segunda-feira, 27 de junho de 2016

Eles foram crismados

Com o título deste artigo facilmente podemos imaginar que estarei a falar algo sobre as pessoas desta foto. Isto é verdade, mas, em parte pois o que colocarei aqui serve a todo tempo para cada um de nós. É o que ouvimos o Arcebispo da Arquidiocese de Curitiba falar em sua homilia que aconteceu na celebração do sacramento da crisma que aconteceu na Paróquia São Rafael em Curitiba-PR.

Usando de algumas analogias ele falou que quando gostamos de alguém e, portanto, somos seu amigo, se ouvirmos falarem mal deste alguém, corremos a defende-lo, mas não como ensina o mundo, ou como fazem os fundamentalistas e extremistas. Defendemos Jesus com a verdade, que dele brota. Quem é amigo(a) de Jesus não se contenta em ficar calado enquanto alguém blasfema, comete sacrilégios ou age com indiferença ofendendo-o. Logo se põe, como servo de Cristo e membro da sua igreja, a levantar o estandarte do evangelho que salva, que promove um único caminho, cheio de verdade e vida. Caminho este que por ser único, somente ele leva ao Pai Eterno.

O amigo de Jesus, dizia o arcebispo não se comporta como não convém. Até em seu modo de falar. Nem deve pensar diferente do modo como pensa o Salvador. Na maturidade da fé, confirmamos que queremos realmente seguir a fé transmitida pela igreja, na pessoa dos pais e padrinhos. Na maturidade da fé, queremos proclamar em missão o mandato que Jesus confiou a todos.

Não é uma formatura, nem uma cerimônia para entrega de certificados dizia Dom José Antonio Peruzzo. É o início de uma missão. Que só irá terminar quando nós morrermos ou Jesus voltar. E dentro desta missão, enfatizou de forma categórica Dom José, que a oração, única arma do Cristão, já nos recordava Santo Antão, é uma prática que precisa ser vivida e praticada cada vez mais e mais.

Alguém lembrou aqui de Jesus? “Vigiai e orai sem cessar”... Pois é, a “dica” é dele, daquele que nos salvou na cruz. Pensemos. Jesus disse que não existe amor maior do que aquele que dá a vida por seu irmão. E esse é o amor com que ele nos amou. Amores menores nos conduzem muito pouco e tantas vezes estão contaminados com os ingredientes do mundo, portanto, cuidemos.

Por fim, Dom José Antonio Peruzzo concluiu sua homilia enfatizando a seriedade da situação e da missão. Não é uma grande história que termina, um grande filme em partes que leva anos para concluir sua trilogia. Como bem disse o arcebispo quando nos encontrarmos face a face com Jesus e ele nos perguntar sobre nossas omissões o que iremos responder? Melhor começarmos a responder agora disse ele, pois assim existe no tempo da igreja o tempo para se arrepender, se converter e retornar para a casa do Pai.


fonte: Jefferson Roger
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Houve tempo entre a ponte e o rio

Começo este artigo com uma frase dita por São João Maria Vianney. Era uma ocasião onde uma de suas paroquianas aos prantos foi confessar-se e não se continha em lágrimas perante o bom santo. Percebendo que não se tratava de pouca coisa, São João Vianney foi logo perguntando: O que foi que aconteceu, minha senhora? Ela contou que tinha ficado viúva pois o marido tinha cometido suicídio atirando-se de uma ponte para morrer afogado no rio. Chorava então a pobre viúva porque sabia, contava ela ao padre, que o marido não levava uma vida que lhe conduzia rumo a Deus. Então o santo deu uma resposta avassaladora e, sem dúvida alguma, inspirada pelo Espírito Santo. Disse São João Maria Vianney: “Não se preocupe, minha senhora, houve tempo entre a ponte e o rio.

E que bela lição é para nós este pequeno trecho narrado na biografia do santo. Que maravilhoso é para todos saber que só acaba quando termina. Com essa frase fica claro a mensagem que naquele tempo da queda houve o tempo para o arrependimento do coração, livrando a pessoa da condenação para que ela pudesse expiar suas faltas e se purificar antes de sua entrada no céu. Houve tempo, disse o santo. O filme deve ter passado na cabeça deste senhor, como bem dizemos. E tocado por Jesus, com uma graça extraordinária, encontrou o arrependimento, pois Jesus tem mais interesse em que nos salvemos até mesmo, muito mais do que a nós, que insistimos em trata-lo como inimigo quando nos envia provações para nos purificar e crescer no amor e na fé. Sabemos da boca dele que o pai, que nos confiou ao Cristo, não quer que nenhum se perca.

Caros leitores, belo ensinamento não é mesmo! E sei que muitos de vocês que estão a ler já presenciaram algo desta natureza, uma ou tantas vezes. Comigo não foi diferente. Neste ano, entreguei mais uma turma de catequese da última etapa. Uma turma com quase trinta jovens. Foi uma turma difícil. Posso dizer que apenas dez destes jovens realmente se empenharam durante o tempo desta caminhada, pois entendiam que o bem que a igreja lhes oferecia, na pastoral da catequese, era com a intenção de gerar frutos em suas vidas para a salvação de cada um e de todos através do serviço em comunidade.

Porém, tantos outros, a turma do fundão, se fosse na escola, não queriam saber de nada. Os olhares para comigo eram olhares de indiferença, de insatisfação e por aí vai. Alguns me olhavam como se eu fosse o inimigo deles. Os pais destes, não vieram em nenhuma reunião e até no dia da celebração da crisma nem um cumprimento de boa noite pelo menos recebi destes e de seus filhos. Parecia que eu era um funcionário de guichê que atende uma multidão por dia e não faz mais que sua obrigação. Não que eu esperasse algo em troca, pois o serviço voluntário que faço como catequista, é pelo povo, mas, acima de tudo é pelo bem da igreja de Jesus Cristo. Se alguém um dia for me agradecer pelo que fiz na catequese, pelo meu esforço para manter ou resgatar os filhos de Deus e coloca-los ou recoloca-los no caminho das pedras, espero que seja Jesus, embora nem isso ele precise fazer, porque já ensinou que somos servos inúteis.

Todavia, houve tempo. No mês da celebração do sacramento da crisma, a paróquia fez um retiro e dentro da programação os catequistas tinham trinta minutos a sós com sua turma para uma última conversa ou alguma atividade que quisessem fazer com os crismandos. Resolvi fazer uma apresentação de mímica, onde contei duas histórias. Um jovem Sem Deus e um jovem Com Deus. Esse era o tema: Com Deus ou Sem Deus, Você Decide! Durou como disse, meia hora. Mas bastou, houve tempo. Quatro dos piores crismandos, completamente alienados de tudo que se passou neste ano da catequese, renasceram das cinzas, acordaram em tempo. Antes de caírem no rio, houve tempo. Emocionaram-se, Riram e se transformaram durante a apresentação. Foi como um carro que entra todo sujo na lavagem e sai do outro lado limpinho e brilhando. Pouco tempo depois ainda durante o retiro, cada um destes veio falar comigo, separadamente, me cumprimentar, falar que gostaram e coisas assim. Falaram comigo pela primeira vez em 15 meses de catequese.

E o dia da celebração chegou. Entre estes quatro jovens um se destacou. Uma moça chamada Jêssey. Toda concentrada e mergulhada em si, teve um comportamento muito bonito durante a celebração da crisma. Ficou atenta a tudo que o arcebispo dizia. Quando algumas pessoas queriam fazer aquelas conversas paralelas ela chamava a atenção e mandava se calarem. Pode isso pessoal? Claro que pode pois é o dedo de Deus agindo pelo Espírito Santo.

Quando ela recebeu o sacramento foi emocionante, quanta alegria dela e da família. E minha também é claro. Isso aconteceu no meio da missa, ela voltou ao seu lugar e me olhou emocionada e seus olhos, me agradeciam. Claro que chorei neste instante. Na hora do abraço da paz ela que não estava sentada muito perto de mim, veio ao meu encontro e me abraçou mesmo, não apenas cumprimentou. Senti que tudo estava fazendo efeito na moça.

Terminada a celebração, veio novamente ao meu encontro, me agradeceu, sua mãe também veio falar comigo e me pediu se podia tirar uma foto de recordação. Claro que consenti. Tiramos a foto e ela me entregou uma pequena lembrança e me agradeceu de novo.

Fiquei muito feliz e em paz, pois como o pastor que deixa as noventa e nove ovelhas para buscar aquela perdida e se alegra imensamente ao encontra-la, assim me senti neste dia. Eu, que nem dou conta da minha salvação, pude, pela graça de Deus, mostrar para a Jêssey para qual lado é o caminho, a verdade e a vida.


fonte: Jefferson Roger
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Missas Personalizadas ofendem a Deus

Ezequiel 22,26 = Seus sacerdotes violam a minha lei, profanam o meu santuário, tratam indiferentemente o sagrado e o profano e não ensinam a distinguir o que é puro do que é impuro.
Lucas 16,15 = Ele lhes disse: Vós pretendeis passar por justos perante os homens, mas Deus conhece-vos os corações: porque o que para os homens é estimável, é abominável perante Deus.
Pois bem caros leitores, estamos mais uma vez aqui para falar dos “tiranetes” que insistem em se denominar sacerdotes de Cristo, mas que, no entanto, só para citar algumas passagens bíblicas não prestam um culto agradável a Deus, ferem a sacralidade e a liturgia das celebrações que garantem o culto e mais, encerro o parágrafo com uma frase de Nossa Senhora onde ela diz: “Cada sacerdote é responsabilizado perante Meu Filho”!

E não poderia ser diferente pois foi o Cristo quem disse “apascenta as minhas ovelhas”. É vergonhoso o fiel que tem por direito canônico uma participação sagrada na celebração do mistério pascal, vez por outra se deparar com essas missas “personalizadas” e vamos falar o português bem claro: “chegam a dar nojo e tristeza do que passa na frente do sacrário. Para este artigo o protagonista da vez é o Frei Hélio de Andrade, cujas celebrações tive o desprazer de participar. Liturgicamente falando os erros e abusos litúrgicos que o frei comete são vários. Mas como a gerência da igreja católica, fraca que é e acostumada a colocar panos quentes em tantas coisas, não toma atitude nenhuma, até perante várias denúncias feitas pelos fiéis, o povo de Deus ao invés de ser apascentado vai sendo mal pastoreado e segue um caminho confuso pela vida.

E nem é preciso ser um “expert” no assunto. Com poucas horas de estudos nos documentos da igreja, já se pode aprender como é prevista a boa e santa celebração da santa missa, por exemplo. A forma que garante a oficialidade do culto, dentro de um formato que realmente conduz o fiel para o fim último da missa. Ora, do contrário, se a igreja de Cristo, conduzida pelo Espírito Santo, não entendesse isso como necessário, para que o Missal Romano e sua instrução geral e para que tantos outros documentos? Basta por aqui.

Enfim, dizia eu que este frei, que a quem muito foi dado, muito será cobrado, deve, penso eu, pela idade ou por conceitos próprios, achar que a missa precisa ser mais “legal”, mais divertida e cheia de atrativos para o povo participar com alegria, como se fosse necessário atrativo maior que Jesus e seu evangelho, mas, o frei deve pensar diferente.

A missa já começa com o sinal da cruz cantado, o que já é completamente errado, antilitúgico e fere a regra de ouro da santa missa. Caso alguém não saiba ou não se lembre coloco a regra aqui: “O que não caberia fazer no Calvário, não faça na Santa Missa”. E antes que alguém não goste da regra, já vou avisando que foi dita pelo papa Bento XVI. Vamos em frente...

O referido frei gosta muito de gritar “vivaaaaa” e “êeeeeee”, pede a comunidade para repetir algumas palavras antes da oração do pai nosso, pede aplausos, manda os fiéis rezarem “junto” com ele a oração pela paz, que é uma oração feita pelo presidente da celebração entre mais alguns detalhes que não preciso me aprofundar. Sei que todos já perceberam que este servo de Deus é mais um que precisamos rezar por ele, pois anda desviando as ovelhas do Senhor do verdadeiro caminho que leva ao céu, semeando joio no meio do trigo. Isso é atitude do pessoal da banda de lá, todos sabemos. De nada adianta um esforço paroquial na catequese de jovens e adultos, formações para a comunidade enquanto a própria paróquia recebe celebrantes convidados que fazem o oposto do que se ensina pela igreja. Até quando isso vai? Não adianta apontarmos é verdade (lembram da trave no olho?), mas é preciso alertarmos a todos. Seguimos Jesus e não os pastores que não seguem a Ele. O povo de Deus precisa ser unir e promover o que Jesus nos pede, está lá, na oração do Pai Nosso: “seja feita a Vossa Vontade... e não a nossa, e não a dos padres.


fonte: Jefferson Roger
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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Filha conta para mãe que era estuprada pelo pai

Pessoal, é de doer o coração. Eu que sou pai de três filhas, duas vivas e uma morta, não consigo deixar de ficar inquieto com tanta barbaridade que a humanidade, em seu estado doentio, pratica todos os dias, cada vez mais e mais. Coloco aqui no meu blog mais um caso onde um pai comete abuso sexual contra sua própria filha. Segue a matéria que aconteceu no Amazonas:

"Uma menina de 12 anos escreveu uma carta para relatar à mãe que era vítima de estupro do próprio pai, em Manaus. Segundo informações da Polícia Militar, a criança disse que planejava fazer a denúncia em ocasiões anteriores, porém sentia “medo e vergonha”. Após exames no Instituto Médico Legal (IML), os abusos foram confirmados e o acusado, de 34 anos, foi preso por estupro de vulnerável e encaminhado à Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa. Ele nega a versão da filha.

Na carta, a menina pede perdão à mãe e diz que o estupro ocorria há algum tempo. “Mãe, eu nunca teria coragem de dizer para ele parar. Tudo começou quando ele veio com uma história de que queria lutar. Eu queria tirar ele de cima de mim, mas eu não conseguia, depois eu deixei, mas na minha mente eu nunca quis, ele falava para eu não sair, só que me doía muito, mas eu sempre deixava”, contou a vítima no texto.

“Eu não queria olhar na cara dele, mas eu tinha que fingir que estava tudo normal. Eu não queria mais escutar no jornal coisa (sobre) abuso porque me doía muito. Eu já tinha escrito outra carta, só que não tive coragem de entregar. Eu pedi a Deus coragem para entregar essa. Por isso, eu ficava com raiva de repente, nem ele nem a senhora me viram chorando, mas eu choro muito”, revelou.

De acordo com levantamento da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, 1.283 casos de estupro de menores de 18 anos foram registrados de janeiro de 2014 a maio de 2016. Em 732 deles, as vítimas eram menores de 11 anos."

A que ponto o pecado manchou o coração das pessoas. A que ponto chega a ousadia do demônio, que até no plano de amor que Deus pensou para a família, pai, mãe e filhos, o inimigo se infiltrou e não deixa barato nem deixa de lado qualquer vertente do comportamento humano. Quanta destruição, quanta desgraça e quanto mal tem sido semeado entre as famílias, entre a sociedade e entre as pessoas. A sociedade que idealizamos aqui na terra não irá se tornar realidade antes da segunda vinda de Cristo. Sabemos pela revelação divina, feita pelo próprio Cristo sobre o fim dos tempos.

Pois, o povo de Deus é inclinado a se separar dele (Oseias 11,7) porém, para o nosso Deus, nunca é tarde:

Apocalipse 3,19-21 - Eu repreendo e castigo aqueles que amo. Reanima, pois, o teu zelo e arrepende-te.
Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e me abrir a porta, entrarei em sua casa e cearemos, eu com ele e ele comigo.
Ao vencedor concederei assentar-se comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono.

Rezemos todos os dias pelas famílias. Por todos que estão inclinados ou se inclinando a afastarem-se de Deus e de toda a glória onde as muitas moradas no céu nos aguardam (João 14,2). Rezemos para que todos se afastem do desânimo que os prazeres miseráveis e carnais da vida terrena proporcionam e que, nascidos de novo e reanimados pela boa nova do evangelho, arrependam-se para poderem ouvir quem bate a porta e nos espera de braços abertos para nos conceder a coroa imperecível, amém!


fonte: Jefferson Roger
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O católico e as tatuagens

Olá caros leitores. Hoje vamos neste artigo colocar mais um pouco de luz nos conceitos tão abafados sobre tatuagens e piercings. Já nos alertava Nossa Senhora em Fátima, que viriam muitas modas no mundo que ofenderiam seu filho Nosso Senhor Jesus Cristo. 

Percebemos então que, nosso corpo, presente de Deus, não nos pertence pois foi comprado a preço de sangue. E essa história de que algo não é mais pecado está completamente fora de questão. Vai contra a infinita misericórdia de Deus para com toda a humanidade. Em Malaquias 3,6 Deus nos diz: "Eu sou o Senhor seu Deus e não mudo". E ainda em Isaías 45,23: "Minhas palavras não serão revogadas".

Como diz Madre Tereza de Calcutá, "é simples assim". Nada de ficarmos fazendo ginásticas linguísticas e de interpretação para adaptarmos nossas faltas graves ou não, aos nossos interesses pessoais. Um pecado sempre será pecado e é uma realidade espiritual que pode nos levar à perdição. A Bíblia Sagrada não menciona, direta ou literalmente, a questão das tatuagens, mas algumas passagens estão relacionadas ao tema. Vejamos o que a Escritura tem a dizer: "Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o SENHOR." (Lv 19,28) Pelo contexto do texto do Levítico (e também de Deuteronômio 14,1-2) vemos que as marcas no corpo tinham relação com os rituais pagãos que envolviam a necromancia (consulta aos mortos; o mesmo que hoje é chamado de 'mediunidade'). As marcas no corpo faziam parte da vinculação da pessoa à crença nos deuses e na prática dos seus rituais pagãos, e os simbolizavam. Já o dragão, um dos temas preferidos para as "tattoos" atuais, no contexto bíblico, representa o demônio.

Porém, mais importante do que saber aquilo que a Bíblia diz literalmente, é entender que não é recomendável que um cristão marque seu corpo para o resto da vida com tatuagens, pois o seu corpo é Templo do Espírito Santo, como diz São Paulo Apóstolo em sua primeira carta aos coríntios: "Não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom Preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus." (1Cor 6,19,20) Como cristãos, devemos buscar e nos identificar com Jesus e seguir o seu exemplo, e não com os modismos do mundo: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas me convêm; todas as coisas são lícitas, mas nem todas as coisas edificam" (1Cor 10,23). "Rogo-vos, pois, irmãos, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos adapteis a este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." (Rm 12,1,2) Agora que todo mundo tem, a tatuagem deixou de ser a marca de uma personalidade forte ou um sinal de rebeldia.

Hoje em dia parece que todo mundo está se tatuando, e já faz algum tempo que tatuagem deixou de ser um gesto de rebeldia ou algo que diferencia a pessoa. Pelo contrário, agora, quem quer ser igual aos outros é que corre logo a se tatuar. Não aconselha-se ninguém a se tatuar, mas é claro que não devemos considerar uma pessoa tatuada como pecadora, nem julgar alguém por conta de sua(s) tatuagem(ns). Ninguém deve deixar de se aproximar de Deus por ser ou não tatuado. Deus é Pai Misericordioso. O justo juiz e aquele que vê o coração do homem é quem nos entregará o prêmio eterno segundo nossas obras, já nos ensinam as sagradas escrituras. Por isso é importantíssimo sempre estarmos mais e mais aprendendo sobre o que nosso Pai do Céu deseja e espera de nós como filhos seus, imersos no corpo de Cristo através do batismo.

Vídeos relacionado ao tema:
Padre Leo - rock e tatuagens Padre Paulo Ricardo - piercings e tatuagens

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Fonte: o fiel católico, Jefferson Roger e gloria.tv
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Nosso corpo pertence a Deus


Livro do Levítico 19,28

Não fareis incisões na vossa carne por um morto, nem fareis figura alguma no vosso corpo. Eu sou o Senhor.

Olá caros leitores estamos de volta com este tema em que o mundo insiste em abafar com panos quentes a moralidade cristã e os ensinamentos evangélicos. Com a tese de que o corpo é meu e portanto eu faço dele o que eu quiser, satanás, o príncipe do mundo segue enfiando goela abaixo sua catequese tão convidativa para muitas pessoas. Afinal para que sofrer não é mesmo! Nossos pecados já foram perdoados na cruz. Você foi solto do seu cercadinho e agora pode pastar à vontade pelos verdes campos, chafurdar na lama, correr e pular e bem fazer o que te apetece, afinal você é livre. Viva essa liberdade pois a vida é curta e é preciso saber aproveitar cada momento.

Porém, estas não são belas palavras, porque do ensinamento do inimigo não pode vir nada de belo. Isto é até óbvio. E satanás sabe muito bem disso e por isso sabe que não deve empreender de frente contra o cristão. O mal que ele oferece precisa vir disfarçado em pratos saborosos.

E como o encardido tem êxito em suas investidas. Basta perceber como as coisas do mundo, as coisas que passam são facilmente aceitas e em pouco espaço de tempo se vê por toda a parte as “novidades” sendo utilizadas, feitas, aceitas e vivenciadas. A cegueira espiritual em que a humanidade se permitiu colocar alcança proporções gravíssimas.

Eis o tempo da igreja, eis o tempo da graça concedida a nós pela última tábua de salvação; a misericórdia de Nosso Senhor Jesus Cristo. E estas são palavras do próprio redentor, dirigidas a Santa Maria Faustina Kowalska. Não se trata de invencionismos até porque sobre a insondável misericórdia aprendemos do nosso mestre e salvador já nas sagradas escrituras.

Ahhh eu não sabia, ahhh eu não sabia! Não vai ser possível dizer isso no dia do juízo, quando o olhar penetrante e justo de Jesus nos mostrar a realidade de nossos pecados e o quanto eles ofenderam a Deus. Nossa realidade hoje, de corpo e alma, um dia, sabemos isso pela fé, será transformada e receberemos na glória eterna um corpo imperecível. Podemos imaginar algo assim, haja vista a passagem em que Jesus ressuscitado atravessa pela porta para encontrar os apóstolos e come com eles.

Sem dúvida algo de muito grandioso nos aguarda no reino dos céus. No entanto, Deus nos concedeu o dom da vida, Deus nos concedeu esse corpo para interagirmos aqui na terra entre seus filhos, crescermos espiritualmente nos seus ensinamentos para podermos um dia vivermos a alegria eterna ao seu lado. Mas presentes como esses, recebidos por amor, pois foi Deus que nos amou primeiro, são por muitos desprezados de várias formas.

Façamos uma analogia. Se alguém que gostamos muito recebe de nós um presente, sinal que queremos expressar nossos sentimentos por essa pessoa, mas deste presente faz pouco caso, desdenha, ignora, deixa de lado, não usa ou não cuida com cuidado ou algo assim, facilmente podemos compreender e aceitar o fato de que essa resposta traduzida em atitudes iria nos magoar, nos entristecer. Pensaríamos: puxa dei com tanto amor e carinho, sem esperar nada em troca...

O que dizer então sobre Deus? Como será que Ele fica ao ver muitas pessoas mutilarem seus corpos com piercings, alargadores e marcarem com tatuagens de vários temas? Lembremos que as origens dessas práticas não são celestes. O princípio vem de cultos antigos e pagãos, ou seja, a raíz de tudo não é sadia e sobretudo não é cristã.

O apóstolo São Paulo nos recorda que nosso corpo não nos pertence, pois foi comprado por um alto preço na cruz. O santo Padre Pio confirma essa verdade, ele dizia: “As almas custam sangue”. E mais, o mesmo apóstolo nos lembra que nosso corpo é templo do Espírito Santo. E como nossa realidade natural é de sermos corpo e alma, o Espírito habita em nós por completo, não habita só na alma ou só no corpo. Isso é plenamente aceitável, para as pessoas de fé pois sabemos muito bem que quando o corpo deixa de ter vida, nossa alma segue para a eternidade, seja ela na glória ou na perdição.

Lembremos sempre dessas verdades que Cristo nos ensinou. Nós somos criaturas e fomos feitos para Deus. Somos Dele e tudo o que fazemos tem que estar voltado para esta realidade de criaturas e filhos de Deus. Senão, do contrário não haverá sentido na vida, que é o pensamento das pessoas que vivem sem fé. Todo mundo faz, eu acho legal e também faço. Uma tatuagem e um piercing não faz mal a ninguém. O que é que tem, o dinheiro é meu portanto eu faço e pronto. Está na moda. Quem não se tatua e não se mutila com piercings está por fora e é um antiquado.

É preciso encararmos o fato de que nossas escolhas sempre trarão consequências. Não se pode agradar a dois senhores, nos ensina Jesus. E Ele diz que quem não está com Ele está contra Ele. O que vamos seguir? As coisas que passam?


fonte: Jefferson Roger
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Ser cristão é ser politicamente incorreto

O artigo que transcrevo para meu blog foi uma resposta que o apostolado O Fiel Católico redigiu vista a um comentário que um leitor fez, sobre ser politicamente correto acima de tudo. Por concordar com as palavras do texto, trago para meu blog esta excelente reflexão sobre uma verdade a muito contestada. O mundo quer que sejamos católicos de catacumbas, isolados e escondidos de tudo. Segue o artigo:

Sabe, não sou o que chamam "politicamente correto"; longe disso. Já até perdi bons empregos por causa disso. Tenho por hábito expressar-me com clareza, direta e objetivamente, procurando obedecer à ordem de Nosso Senhor: "O teu sim seja sim e o teu não seja não; o que passa disso vem do Maligno" (Mt 5,37). – Está aí uma coisa que o nosso mundo contemporâneo não suporta. Para este apostolado, a verdade tem prioridade absoluta, e só depois dela ter sido posta com muita clareza é que vamos nos preocupar com o respeito humano – que é bem-vindo e ajuda muito nos relacionamentos –, mas para um cristão não deve ser o mais importante.
Fez-me lembrar da notícia que vi há pouco tempo, do cartaz de um filme de super-heróis que foi alvo do ataque raivoso de um bando de feministas e levou a produtora a desculpar-se e retirá-lo de circuito, o que gerou grande prejuízo. O problema todo é que, nesse cartaz, havia a imagem de um supervilão segurando pelo pescoço uma outra supervilã... Ora, isso não tem nada de machista, bem ao contrário, só demonstra que, no universo dos super-heróis, tanto os personagens masculinos quanto os femininos são dotados de poderes sobre-humanos, e por isso mesmo dá-lhe Mulher-Maravilha, Viúva Negra, Super-Girl (entre muitas outras) surrando um bando de marmanjos desavisados por aí... E ninguém reclama.

O grande problema é que há agora uma praga terrível que infesta o mundo, que degenera as mentes e nos leva a um perigosíssimo estado de coisas: vivemos uma época em que apenas ter opinião sobre qualquer assunto já é "ofensivo" para alguém. E na religião não é diferente. Deveria, por motivos óbvios, mas não é. Absolutamente tudo o que qualquer pessoa diga precisa vir, necessariamente, antecedido por um "na minha opinião..." e seguido de um "...mas respeito todas as opiniões contrárias".

É proibido ter opinião! É proibido alguém dizer que gosta do azul, porque as pessoas que gostam do amarelo podem se ofender. É proibido dizer que 1 + 1 = 2, para não ofender os que não sabem somar e pensam que o resultado é 3, ou 4, ou 10 ou 1.000. Aliás, em muitas situações, os professores em sala de aula já não podem mais corrigir os alunos quando eles erram, por medo de traumatizá-los. Se o garoto diz: "Nós vai", a professora de português nem sempre pode ensinar que o correto é "nós vamos" porque isso seria um preconceito absurdo, uma atitude opressora, e afinal de contas a língua é o povo que faz... Que mal tremendo o marxismo fez ao mundo, meu Deus!

Assim, os estudantes mais aptos, ao invés de incentivados, são impedidos de progredir rápido, em "respeito" aos menos dotados, para que estes últimos não se sintam diminuídos, oprimidos pela elite dominante, e assim vamos "emburrecendo" um pouco mais a cada dia que passa. Hoje, alunos chegam ao ensino médio sem saber escrever, sem conhecer o hino nacional, sem saber quem descobriu o Brasil. Vivemos um tempo em que é proibido dizer a verdade, porque a verdade, para o nosso mundo, não existe objetivamente. Cada um tem "a sua verdade", e o máximo que eu posso fazer é apresentar a "minha verdade", mas só se eu deixar bem claro que é apenas isto mesmo: a minha opinião, o que eu penso e o que eu "acho", pois a verdade, em última análise, não existe; cada um tem a sua e tudo bem. Eu tenho que aceitar, por exemplo, que dois homens e um cachorro que moram juntos são "uma família", tão ou mais digna que a minha, com meu pai e minha mãe que me geraram, eu e meus irmãos.

Tenho que aceitar, por força de decreto-lei, chamar um barbado de metro e oitenta, que nasceu com um grande pênis entre as pernas, de "senhorita" ou "senhora", e sabe por quê? Porque ele diz que "se sente" uma mulher. E tenho que aceitar que, na escola, ele use o mesmo banheiro que a minha filha, pelo mesmo motivo. Se eu me recusar, posso ser preso junto com ladrões e assassinos. Aliás, estes últimos têm muitas ONGs e associações para protegê-los, mas eu não serei considerado digno de piedade. Não eu, homem heterossexual, branco neto de europeus, capitalista e católico, pois represento em mim a pior escória que o mundo foi capaz de produzir. Deixa-se então para lá e finge-se que não se ouve o fato insofismável que grita: apenas afirmar que "a verdade não existe" já é afirmar que pelo menos esta afirmação (que a verdade não existe) é verdadeira: logo, a verdade existe, de qualquer maneira! Sim, dizer que a verdade não existe é uma afirmação auto-contraditória em si mesma, mas sente-se lá e fique quieto quem não quiser arrumar confusão com o mundo. Bem, enquanto cristão de fé viva, que não se inclui entre os "mornos" que o Senhor vomitará fora de seu Corpo, estou disposto a comprar briga com o mundo inteiro pela Verdade, que é o próprio Cristo. Todavia nessa guerra não quero matar; quero antes dar a minha vida, se preciso for, para que a conheçam –, a Verdade que liberta, que é meu Sumo Bem e meu Tudo assim como é para todos os homens e mulheres, mesmo que não saibam ou não o reconheçam, – e que é a única Solução para esse mundo insano.

Pergunto-me o que seria de Nosso Senhor Jesus Cristo, que nunca foi "politicamente correto" e não hesitou em chamar os hipócritas de hipócritas, ou de S. João Batista ('o maior dentre os nascidos de mulher') que chamou os falsos fariseus de "raça de víboras"... Se os ouvidos atuais se tornaram tão frágeis e delicados que qualquer palavra um pouquinho mais rígida parece insuportável, o que diriam, hoje, de um Messias que expulsa os vendilhões do Templo abaixo de chibatadas?


fonte: o fiel católico
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A vigarice da revista Veja

HÁ MENTIRAS QUE SÃO DITAS usando uma verdade como instrumento. Os que usam a verdade para conduzir à mentira são mais criminosos do que os que usam a mentira como instrumento de trabalho. A revista Veja trouxe na capa da edição de 15/6/2016, um caso de pedofilia envolvendo um padre em Goiás. Segundo a reportagem, Fabiano Santos Gonzaga, 28 (foto), abusou de um adolescente de 15 numa sauna de um clube. O garoto tem retardo mental e sua compreensão do mundo é próxima a de uma criança de 9 anos de idade. Segundo a denúncia, o padre, ao ficar sozinho com o menino, obrigou-o a fazer sexo oral. Ao que consta, o menino, depois, sem entender bem a gravidade do ocorrido, pediu à mãe para lavar a boca, justificando o porquê. A mãe foi atrás do abusador e descobriu, posteriormente, que era um padre católico. O padre nega o ocorrido, mas, devido o seu celular ter sido apreendido, já se sabe que ele não vivia a castidade e mantinha relações homossexuais.

Um caso escandaloso, sem dúvida, e mais do que isso. Todavia vejamos não somente os terríveis fatos, mas também os bastidores do caso. Da notícia resumida acima, a revista Veja dá uma capa com manchete em letras garrafais: “PEDOFILIA NA IGREJA”. Acompanha o titulo sensacionalista a imagem de um falso padre vestido de batina, segurando um Terço e tampando a boca de uma criança assustada.

Convenhamos que a intenção caluniosa e difamatória da redação da revista é clara, e só se admite num país de hipócritas como é o Brasil. Nesta capa a Veja nos dá uma aula de vigarice. Em primeiro lugar, a ética jornalística determina que nunca se use termos genéricos em casos específicos, e principalmente não se associe qualquer instituição a delitos de seus membros, quando estes agem por orientação própria e contrariando as determinações daquela.

O que se pretende com isso? É evidente que atacar um padre específico não basta. Isso seria trabalho de amador. O que a grande Imprensa deseja é atacar a Igreja. A Veja não quis simplesmente publicar a foto do acusado. Não... assim não poderia praticar o seu terrorismo plenamente: o padre criminoso evidentemente não usa batina e nem havia imagem dele levando o Terço nas mãos. Coube à edição da revista fazer essa montagem criminosa. A culpa, então, já não era mais do padre Fabiano, mas da Igreja Católica.

Curioso, mas a pesquisa do sociólogo italiano Massimo Introvigne demonstrou, em 2010, que num período de várias décadas, cem (100) padres foram denunciados na Itália, enquanto 6 mil professores de Educação Física sofriam condenação pelo mesmo delito. Na Alemanha, desde 1995, existiram no total 210 mil denúncias de abusos. Destas 210 mil, 300 estavam ligadas ao clero. Menos de 0,2%. Por que a Imprensa se empenha tanto em comentar, sempre, esta ínfima minoria no quadro geral?

Sim, somos os primeiros a concordar que, ainda que houvesse apenas um único caso de pedofilia envolvendo um padre, isto seria um crime monstruoso e um absurdo lamentável. Não desejamos justificar nenhum crime, pelo contrário: padres que comprovadamente se envolveram em pedofilia devem ser expulsos do clero e presos. Não é isso o que estamos questionando aqui. O que questionamos é a clara tentativa de se impor à Igreja uma pecha absolutamente injusta. Negar a proporção dos fatos concretos é render-se à mentira.

Alguém poderia contra-argumentar que o importante é que exista o crime, e não a quantidade de casos. Mas o fato é que nenhuma instituição está livre da pedofilia, e o crime está em querer se associar o prolema à Igreja, como se ela fosse sua causadora ou incentivadora em algum nível, o que simplesmente não é verdade. Insistimos que é uma vergonha que exista um membro da Igreja envolvido nisso, mas negar as devidas proporções do crime é a lógica dos desonestos.

Bem, sabemos que para bater na Igreja qualquer instrumento serve. No Brasil, na CPI da Pedofilia, por exemplo, foi considerada "prova de crime de pedofilia" um vídeo em que Luis Marques Barbosa, falecido em 2014, mantinha relação homossexual com uma "criança de 20 anos"(sic). Afinal, quem estava sendo abusado? O "bebê" de 20 anos ou o ancião de 83?. Evidente que Barbosa, sendo padre, deveria praticar o celibato que jurou guardar. Mas não se chame pedofilia o que simplesmente não é. Enquanto qualquer argumento – e todos os expedientes, inclusive montagens de capa criminosas – for considerado válido para atacar a honra da Igreja, não haverá discussão séria, em nosso país e no mundo.


fonte: o fiel católico
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Continuam as Profanações

Após ler a matéria e ver as imagens tive que parar de trabalhar para me unir aos sofrimentos de Cristo com meu choro que custo a parar. Por isso transcrevo aqui mais um artigo sobre o que o príncipe do mundo, satanás, tem feito pelo planeta.

AGORA JÁ É possível dizer claramente e com todas as letras aquilo que não se pode mais ignorar; nestes nossos dias já é completamente impossível não perceber que algo muito importante está em curso no mundo, uma mudança radical que se insinua e está sendo operada, e que vai culminar em algo grande, tremendo. Não cessam e se multiplicam as notícias de templos profanados, Sacrários destruídos, imagens e símbolos sagrados usados em atos sacrílegos, etc. Os sinais mencionados nas profecias da Santíssima Virgem vem se cumprindo de modos que não se pode ignorar, e o vemos na medida em que o ódio totalmente gratuito (e claramente diabólico) aos valores cristãos vêm se tornando mais e mais violento, e o desrespeito a tudo o que sequer insinue a moral que construiu a nossa civilização vai se tornando insuportável.

Cada vez é mais nítida a separação global: de um lado, as pessoas de bem, que entendem a diferença entre bem e mal, certo e errado; gente que ama a Deus e ao próximo e quer o direito de educar os próprios filhos segundo os valores nos quais foram educados. De outro lado, a turma que entende que defecar nas ruas é "protesto", que profana igrejas e símbolos sagrados, que invade os templos para sequestrar imagens sacras e destruí-las em praça pública, que arromba os Sacrários e rouba Hóstias consagradas para pisoteá-las ou usá-las em rituais satânicos. Gente que defende a fúria dos terroristas islâmicos e grita contra uma tal "islamofobia" que só eles enxergam, mas protesta em frente às igrejas católicas contra a "opressão" dos cristãos.

Nesta realidade alarmante, o que anima é que ainda somos a maioria. Estes grupos representam, ao menos por enquanto, "apenas" uma minoria barulhenta e muito ativa.

O que preocupa é que eles são tudo o que não somos: extremamente empenhados, dispostos, unidos e organizados em prol dos seus objetivos nefastos. Não cessam de criar meios e atos para promover suas ideias, pelas quais vem arrebanhando um número cada vez maior dos nossos jovens. Pior ainda: os professores de nossas escolas – os educadores dos nossos filhos –, em absoluta maioria, estão do lado deles.

Ainda assim, podemos dizer, por enquanto, que nem tudo está perdido. Na última semana (16 de junho de2016), em Valencia, Espanha, uma multidão de milhares de fiéis atendeu ao chamado do Arcebispo local, Dom Antonio Cardeal Cañizares Llovera, participando do ato de desagravo à Santíssima Virgem, lotando a Plaza de la Virgen naquela cidade.

O Cardeal convocou o ato em reação ao que chamou “grave profanação” promovida pela organização do “Dia do Orgulho LGBT”, que divulgou um pérfido cartaz em que duas figuras de mulheres, ambas representando a Virgem Maria, aparecem se beijando. O Arcebispo fez constar sua “rejeição enérgica e plena” ao que qualificou como profanação “injusta e gratuita”.

O laicismo na Espanha ataca de modos cada vez mais extremos a Igreja, por sua vez cada vez mais fragilizada e temerosa. O Cardeal Cañizares, ao se posicionar publicamente contra esta corrente, tem sido alvo da ira dos filhos das trevas.


fonte: o fiel católico
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terça-feira, 21 de junho de 2016

O egoísmo nos faz reclamar

O ser humano, em muitas das vezes, sem perceber promove uma atitude quase automática de reclamar das coisas e das pessoas e das situações. Não percebem que em tantos casos, esquecem de agradecer a Deus por tantas coisas, mas com vigilância militar não esquecem de apontar o dedo, esquecer a trave em seus olhos (Mateus 7,3-5) e reclamar e reclamar e reclamar.

Se está calor dizem: ai que calor. Se estão com fome dizem: ai que fome. Se estão cansadas dizem: ai que canseira. Se estão com sono dizem: ai que sono. Se estão com dor dizem: ai que dor. Se estão com frio dizem: ai que frio. Se estão com pressa dizem: apressem-se, pois, eu ainda tenho o que fazer, tenho que fazer aquilo. Afinal cada um tem que cuidar do seu umbigo, pensam estes e pensam também que Deus tem que cuidar dos seus interesses.

Pessoas que em meio ao seu intervalo de almoço no trabalho, saem todas agasalhadas por conta do frio e se deslocam pela rua, reclamando porque tiveram que levantar cedo para trabalharem, o frio os incomoda, pelo menos psicologicamente, pois estão bem vestidas, e a fome que está a ser saciada é motivo também de murmúrio. Eles dizem “ai que fome”, quando tantos durante seu dia de trabalho, passam a “beliscar” um petisco aqui e ali e assim passam o dia trabalhando, alimentados e abrigados do frio.

Esquecem que milhões de desempregados precisam acordar cedo para procurarem emprego. Esquecem que milhões de sem teto não sabem quando será sua próxima refeição. Alguns sobreviveram a mais um dia se alimentando de restos. Esquecem que pelas ruas da cidade muitos não estão bem vestidos, bem agasalhados. Esquecem porque ao final do dia, retornarão para seus lares, tomarão seu banho quente, irão jantar e dormir de barriguinha cheia e bem confortáveis em suas camas.

Pessoas assim esquecem de imitar Jesus que deu exemplo de compaixão e caridade (Efésios 5,1-2). Se algo lhes imputa uma condição contraditória, tratam logo de na raiva pecar (Efésios 4,26). E ainda se acham em seus direitos. Pobre delas pois precisarão prestar contas de seus atos e obras (Eclesiástico 5). São pessoas sem tempo para as coisas que não passam pois até nos compromissos e atividades relacionadas com o Reino dos Céus, sempre têm hora para começar e para terminar. Afinal, “eu ainda preciso fazer isso, eu ainda preciso fazer aquilo, eu levanto cedo para ir trabalhar, eu ainda nem jantei”. É o que elas dizem. “Entre vós, porém, não deve ser assim”, já dizia Jesus. (Marcos 10,43)

Propõem-se a trabalharem na messe mas esquecem como devem proceder (Hebreus 6,12). E concluo esta pequena reflexão transcrevendo um pequeno trecho da Epístola a Tito, capítulo 2, onde bem se ensina o nosso proceder:

O teu ensinamento, porém, seja conforme à sã doutrina. Os mais velhos sejam sóbrios, graves, prudentes, fortes na fé, na caridade, na paciência. Assim também as mulheres de mais idade mostrem no seu exterior uma compostura santa, não sejam maldizentes nem intemperantes, mas mestras de bons conselhos. Que saibam ensinar as jovens a amarem seus maridos, a quererem bem seus filhos, a serem prudentes, castas, cuidadosas da casa, bondosas, submissas a seus maridos, para que a palavra de Deus não seja desacreditada. Exorta igualmente os moços a serem morigerados, e mostra-te em tudo modelo de bom comportamento: pela integridade na doutrina, gravidade, linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário seja confundido, não tendo a dizer de nós mal algum. Exorta os servos a que sejam submissos a seus senhores e atentos em agradar-lhes. Em lugar de reclamar deles e defraudá-los, procurem em tudo testemunhar-lhes incondicional fidelidade, para que por todos seja respeitada a doutrina de Deus, nosso Salvador. Manifestou-se, com efeito, a graça de Deus, fonte de salvação para todos os homens. Veio para nos ensinar a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver neste mundo com toda sobriedade, justiça e piedade, na expectativa da nossa esperança feliz, a aparição gloriosa de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo, que se entregou por nós, a fim de nos resgatar de toda a iniqüidade, nos purificar e nos constituir seu povo de predileção, zeloso na prática do bem. Eis o que deves ensinar, pregar e defender com toda a autoridade. E que ninguém te menospreze!


fonte: Jefferson Roger
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sexta-feira, 17 de junho de 2016

O desequilibrio das pessoas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Olá caros leitores, sejam sempre bem-vindos. Neste pequeno artigo iremos refletir um pouco sobre a forma tendenciosa que as pessoas têm de, por impulso, muitas vezes agir de forma desalinhada com situações que esperam de nós, sempre um ponderar e um analisar os acontecimentos com um olhar sobrenatural. Vamos a um exemplo. Embora não seja regra é sabido de todos que o homem tem em sua natureza sexual um impulso diferente da mulher. Já dizem os pesquisadores que o homem tem relação sexual para ficar “bem” enquanto que a mulher tem relação sexual quando está “bem”. Dizem também os ditos populares que o homem faz o estilo micro-ondas enquanto a mulher faz o estilo fogão a lenha, no que diz respeito as preliminares antes da relação propriamente dita. Claro que não é regra alguma, todos sabemos disso, mas quando essa tendência, já apontada de forma cientifica acontece as coisas se tornam tensas entre alguns casais. O marido, sempre a procurar realizar seus desejos sexuais com a esposa, a procura com certa frequência e tantas vezes encontra a “porta fechada”.

O famoso não. A esposa, esquece ele, tem que cuidar da casa, dos filhos, das coisas do marido, algumas ainda trabalham fora e mal tem tempo para se cuidarem e os egoístas maridos esperam que ao chegarem em casa, encontrem sua querida esposa a disposição para uma relação amorosa. Dão com os burros na água, porque já nas primeiras tentativas a esposa vai dizendo que o sujeito só pensa nisso. Isso quando a mulher não se antecipa e antes mesmo de algo acontecer já vai avisando: ai que dor, como estou cansada, não vejo a hora de deitar e dormir e coisas deste tipo. Quando a relação é saudável, o marido “acorda” de seu rompante e então passa a compreender o heroísmo de sua esposa e altera seu comportamento e suas investidas em relação ao seu desejo sexual. Pronto! A esposa então começa a reclamar dizendo que se ele não a “procura” mais na cama é porque está saindo com outra mulher. Vai entender as mulheres, alguns irão pensar. Mas eu digo, vai entender os homens. Ou melhor ainda, vamos ser justos: vai entender o ser humano. Ou ainda, vai entender o cônjuge.

Pois bem, este desequilíbrio denota falta de “temperança”. Do agir ponderando, refletindo, meditando e procurando compreender os fatos. A temperança é biblicamente ensinada a nós para atingirmos muitos frutos nesta vida e na outra. Vamos ver? 2ª Pe 1,5-10 - esforçai-vos quanto possível por unir à vossa fé a virtude, à virtude a ciência, à ciência a TEMPERANÇA, à TEMPERANÇA a paciência, à paciência a piedade, à piedade o amor fraterno, e ao amor fraterno a caridade. Se estas virtudes se acharem em vós abundantemente, elas não vos deixarão inativos nem infrutuosos no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Porque quem não tiver estas coisas é míope, cego: esqueceu-se da purificação dos seus antigos pecados. Portanto, irmãos, cuidai cada vez mais em assegurar a vossa vocação e eleição. Procedendo deste modo, não tropeçareis jamais.

Como vimos neste pequeno trecho das sagradas escrituras, nós que somos chamados para a santidade e eleitos para sermos filhos de Deus, precisamos cultivar em nós estes traços que São Pedro nos recorda. Se eles nos são indispensáveis para progredirmos na caminhada rumo a pátria celeste, sem dúvida nenhuma nos são preciosos para, por amor a Deus, convivermos como nos pede Jesus, com o próximo e o próximo já encontramos dentro de nossas casas.

fonte: Jefferson Roger

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quarta-feira, 15 de junho de 2016

O choro da perda

Ontem, dia 14/06/2016, enquanto caminhava eu de volta para casa retornando do trabalho, me deparei com uma cena que chamava a atenção dos moradores locais. Uma ambulância do SAMU com o alerta ligado indicava que algo não ia bem naquela casa. O que comprovava a impressão sobre o cenário era uma mulher que chorava e se lamuriava sem cessar. E seu pranto tinha o inconfundível som de um choro de dor, uma dor que está na alma, no coração.

Familiares tentavam consola-la e a vizinhança acompanhava de perto, mais em tom de curiosidade, de vamos ver no que vai dar, do que em atitude de solidariedade e conforto. É sempre assim. Basta um acidente de trânsito e como num passe de mágica o local enche de pessoas que não se sabe de onde, aparecem para ocupar a primeira fila da arquibancada. Querem ver de perto aquilo que não querem ver acontecendo consigo.

Eu parei por uns instantes minha caminhada para casa não por causa da ambulância ou por causa dos curiosos, mas por causa daquele choro que era inconsolável. Um choro que parecia anunciar a eminência de algo inevitável. Mas, como não sou curioso, procurei me compadecer daquelas pessoas, pedi a seus anjos da guarda que os auxiliassem em suas necessidades e fui para casa.

Hoje, bem cedinho, fazendo eu o mesmo caminho, mas em sentindo contrário, pois me dirigia ao trabalho, passei pelo mesmo local. O cenário era outro. Mãe em pé ao lado de um pequeno caixão. Pai sentado ao lado do mesmo. Olhares que se perdiam no pensamento e na tristeza. Não havia mais ninguém. A família reunida estava sozinha a velar o corpo do filho na pequena garagem de sua casa. Mãe e Pai se despediam da criança.

Eu, mais uma vez me compadeci. Ia para o trabalho recitando meu Rosário e mais que imediatamente coloquei nas minhas intenções aquela família. Sempre peço pelos que estão passando pela experiência do luto. Mas hoje especifiquei a Nossa Senhora, sua especial assistência materna para aquela família. Ela, que ficou aos pés perante a cruz, sabe o que é a dor da perda de um filho. Eu mesmo já não tenho mãe, faleceu a anos, e sou pai de três filhas, duas vivas e uma morta. Já convivi com a dor.

Nenhum pai ou mãe espera enterrar um filho. Espera sim, o curso natural e a tendência cronológica do envelhecimento e morte, onde os mais velhos seguem na frente. Mas, nosso Deus, que é o Deus da vida, nos ensina que está acima do tempo e que as coisas acontecem conforme a sua vontade.

Esta noite, foi um pouco conturbada. Minha segunda filha, que amanhã completa 7 meses teve uma noite alternada entre acordar e dormir várias vezes. Com esse frio, é sempre um esforço coletivo que mãe e filha fazem na baixa temperatura das madrugadas. E o anúncio feito pelo choro sempre acaba por acordar também o pai. A natureza da coisa acaba empurrando os pais a se lamentarem pelo fato da criança, talvez manhosa, talvez com alguma dorzinha, talvez sem sono mesmo ou qualquer outra coisa, acabe por não deixar que aquela noite de sono comece com um deitar a noite e um levantar no dia seguinte.

Mas, dessa vez para mim e minha esposa, o dia seguinte começou e segue, pela graça de Deus, com a presença em nossas vidas de todos os membros de nossa família. Até dos que choraram durante a noite e competem com os mais dedicados vigias noturnos. Mas, para esta família que lhes contei o fato, caros leitores, e para tantas outras pelo mundo afora, o nosso Deus da vida nos mostra que Ele nos concede o hoje, o agora. Não importa quanto tempo temos e sim o que fazemos com o tempo que Deus nos concede.


fonte: Jefferson Roger
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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Condições para ser catequista

Olá caros leitores, neste artigo vou comentar, sobre a questão de ser catequista, sobre um ponto de vista prático e espiritual. Vamos ver se consigo. O motivo do artigo aconteceu depois que eu encontrei no site de uma paróquia aqui da cidade de Curitiba, uma explicação do que é necessário para ser catequista. Vou transcreve-la para meu blog. O texto foi encontrado no site do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe:

1- Ter idade mínima de dezoito anos;

2- Ter recebido os sacramentos de iniciação cristã: Batismo, Eucaristia e Confirmação (Crisma);

3- Ter recebido o sacramento do Matrimônio se constituiu família;

4- Ter vida sacramental e litúrgica testemunhando, assim, a sua participação na comunidade;

5- Ter disponibilidade de tempo para participar das atividades da catequese, fazendo uma programação que priorize: a formação, a preparação dos encontros catequéticos, a participação em reuniões e em celebrações litúrgicas.

6- Participar das formações oferecidas pela Arquidiocese e comprometer-se em aprimorar a sua formação;

7- Ser maduro na Fé;

8- Colocar a catequese como prioridade, pois assim, não deixará de participar das reuniões e dos eventos;

9- Cultivar o espírito de obediência e respeito às diretrizes referentes à Catequese.

E nesta pequena listagem de 9 itens, que concordo, deixo claro aqui que não me enquadro em todos. Nem de perto, porém, é importante sempre nos colocarmos em exercício de humildade e admitirmos sempre nossa condição. Temos que ser sinceros conosco. Nada de ficarmos tentando voar de forma teimosa como os besouros. Se não nos é possível preencher todos os quesitos e os defeituosos ou faltosos não podem ser melhorados e aprimorados, cuidado! E digo isso também a mim. Se não estamos 100% voltados para a atividade de catequista não iremos oferecer 100% do que devemos. E lembremos parafraseando o atual Arcebispo da Arquidiocese de Curitiba, “Jesus espera de nós, no mínimo, o máximo”. Não façamos, portanto, as coisas pela metade ou malfeitas.

É como Santa Terezinha do Menino Jesus e da Santa Face. Ela queria ser como os grandes santos, mas tinha consciência de sua pequenez. O que fez a santa? Procurou fazer e dar o seu melhor a Jesus dentro de suas possibilidades. Assim é para a catequese, assim é em nossas vidas. Precisamos fazer a nossa parte pelo Reino dos Céus sem querer abraçar o mundo. Façamos como Santa Terezinha fez. A santa da pequena via.


fonte: Jefferson Roger
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Mesmo sendo rumores...

Olá caros leitores eventuais e assíduos. Existe o ditado popular que diz que “onde há fumaça há fogo”. Vale lembrar que os ditados populares são as parábolas do povo. São uma forma mais simples e direta de explicar alguma coisa. O que ocorre de tempos em tempos no mundo e que vira e mexe, gera desconforto para muitas pessoas, sobretudo para aqueles que seguem o evangelho, é o fato das lideranças da cultura da morte se infiltrarem em tantas instancias na vida das pessoas com o único objetivo: sempre divulgar e propagar suas falácias e sofismas a exaustão numa tentativa que, acaba para alguns surtindo efeito, de vender como certo muitos conceitos que não se alinham com aquilo que pregava Jesus.

Exclusivamente neste artigo, levanto a questão do homossexualismo que é uma desordem condenadíssima nas sagradas escrituras e que aqui neste blog já foi alvo de algumas matérias. Pois bem, o pessoal de lá, aqueles, da cultura da morte, administram em doses homeopáticas a catequese do mundo, usando o ditado da “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Para os mais atentos, isso não é novidade alguma pois o filme de animação Paranorman, a série de animação do Cartoon Network Steven Universo e Hora da Aventura, só para citar alguns exemplos, entre tantos outros filmes que mais e mais invadem as telas dos cinemas e os lares, já apresentaram muito sutilmente esta temática do homossexualismo. Aos poucos nem as crianças escapam do plano da turma que trabalha para o maligno.

A polêmica do momento está em torno da próxima estreia da Disney Pixar Procurando Dori. O que aconteceu até onde se sabe, é que um trailer de divulgação da animação mostrou um suposto casal figurante de lésbicas em participação única na história. O debate então se instalou entre as correntes que são contra e a favor do tema e a discussão foi levada aos produtores do filme, que “desconversaram” o assunto e se mostraram indiferentes a questão, até com alguns toques de piadinhas, dizendo que não haviam perguntado sobre a sexualidade aos personagens. No entanto, onde o filme já está em exibição, houve uma tentativa de desmentir os boatos uma vez que as personagens não se desenvolveram na história. Mas abramos os olhos caro leitor, que parece uma pincelada sobre a questão, parece. É sugestivo.

Pessoal, concluo o artigo com algumas opiniões minhas. Portanto, passíveis de serem aceitas ou não. Até onde pesquisei , quase todos os rumores e boatos relacionados a este tema tem se mostrados verdadeiros. Digo quase todos porque os poucos que não se enquadraram na veracidade eram calúnias e fofocas. Percebo que existe um interesse de sempre manter estes tipos de assuntos em alta para poder “trabalhar” com a questão em todas as áreas da sociedade. E por que disso? Simples. A técnica é antiga e é enunciada por Joseph Goebbels, que foi ministro da propaganda de Hitler. Dizia ele: “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”.

E não é o que faz satanás? Aquele caído do inferno, ele nem é digno de ser chamado de anjo caído, os anjos não merecem isso e meu anjo da guarda não merece. Pois então, isso fazem essas pessoas. Elas procuram manter na crista da onda seus temas de interesse para que o comum se torne normal. Para nós, porém, cristãos defensores do evangelho cabe a vigilância, a prontidão, a incansável luta pelo que é certo e que vem de Deus. Estejamos sempre alertas porque o inimigo não descansa. Ele já está derrotado e só lhe cabe fazer com que mais pessoas percam o céu. Se sentimos em casa algum cheiro de queimado, corremos para a cozinha para ver se alguma panela não está queimando a comida. Façamos sempre o mesmo na vida. Afinal, a nossa salvação depende de darmos as costas para o mal, e não para Deus.


fonte: Jefferson Roger
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Sentindo-se como Jesus?

Recentemente em minha vida tenho passado por algumas experiências das mais variadas com relação a atividade de catequista que exerço na Paróquia São Rafael em Curitiba-PR. Já a muitos anos que sempre estou a ensinar alguma coisa para alguém, como já relatei em dois livros que publiquei, onde faço uma pequena biografia de alguns acontecimentos de minha vida. Pois bem, hoje com mais de 44 anos ou melhor dizendo, quase 45, tenho passado, na paróquia que resido por uma avalanche de atitudes e comportamentos que aconteceram e ainda acontecem na turma da última etapa da catequese ano 2015/2016.

Com duração de 15 meses, o último ano da catequese nesta turma que estou a entregar em 24/06/2016, data também que irá marcar meu possível afastamento temporário desta atividade, fico a pensar e pensar e pensar sobre tudo que aconteceu e acontece com esses jovens que acompanhei nesta parte de suas caminhadas. Por mais que me empenhei em levar a boa nova de Jesus e promover em seus corações uma iniciativa própria para quererem querer tudo que Ele tem a oferecer a cada um destes crismandos, o que aconteceu foi que esbarrei em corações contaminados pelos prazeres do mundo e o imediatismo e o desejo de se fazer com o tempo que Deus lhes dá o que quiserem e não o que é necessário.

Pesquisas aqui e ali ao redor do mundo já relatam que o público jovem não coloca Deus em seu lugar correto porque acham que para o que eles querem fazer agora na vida, Deus não se encaixa nesses planos. Pensam que se priorizarem em suas vidas tudo que vem de Deus e que seu amor exige, não irá sobrar tempo para fazerem tudo aquilo que querem, pois querem ser amigos do mundo em primeiro lugar.
Com ingredientes que vão desde etapas mal concretizadas na catequese, fruto de maus catequistas, pais com histórico de completo abandono da religião, vivendo apenas uma política de salário mínimo não é de se estranhar que o fruto, que não cai longe do pé, apresente esta aparência. Eram 27 jovens nesta turma, mas apenas 10 aproveitaram essa oportunidade que Deus lhes concedeu. Entre eles destaco Wesley, Leonardo e Rafaela, que fizeram valer a pena cada minuto da minha vida junto com eles.

Encerro o artigo refletindo em meio a este mar revolto que, na época de Jesus, o que eu e tantas outras pessoas sentem quando procuram evangelizar e encontram tantos corações machucados, entristecidos, endurecidos e de tantas outras formas, sempre irá aparecer alguém que como Verônica, irá enxugar o nosso rosto. Alguém que irá chorar pela caminhada que fazemos com a cruz nas costas.

Jesus devia ter olhado para a multidão, que olhava e não enxergava, ouvia e não escutava, se mantinha resistente a tudo aquilo que Jesus apresentava e comprovava que vinha do Pai, e antes mesmo da lança que transpassou o seu sagrado coração, as pessoas já o crucificavam dentro de si mesmas. É preciso, pois, seguir o seu exemplo de mestre, que do alto da cruz, preocupado em deixar Maria por nossa mãe, preocupado em pedir a Deus o perdão aos que não sabiam o que faziam, ali do alto do madeiro Ele pôde ver quem estava aos pés da cruz.

Façamos o mesmo, olhemos ao nosso redor para perceber que nem sempre iremos precisar sacudir a sandália de nossos pés (Marcos 6,11), porque sempre irá existir quem receba a paz de Cristo que temos a dar (Mateus 10,12) e mais; não precisamos temer porque é o Espírito Santo que irá colocar palavras em nossa boca. (Lucas 12,11-12)


fonte: Jefferson Roger
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quarta-feira, 8 de junho de 2016

O desabafo de um catequista

Motivados sempre por um chamado que é divino, sim, divino, pois se não for por esta via a empreitada logo se espalha pelos percalços da caminhada; pessoas de diversas idades são chamadas a exercerem dentro da igreja o serviço de evangelização que é pedido por Jesus a todos os batizados.

São os vocacionados catequistas. Normalmente pessoas que tiveram alguma experiência de Deus ou fizeram a diferença na vida de alguma pessoa e evangelizando-a, passam pelo sentimento de que fala São Lucas em Atos 20,35. Ele invade o coração de tal modo que o desejo de que mais pessoas vivam esse encontro com Cristo nos leva para a vida de catequese e serviço dentro da igreja.

Mas, como diz em Eclesiástico capítulo 2, é preciso preparar a alma para a provação e sofrer as demoras de Deus com paciência. O catequista começa com todo o gás suas atividades e os altos e baixos começam a aparecer. Hoje deixo aqui um pequeno testemunho “dos baixos” que tem acontecido sobretudo, na turma de crisma deste ano que irei entregar em 24/06/2016.

Numa frase única posso definir a situação da maioria do grupo como “falta de interesse pelas coisas de Deus”. E a expressão é bem essa mesmo porque o jovem, se não tiver em casa um exemplo a ser seguido, eis aí a importância da família, ele não irá cultivar sentimentos que o aproximem de Deus. E por conta dessa falta de bons exemplos em casa, o diabo, mais do que rápido se apressa em oferecer os seus camuflados “bons” exemplos do que o mundo tem a oferecer. E já dizia São Tiago: quem é amigo do mundo se torna inimigo de Deus.

Sinceramente eu vejo na juventude uma situação passageira. É como o estado em que se encontram: “solteiros”. Como aprendemos em nossa religião, ninguém nasce para ser solteiro. Ou se é celibatário ou se é pai e/ou mãe. Solteiro é uma condição temporária e transitória, quer dizer solto, livre. Mas para a missão do cristão, o chamado de Deus ou nos remete a sermos uma só carne ou nos fazermos eunucos pela causa do evangelho. Aprendemos isso tanto no antigo como no novo testamento assim como no catecismo da igreja católica.

Continuemos com o artigo. Dizia eu a respeito da falta de exemplo e lanço aqui outro acontecimento que ocorreu logo no início desta última etapa, que se iniciou em março de 2015 e se concluirá em junho deste ano. Após um mês de encontros, os 27 crismandos foram avisados a comunicarem os pais sobre uma reunião que aconteceria no sábado seguinte. Compareceram 7 e 2 justificaram. Preciso comentar? E mais, faltando um mês para acabar a etapa os crismandos foram avisados para comunicarem os pais sobre outra reunião e dos 27 mais uma vez compareceram menos de 10. Caros leitores concluam o que é óbvio e que ainda vou ilustrar um pouco mais. Dos 27 crismandos que começaram a última etapa menos que 10 se encontram aptos a receberem o sacramento da crisma.

Coincidência? Coisa nenhuma, primeiro que o católico não deve acreditar nestas bobagens de coincidência. A soma sempre dá o resultado exato. É fácil perceber que os filhos que realmente entenderam que a catequese é um bem que a igreja presta para suas almas, na pessoa do catequista, corresponde ao número de pais presentes na vida religiosa de seus filhos, participativos e também presentes nas atividades da catequese e da igreja. Isso é fácil de se constatar.

Aqueles que não caíram a ficha ainda, tanto pais quanto filhos amargam uma caminhada vivendo uma espiritualidade de salário mínimo. Oferecem a Deus, que nos amou primeiro, uma resposta que não é o que ele espera de nós, pois bem sabemos que, se levamos nossa salvação a sério, ele espera de nós, no mínimo o máximo. Falta de interesse em acompanhar as explicações, em participar das atividades em grupo, de fazer as leituras propostas, as atividades extras, desrespeito com a bíblia, fone de ouvido escondidinho (como se o catequista não fosse ver), conversas pelo whatsapp escondido na bolsa (como se também o catequista não fosse ver), completa falta de assiduidade e comprometimento com o Padre, a coordenação e o catequista são apenas alguns dados a oferecer aos leitores que esse grupo apresentou.

Ir aos encontros sem bíblia, não participar das orações em grupo e não se inteirar dos avisos pertinentes da catequese demonstraram que de longe não estão preparados para receberem o sacramento da crisma. Enquanto a melhor crismanda da turma de 2014/2015, Karoline, faltou apenas uma vez em dois anos, nesta atual turma foi um festival de faltas. Já outra crismanda da turma passada, Thais, pedia sempre a coordenação da catequese declarações para apresentar na escola porque ela não queria perder nada da catequese enquanto na atual turma, faltava-se pelos menores motivos e muitas faltas simplesmente não eram nem justificadas. Havia até uma crismanda que disse que falta aos encontros porque tinha curso de modelo no mesmo horário. Sobre essa candidata a futura modelo, nem vou comentar, daria um artigo somente sobre isso. Sigamos em frente.

Nem é preciso me alongar porque o recado já foi passado. A mensagem do artigo já se fez conhecer. Claro que, em contrapartida, existem aqueles jovens brilhantes, que poderão ser chamados por Jesus de cristãos verdadeiros no dia dos seus juízos. Eles foram a minha alegria durante essa caminhada pois me mostraram como nas palavras do jovem Leonardo desta atual turma a sua mãe quando ele dizia: “Mãe, depois de cinco anos finalmente aprendi alguma coisa”.


fonte: Jefferson Roger
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Cuidado existe para ser tomado

1ª Pe 5,6-10 - Humilhai-vos, pois, debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele vos exalte no tempo oportuno. Confiai-lhe todas as vossas preocupações, porque ele tem cuidado de vós. Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós. O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vos fortificará.

Quanto mais buscamos ser independentes na vida, tanto física quanto espiritual, mais nos deparamos com atitudes e comportamentos de nossa parte que contradizem o que este pequeno trecho da primeira carta de São Pedro nos ensina. Aquele que se proclama autossuficiente resiste perante as correções do altíssimo.

Humilhar-se aceitando a sua vontade é algo praticamente impensável. Pois é preciso sempre para o soberbo manter sua cabeça erguida, afinal, peito estufado, postura ereta e olhar por cima do horizonte com seu queixo erguido são ingredientes de sucesso no mundo em que vivemos. Triste engano dos soberbos, como sofrem querendo remar contra a maré enviada por Deus.

Confiar a Deus todas as preocupações? Capaz! Um Deus que é castigador e um desmancha prazeres, que só sabe ditar normas e regras e listas e mais listas do que não pode ser feito se quisermos o céu? Sempre que preciso dele para me ajudar resolver alguma coisa, me é negado e tudo que peço não recebo. Esse Deus que parece não me atender? Nem preciso dele para meus desejos de prosperidade já aqui na terra. Um Deus que me fez para sofrer enquanto para aqueles que não estão nem aí tudo é mais fácil? Para que Deus na minha vida, prefiro confiar nas pessoas de carne e osso que podem me ajudar no aqui e agora. Assim pensam os existencialistas que procuram ter sua própria religião, onde eles mesmos são o deus e o devoto. Não querem jamais, sob circunstância alguma aceitar o fato de que foram criados por Deus e para Deus, para servi-Lo e ama-Lo. Triste engano dos egoístas e mal-agradecidos, como sofrem querendo remar contra a maré enviada por Deus.

E por não nos humilharmos a Deus para sermos exaltados (Mateus 23,13) e não confiarmos a Ele, que corrige os que ama (Provérbios 3,11-12), colocamos em nós mesmos um alvo bem grande para avisar nosso inimigo cruel que Deus não faz parte de nossa vida. E São Pedro nos avisa, o diabo fica cuidando de nós. Por que não cuidamos também de nós? Nossa alma é uma só e só temos uma chance para salvá-la (Hebreus 9,27). Em tantas etapas da vida as pessoas se desapegam tão facilmente de Deus. O fervor vai embora tão rápido se temos algum compromisso mais prazeroso, algum lugar para passear ao invés de ir na missa ou nas atividades da igreja, alguma dificuldade na vida ou com as pessoas que facilmente nos roubam o ânimo da caminhada.

Mas Deus tem o seu tempo, Ele não se cansa de nos mostrar que o que vale a pena são as coisas que não passam. Nossa tentativa de nos sustentarmos sozinhos e sem Ele só irá nos revelar que essa aparente atitude inteligente se trata de mera idiotice de nossa parte. A menos que a pessoa conscientemente e tristemente decida virar as costas para Deus, se ela almeja se salvar, só vai conseguir percorrendo o único caminho que existe e que foi deixado por Jesus. Com um caminho próprio, que no fundo é um caminho nenhum, só iremos nos condenar.

Não nos cabe tentarmos a nossa salvação sem Jesus. Agora muitas pessoas não entendem essa realidade porque precisam de conversão, precisam de Deus agora e insistem em não dar ouvidos ao Espírito Santo. Um dia compreenderão. Peçamos a Deus que não seja tarde.


fonte: Jefferson Roger
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sexta-feira, 3 de junho de 2016

Parece que não acaba mais

Vira e mexe, caros leitores, como sempre tenho dito, esbarramos nas mais horrendas histórias que envolvem tragédias familiares. Com causas dentro da própria família ou fora dela. Mas, não nos enganemos, assim nos avisa Jesus (Mateus 24,4). O mal está aí fora, todos sabemos disso. E por conta disso é preciso vigiar e orar, outro aviso de Jesus (Mateus 26,41).

Pois bem, é bem possível que algumas pessoas, ou quem sabe até muitos de nós, nos deparemos com o dilema que o mundo insiste em nos oferecer: Se Deus é bom (Mateus 19,17), porque o mal acontece no mundo? Isso foi tema de questionamentos ao longo de toda a história da humanidade. E o mesmo dilema atingiu em cheio o convertido Santo Agostinho. De tanto o assunto o inquieta-lo, se pôs o santo a investir seus esforços nessa causa: porque?

E após muito rezar e se recolher meditando sobre isso, o Espírito Santo lhe trouxe a verdade. Se Deus permite o mal é porque deste mal Ele pode tirar algo de bom. Pronto, tudo se esclarece aos olhos da fé e de um olhar sobrenatural sobre a vida. Mesmo assim, se não tivermos uma atitude de Jó, formos imitadores daqueles que pela fé e paciência se tornam herdeiros das promessas (Hebreus 6,12) e cultivarmos a virtude heroica e recompensadora da perseverança (Mateus 10,22), apegados e dependentes de Jesus para tudo (João 15,5), dificilmente iremos carregar nossa cruz e coloca-la ao lado da cruz de Jesus para poder entrarmos na glória eterna.

Vejamos a respeito desse assunto, mais um acontecimento recente, acontecido em Minas Gerais, noticiado pela tv Record Minas. Na tarde de 02/06/2016 uma criança de 9 anos foi encontrada morta com sinais de abuso sexual, na cidade de Buenópólis, região central de Minas Gerais. Seu nome era Rayane Aparecida Cândida, que havia desparecido há mais de 24 horas após sair de casa pela manhã do dia anterior para ir à escola.

Segundo a polícia, os pais da menina, após notarem que ela não voltou para casa por volta das 14h, foram até a escola e foram informados que a filha não havia ido naquele dia. O motorista do escolar também contou que não encontrou Rayane no ponto de ônibus quando passou para buscá-la. O corpo da criança foi encontrado em um matagal, dentro da área pertencente a uma fazenda. A vítima foi assassinada a golpes de objeto cortante no abdômen e havia de abuso sexual.

O suspeito segundo a delegada Margareth de Freitas, que investiga o caso, já foi identificado e está sendo caçado pela polícia na região. De acordo com a policial, o homem faria parte da comunidade e seria foragido da Justiça inclusive fazendo uso de falso nome.

E assim, caros leitores, para a tristeza da família e alegria do diabo por causa do sofrimento que ela passa, mais uma menininha voltou para os braços do Pai. A dor e o luto inevitável pela separação temporária que a fé em Deus nos garante acontece. Ficar de pé durante os sofrimentos, como Maria ficou aos pés da cruz de Jesus é tarefa das mais difíceis.

A morte, realidade que aguarda a todos, quando passa por perto ou visita nossos lares sempre traz o gosto amargo de um remédio que precisa ser tomado. Cuidado povo de Deus, o perigo é como o leão que ronda esperando a quem devorar, física e espiritualmente! A morte vem e transforma vidas, as que ficam e as que vão. É preciso como nos ensinam os primeiros padres da igreja e os grandes santos de nossa fé católica, fazermos um pequeno ensaio diário da morte, sempre que vamos nos recolher para dormir. Devemos deitar e entregar todos os nossos frutos do dia, todas as nossas obras pois graças a Deus, estamos a deitar ao final de mais um dia.

E aproveitamos este dia? Na balança de nossas atitudes mais erramos ou mais acertamos? Fiquemos com Eclesiástico 7,40: Em tudo o que fizeres, lembra-te de teu fim, e jamais pecarás.


fonte: Jefferson Roger
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quarta-feira, 1 de junho de 2016

Cuide da confissão

Uns dos cinco mandamentos da igreja é: “Confessar os seus pecados pelo menos uma vez por ano”. Traduzindo: de acordo com o poder petrino, conferido por Jesus a Pedro na afirmação da fundação da igreja sobre sua profissão de fé e transmitida pela sucessão apostólica, o que ligardes na terra será ligado no céu. Então como vemos se não cometermos pecados graves durante um ano, nossa confissão sacramental tem validade de um ano.

Quando este período terminar, se você estiver a mais de um ano sem recorrer ao sacramento da confissão você está em estado de pecado grave. Isso é o que diz o mandamento da igreja. E o erro mais comum do fiel é continuar achando que, já que sua consciência não o acusa de nenhum pecado grave, ele não precisa de todo este esmero para buscar o sacramento da confissão. Errado! Não se confessar a mais de um ano é pecado grave, fere o mandamento da igreja que pelo poder petrino ligou no céu o que aqui na terra prescreveu. E isso foi desejado por Jesus, está em Mateus 16,19.

A bíblia nos ensina que quem diz que não peca é um mentiroso (outro pecado grave, este contra o oitavo mandamento) e a verdade não está nele. Nossa Senhora já disse em suas aparições que ninguém está livre de se confessar pelo menos uma vez por mês. E já ouvi muitos bons sacerdotes fazerem em suas paróquias e nas missas que celebram a mesma catequese sobre o assunto. Benditos sacerdotes.

Por isso é importante estarmos atentos. Sobretudo os jovens que estão a iniciarem sua caminhada ainda estando no período preparatório para a primeira eucaristia. Por ocasião deste, fazem sua primeira confissão e então muitos só irão se confessar novamente dois anos mais tarde por ocasião do sacramento da confirmação.

Eis a importância da catequese na vida das pessoas. Eis o papel dos pais enquanto igreja familiar e dos catequistas enquanto auxiliares e membros do corpo da igreja. É importante nossos jovens compreenderem os detalhes das coisas que envolvem a vivência da fé e das práticas religiosas queridas por Deus. Do contrário este catequisando passará um ano comungando em estado de pecado grave por desobedecer o mandamento da igreja e com isso está cometendo o pecado de sacrilégio, ofendendo muito a Jesus e o recebendo com a alma suja.

Se recorremos com frequência ao alimento e ao banho porque entendemos a necessidade de manter o corpo asseado e sadio, não sendo isso uma obrigação, o que dizer sobre nossa higiene espiritual? Para nós o sacramento da confissão não tem contraindicação. É preciso apenas um arrependimento verdadeiro e um firme propósito de não pecar mais. De não recorrer no mesmo pecado.

De outra forma, nossa atitude de pecar com intenção de se confessar não funciona e sobre isso o próprio Deus já nos lembrou em locução a Santa Catarina de Sena, por exemplo. E não é de se espantar quando ele disse que não adianta esperarmos dele nem o perdão e nem a misericórdia porque a amizade rompida com Deus, exige de seu amor justo nosso movimento de filhos pródigos. Senão iremos passar a vida comendo comida de porcos.


fonte: Jefferson Roger
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A importância do Retiro

Vez por outra o ser humano sente dentro de si, uma necessidade de buscar o silêncio. Naturalmente, por termos sidos feitos para as coisas do alto, sempre nos inquieta de tempos em tempos, a melodia fora de ritmo que o mundo nos oferece diariamente. O verdadeiro cristão não fica por muito tempo em meio ao barulho das coisas e se necessário for, suporta com paciência toda a algazarra ao seu redor porque sabe que sempre tende para uma realidade superior. Exatamente como Jesus se comportou em sua paixão, morte e ressureição.

Nas sagradas escrituras, podemos encontrar vários testemunhos nos dois testamentos, de episódios que narram alguém a se retirar, para dialogar com Deus buscando uma preparação, auxílio, dar graças ou pedir perdão. No caso do novo testamento acompanhamos essa questão principalmente na vida pública de Jesus. Os evangelhos nos mostram que Jesus sem dúvida era um homem de oração. Em tantas passagens ele se retirava e se isolava para rezar, meditar, refletir, buscar forças no Pai e elevar suas preces, agradecimentos e pedidos.

Quando a empreitada, tanto no antigo como novo testamento se apresentava acima das forças humanas, o momento da preparação para o que aconteceria pela frente acontecia na prática do chamado retiro. Vamos acompanhar um exemplo?

Lucas 4,38-44 - 38 Saindo Jesus da sinagoga, entrou na casa de Simão. A sogra de Simão estava com febre alta; e pediram-lhe por ela. 39 Inclinando-se sobre ela, ordenou ele à febre, e a febre deixou-a. Ela levantou-se imediatamente e pôs-se a servi-los. 40 Depois do pôr-do-sol, todos os que tinham enfermos de diversas moléstias lhos traziam. Impondo-lhes a mão, os sarava. 41 De muitos saíam os demônios, aos gritos, dizendo: Tu és o Filho de Deus. Mas ele repreendia-os severamente, não lhes permitindo falar, porque sabiam que ele era o Cristo. 42 Ao amanhecer, ele saiu e retirou-se para um lugar afastado. As multidões o procuravam e foram até onde ele estava e queriam detê-lo, para que não as deixasse. 43 Mas ele disse-lhes: É necessário que eu anuncie a boa nova do Reino de Deus também às outras cidades, pois essa é a minha missão. 44 E andava pregando nas sinagogas da Galiléia.

Perceberam como Jesus, depois de sair da sinagoga e com certeza sabemos que lá ele estava a ensinar, e após curar a sogra de Pedro, atendeu o povo da região que se aproximou ao pôr-do-sol e, (esta é a parte que mais gosto), quando amanheceu, Jesus não foi dormir porque ficou toda a noite atendendo as pessoas, muito pelo contrário. Ele saiu para fazer um retiro, recompor as forças porque, ele mesmo nos diz, precisava sair em missão para pregar a boa nova. Por este exemplo já podemos ver que a coisa é séria.

Quando nos retiramos, nos aproximamos de Deus, porque o silêncio que nos envolve nos permite ouvir o que está dentro de nós, ouvir o que Deus tem a nos falar e contemplar a graça de tão grande amor que nos concedeu sermos eternos no paraíso. O mundo não gosta disso e ensina isso para todos. Uma das artimanhas que o inimigo faz uso para isso é a tecnologia. Podem observar, a tecnologia que veio para servir o homem acabou por escraviza-lo. São inúmeros exemplos que qualquer um de nós pode apresentar.

As pessoas podem passar 1 hora em frente ao computador e quando se dão conta, o tempo “voou”. Mas, rezar o Santo Rosário, que leva um tempo parecido com esse, para muitas dessas mesmas pessoas, é um verdadeiro esforço heroico. Ficar na fila do McDonalds é fácil agora atender as condições para ser digno de entrar na fila da comunhão é outra história bem diferente. Muitos dizem quando perguntados: “Eu não comungo porque estou em pecado grave”. Sim, mas e dái? Se mexe filho de Deus, não seja frio e nem morno, não envergonhe e dê desgosto aquele que aceitou ser pregado na cruz por causa dos seus pecados para que você possa um dia viver a felicidade eterna, criada para nós desde o princípio e que nem podemos conceber.

Reflita bem, se você não está conseguindo fazer silêncio em algum momento do seu dia, alguma coisa está errada. Você está mais perto do mundo e mais longe de Deus. E encerro esta reflexão com uma passagem da Carta de São Tiago 4,4 - Todo aquele que quer ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.


fonte: Jefferson Roger
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