tu na terra; que tuas palavras sejam, portanto, pouco numerosas. Porque muitas ocupações geram sonhos, e a torrente de palavras faz nascer resoluções insensatas. Quando fizeres um voto a Deus, realiza-o sem delonga, porque aos insensatos Deus não é favorável. Portanto, cumpre teu voto. Mais vale não fazer voto, que prometer a não ser fiel à promessa”.

E por fim, um trecho de Eclesiástico 34,1-8 nos aponta para outras verdades relacionadas ao tema deste artigo: “O insensato (vive) de esperanças quiméricas; os imprudentes edificam sobre os sonhos. Como aquele que procura agarrar uma sombra ou perseguir o vento, assim é o que se prende a visões enganadoras. Isto segundo aquilo, eis o que se vê nos sonhos: é como a imagem de um homem diante dele próprio. Que coisa pura poderá vir do impuro? Que verdade pode vir da mentira? A adivinhação do erro, os augúrios mentirosos e os sonhos dos maus, tudo isso não passa de vaidade. O teu coração, como o de uma mulher que está de parto, sofrerá imaginações. A menos que o Altíssimo te envie uma visão, não detenhas nelas teu pensamento, pois os sonhos fizeram errar muita gente, que pecou porque neles punham sua esperança; a palavra da lei se cumpre integralmente, e a sabedoria tornar-se-á evidente na boca do homem fiel”.

Sendo assim, fica claro para todo filho de Deus que sonhar sem estar com os pés no chão e o coração preenchido pela Santíssima Trindade e a mente focada para o céu, pode incutir em risco de salvação de nossas almas.

Fonte: Jefferson Roger


 

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sábado, 17 de abril de 2021

O tamanho do perigo


Nossa vida é rodeada de perigos, fisicamente e espiritualmente falando, de fato, o ser humano nem pode mensurar com exatidão o quão rodeado está, isso não é coisa que está sob seu controle. Todavia, nos foi ensinado que devemos ser cuidadosos em nosso proceder, vigilantes e atentos, sóbrios no agir e incessantemente orantes.

São Paulo vai dizer ao Romanos que nem o perigo irá nos separar do amor de Cristo. Isso é verdade se escolhermos viver com ele (com Jesus Cristo); do contrário poderemos sim, perecer: Eclesiástico 3,27-29 – “O coração empedernido acabará por ser infeliz. Quem ama o perigo nele perecerá. O coração de caminhos tortuosos não triunfará, e a alma corrompida neles achará ocasião de queda. O coração perverso ficará acabrunhado de tristeza, e o pecador ajuntará pecado sobre pecado”.

Mas em contrapartida... “quem caminha com sabedoria, escapará do perigo” – Provérbios 28,26.

Relacionado ao perigo, sobre o demônio, os santos diziam que ele é como um cão raivoso que está acorrentado, não se aproxime para não ser ferido. Sobre isso Jesus claramente demonstra nos evangelhos a atitude que devemos adotar contra ele: não dar ouvidos. Efésios 4,25-27 – “renunciai à mentira. Fale cada um a seu próximo a verdade, pois somos membros uns dos outros. Mesmo em cólera, não pequeis. Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento. Não deis lugar ao demônio”.

Efésios 6,11-12 – “Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares”.

Como vemos, nossa luta maior sempre consiste na constante batalha contra o perigo de sermos condenados à danação eterna. E não existe para o filho de Deus perigo maior.

Fonte: Jefferson Roger



 

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sexta-feira, 16 de abril de 2021

Nossos desejos


O desejo humano alcança um leque imenso de opções. E embora possa soar estranho, eles estão sujeitos à mercê de nossos comandos. Sim, é sabido que o corpo está sujeito aos comandos impostos pela pessoa. Conforme Jesus nos ensinou, os desejos brotam no coração, depois instalam-se na mente que ordena ao corpo o que fazer. Essa é a ordem natural das coisas, segundo a realidade de corpo e alma.

Agora quando essa ordem colocada por Deus se modifica, a ordem vira desordem, pois o comando das ações agora ficou delegado ao corpo.

Um exemplo vem em bom socorro. O sujeito sabe que as drogas fazem mal, ele tem o poder de decisão sobre a possibilidade de se envolver com elas. Ele pode decidir se sim ou se não. Pois bem, se errar e decidir que sim, que irá experimentar, em pouco tempo, muito menos tempo do que imaginava, o “centro de comando” de suas ações agora foi sitiado e passou ao corpo – com seus sentidos – o governo integral. Envenenado pelo mal que elas proporcionam não consegue mais viver de forma saudável e, um a um, vários pilares de sua vida vão caindo.

O fundo do poço vai se aproximando e sair dessa descida fica a cada passo, mais difícil.

Independente das mais variadas abordagens que as pessoas possam dar, aqui nosso foco segue os ensinos bíblicos. Eclesiástico 9,8-13 – “Desvia os olhos da mulher elegante, não fites com insistência uma beleza desconhecida. Muitos pereceram por causa da beleza feminina, e por causa dela inflama-se o fogo do desejo. Toda mulher que se entrega à devassidão é como o esterco que se pisa na estrada. Muitos, por haveres admirado uma beleza desconhecida, foram condenados, pois a conversa dela queima como fogo. Nunca te sentes ao lado de uma estrangeira, não te ponhas à mesa com ela; não a provoques a beber vinho, para não acontecer que teu coração por ela se apaixone, e que pelo preço de teu sangue caias na perdição”. Eclesiástico 32,18-21 – “Aquele que teme o Senhor aceitará sua doutrina, aqueles que vigiam para procurá-lo serão por ele abençoados. Aquele que busca a lei, por ela será cumulado. Aquele, porém, que procede com falsidade, nela achará ocasião de pecado. Aqueles que temem o Senhor terão um juízo reto, e farão brilhar como uma tocha a sua justiça. O pecador foge da censura, e encontra precedentes segundo o seu desejo”.

Fonte: Jefferson Roger


 

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Deus inventou o matrimônio, o homem inventou o divórcio


Gênesis 2,23-24 – ““Eis agora aqui, disse o homem, o osso de meus ossos e a carne de minha carne; ela se chamará mulher, porque foi tomada do homem.” Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne.

Mateus 19,3-9 – “Os fariseus vieram perguntar-lhe para pô-lo à prova: É permitido a um homem rejeitar sua mulher por um motivo qualquer? Respondeu-lhes Jesus: Não lestes que o Criador, no começo, fez o homem e a mulher e disse: Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e os dois formarão uma só carne? Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu. Disseram-lhe eles: Por que, então, Moisés ordenou dar um documento de divórcio à mulher, ao rejeitá-la? Jesus respondeu-lhes: É por causa da dureza de vosso coração que Moisés havia tolerado o repúdio das mulheres; mas no começo não foi assim. Ora, eu vos declaro que todo aquele que rejeita sua mulher, exceto no caso de matrimônio falso, e desposa uma outra, comete adultério. E aquele que desposa uma mulher rejeitada, comete também adultério”.

Como vemos, Jesus aponta apenas a exceção do matrimônio falso, fora isso decreta que o homem não pode separar o que Deus uniu. Com isso, deixa claro que por amor a Deus o casal deve se manter.

Colossenses 3,12-19 – “Portanto, como eleitos de Deus, santos e queridos, revesti-vos de entranhada misericórdia, de bondade, humildade, doçura, paciência. Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai também vós. Mas, acima de tudo, revesti-vos da caridade (o amor de Cristo, por Cristo e com Cristo), que é o vínculo da perfeição. Triunfe em vossos corações a paz de Cristo, para a qual fostes chamados a fim de formar um único corpo. E sede agradecidos. A palavra de Cristo permaneça entre vós em toda a sua riqueza, de sorte que com toda a sabedoria vos possais instruir e exortar mutuamente. Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. Mulheres, sede submissas a vossos maridos, porque assim convém, no Senhor. Maridos, amai as vossas mulheres e não as trateis com aspereza”.

Fonte: Jefferson Roger


 

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A pessoa mente para conseguir o que quer


A mentira desde muito tempo – tempos bíblicos diga-se de passagem – é uma “carta na manga”, um excelente recurso para obtenção de algo ou alguma coisa. Já começou a entrar em cena quando a serpente a utilizando convenceu que o fruto proibido fosse cobiçado e ingerido. Depois, aliado a esta mentira começou o jogo do empurra-empurra, numa tentativa de tirar a culpa dos próprios ombros.

A verdade é mais fácil de lembrar, propagar e defender, embora muitas vezes seja dura e amarga. A mentira requer um esforço teatral constante para que tenha êxito; esforço esse que culminará em derrocada porque a ilusão de se dar bem e enganar a todos não se aplica a Deus.

Eclesiastes 12,13-14 – “Teme a Deus e observa seus preceitos, é este o dever de todo homem. Deus fará prestar contas de tudo o que está oculto, todo ato, seja ele bom ou mau”. Eclesiástico 39,23-24 – “A salvação que ele (o Senhor Deus) dá não será mesquinha. São-lhe apresentadas as ações de todos os viventes, nada é oculto aos seus olhos”.

Mateus 6,5-6 – “Quando orardes, não façais como os hipócritas, que gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á”. Mateus 6,16-18 – “Quando jejuardes, não tomeis um ar triste como os hipócritas, que mostram um semblante abatido para manifestar aos homens que jejuam. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando jejuares, perfuma a tua cabeça e lava o teu rosto. Assim, não parecerá aos homens que jejuas, mas somente a teu Pai que está presente ao oculto; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á”.

Mateus 9.4 – “Jesus, penetrando-lhes os pensamentos, perguntou-lhes: "Por que pensais mal em vossos corações?” Como vemos, toda a nudez de corpo e alma é e será revelada. A verdade que liberta (João 14,6) é uma só e não é a nossa verdade, ainda mais quando ela está revestida com mentiras. Sem dúvida a mentira pode nos dar muitas coisas, mas como ela “compra pecados” seu salário ao final de nossa vida terrena não é dos melhores. Fiquemos então com o ensinamento do Eclesiástico 4,23-24 – “Meu filho, aproveita-te do tempo, evita o mal; para o bem de tua alma, não te envergonhes de dizer a verdade”.

Fonte: Jefferson Roger


 

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Cortando o mal pela raiz


Todo mundo sabe que cortar-aparar a grama é uma atividade que de tempos em tempos precisa ser feita. Sem cuidado algum podemos dizer que é difícil que a grama morra, salvo uma grande estiagem ou a mesma sofrer uma ação intencional como aqueles carreiros que as pessoas fazem ao caminhar sobre elas sempre percorrendo o mesmo trajeto. Termina que de tanto pisarem no mesmo percurso a grama vem a morrer porque sua raiz foi afetada.

O mesmo se dá com a erva daninha, tem que ser arrancada da horta pela raiz, tirar apenas suas folhas de nada adianta.

Jesus disse, “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que não der fruto em mim, ele o cortará; e podará todo o que der fruto, para que produza mais fruto. Vós já estais puros pela palavra que vos tenho anunciado. Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. O ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Assim também vós: não podeis tampouco dar fruto, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” – João 15,1-5. E ainda disse: “Eu sou a raiz e o descendente de Davi, a estrela radiosa da manhã” – Apocalipse 22,16.

Como vemos nossa vida precisa ser vivida com base numa escolha, aceitamos o que disse Jesus e seremos “seus ramos” ou permitiremos que seja enraizado em nós o proceder dos pecados?

Deus misericordioso está de braços abertos para nos acolher em arrependimento caso estejamos com a vida enraizada no mal; se essa é a nossa situação, precisamos de vergonha na cara, e de uma conversão urgente, cortando o mal pela raiz. Mas é pela raiz mesmo! Conversão é convergir, mudar de direção, elencar as ocasiões que nos fizeram cair e varre-las para bem longe do nosso caminhar. Porque as feridas dos pecados são visíveis aos olhos do inimigo e elas denunciam a fraqueza de cada ser humano. Portanto é hora de escolher romper definitivamente com o mal; um esforço que todo mundo pode fazer aliando-se com Jesus Cristo.

Fonte: Jefferson Roger


 

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quinta-feira, 15 de abril de 2021

Mudando pensamentos para mudar atitudes


Em Colossenses São Paulo vai nos recordar que quando ainda éramos inimigos de Deus, por pensamentos e obras, ele nos reconciliou através da crucificação de seu filho Jesus Cristo. E em Filipenses 2,2-3 lemos: “tende um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos. Nada façais por espírito de partido ou vanglória, mas que a humildade vos ensine a considerar os outros superiores a vós mesmos”.

De fato, concluímos as coisas e as admitimos como verdades, depois as colocamos em prática, tomamos nossas atitudes com base nesse repertório que vamos construindo durante nossa caminhada. Por isso, sabiamente existem as paradas para aumentarmos o nosso saber e aprimorarmos nossa conduta.

Tiago 4,7-10 – “Sede submissos a Deus. Resisti ao demônio, e ele fugirá para longe de vós. Aproximai-vos de Deus, e ele se aproximará de vós. Lavai as mãos, pecadores, e purificai os vossos corações, ó homens de dupla atitude. Reconhecei a vossa miséria, afligi-vos e chorai. Converta-se o vosso riso em pranto e a vossa alegria em tristeza. Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará”.

Tiago 3,13-18 – “Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre com um bom proceder as suas obras repassadas de doçura e de sabedoria. Mas, se tendes no coração um ciúme amargo e gosto pelas contendas, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Esta não é a sabedoria que vem do alto, mas é uma sabedoria terrena, humana, diabólica. Onde houver ciúme e contenda, ali há também perturbação e toda espécie de vícios. A sabedoria, porém, que vem de cima, é primeiramente pura, depois pacífica, condescendente, conciliadora, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, nem fingimento. O fruto da justiça semeia-se na paz para aqueles que praticam a paz”.

Não podemos agir corretamente pensando erroneamente, nem cometermos erros agindo na retidão. É preciso manter o que está certo e mudar o que é necessário se almejamos o céu; para isso convém pedir a Deus o seu auxílio: “Senhor, esteja ao meu lado para me defender, dentro de mim para me conservar, adiante de mim para me conduzir, atrás de mim para me guardar e acima de mim para me abençoar, vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos, amém. E dai-me serenidade para eu suportar as coisas que eu não posso modificar. Coragem para eu modificar aquelas que eu posso [e devo] e sabedoria para eu perceber a diferença, amém”.

Fonte: Jefferson Roger


 

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Posso ser feliz no meu lugar


O mundo prega um leque de opções para que a felicidade de cada um seja alcançada. O problema é que as pessoas não filtram a avalanche de ofertas que inundam mentes e corações e terminam por escolherem, entre erros e acertos, algumas coisas que querem ao invés de algumas coisas que devem.

Romanos 12,2 – “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito”. 1ª Tessalonicenses 5,21-22 – “Examinai tudo: abraçai o que é bom. Guardai-vos de toda a espécie de mal”.

Pois bem, não podemos tudo que queremos se o que quisermos não estiver alinhado com a vontade de Deus! E essa é a grande pedra de tropeço na vida de muitas pessoas; essa é a pedra que leva o sujeito a cair em seu erro. Pois, ouvindo o canto da sereia ele se deixa convencer de que não é feliz com o que tem – esquece que o que tem, mesmo que lhe pareça quase nada – foi dado por Deus. O que faz então? Ao invés de reclamar direto com Deus em suas orações, vai reclamar direto para o diabo que em sua prontidão incessante convence a pobre alma com seus intentos.

Um dos grandes segredos é dar ouvidos a Deus, por mais dura que seja a verdade. Ele tem o maior “prêmio” que alguém possa querer: morar no paraíso por toda a eternidade! Romanos 8,28 – “todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus”. Se você ama a Deus, tudo que acontece em sua vida é para seu bem, não para o bem que gostaria que fosse, mas para o bem que Deus tem a lhe entregar.

E lhe entregar onde você está, sendo quem você é, onde é seu lugar. A vida do outro não lhe pertence, não a cobice (décimo mandamento da lei de Deus). Você pode ser feliz em seu lugar com tudo que Deus tem, faça a sua escolha.

Fonte: Jefferson Roger


 

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quarta-feira, 14 de abril de 2021

Confessar os pecados


Os cristãos de base católica acatam os dizeres bíblicos que educam o penitente a confessar seus pecados a outrem. Os de outras bases argumentam que pecados só devem ser confessados diretamente para Deus. Aqui, sem querer polemizar, defendemos a crença católica que prescreve biblicamente que nossos erros devem sim ser confessados para Deus, mas defendemos que Deus, assim como em muitas esferas, quis se valer do homem como instrumento seu.

Eclesiástico 4,31 – “Não te envergonhes de CONFESSAR os teus pecados; não te tornes escravo de nenhum homem que te leve a pecar”.

Neemias 9,1-3 – “No vigésimo quarto dia do mesmo mês, vestidos de sacos, e com a cabeça coberta de pó, os israelitas reuniram-se para um jejum. Os que eram de origem israelita estavam separados de todos os estrangeiros, e apresentaram-se para CONFESSAR seus pecados e as iniquidades de seus pais. De pé em seus lugares, escutaram a leitura da lei do Senhor, seu Deus, durante um quarto do dia; e durante o outro quarto do dia CONFESSARAM seus pecados e prostraram-se diante do Senhor, seu Deus”.

Mateus 3,5-6 – “Pessoas de Jerusalém, de toda a Judéia e de toda a circunvizinhança do Jordão vinham a ele (João Batista). CONFESSAVAM seus pecados e eram batizados por ele nas águas do Jordão.

João 20,21-23 – “A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós (disse Jesus Cristo). Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes (aos apóstolos, os primeiros confessores): Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos”.

Tiago 5,16 – “Confessai os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros para serdes curados”.

Como vemos, Jesus concedeu o poder de perdoar pecados aos apóstolos, isso sendo feito até os dias de hoje graças à sucessão apostólica. Ademais, vimos no antigo testamento que isso não é novidade, como alguns querem crer, criada pela igreja e sim, uma prática atestada biblicamente. Quis Deus em sua sabedoria, penitenciar o pecador com a vitória sobre a vergonha de ter que “contar” suas faltas para outro pecador que, como instrumento de Deus, é utilizado para canalizar a graça do perdão e da reconciliação com seu amor e sua igreja. Lembram-se da fórmula, muito bonita por sinal, que o confessor proclama no ato que irá absolver o penitente? Pois bem, ela termina com as palavras “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. O padre não perdoa pecados, Deus os perdoa! O padre é um instrumento nas mãos do Altíssimo! E mais, para entrarmos na glória dos céus, não podemos tê-los!

Fonte: Jefferson Roger


 

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