quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Trabalhando para isso


Certa vez, quando eu trabalhava em uma empresa de móveis sob medida, presenciei alguns fatos bem pertinentes e relacionados às escolhas que fazemos na trajetória de nossas vidas. Havia nessa empresa, entre os funcionários, dois irmãos marceneiros: o Carlos e o Luiz. Eram talentosos no ofício que desempenhavam. Todavia, o mais velho, o Carlos, virava e mexia surgia de sua parte algum “probleminha” comportamental que impactava em sua vida na empresa.

Ele era casado e tinha uma filha pequena, no entanto, saía de casa na sexta-feira ao final da tarde dizendo para a esposa que iria no mercado comprar carne e adivinhem? Voltava só domingo de noite sem dar satisfações; isso para citar apenas um exemplo. Certo dia, certo domingo, ele voltou, mas seu carro não, pelo menos não por inteiro. Havia se envolvido em um acidente e seu carro ficou aos pedaços. Carlos era assim, repito, virava e mexia as coisas não iam bem em sua vida e isso prejudicava também sua vida profissional.

Era de se lamentar porque tinha talento, era muito bom marceneiro. Então, não restando opção para o dono da empresa, ele precisou ser demitido. O chefe em desabafo me disse: é uma pena, culpa das escolhas erradas que ele tem feito na vida. E assim, ficou apenas o irmão, que prosperou por ainda muito tempo no emprego, livre, infelizmente da má influência do irmão. Pelo menos ali no trabalho.

Como vemos, a vida está repleta de momentos assim; estamos sempre trabalhando em prol de acontecimentos que queremos que se realizem em nossas vidas. E ainda podemos ir mais longe: trabalhamos diariamente para que se realize em nossas vidas o maior dos momentos, quando Jesus Cristo nos admitir no reino dos céus. Nosso caminho é cheio de escolhas, bem tortuoso e é, adivinhe, uma subida íngreme; ou alguém achou que o paraíso, o céu das alegrias eternas fica no andar de baixo?

Fonte: Jefferson Roger


 

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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

Ajudemos os caídos


Lembremos da história que Jesus contou sobre o samaritano, que parou para ajudar quem precisava. A história adverte que é necessário sempre ajudar o próximo independente da natureza dele. Isso, porque Deus quer saber como agimos, qual é a nossa natureza. Ele sempre quer que sejamos seus imitadores (1ª Coríntios 11,1). Adverte-nos que não faz distinção de pessoas e que acolhe todo aquele que o procura com um coração sincero.

Eita dificuldade não é mesmo!? E tem mais, Jesus ainda nos disse que devemos rezar pelos inimigos. Caramba hein! Bom... No fim das contas, como dizia Santa Tereza de Calcutá, tudo é entre nós e Deus. Ele quer saber, saber e saber como estamos a agir, a nos comportar, o que fazemos e o que deixamos de fazer. Tudo segundo suas diretrizes, não as nossas. Nem poderia ser diferente, já que o céu é dele, as “regras” são dele, ele é o todo poderoso e fim de conversa.

Tudo isso parece até uma fala do altíssimo dizendo assim: quer entrar no meu céu? Siga tudo o que lhe ensinei através da minha palavra e do meu filho Jesus, que enviei para o seu vale de lágrimas para padecer de uma vez por todas, pelos seus pecados e lhes dar o direito de retornar para cá, onde estou, lugar de vida e felicidade eternas.

É... Podemos escolher: acreditamos nele, não no estilo São Tomé ou nem acreditamos, bem ao estilo ateu declarado.

Fonte: Jefferson Roger


 

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Sacrilégio dentro da igreja

 


Como sempre, vira e mexe, o pessoal que não é adepto da palavra de Deus promove publicamente sua luta e posição em defesa daquilo que acreditam. Também, como sempre, cobram mais respeito, mas se dão ao luxo de querer algo que não é de mão dupla. Eles, podem zombar da fé dos cristãos das mais variadas formas e tudo bem, fica por isso mesmo. Aqui neste site já relatamos as afrontas à fé católica em vários artigos. As lideranças (até parece) religiosas, só o que sabem fazer é publicar notas de insatisfação e desaprovação. Vá lá...

Pois bem, recentemente outro episódio dessa categoria estourou no cenário mundial. A catedral de São Patrício, em Nova Iorque, foi palco de uma articulação para que um funeral de uma pessoa totalmente declarada contra o que defende a igreja católica, fosse realizado em suas dependências. Trata-se de um homem que era homossexual declarado, travesti, ativista anticatólico pró-LGBT e ateu declarado, que se denominada Cecilia Gentili.

Dentro da Catedral, os participantes travestidos zombavam de tudo o que era sagrado com obscenidades e blasfêmias. Na verdade, o “serviço” sacrílego parecia um show de drag queen. Em nota, a catedral de São Patrício diz que foi enganada para sediar um funeral “sacrilégio” para um ativista transgênero, o que deixou os líderes da igreja indignados depois que ele foi elogiado como “São Patrício”. Cecília, mãe de todas as putas.”

Muitos dos participantes vestiram minissaias e meias arrastão, enquanto outros usaram tops e sapatos de salto alto durante um serviço religioso às vezes turbulento que supostamente incluía dança nas ilhas e um pedido de cuidados de transição de gênero mais fáceis no púlpito por um dos amigos de Gentili, de acordo com o jornal The Times. Ainda em nota, a Catedral disse que só sabia que familiares e amigos estavam solicitando uma missa fúnebre para um católico, e não tinha ideia de que nossas boas-vindas e orações seriam degradadas de forma tão sacrílega e enganosa. Para concluir, em certo momento da celebração, pouco ortodoxo, um enlutado cantou mais que o padre cantando “Ave Maria”, mudando a letra para “Ave Cecilia” e dançou pelos corredores, girando lenços vermelhos, também segundo o jornal The Times. E assim, fica registrado aqui mais essa situação vivida pelos católicos que, já com datas marcadas naquele país, estarão reunindo-se publicamente durante três dias – 24, 25 e 25 deste mês – em todas as partes do país, ao meio-dia, para rezarem um rosário de reparação por este ato blasfemo. Pois é, caro leitor, propaga-se o direito à liberdade religiosa, mas cruzam-se os braços por falta de atitudes como as que Jesus pediu de todos nós ao sairmos em defesa de nossa fé (me refiro aos responsáveis que permitiram que tudo acontecesse). Eis aí o fardo daqueles que decidiram seguir Jesus Cristo.

Fonte: Jefferson Roger


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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

A vigilância do mal


Claro, existe no mundo diversas crenças, algumas religiosas, outras científicas, outras exotéricas, outras mundanas, outras são uma verdadeira “salada de frutas” e por aí vai. Cabe ao ser humano decidir se viverá sua existência pautada em uma delas, em algumas, em nenhuma ou varie conforme seu momento de vida. Que coisa mais complicada não é mesmo?!

Por aqui, como adotamos o viés católico religioso e nos esforçamos para não apoiar as modernidades infecciosas que pairam sobre a religião, ficamos com a doutrina do bem contra o mal, sendo este uma personificação, um alguém: o diabo. Ele, com sua vigilância constante, sabe como e quando tentar o ser humano. Bom observador que é, vai, de ouvidos e olhos atentos, acompanhando nossas atitudes e nossas reclamações, ainda mais quando estamos a reclamar sobre Deus. É aí que ele corre a tentar nos “converter” para sua causa nos desconvertendo da causa divina.

Temos então que ser vigilantes, exatamente como nos exorta Jesus, também prudentes e simples, como mencionado biblicamente. Todavia, a vigilância, a simplicidade e a prudência podem se apresentar em vários níveis. Como na história dos três porquinhos. O mal queria os três e investiu contra todos. Cada um sofreu as consequências de suas decisões e atitudes. Isso nos remete até a parábola que Jesus contou ao falar sobre aquele que constrói sua casa sobre a rocha, onde todas as intempéries não conseguem leva-la a baixo.

Claro, vimos na história infantil que caminhos mais rápidos e fáceis – como a casa de palha – terminam por oferecer riscos enormes. Um pouco de esforço ajuda de nossa parte, mas ainda assim, uma casa de madeira aguenta até certo ponto. Que tal então alicerçarmos bem nossa vida numa rocha firme – caminho, verdade e vida – chamada Jesus Cristo e vivermos felizes até o dia em que Deus nos chamar para prestarmos conta de nossas vidas? Já que a vigilância do mal é constante em sua espreita, que vivamos debaixo dos cuidados divinos.

Fonte: Jefferson Roger


 

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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

O poder da bênção

 


Trecho retirado do livro “Eu vejo a virgem” – Editora Loyola – 1990 – referente aos relatos das aparições de Medjugorje.

Yanko –    Desde o começo das aparições, as pessoas se acostumaram a apresentar a Nossa Senhora objetos para que ela os benzesse. Como se estabeleceu este costume?

Vicka (umas das videntes de Medjugorje) –     É simples. As pessoas traziam, por exemplo, uma roupa do doente ou qualquer outro objeto na intenção de que a Santa Virgem o benzesse. Nós pedíamos a ela que o fizesse. Ela atendia de bom coração.

Y.   Como sabem disso?

V.   Nós víamos.

Y.   Como ela faz?

V.   Ela olha os objetos e os abençoa fazendo o sinal-da-cruz.

Y.   E ela diz alguma coisa?

V.   Não. Ela faz o sinal-da-cruz, só. Se ela diz algo, nós não ouvimos.

Y.   Ela age sempre do mesmo modo?

V.   Sempre.

Y.   Vejo que as pessoas levam objetos os mais diversos. Nossa Se­nhora nunca se recusou a benzer algo?

V.   Nunca percebemos isso, e ela nunca disse nada.

Y.   A Santa Virgem às vezes benze de maneira diferente?

V.   Sim, tocando o objeto.

Y.   Quando a Santa Virgem benze os objetos?

V.   Quando chega.

Y.    Vocês pedem?

V.   Não, não, há muito tempo que nós não pedimos mais. Ela o faz sem necessidade de pedirmos.

Y.   Se alguém leva algum objeto para benzer depois que Nossa Senhora já benzeu outros o que ela faz?

V.   Ela o benze também.

Y.   Sério?

V.    Evidente. Isso já aconteceu.

Como vemos, está confirmado o que a fé católica sempre ensinou: a bênção transmite o poder de Deus para que as pessoas possam se beneficiar dessa bondosa graça divina.

Fonte: Jefferson Roger


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Preocupações desnecessárias


Na palavra de Deus encontramos muitos ensinamentos difíceis de serem seguidos ou sequer, compreendidos. Se fossem alguns, tudo bem, mas são inúmeros e cada um se apresenta para nós como uma barreira intelectual difícil de ser transposta. Dentre eles, os que mais exigem do filho de Deus, são os que pregam o desapego incondicional. Algumas passagens bíblicas facilmente ganham o título de radicais. Sinal de que Deus nunca esteve para brincadeira.

Para tanto, nos ensina Jesus em seus evangelhos que não devemos nos preocupar com o dia de amanhã e vai anunciando também algumas preocupações que devemos deixar de lado. Argumenta o ressuscitado que Deus não deixa jamais de olhar e cuidar e se preocupar com os seus filhos. Em algumas histórias de vida dos santos, vemos o mesmo ensinamento colocado de forma mais prática quando Jesus não aceita preocupações que superem a busca em primeiro lugar pelo reino dos céus.

Porém, o ser humano sofre em tentar viver isso tudo. Vamos a um exemplo, sempre bem-vindos. A pessoa vai visitar um parente, depois quando está para ir embora, se despede e o ente querido diz: vai com Deus, Deus te acompanhe, Deus te abençoe. Que ótimo não é mesmo!? A pessoa depositou toda a sua confiança e fé no Deus Altíssimo e recomendou que seus parentes sejam acompanhados por Deus. Pois bem, nem sempre as coisas acontecem assim; muitos se comportam como São Tomé, que não crendo nos apóstolos que contaram ter visto Jesus Ressuscitado, disse: só acredito se eu ver e puder tocar nas feridas dele.

Muitas pessoas agem assim, falam o Deus te acompanhe, vá com Deus, Deus te abençoe, mas (tem aí o “mas” metido no meio), pedem que a pessoa ligue quando chegar em casa. Ué! Onde foi parar a confiança e fé em Deus? Precisam de uma confirmação como São Tomé? Precisam que o parente confirme que chegaram bem em casa, mas e Deus? Foi pedido a ele em primeiro lugar, mas por que abrir mão e procurar uma confirmação humana? Percebem a questão da fé e conseguem associá-la ao fato de que Jesus disse que muitas “fés” por aí não são maiores nem que um grão de mostarda? Pois é... Se a pessoa confia em Deus, se despede dos parentes e vai dormir tranquila pois seus entes queridos estão sob os melhores cuidados que possam existir.

Fonte: Jefferson Roger


 

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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

Princípios religiosos


O título do artigo é bem esclarecedor, trata-se de viver uma vida com base neste tipo de princípios. Pessoas e instituições possuem a liberdade de dizer o seu sim para Jesus Cristo e seguir tudo aquilo que ele nos ensinou e nos trouxe do Pai Eterno. Claro, como o Cristo já havia previsto, seríamos perseguidos por causa de nossa fé e crença naquilo que o Ressuscitado nos ensinou.

Eis aí mais uma comprovação desta verdade. O Ministério Público de SP (em janeiro deste ano), recebeu uma ação, proposta pela esquerda para perseguir hospitais e instituições por seus valores religiosos. Dá para acreditar nisso? Estas instituições, muitas delas geridas pelas nossas comunidades religiosas, são a espinha dorsal do nosso sistema de saúde. Dedicam-se de alma e coração a servir a nossa sociedade, como é o caso da rede de hospitais São Camilo que em nota pública se pronunciou da seguinte maneira:

“A Rede de Hospitais São Camilo - SP informa que, por ser uma instituição confessional católica, tem como diretriz não realizar procedimentos contraceptivos, em homens ou mulheres. Tais procedimentos são realizados apenas em casos que envolvam riscos à manutenção da vida. Os pacientes que procuram pela Rede de Hospitais São Camilo - SP, e que não apresentam riscos à saúde, são orientados a buscar na rede referenciada do seu plano de saúde hospitais que tenham esse procedimento contratualizado”.

Se deixarmos isto passar, estamos a criar um precedente absurdo onde se mascara o combate contra a liberdade religiosa. Estas instituições podem potencialmente deixar de servir as nossas comunidades, e não podemos deixar que isso aconteça. É realmente um absurdo pensar que querem obrigar instituições religiosas a ir contra seus valores para atender a uma agenda anti-natalista. Repetimos, trata-se de minar a liberdade religiosa e publicamente confessada promover atos políticos como este. Claro, o assunto aos olhos do mundo sempre será polêmico e encontrará divisões, mas por aqui, neste site católico, mantemos uma postura solidária e em favor da vida.

Fonte: Jefferson Roger


 

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domingo, 4 de fevereiro de 2024

Deveres e lazeres


Que a vida é corrida e cheia de obrigações e desafios todo mundo sabe. Como se lê na bíblia em Eclesiastes, existe tempo para tudo. Isso inclui os deveres, as obrigações, as provações, as coisas boas, mas as desagradáveis também e, para o bem de todos: os lazeres.

Aquele tempo em que se sai da rotina, ainda que por um curto período de tempo. Para se focar em correr menos, se importar menos com os compromissos da vida e dedicar um espaço de tempo para descansar, relaxar, ficar em família. Muitos compreendem que isso é uma dificuldade na vida; a vida, tão agitada e corrida, desenfreada e sempre exigindo uma competição corporativa, profissional e em busca dos bens financeiros e materiais, sufoca e mina por inteiro as vinte e quatro horas diárias daqueles que se deixarem levar pelas exigências do mundo.


Ora bolas, quem disse que o lazer consiste em separar uma fatia tão grande do dia? Se possível então que se separe, se não, que valorize os pequenos momentos de paz e harmonia; e isso inclui não privar outras pessoas, principalmente as de sua família, de que tenham seus momentos de lazer. Se você não quer ou não pode, não sacrifique os desejos de outrem.

Afinal, o ensinamento do Cristo prescreve que é preciso primeiro ter em mente os interesses dos outros. Nada mais sábio não é mesmo, pois, é dica importantíssima do Ressuscitado que nos alerta ser o paraíso um lugar onde os egoístas não entrarão.

Fonte: Jefferson Roger


 

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sábado, 27 de janeiro de 2024

Nossa Senhora do Bom Sucesso


Durante os séculos XV e XVI, Nossa Senhora do Bom Sucesso apareceu em Quito, Equador, a uma freira espanhola – Mariana de Jesus Torres – cuja vida era pouco conhecida, mas extraordinária, profetizando muitas coisas que têm uma ligação direta com nossos dias; seguem aqui alguns trechos da fala de Nossa Senhora:

“As paixões desenfreadas darão lugar a uma corrupção total dos costumes, porque Satanás reinará através das seitas maçônicas, visando as crianças em particular para garantir a corrupção geral. Infelizes, os filhos daqueles tempos! Raramente receberão os sacramentos do Batismo e da Confirmação. Quanto ao sacramento da Penitência, eles só se confessarão enquanto frequentarem as escolas católicas (catequese). O diabo fará de tudo para destruir esse sacramento por meio de pessoas com autoridade.

O mesmo ocorrerá com a Santa Comunhão. Ah, como me dói dizer que haverá muitos e enormes sacrilégios públicos e escondidos! "Nesses tempos, o sacramento da Unção Extrema será amplamente ignorado... Muitos morrerão sem recebê-la, ficando assim privados de inúmeras graças, consolo e força no grande salto do tempo para a eternidade. O sacramento do Matrimônio, que simboliza a união de Cristo com a Igreja, será completamente atacado e profanado. A maçonaria, então reinante, implementará leis iníquas destinadas a extinguir este sacramento. Facilitarão a todos a vida em pecado, multiplicando assim o nascimento de filhos ilegítimos sem a bênção da Igreja.

A educação secular contribuirá para a escassez de vocações sacerdotais e religiosas. O santo sacramento da Ordem será ridicularizado, oprimido e desprezado, pois nisso tanto a Igreja quanto o próprio Deus são oprimidos e vilipendiados, já que Ele é representado por Seus sacerdotes. O diabo trabalhará para perseguir os ministros do Senhor em todos os sentidos, trabalhando com astúcia desgraçada para destruir o espírito de sua vocação e corrompendo muitos. Este aparente triunfo de Satanás causará enorme sofrimento aos bons pastores da Igreja... e ao Supremo Pastor e Vigário de Cristo na terra que, prisioneiro no Vaticano, derramará lágrimas secretas e amargas na presença de Deus Nosso Senhor, pedindo luz, santidade e perfeição para todo o clero do mundo, para quem é Rei e Pai.

Tempos infelizes virão em que aqueles que deveriam defender sem medo os direitos da Igreja, em vez disso, cegos apesar da luz, darão a mão aos inimigos da Igreja e cumprirão o que querem. Mas quando [o mal] parecer triunfante e quando a autoridade abusar de seu poder, cometendo todo tipo de injustiça e oprimindo os fracos, sua ruína estará próxima. Eles cairão e cairão no chão. Então a Igreja, alegre e triunfante como uma jovem, despertará e será confortavelmente embalada nos braços do meu filho mais querido e eleito daqueles tempos. Se ele der ouvidos às inspirações da graça – uma das quais será a leitura dessas grandes misericórdias que Meu Filho e eu tivemos para com vocês – nós o encheremos de graças e dons muito especiais e o tornaremos grande na terra e muito maior no céu. Ali lhe reservamos um lugar precioso porque, indiferente aos homens, terá lutado pela verdade e defendido incessantemente os direitos da Igreja, merecendo ser chamado de 'mártir'.

No final do século XIX e ao longo de grande parte do século XX, muitas heresias serão propagadas nestas terras... O pequeno número de almas que guardarão secretamente o tesouro da Fé e das virtudes sofrerá um cruel, indizível e longo martírio. Muitos descerão aos seus túmulos pela violência do sofrimento e serão contados entre os mártires que se sacrificaram pela pátria e pela Igreja. Para serem libertados da escravidão dessas heresias, aqueles a quem o amor misericordioso de Meu Filho destinou para esta restauração precisarão de grande força de vontade, perseverança, coragem e confiança em Deus. Para experimentar a fé e a confiança desses justos, haverá momentos em que tudo parecerá perdido e paralisado. Será então o início feliz da restauração completa... Nesses tempos, a atmosfera estará saturada do espírito de impureza que, como um mar imundo, engolirá as ruas e os locais públicos com uma licença incrível... A inocência dificilmente será encontrada nas crianças, ou a modéstia nas mulheres.

Quase não haverá almas virgens no mundo. A delicada flor da virgindade buscará refúgio nos claustros... Sem virgindade, o fogo do céu será necessário para purificar estas terras... As seitas, tendo permeado todas as classes sociais, encontrarão maneiras de se introduzir no próprio coração dos lares para corromper a inocência das crianças. Os corações das crianças serão pedacinhos para regalar o demônio... As comunidades religiosas permanecerão para sustentar a Igreja e trabalhar com coragem pela salvação das almas... O clero secular ficará muito aquém do que se espera deles, porque não cumprirá seu dever sagrado. Perdendo a bússola divina, eles se afastarão do caminho do ministério sacerdotal traçado para eles por Deus e se tornarão devotados ao dinheiro, buscando-o com muita seriedade.

Rezai constantemente, implorai incansavelmente e chorai lágrimas amargas na reclusão do vosso coração, suplicando ao Coração Eucarístico do Meu Santíssimo Filho que tenha piedade dos Seus ministros e acabe o mais depressa possível com estes tempos infelizes, enviando à Sua Igreja o Prelado que restaurará o espírito dos seus sacerdotes”.

Fonte: Adaptado do site tfp.org


 

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Alvo das doutrinas


Todo cristão sabe que a doutrina divina tem que ocupar espaço com as diversas “doutrinas” que o mundo insiste em divulgar como boas opções para a humanidade. Bem analisado, vai-se percebendo que muitas delas procuram alargar o campo das permissões e diminuir o das proibições. Sim, pois, o ensino bíblico que registra a palavra de Deus contém muito mais proibições do que permissões. Ou não? Ou depende da postura da pessoa? Quem sabe.

O fato é que todos que decidem seguir Jesus Cristo e, portanto, a palavra de Deus, esbarram muito rapidamente no rigor religioso que o altíssimo apresenta. O céu tem um preço, assim como as almas custaram sangue, a entrada no paraíso não é facilitada. Não se encontra na bíblia nenhuma facilidade de ser vivida; muito ao contrário, é cobrado de todos que entram por esse segmento, uma vida de renúncias, dificuldades, sacrifícios e perseverança. Isso tudo porque Deus nos quer com ele para todo o sempre, lá nas moradas celestes. Por isso não mima ninguém aqui na terra.

Sendo assim, para os revoltados surgem as opções do mundo, muito bem orquestradas por satanás. Entre elas as condutas e práticas contrárias ao que Deus ensina e pede de cada um. Como exemplo, segue o seguinte apontamento: A Netflix está novamente atacando a inocência de nossos filhos! Um desenho animado infantil da Netflix, Ada Twist, cientista, introduziu recentemente um “casamento” homossexual na série. No episódio “Blue River Wedding”, jovens estudantes se reúnem para organizar e celebrar o “casamento homossexual” de seu professor. Isso é tão pervertido, especialmente porque o programa é classificado para crianças de todas as idades. O show promove abertamente a homossexualidade. Expõe nossos filhos a vícios não naturais e a um estilo de vida imoral. Esta série não deveria ser mostrada a ninguém, especialmente a crianças.

Todavia é isso que cada vez mais se vê por aí: as mídias de todas as formas propagando em todos os lares e para todas as idades, a massiva imposição e exposição de outras verdades. Então para o cristão, cabe agir como o apóstolo São Paulo, que indignado pelas ofensas cometidas contra o Cristo, unia o seu sofrimento ao sofrimento da cruz. E mais, o conforto reside no fato de que, em Eclesiástico se lê que aquilo que escolheres, entre o bem e o mal, lhe será entregue. E ainda mais, lemos em Eclesiastes 12,13-14 que “teme a Deus e observa seus preceitos, é este o dever de todo homem. Deus fará prestar contas de tudo o que está oculto, todo ato, seja ele bom ou mau”. Por fim, cada um é livre para decidir o que viver, como viver, em que acreditar e de que lado ficar. Ao final de seus dias, colherá o resultado de sua jornada e poderá comprovar se acreditou no que valia a pena ou não.

Fonte: Jefferson Roger

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terça-feira, 23 de janeiro de 2024

A devoção a família


Muito importante é a devoção a família; aliada aos alicerces de verdade, justiça e lealdade, a pessoa consegue manter seu rumo nesta vida bem apontado para a direção correta: a direção da pátria celeste. Como poderia ter melhor chance sem estar aliado a pessoas que comungam de mesmos ideais de vida, princípios e valores cristãos e morais estando fora de uma família?

Se as coisas são assim, tão imenso é o interesse do diabo em corromper os membros dessa instituição divinamente desejada e criada. Afinal, se alguém no seio familiar for corrompido pelo mal e sucumbir as tentações do inimigo, certamente a ruína de muitos é uma possibilidade muito real.

Deveras, pois o mal tenta a todos de muitas formas e não se importa com nada. A queda de todos é o maior desejo do maligno e ele sabe que se alguém cair nas tentações a doutrina do mundo irá invadir o lar e as coisas muito rapidamente podem mudar de rumo e conduzir a todos para verdades afastadas da lei de Deus.

Pois bem, tão salutar é essa prática, que Deus quis a realidade de todos imergida dentro de uma família, fonte de alegrias, dificuldades, provações, bençãos e um campo vasto de graças divinas, embora propício para as investidas do demônio. É assim, a luta do bem contra o mal nunca poupará a família, todavia, tampouco poupada ela é dos cuidados celestes. Desde o matrimônio, a maternidade e paternidade, a prosperidade de seus membros e os obstáculos impostos pelo mundo além daqueles enviados por Deus, lá está a família: se bem vivida será uma porta de entrada para o céu.

Fonte: Jefferson Roger


 

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terça-feira, 16 de janeiro de 2024

Descrenças perigosas


É sempre assim, vez por outra algumas pessoas resolvem levar a vida no estilo das comprovações, do só acredito vendo. Que perigo é agir assim pois, certos mandatos divinos e avisos de Jesus Cristo serão pedidos somente na prestação de contas final. Infelizmente agir assim, para o bem do mal, é algo muito ruim para o ser humano. Este, vai experimentando a vida e não vai esta lhe acarretando consequências, Faz uma coisa e Deus não lhe castiga, faz outra que quer e nada lhe acontece de mal.

Então, passa a viver perigosamente não crendo em punições divinas. Não percebe que sua vida vai gerando uma fatura que irá ser cobrada no dia de seu juízo particular. Ao final de sua primeira etapa da vida, quando o tempo deixar de existir, erros não podem ser corrigidos, tampouco adiantará arrepender-se deles. O choro e ranger de dentes entrará em cena pois a danação eterna será o prêmio dos infratores avisados. Sim, pois todos foram então avisados.

A pessoa escolhe no que acreditar, como viver; como se comportar em relação ao que lhe é apresentado pela palavra de Deus. Esta, inclusive, tão desprezada e diminuída quanto mais o tempo tem passado. O temor e amor a Deus nunca foi tão menosprezado. A facilidade em colocar Deus como uma opção entre tantas é algo assustador.

Como podem pessoas aceitarem uma coisa como essa? Tornar Deus um ingrediente que pode ser misturado em suas vidas com tantas outras coisas, escolhas, opções e crenças e ainda acharem que tudo no final das contas ficará bem? Pois é... os verdadeiros cristãos, os autênticos, os que não fazem de sua relação com Deus uma salada temperada pelo mundo sabem que o preço da alma pago na cruz não aceita intermediários nessa relação amorosa entre o criador e sua criação. Não existe, se a alma quer entrar no céu, retornar para sua pátria celeste, divisões em seu coração, morada do Espírito Santo. Deixar de acreditar nisso é algo muito perigoso.

Fonte: Jefferson Roger


 

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segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

O que ficou para trás


E então, enquanto caminhamos rumo a porta estreita, estamos deixando coisas para trás? Essa é uma das coisas que Jesus nos ensinou e nos cobra todos os dias. Em seu evangelho ele responde ao jovem rico que, se quer ser salvo, siga os mandamentos. Quando o jovem diz já fazer isso e lhe pergunta o que mais poderia fazer Jesus diz que seria, para ser santo, o desapego.

Então o jovem deixa a presença de Jesus entristecido pois tinha muitos bens. No entanto, a coisa é mais embaixo ainda do que parece ser. O desapego pedido pelo Cristo é máximo, ele inclui inclusive o desapego das pessoas. Eis aí uma parte bem difícil de ser cumprida, pois, desapegar de bens materiais até não é tão difícil, agora, desapegar de pessoas dá mais trabalho.

Isso porque o ser humano cultiva uma forma de amor muito material, muito física, muito humana e menos sobrenatural-espiritual. Recordo aqui uma passagem onde Santa Gema Galgani, ao chorar a morte de muitos familiares que Deus chamava em curto espaço de tempo, Jesus, em aparição para a santa a repreendeu dizendo que não devia perder tempo chorando pelo que não valia a pena.

Em primeiro momento talvez a santa teve dificuldade em entender e nós, em dias atuais, também o temos. Como não lamentar a perda de um ente querido? Não seria um lamento egoísta de nossa parte, não termos mais conosco a pessoa de que gostamos? É bem isso! Jesus diz não valer a pena porque Deus garantiu que a separação é temporária. Ademais, ainda reforça em outra passagem bíblica que quem coloca a mão no arado e olha para trás não é digno dele. Ufa! Vamos lá, como lemos na bíblia: buscai as coisas do alto.

Fonte: Jefferson Roger


 

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O comum nem sempre é o certo


Esta é uma das sutilezas do mal; ele prolifera suas ideologias e as esparrama por todo o planeta, fazendo que com isso, mais pessoas aderindo a elas, as tornem comuns. Isso passa uma sensação de normalidade, pois, se todo mundo tem, todo mundo usa, todo mundo faz, então deve ser normal.

É concomitante com a história do “que mal faz”, se o mal não é descaradamente explícito parece então não existir. Pobres e desatentas são as almas que facilmente se deixam levar por teorias maléficas assim. A vastidão do mal é tão intensa que suas variações são muito difíceis de ser identificadas.

Jesus, para colocar um ponto final nessa discussão e nestes relativismos é bem categórico: diz ele que quem não está com ele, está contra ele. Muitos não entendem e acham que suas práticas egoístas não os afastam do Cristo. Olha só a eficiência do mal, que consegue fazer com que uma pessoa ache que é dona de seu corpo e com ela pode fazer o que bem entender; por exemplo.

Pois bem, está na carta aos Coríntios: “por acaso não sabeis que vosso corpo não vos pertence? Foi comprado a preço de sangue e é morada do Espírito Santo; portanto, glorificai a Deus com vosso corpo.” O corpo... fonte de ataques e constantemente, se deixarmos, a serviço do mal. Corpo este que pode se tornar glorioso e entrar conosco na glória dos céus ou se tornar a nossa desgraça e entrar conosco na danação eterna dos infernos. Como nos disse Jesus Cristo: “estais avisado sobretudo”. Façamos, pois, a nossa escolha.

Fonte: Jefferson Roger


 

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domingo, 7 de janeiro de 2024

Que bom quando Deus está de acordo conosco

 


Pois é, quando pedimos, pedimos e pedimos e parece Deus não estar nem aí para nossas súplicas corremos rapidamente a reclamar dele para todos e, infelizmente, esses brados raivosos são ouvidos até pelo mais atento dos ouvintes: o demônio. Mal sabemos que o erro é gravíssimo, além de ser exclusivamente nosso. E nesse caso o erro é duplo: reclamamos quando não devíamos e achamos que ele não nos ouve, quando na verdade, sempre ouve.

O problema é o não que vem em forma de silêncio. Por motivos que só nos será revelado nos céus, segundo Nossa Senhora, a comunicação entre criador e criatura é assim, bem diferente daquela que gostaríamos, ou daquela que esperávamos.

Todavia, quando pedimos e recebemos, pedimos de novo e recebemos outra vez, pedimos mais uma vez e mais uma vez recebemos, como ficamos agradecidos. No entanto a atenção deve acompanhar o regozijo. É preciso sempre lembrar que, se recebemos o que pedimos é sinal de que o pedido está em sintonia com aquilo que Deus quer para nós e quer que façamos na vida.

Por pedirmos com motivos certos aos olhos dele, e não aos nossos, recebemos a graça, mesmo que tenha demorado e tenhamos que ter pedido a mesma coisa muitas vezes, sinal de que ainda não estávamos alinhados com o perfil que o altíssimo esperava de nós. Sendo assim, sempre nos servirá de lição o fato de que, existem sim os momentos difíceis, de aparente abandono, mas existem as alegrias vindas do céu, valiosíssimas e que devemos, como na parábola dos talentos, fazer com que se multipliquem, através de nossa melhora contínua na caminhada rumo ao céu.

Fonte: Jefferson Roger


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segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

Separações temporárias

 


Assim nos garantiu Jesus Cristo; que viveremos para sempre com ele e nossos familiares no reino que foste preparado para nós desde o início dos tempos. Todavia, o período de separação inevitável e temporária, recheada pelo tempo de luto, traz sensações e sentimentos desafiadores até para os que julgam ter alguma fé, quiçá uma fé dita pelo Cristo comparada ao grão de mostarda. Pobre destes, com uma fé assim estão realmente mais enrascados do que o normal.

No entanto, momentos como esse – o caro leitor já entendeu que estamos a falar da morte – serão sempre um esbarrar de Deus em nossa realidade. A cada partida para o “próximo andar”, lá vamos nós e cada um a passar por turbulências mentais, físicas e espirituais. Feliz é aquele que coloca toda a sua confiança em Deus e com isso sofre menos, embora não deixe de sofrer: seja da forma que for já que sua natureza humana, diariamente exercitada e apegada a algumas raízes mundanas, não deixa por menos quando o assunto é o desapego.


Por aqui, neste site, mais uma filha de Deus, devota de Nossa Senhora será homenageada. Trata-se de minha madrinha de batizado: Maria de Lourdes Rosiak, falecida há um dia. Uma pessoa que esteve presente em muitos momentos de minha trajetória aqui na terra. Enquanto minha mãe era viva, os laços familiares estavam bem coesos e presentes. Depois, em seu falecimento as realidades se transformaram, mas o amor jamais. Em cada aniversário, eu recebia uma ligação sua, assim aconteceu por anos. A cada encontro um abraço verdadeiro. Depois que nasci, lá estava ela a me visitar nos primeiros dias. Depois durante minha catequese, era comum eu chegar em casa no sábado a tarde e minha madrinha estar em casa. Nem sei quantas vezes enquanto criança eu posava em sua casa e uma das primeiras orações que aprendi, aprendi com ela. “Com Deus eu deito, com Deus me levanto, com a Virgem Maria, Jesus Cristo e o Espírito Santo”. Oração que até o hoje eu continuo a rezar sempre que deito e sempre que acordo, exatamente como ela me ensinou.


Mais tarde, quando fiz a primeira comunhão lá estava ela. Também em minha crisma e em meu casamento, substituiu no altar a minha mãe. E assim, mais uma pessoa querida por mim foi chamada por Deus, mas posso dizer, que fica a saudade, a certeza do reencontro e de suas orações em meu favor e as melhores lembranças daquela que amou com um amor maternal.

Fonte: Jefferson Roger

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

Está tudo bem?


Quem está de pé cuide para que não caia. Essa frase que inicia o artigo já foi transcrita em outras publicações neste site. Nem poderia ser diferente; o alerta bíblico é muito pertinente à condição do cristão. Sim, pois nunca estamos livres de sermos arrastados para a condenação eterna.

Muitos podem pensar que não é bem sim, ainda mais ao promoverem uma autoavaliação e, por conta de não fazerem declaradamente o mal a alguém ou a si próprio, acharem que não se enquadram na lista dos que rolarão pela ladeira dos condenados que termina com a danação eterna nos infernos.

Todavia, pode-se sim estar em maus lençóis; isso, porque não seremos julgados por critérios nossos. É o justo juiz que procederá a sentença ou o prêmio e isso, segundo as suas regras e não as regras humanas. Então, colocada a realidade do ser humano nesses moldes, podemos com toda a certeza dizer que nunca está tudo bem.

Mesmo quando dizemos que está tudo bem ao respondermos a alguém, não está. Ou melhor, que fique bem entendido que é preciso definir bem o escopo daquilo que se determina estar bem. Aí sim, podemos afirmar que é tudo. Porém, se analisarmos a questão através de um olhar sobrenatural, um olhar bíblico, um olhar nos moldes de Jesus Cristo aí, caro leitor, sabemos bem que nem tudo está bem. De fato, para que tudo fique bem, isso englobando as duas esferas humanas (a física e a espiritual) o esforço cobrado por Jesus tem que ser diário, imenso, sério, comprometido com a palavra de Deus e perseverante (Mateus 10,22), do contrário, no dia do juízo, quando estivermos frente a frente com o Ressuscitado, dependendo do olhar que ele lançar sobre nós, saberemos: Sim, está tudo bem! – você irá para o céu; não, não está tudo bem” – ide maldito para o fogo do inferno (Mateus 25,41).

Fonte: Jefferson Roger


 

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segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

O tempo passa


O tempo voa e muitas coisas nessa vida continuam numa boa; porém, outras, precisam de um cuidado especial para que continuem a prosperar. Assim é em uma relação a dois. Todo mundo sabe que se não houver esforço dos dois lados alguém sairá perdendo nesse cabo de guerra. Os relacionamentos modernos que o digam; tudo parece virar um jogo da discórdia e todos querem sair vencedores “eliminando” o outro da casa.

Nunca foi dito que algo assim seria fácil. Tanto é que Deus concedeu aos seus filhos um poder especial através do sacramento do matrimônio. Sacramento este tão menosprezado, tão rechaçado ao ponto de muitas pessoas trocarem de cônjuges como se troca de roupa. E mais, muitos nem sequer cogitam casar, resolvem fazer um “test-drive” para ver se dá certo. Se der, muito que bem, se não, passa-se para o próximo da fila.

Que horror! As filas ainda existem! E há quem as defenda dizendo que procuram com o relacionamento anterior não cometerem os mesmos erros no relacionamento atual. Mas não se trata apenas de erros, se trata de conversão e mudança interior. No relacionamento seguinte, se a pessoa for a mesma existe o risco de não dar certo porque agora se está com outra pessoa, diferente da anterior. É sempre um círculo vicioso viver assim se o sujeito não abre mão de alguns egoísmos.

A renúncia deve existir e a doação ao outro. O amor precisa de seus ingredientes. A vida, intrometida como sempre, fornece os seus: muitas vezes com um gosto de remédio, difíceis de engolir, mas necessários para se seguir em frente. Relacionamentos são assim, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza e assim por diante. Alegrias não só de prazeres e sim do coração; não só tristezas sentimentais, mas na alma, não só saúde do corpo, mas da mente, assim como as doenças que podem ser espirituais; assim também como a pobreza de coração (que é o desapego aos bens materiais) e a riqueza de virtudes. É complexa a vida a dois e a vida em família, pior ainda se o casal eliminar de sua vida conjugal e familiar o personagem mais importante da relação: Deus. Tente sem ele para descobrir muito cedo que você não irá muito longe. “Sem mim nada podeis fazer” – João 15,5.

Fonte: Jefferson Roger


 

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sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Reconhecimento e agradecimento


Na bíblia em atos dos apóstolos está escrito que existe mais alegria em dar do que em receber; também está escrito para nos preocuparmos em primeiro lugar com os interesses dos outros. Pois bem, é nessa esteira do conhecimento que se deve embarcar; procurar fazer o bem a alguém, não esperando algum tipo de recompensa.

Ajudar porque alguém precisa, sem eleger se este merece ou não. Claro, é muito difícil imitar Jesus, que não fazia distinção de pessoas e acolhia todos que a ele recorriam. Todavia, que escolha temos se biblicamente está escrito que devemos ser seus imitadores (1ª Coríntios 11,1)?

Quanto a mim, sempre procuro lembrar desse norte. Em minha profissão tenho a oportunidade de fazer isso todos os dias. Como professor a missão de ajudar as pessoas a aprender é muito gratificante. Perceber que o aluno entrou na aula sem o brilho no olhar e saiu dela transformado, com uma cara de agora eu entendi, que legal que é isso, não sabia que era assim, que interessante, e por aí vai, é uma experiência recompensadora.

Os alunos saem no final da aula, eu ainda fico por mais um momento, olhando para aquela sala vazia, agora silenciosa, satisfeito por ter feito o que podia e não ter deixado por menos. Por agir assim, procurando ser alguém que promova nos alunos a vontade de querer aprender e crescer enquanto pessoa e cidadão, que vez por outra alguns deles reconhecem e singelamente agradecem pelo bem que sentiram que lhes foi proporcionado. Neste ano, em meio as minhas turmas, embora o ano letivo ainda não tenha acabado, alguns já vieram muito gentilmente proferir os seus discursos de obrigado. Entre esses, destaco a aluna da foto (Luna), que me entregou uma carinhosa lembrança e me agradeceu pelo bem que eu a fiz este ano e por todas as coisas que aprendeu comigo. Basta uma pessoa para que você continue seguindo em frente. Saibamos nós professores, se muitos não querem nada com nada, ainda devemos estar lá por causa daqueles que querem, para que com nosso exemplo e dedicação e intervenção divina, eles passem a querer.

Fonte: Jefferson Roger

 

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Dispersos pelos ares

 


“Não é contra homens de carne e osso que é a nossa batalha, mas contra os espíritos malignos dispersos pelos ares”. Pois é, se algum cristão acha que esta afirmação bíblica pode não estar certa, por favor, para seu bem, que vá repensando seus conceitos. Sim, pois levar uma vida sem crer que existe a parte sobrenatural de nossa existência é dar muita corda para o lado oposto de tudo que é divino.

A compreensão e aceitação destas verdades celestes coloca sentido em todo o nosso combate diário. Sabe-se que somos um composto de matéria e espírito. Jesus já disse que o espírito está pronto, mas a carne é fraca. Ou seja, na hora de nossa morte nós, enquanto alma, subiremos para junto de Deus Pai ou padeceremos no purgatório ou então já desceremos ao inferno. O corpo, enquanto isso, aguarda o dia do juízo final, para unir-se a sua alma e irem para o destino eterno e final: céu ou inferno.

Claro, o mexeriqueiro do diabo não deixa por menos e já que não pode diretamente afetar a alma, a afeta indiretamente tentando o sujeito a cometer pecados. Se padece o corpo, a outra metade padecerá também, quando chegar a hora. Por isso, os sentidos precisam sempre ser dominados e condicionados a servirem apenas para a natureza cuja finalidade foi sua criação.

Não podem ser estimulados para aceitar conceitos diferentes daqueles propostos por Deus, do contrário, vai-se o corpo para o lamaçal dos pecados e alma vai com ele. Se não no agora, no depois. Então, no final das contas, já que os espíritos malignos estão dispersos pelos ares durante nossa batalha, também nós, façamos o mesmo, e nos dispersemos, corramos para bem longe das ocasiões de pecado, coloquemos nosso olhar para uma direção totalmente diferente, ou o preço de nossas escolhas, se forem más e erradas, trarão consequências sobre as quais não teremos controle.

Fonte: Jefferson Roger


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Comunhão dos santos


No céu estão os santos, os santos da terra ainda estão peregrinando e sofrendo a cada dia suas provações. Depois que sobem para o andar da igreja gloriosa e triunfante, começam a interceder pelos que aqui na terra ainda estão; no patamar da igreja militante. Aos que morreram ainda não sendo santos, mas não ruins para ser condenados, sofrem no andar da igreja padecente, onde fica o purgatório.

Então, do purgatório sobem ao céu, estão na plenitude de suas santidades e juntam-se aos que para lá foram diretamente. No entanto, todos esses, sabendo por tudo que passaram, rezam por cada um de nós para que consigamos também um dia, estar junto deles. Ora bolas, quem não acreditar nisso vai achar que o paraíso é um lugar de egoístas. Vai pensar que os que estão lá dizem assim: eu consegui, agora eles que façam a parte deles, que se virem.

Não querem que o que estão vivendo agora na eternidade possa ser vivido pelos que ainda não chegaram lá. Puxa vida, se isso existisse no céu, alguma coisa de errado estaria acontecendo da parte de Jesus; muito do que ele ensinou não passaria de teoria.

Ainda bem, todavia, que não é assim. Lemos na bíblia que existe a intercessão dos que já partiram para junto de Deus. Comungam do mesmo anseio que nós: um dia viver no céu para sempre. E como eles já estão lá e por isso são chamados de santos, eis aí a intitulação dessa graça concedida por Deus: permitir que nos ajudemos, sempre e sempre para o bem comum e principalmente dos que mais precisarem. Exatamente como pedimos ao Cristo quando rezamos: Ó meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem.

Fonte: Jefferson Roger


 

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domingo, 19 de novembro de 2023

Ouça o que eu tenho a dizer


Assim começou meu diálogo com Deus. Vou lhe conceder tudo que você precisa. Estais disposto a aceitar? Sim, respondi. Pois bem, será então através da família que você alcançará seus objetivos. Mais tarde em sua vida, quando se tornar adulto, será a sua vez de “deixar pai e mãe e se unir a sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne”.

Por intermédio da família, agora a sua, você se tornará um marido, depois se tornará pai e a partir de então deverá viver por ela e para ela. Através de sua família, lhe concederei as dádivas, mas também minhas correções, sempre que for necessário. Não se esqueça, algo muito importante: problemas surgidos dentro da família devem ser resolvidos dentro do lar. Isso é importante porque o diabo sempre irá oferecer soluções mágicas para os problemas que as dificuldades da vida familiar oferecer. O demônio não gosta de famílias e irá forçar a sua ao limite; não deixe de contar com toda a ajuda que eu sempre te providenciarei. Não me retire da sua vida, nem da vida de sua família.

Ouvi tudo isso atentamente. O caro leitor pode imaginar como isso se deu. Respondo que aconteceu quando recebi o sacramento do matrimônio. Nele, Deus nos explica tudo isso. Hoje, vinte e cinco anos após começar a vida de casado, confirmo que tudo que ele ensinou e explicou estava certo, em nada errou. Nem poderia, Deus Pai Todo Poderoso, criador de todas as coisas visíveis e invisíveis, detém o mando de tudo. Para a sociedade, a data recebe o nome de comemoração de bodas de prata. Minha mãe também comemorou antes de morrer suas bodas de prata; meus sogros comemoraram bodas de ouro – cinquenta anos de casado.


O casamento reforma as pessoas, a convivência com diferentes perfis de pessoas dentro de uma mesma casa, precisa ser vivida com muita dedicação e empenho, pois se trata de uma luta diária. Claro, tem que existir sentimento, sentimento esse que deve ser cuidado. É uma plantinha que para tornar-se uma árvore frondosa precisa sempre de atenção especial. Hoje em dia, quando falamos do tempo em que estamos juntos, muitos se espantam e dizem que não é mais comum casamentos durarem tanto assim. Ou então, quando reencontrados pela rua por pessoas de um convívio passado, elas perguntam: “você ainda está casado(a) com ele(a)? Enfatizando o “ainda”, quase com um tom de quem quer confirmar a já dada como certa, separação. Ao ouvirem que “sim!”, a reação é quase sempre um “nossa!”.


Pois é, a história de que “não deu, parte para outra” é um conceito do mundo, criado para resolver a falta da seriedade e a superficialidade com que o casamento é tratado, sem falar no noivado e no namoro. Se o sujeito casa pensando em ser feliz, engana-se redondamente; precisa casar com o desejo de fazer o outro feliz, depois os filhos que Deus enviar. Como consequência, sua felicidade virá porque não teve raízes egoístas. Para se ter paz no lar, paz em casa, paz no coração é preciso trilhar enraizado em Deus uma caminhada a dois, apoiando-se mutuamente e respeitando-se por amor a Deus e ao próximo. É sempre importante rezar diariamente pedindo a graça do aumento do amor matrimonial, conjugal e familiar, ou alguém espera chegar tão longe na vida matrimonial sem nenhuma ajuda, consentimento e bençãos do altíssimo?

Artigos anteriores:

9 - Cheguei na véspera

8 - Ontem se foi, hoje chegou

7 - Após três dias ressuscitou

6 - Está logo ali

5 - Um passo de cada vez

4 - Seis dias

3 - Só mais uma semana

2 - Um dia a menos

1 - Contando os dias

Fonte: Jefferson Roger


 

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