A sociedade separa um dia para comemorar a paternidade no seio familiar; muito além de oportunidades comerciais e presentes, o cerne gira em torno do papel que estes homens aceitaram, vindo de Deus. Ser pai é muito mais que encher as prateleiras dos armários ou honrar os compromissos financeiros que um orçamento familiar exige.
Trabalhar e gastar dinheiro necessário para o sustento é fácil, não é preciso ser pai para fazer isso.
É preciso, mesmo no silêncio, preocupar-se ainda que ao seu modo, com as suas responsabilidades de pai. Talvez não sejam tantas como as de uma mãe, mas sem dúvidas possuem suas importâncias. Se um filho não puder contar com o seu pai seja lá para qual necessidade for, minha nossa viu, que tipo de homem se define agindo assim, como um pai!
E necessidades sempre existirão; às vezes as necessidades são simples, outras não, não importa, o pai deve supri-las, ajudar, acompanhar e ser honesto, além de humilde. Pois só assim será reconhecido em suas limitações porque não finge ser quem não é já que não interpreta papel algum. São José, modelo de paternidade desejada por Deus é um excelente norteador para nós pais. Considerado por Deus um homem justo nos desmonstra como é viver a responsabilidade que coloca nos ombros sustentar um dos alicerces da família.
Fonte: Jefferson Roger



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