segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Todos devem uma morte a Deus


 Na bíblia, o livro do Eclesiástico recomenda a lembrança diária da morte, para que não pequemos (Eclesiástico 7,40). Isso, porque Deus não quer que quando chegue essa hora estejamos sem condições de entrar em seu reino. Na verdade as sagradas escrituras nos ensinam que ele quer muitas coisas de nós.

Em contrapartida se define como alguém que não deve explicações para ninguém; isso aprendemos em algumas passagens bíblicas (Deuteronômio 29,29) também. Em outras passagens ainda, lemos que o dever do homem é obedecer sem questionar (Eclesiastes 12,13), aceitar tudo que vem do altíssimo (Eclesiástico 2,4), se humilhar acima de tudo e agradecer por tudo recebido (1ª Tessalonicenses), seja bom ou ruim.

De fato a vida do ser humano é bem complicada e é Deus quem a quis assim. Seus designios sempre serão insondáveis; é impossível ao homem compreender os seus porquês. Nos foi ensinado que por culpa da desobediência de Adão e Eva, todos foram castigados e a morte entrou no mundo. Eles desobedeceram um mandamento e sobrou para todo mundo. Enquanto isso aqui na terra ouve-se dizer que a "a criança não tem culpa, quando, por exemplo, nasceu de uma relação sexual que não foi concensual ou o bebê veio de uma gravidez indesejada.

O pensamento de Deus é diferente, ele decide o que quer sobre a humanidade e atribui a culpa da forma que convier. Ademais, depois de tudo que o ser humano fizer para tentar alcançar o céu eterno, ainda deve, ao final de sua vida, uma morte para Deus. Segundo a tradição, é ensinado que a morte é um recurso final para penitenciar o que faltou em vida e diminuir as possibilidades de condenação, isso para quem se esforçou por trilhar o caminho do bem, pois, quem se esforçou pelo contrário, terá nela, a consolidação daquilo que em vida praticou. Graças a Deus.

Fonte: Jefferson Roger 

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