quarta-feira, 22 de março de 2023

As linhas de Deus


Era uma tarde de trabalho; pela primeira vez saía com um motorista até então desconhecido. Apresentações iniciais e o serviço começara. Sua missão era ir me levando pelos pontos da cidade predeterminados para a vistoria do dia. Os quilômetros foram passando, o calor do dia não, e as apresentações, que a pouco eram minúsculas e básicas, foram se desenvolvendo.

Uma ou outra questão ser idêntica, vá lá; agora muitos aspectos da vida de duas pessoas serem parecidos, então, a coincidência ficou bem para trás, nem sei mais em qual esquina. As semelhanças de vida eram tantas e tamanhas que nós dois ficamos admirados por conta da quantidade de acontecimentos semelhantes que aconteceram em nossas vidas. Nascemos no mesmo mês, casamos na mesma época, temos filhos da mesma idade, perdemos ao menos um filho, estamos trabalhando a mesma quantidade de tempo, perdemos a sogra que tínhamos como segunda mãe, temos a mesma crença religiosa, professamos a mesma fé, temos hábitos alimentares parecidos, somos devotos da mesma santa, educamos os filhos com os mesmos princípios, consideramos o matrimônio da mesma forma e as “descobertas” não pararam por aí. Eu, porém, irei parar de descrevê-las, pois, já percebeu o caro leitor, ou está a ponto de perceber, onde isso irá parar.

Sim, foi o que você pensou. A tarde de trabalho de hoje serviu a mim – e acredito que também para esse meu mais novo colega de trabalho – para mostrar que a vida tem suas coisas boas, ruins, duras, tristes, verdadeiras e muito consoladoras e que todas elas partem de Deus para os seus filhos “sem distinção de pessoas”, como lemos nas sagradas escrituras. Ademais, serviu também para mostrar que o caminho de Deus está aí, para chegarmos ao céu é que ele foi aberto por Jesus Cristo. Por essa trilha (quero aqui chamar por essa linha de Deus) todos são convidados a andar. Os que escolhem fazê-lo com perseverança caminham para a frente com a cruz nas costas (Lucas 9,23) e certos de que Deus não abandona quem o procura com um coração sincero. “Não desanimeis embora venham ventos contrários”. Horas é fácil viver, horas é mais difícil, pois bem, a entrada no céu nunca foi pelo Cristo, declarada fácil. Fiquemos, pois, dentro das linhas de Deus.

Fonte: Jefferson Roger


 

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sexta-feira, 17 de março de 2023

Leve só o que for bom


Lemos nos versículos bíblicos que devemos apenas reter para nossas vidas aquilo que for bom, e bom segundo os desígnios divinos. Eis aí um dos grandes problemas, pois muitas vezes o que é bom para o ser humano – segundo sua própria visão – não é bom aos olhos de Deus. Padre Kempis vai dizer em seu livro A imitação de Cristo que não é raro ao homem desobedecer a Deus.

Haja vista a constante inquietação da alma – continua o padre – quando ela não alcança aquilo que almeja. Sua busca torna-se incansável, até perigosamente insaciável e isso vai lhe tirando as regras da vida onde estas dão lugar à tudo que é desenfreado e indevido. Lembrando: sempre aos solhos de Deus. Claro, na luta contra as tentações sempre podemos aferir que o diabo está a refletir: na próxima eu o pego. Para ele, sempre existe a próxima oportunidade do desatento filho de Deus querer experimentar um passeio na vida longe da estrada dos tijolos amarelos, longe da trilha que Gandalf disse para Frodo não deixar.

Jesus, neste aspecto, é muito prático. Já na época apostólica instruiu os discípulos a não carregarem em sua jornada o que for além do necessário para suas viagens. O mesmo vale, podemos colocar aqui, para nossas vidas. O excesso bate sempre em nossa porta, buscando convencer-nos de que fomos feitos para consumir. Nada escapa, inclusive os próprios seres humanos são, de forma muito ardilosa, transformados pelo demônio em objetos de consumo, próprio para os pecados da carne, que mais levam almas para o inferno segundo palavras de Nossa Senhora.

Cabe sempre uma escolha, a todo instante, a todo momento; por trás de coisas boas de origem divinas nunca caberão arrependimentos. Nesta vida, temos que seguir em frente, pois o tempo segue nossos passos aguardando a autorização de Deus para nos segurar e colocar um ponto final nesta etapa de nossas vidas, encerrando para sempre o tic-tac dos corações. Neste dia, o dia do juízo, para ouvirmos o vinde benditos, pronunciado por Jesus Cristo, em sua presença temos que estar com nossas obras (Apocalipse 22,12) e nossa cruz, devidamente colocada ao lado da dele no Calvário. Fora isso, o restante, como lemos em Eclesiastes, é vaidade: vaidade perigosa e corrosiva, que pode por prazeres terrenos nos causar tormentos eternos.

Fonte: Jefferson Roger


 

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sexta-feira, 10 de março de 2023

Cuidado, tudo sempre pode piorar


Quem está de pé cuide para que não caia – lemos esta exortação nas cartas apostólicas. Sem dúvida, grande verdade, pois, a certeza da entrada no paraíso celeste só virá depois que Jesus Cristo pronunciar a sentença tão esperada: vinde benditos. Até lá, em nossos encalços eis que vemos, como uma sombra, Satanás e seu séquito infernal a tentar nos derrubar com todo o “poder de fogo” que eles possuem.

Claro, se tentássemos lutar sozinhos seria desde o início uma batalha perdida. Não bastasse comprovarmos isso na prática todos os dias, é o próprio Cristo que garante essa infrutífera tentativa de nossa parte: “sem mim nada podeis fazer – João 15,5. Vale sempre repetir; neste nada está incluída a tentativa de nos salvarmos utilizando apenas meios próprios. Caso ajamos assim, recusando conscientemente a ajuda divina, que está disponível para todos que procuram a Deus com um coração sincero, por conta disso padeceremos antes mesmo do decreto divino no dia de nosso juízo.

Já que tudo é passageiro e a vida não se sabe o quanto irá durar, as más línguas vão logo propagando a ideia de que é melhor aproveita-la, gastar nossa saúde e tempo atrás das felicidades do mundo. Esquecer que a saúde é presente de Deus e usa-la para chafurdar nos prazeres mundanos, além de muito ofender a Deus, só gera espiritualmente uma fatura para ser paga, quem sabe, no aqui e agora.

A queda de cada um está a uma distância de um tombo; não existe exceção. É difícil nos conservarmos na graça de Deus se quisermos viver longe de suas regras. A cada vez que o homem sede as tentações da opção de vida número dois, termina comprometendo seu estado final, que é perpétuo. Esquece o ser humano que um dia o tempo não existirá mais e tudo que sempre pode piorar, se não formos vigilantes e orarmos sem cessar como nos pede Jesus Cristo, poderá se transformar numa condição horrível de condenação eterna. Ainda é o tempo da escolha, e ela acontece sempre no aqui e agora, pois não sabemos quanto tempo temos e não sabemos se o próximo minuto de nossas vidas será o último.

Fonte: Jefferson Roger


 

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terça-feira, 7 de março de 2023

Eu sonhei um sonho


A vida é repleta de sonhos; bons, ruins, sonhos que sonhamos enquanto dormimos e sonhos que sonhamos acordados. Sobre estes, podemos refletir um pouco, pois, podem não passar disso, sendo apenas como um desejo que o vento pode levar de nossas mentes, ou então, pode amadurecer muito, tornando-se um anseio. Algo que realmente queremos lá do fundo de nossas almas.

Sonhamos em ter uma vida boa, sonhamos em ter coisas materiais, sonhamos não passar por muitos problemas e dificuldades na vida. Então, eis que surge o todo poderoso Deus a nos mostrar com sua delicadeza nada delicada, que nossa vida “mata” muitos de nossos sonhos; sobretudo quando eles não estiverem alinhados com a vontade divina. Este são varridos mais rapidamente ainda da existência.

O ser humano é assim, ser pensante que formula ideias mil, se quiser, pensa muito sobre muita coisa. Aprende, desaprende, acerta, erra e assim vai tentando fazer aquilo que acha ser o certo. Neste ponto, o pobre do ser humano se torna muito cobiçado pelo cabo de guerra sobrenatural: Deus e o diabo o querem para perto de si e cabe ao homem fazer a sua escolha. Como uma criança que tem seus desejos interrompidos por uma pandemia (andar a cavalo) e que, pode vislumbrar o renascer de uma realidade em sua vida, o ser humano deve viver a vida com a perseverança (a última que morre). Isso mesmo, pois, se a esperança for a última a morrer, não poderá ser recuperada já que a perseverança se foi antes dela.

Isso nos ensinou Jesus em seu evangelho: “aquele que perseverar até o fim será salvo” – Mateus 10,22. Eis aí um dos perigos. Alguém se recorda do ditado popular que diz que o sujeito nadou, nadou, nadou e morreu na praia? Pois é, que em nossa vida, material e espiritual não sejamos assim, sejamos perseverantes para que o sonho de morar no paraíso se torne um anseio e com a ajuda da perseverança se torne uma realidade.

Fonte: Jefferson Roger


 

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sexta-feira, 3 de março de 2023

Existem coisas que não passam


Ou, se formos olhar na perspectiva do mal, as coisas passam sim: o diabo, astuto que é, consegue misturas suas verdades em mentiras e modificar, pelo menos aparentemente, a concepção do mal para algo bom. Nada passa desapercebido pelo inimigo número um de nossas almas. Sempre será possível para ele, transformar em oportunidade, uma situação em que nos apresentemos sem a vigilância pedida e orientada por Jesus Cristo.

Como lemos na bíblia, devemos quando estamos em pé, cuidarmos para que não caiamos. Pois bem, em nossas vidas já podemos dizer que passamos por experiências boas e ruins diversas vezes. Vamos nós outra vez: lemos isso também nas sagradas escrituras; de que na época boa, devemos nos recordar dos maus tempos e nos maus tempos devemos ter paciência e fé em Deus porque os bons tempos retornarão.

A vida é assim, o ditado popular diz que é cheia de altos e baixos, bem ao estilo montanha russa. E exatamente como ela, quando estamos lá em cima, de um só golpe despencamos ribanceira abaixo, caso não estejamos em comunhão plena com Deus. No alto dessa montanha de nossas vidas, sempre existem as ocasiões de pecado. Lá permeiam as tentações de diversos gêneros. Um arsenal imenso para atacar a todos os tipos de fé e graus de santidade dos filhos de Deus. Não se preocupe, caro leitor, sei que já sabe, existe uma fatia do bolo (um tipo de tentação), para cada um.

É assim que as coisas estão colocadas; as investidas do mal nunca cessam, podem arrefecer, dar algum respiro para nós, embora seja raro; mas é certo de que o mal nunca se satisfaz. Nos quer na lama dos pecados, afundados e chafurdando, enlameados nos prazeres do mundo, bem contrários as alegrias celestes. Todavia, assim como este ataque, enquanto vivos, nunca passa, também, da parte de Deus a sua vontade de nos ter no céu, ao seu lado para todo o sempre. Cabe aqui a escolha de cada um.

Fonte: Jefferson Roger


 

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

Casamento e casamentos


“Então o Senhor Deus mandou ao homem um profundo sono; e enquanto ele dormia, tomou-lhe uma costela e fechou com carne o seu lugar. E da costela que tinha tomado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher, e levou-a para junto do homem. “Eis agora aqui, disse o homem, o osso de meus ossos e a carne de minha carne; ela se chamará mulher, porque foi tomada do homem.” Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne” – Gênesis 2,21-24.

“Sede, pois, fecundos e multiplicai-vos, e espalhai-vos sobre a terra abundantemente” – Gênesis 9,7.

“Os fariseus vieram perguntar-lhe para pô-lo à prova: É permitido a um homem rejeitar sua mulher por um motivo qualquer? Respondeu-lhes Jesus: Não lestes que o Criador, no começo, fez o homem e a mulher e disse: Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e os dois formarão uma só carne? Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu” – Mateus 19,3-6.

“Se um homem dormir com outro homem, como se fosse mulher, ambos cometerão uma coisa abominável. Serão punidos de morte e levarão a sua culpa” – Levítico 20,13.

A ira de Deus se manifesta do alto do céu contra toda a impiedade e perversidade dos homens, que pela injustiça aprisionam a verdade. Por isso, Deus os entregou aos desejos dos seus corações, à imundície, de modo que desonraram entre si os próprios corpos. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém! Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario. Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus que considera dignos de morte aqueles que fazem tais coisas, não somente as praticam, como também aplaudem os que as cometem” – Romanos 1.

Pois bem, uniões diferentes da criada, pensada e desejada por Deus, afastam-se completamente de seus desígnios; elas fazem parte das verdades do mundo. Para nós católicos, tementes a Deus e decididos em seguir Jesus Cristo, a questão é muito simples, agimos como exorta o apóstolo na carta aos romanos: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito” – Romanos 12,2. Pois, “Todo aquele que quer ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” – Tiago 4,4.

Fonte: Jefferson Roger


 

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O casamento que provém de Deus


Em muitos lugares ao redor do mundo, a luta contra as verdades contrárias a Deus que tentam tomar o lugar daquilo que provém dos céus, tem sido incessante, embora, este tipo de atitude – que está espalhada através dos católicos pelo mundo – não é material de interesse para ser divulgado. Somente o matrimônio de Deus é fecundo e realiza a vida humana e a harmonia tão necessária em sociedade! E o "casamento" homossexual não é casamento. Pelo contrário, provoca a ira de Deus, nega Seu plano para a procriação e família, e abre as comportas para pecados hediondos. Infelizmente, muitos países legalizaram este tipo de união.

Entre eles, destacamos aqui a América, por lá, nos Estados Unidos, os fiéis promovem verdadeiras cruzadas pedindo a Deus pela restauração das tradições católicas. A próxima está prevista para o dia de São José. Pois ele é o "Casto Esposo da Bem-Aventurada Virgem Maria". Nunca houve e nunca haverá um melhor, mais forte, mais marido perfeito do que São José. O casamento sagrado e casto entre São José e Nossa Senhora foi o mais sagrado de todos os tempos. Por isso, pedimos a São José para cuidar de nós, nos proteger e restaurar o Casamento Tradicional e, através dessa restauração, podemos restaurar a paz de alma que nosso país tanto necessita.

Tragicamente – nas palavras de Gary J. Isbell –, o "casamento" homossexual é legal na América. E nesse sentido, a América tornou-se como Sodoma e Gomorra (não em os nossos corações, mas apenas a nível oficial). Uma vez que você é uma alma temente a Deus, eu não preciso lhe explicar o que isso significa para o futuro da América e das nossas crianças. Em sã consciência, não podemos ficar indiferentes a este pecado nacional que provoca a ira de Deus.

Recorramos a intercessão de São José: o "Terror dos Demônios" e, como tal, ele pode ser mais poderoso no estabelecimento da harmonia e da ordem em nossa sociedade. Ele nos protegerá e nos ajudará a construir e restaurar o Tradicional Casamento. E todos podem ajudar a restaurar o casamento tradicional, unindo-se a Nossa Senhora e São José através do Santo Rosário. A maioria dos americanos – continua Gary J. Isbell – apoia o casamento tradicional. Sobre o nosso público, nas campanhas de rua, vemos uma maioria de buzinas e polegares para cima, mesmo em lugares onde você não esperaria isso.

Mas a mídia liberal e o movimento homossexual radical lutam arduamente para substituir o casamento tradicional pelo "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. Infelizmente, muitos políticos e clérigos que apoiam o casamento tradicional em particular não conseguem enfrentar o avanço da agenda homossexual em público. E quando os homens bons não fazem nada, o mal avança. Vale recordar as palavras de Nossa Senhora: “No final, meu Imaculado Coração triunfará!”

Fonte: Jefferson Roger


 

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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

Convite ao pecado


Este ano foi a vez de mais uma escola de samba estimular as pessoas a acreditar que pecado é não ser feliz. Em entrevista jornalística o carnavalesco responsável pelo enredo de uma famosa escola de samba do país, afirmou querer levar às pessoas o seu ponto de vista relativizando o pecado, criticando valores que lhe são contrários e convida-las a uma atitude mais aberta e livre de preconceitos.

"A sociedade impõe padrões, aponta o dedo para os erros, pré-julga. O paraíso do Salgueiro propõe uma reflexão sem o compromisso com a verdade absoluta [que é Deus]. A gente propõe uma releitura dos pecados capitais. O que é certo para você pode não ser para mim. E a gente tem de aprender a respeitar isso", afirmou o carnavalesco.

Todavia, sempre o discurso desses apoiadores de tudo que é anticristão, esbarra na mesma tecla que afirma que, por exemplo, o católico não está certo em viver como Deus quer, imitando Jesus Cristo (1ª Coríntios 11,1) e renunciado ao diabo, suas pompas e os prazeres do mundo. Para quem não se recorda é exatamente isso que acontece no batismo e, depois de adulto, no rito da renovação de suas promessas.

De fato, o respeito é necessário – pois foi exatamente isso que Jesus fazia e nos ensinou a fazer – todavia, o Cristo nunca se mostrou condescendente com alguma verdade contrária as origens divinas e, agindo assim, defendia a verdade celeste. Pecador, eu te acolho e respeito, mas não aprovo o que é contrário ao que eu prego, que o faço a mando do Pai; assim consiste o comportamento do ressuscitado. A vida é assim, cheia de convites, o mundo – regido por seu príncipe (João 14,30) – não se cansa de propor suas verdades através de seus inúmeros convites. Este que o carnaval faz é apenas mais em meio a tantos. No entanto, Jesus Cristo nos faz o convite dos convites: “quem quiser se salvar, tome a sua cruz dia após dia e me siga” – Lucas 9,23. E ele nos orienta: “quem perseverar até o fim será salvo” – Mateus 10,22. Como também nos alerta: “quem não está comigo está contra mim” – Mateus 12,30.

Fonte: Jefferson Roger


 

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Temos que nos transformar, nos converter


"Não se conforme mais ao padrão deste mundo, mas seja transformado pela renovação de sua mente. Então você será capaz de testar e provar qual é a vontade de Deus, a sua boa, agradável e perfeita vontade." – assim fala São Paulo aos romanos. Isso parece uma tarefa impossível, não é mesmo?

Pois bem, foi através das aparições de Fátima – primeiro a do Anjo em preparação e depois através da própria Nossa Senhora – que duas crianças muito jovens e típicas foram transformadas em SANTOS. E RAPIDAMENTE! Na época das aparições, Francisco e sua irmã Jacinta tinham apenas 8 e 7 anos e foram encontrados "trapaceando" ao rezar seu Rosário. pela própria Nossa Senhora!

Ela não os culpou; afinal, eles eram apenas crianças e brincar tinha maior prioridade do que orar. Como muitos de nós, seus coraçõezinhos estavam fechados a todo o potencial que Nossa Senhora desejava ajuda-los a alcançar. Mas então, ao longo de três anos, seus corações se abriram para A Vontade de Deus. Como uma mudança tão rápida em um período tão curto de tempo pode acontecer? Sem dúvida, foi provocado pela profecia de Nossa Senhora de que ambos seriam juntando a ela no Céu, MUITO EM BREVE.

Talvez tenha sido sua maneira materna e paciente de perguntar-lhes repetidamente: "Você está disposto a fazer sacrifícios para salvar os pobres pecadores?". Ou talvez tenha sido a exibição impressionante de poder divino esmagador que eles testemunharam com o Milagre do Sol. Quaisquer que tenham sido os eventos que acarretaram esta transformação completa, deve a questão nos motivar a perguntar: "Se estas criancinhas podem entregar-se a Jesus Cristo através de Nossa Senhora, o que está me segurando?"

E aqui reside o desafio e quem sabe a escolha de nossas vidas; nos perguntemos sobre isso. Já estou seguindo o evangelho de nosso senhor Jesus Cristo, pedindo pela intercessão de sua mãe, a conformidade com os desejos do ressuscitado? Fazendo a vontade do Pai Eterno? Pois é...

Fonte: Jefferson Roger


 

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domingo, 19 de fevereiro de 2023

Annabelle, ontem e hoje


A boneca possuída mais famosa do mundo é também um dos casos mais populares investigados pelos Warren. Bem diferente da aparência assustadora dos filmes, Annabelle era uma boneca de pano que uma jovem enfermeira chamada Donna ganhou de sua mãe. Porém, ela e sua colega de apartamento, Angie, perceberam que o brinquedo mudava de posição e até mesmo de cômodos sozinho.

As duas chegaram a encontrar bilhetes espalhados pelo apartamento com pedidos de ajuda em caligrafia de criança. O namorado de Angie relatou que acordou com muito frio em uma noite e viu a boneca lentamente se rastejar sobre seu corpo, tentando estrangulá-lo. Apavoradas, Donna e Angie chamaram uma médium que disse que a boneca estava possuída pelo espírito de uma menina de 7 anos chamada Annabelle Higgins. O casal Warren foi chamado e detectou uma presença demoníaca no brinquedo. Eles abençoaram o apartamento e removeram Annabelle de lá. Ela permanece até hoje em uma caixa de vidro no museu sobrenatural do casal e se imortalizou com sua própria franquia cinematográfica.

A história deste episódio por ser conferida em detalhes no livro Ed & Lorraine Warren, Demonologistas – livro integrante de um “box” com três volumes. Pois bem, o que estamos a demonstrar aqui é até que ponto chegam os artifícios do maligno. Quem pensa que não é bem assim que as coisas são que pague o preço de suas escolhas e arque com suas consequências.

Podemos ter a certeza que ontem e hoje o que não falta é uma forma diversa e criativa de sermos abordados pelo mal; para nós pode não ser uma boneca de pano, pode ser qualquer outra coisa ou alguém a nos convidar ao mal. Vigiai e orai sem cessar para que não entreis em tentação porque o espírito está pronto, mas a carne é fraca – disse Jesus Cristo.

Fonte: Jefferson Roger


 

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Alegria na casca ou no coração


“Os santos passavam por tribulações tremendas aqui nessa terra e, no entanto, tinham sempre no fundo do seu coração uma alegria que não se apagava. Enquanto as pessoas que vivem no pecado têm uma alegria externa e uma tristeza lá no fundo da alma. Não sei se você já parou para ver isto; aquelas pessoas gaiatas, brincalhonas, cheias de felicidades carnavalescas. Existem momentos durante aquelas noitadas de farra, que embora elas tenham um sorriso nos lábios, no fundo dos seus olhares há uma tristeza.

Os santos são o contrário. Podem estar passando por grandes tribulações que no fundo têm uma grande alegria. Então, a pergunta é: você vai escolher ter a alegria na casca ou no coração?” Com essa bela reflexão do Padre Paulo Ricardo, mais uma vez somos voltados a olhar para dentro de nós, nossos corações.

Ele é morada da Santíssima Trindade? Ou está todo sujo, soterrado pelos prazeres e barulhos do mundo e todo envolto no lamaçal dos pecados? Os santos já diziam a muitos séculos atrás: “por prazeres mundanos sofrem-se tormentos eternos”. Puxa vida, alguém pode pensar, não posso gozar os prazeres da vida por que a consequência disso é o fogo do inferno?

A dica bíblica é que devemos examinar tudo e ficar com o que convém, isso porque somos convidados a buscar as coisas do alto, o reino de Deus para que tudo mais nos seja acrescentado. Tudo mais que necessitamos, não o que queremos, embora arrisco dizer que todo mundo já passou pela experiência de pedir e não receber, receber quando quis ou como pediu. Isso só nos comprova que Deus dita as regras e a felicidade que dele provém não alimenta a casca e sim o coração.

Fonte: Jefferson Roger


 

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A ruptura da fé


O padre desiludido, a menina que tenta contatar espíritos e acaba possuída, o ator que sela um pacto pela fama, a família que perde sua fé por conta das assombrações da casa. A lição é bem semelhante ao Pecado Original: quem cai em tentação está sujeito aos horrores celestiais.

Porém, a mensagem não é tão imaculada assim, afinal, bastaria ter fé que nada de mau iria lhe acontecer, certo? Aí é que estão os detalhes onde o diabo mora: boa parte dessas histórias de possessão, assombrações e exorcismos lida com um Deus distante, quase omisso, e de demônios muito mais presentes na rotina terrena. É trabalho seu (ou dos exorcistas de plantão) restabelecer essa conexão divina.

E por falar em trabalho, Jesus disse que sem ele nada podemos fazer (João 15,5). Se com fé, ainda que pequenina, é muito difícil seguir em frente, imaginemos como seria sem ela: presas certas do demônio. Todavia, como o ódio do diabo é imenso contra “todos” os filhos de Deus, nem é uma questão de ter fé ou não, ou ainda perdê-la, para que o mal ataque com tudo que tem. Padre Pio já dizia que quanto mais perto de Deus a alma está, maior é a tentação.

Ademais, não bastasse ser assim, também conhecemos os relatos privados de revelações divinas, onde ficamos cientes de que Deus se faz valer de sofrimentos alheios para ajudar na conversão dos pecadores; para isso o escolhido nem precisa não ter fé, lembremos dos exemplos de alguns santos que sofreram tentações e sofrimentos incríveis, tudo, para ajudar os menos abastados, mais pecadores. Ora, não é assim? Membros do corpo de Cristo! Os mais santos ajudam os menos santos para que a fé não pereça, se renove, se mantenha. Pois, a fé deve nunca perecer, graças a ela a pessoa não se permite mover sua vida numa direção diferente daquela aberta, ensinada, apontada e trilhada por Jesus Cristo: o caminho da porta estreita.

Fonte: Jefferson Roger


 

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O bem e o mal


Pode até parecer contraditório, mas um dos gêneros cinematográficos que mais aborda a religião, seus dogmas e nuances é o terror. Seja na condução de exorcismos, enfrentamento a assombrações ou até mesmo para afastar criaturas sinistras, a crença em algo superior e benevolente entra em cena com seus crucifixos e água benta. Para o bem ou para o mal.

A maneira mais simples de entender essa relação que chega a ser codependente é lembrar que na maioria dos filmes (não apenas no terror) existe uma espécie de batalha do bem contra o mal. São os contrastes entre essas duas forças que desencadeiam toda uma série de eventos que deve culminar com a inevitável vitória do bem, certo? Bom, nem sempre. Se pararmos para pensar, a própria Bíblia traz a sua boa dose de terror para as escrituras. Várias passagens lidam com morte, castigos divinos e derramamento de sangue. Talvez seja uma das mais influentes coletâneas de contos de horror de todos os tempos.

Aliás, vários livros e filmes de terror se inspiraram em passagens específicas da Bíblia. Para a crucificação de Jesus Cristo, lembre-se da mãe de Carrie em Carrie, a Estranha. Para as vítimas tomadas pelo lago de sangue do Livro das Revelações (14:20), lembre-se da piscina de sangue em Abismo do Medo ou até mesmo a onda de sangue saindo dos elevadores em O Iluminado. Isso sem contar toda aquela história de Jesus se levantar do túmulo, tal qual os zumbis de A Noite dos Mortos-Vivos. O principal combustível para tantas produções que lidam com o cristianismo é justamente o medo perpetuado por suas igrejas ao longo dos séculos. Fiéis devem temer a Deus, negar o diabo e devotar sua vida à religião, senão o castigo será infernal e, pior ainda, eterno!

Pois bem, caro leitor, um olhar mais desatento pode cair na tentação de achar que é a igreja que ensina a ter medo de ser condenado ao inferno, enviado para lá por Deus, por não ter seguido seus preceitos e vivido conforme é do seu agrado. O pior é que é assim mesmo, não se trata de tentação e sim, de contestação. Deve-se partir do princípio que a palavra religião vem do latim “religare”, que significa religar-se a Deus. E obviamente, depois disso, manter-se ligado a ele e isso, por amor a Deus, ao próximo e a si mesmo, pois, se a alma dá abertura para outras coisas que estão afastadas das origens divinas e não tem relação com ela, certamente a possibilidade de sucumbir ao mal cresce em grandes proporções. Cabe a cada um, como sempre dizemos por aqui, fazer a sua escolha entre qual lado viver e servir: ao bem ou ao mal; as consequências virão a partir de uma vida vivida sob essa escolha (Apocalipse 22,12).

Fonte: Jefferson Roger


 

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sábado, 18 de fevereiro de 2023

Indo para o inferno


Jesus, sobre as criancinhas, deixou muito claro que os céus amam a pureza e sinceridade de um ser humano que podem facilmente ser encontradas nelas. Indo mais além, usou-as como referência para ensinar a todos que precisamos nos assemelhar a elas se desejamos um dia morar no paraíso por toda a eternidade.

Pois bem, sabemos que a tradição cristã tem se esforçado por décadas para transmitir os valores de Deus que aprendeu serem necessários para uma boa vida que um dia irá premiar com a coroa da glória. Muito além de uma vida de proibições e valores, supostamente infundida pela religião, que visa se sustentar, coibir e coagir, o que vem de Deus é algo sempre muito maior.

Já ouvi acadêmicos e sociólogos dizerem – e infelizmente acessei material publicado sobre isso – que essa coisa de nascer homem e mulher e por conta disso ter sua natureza predestinada para o que o sexo compete, é algo imposto para as pessoas e inclusive, atenção para o escândalo, “nem se sabe ao certo, por quem isso foi inventado”. Para essas pessoas, Deus é um ninguém. Acreditem, eles pensam assim, querem que o mundo aceite que você pode decidir ser, na sociedade, homem ou mulher, ou ora um, ora outro, ou ainda outro tipo de definição. Querem que a realidade do masculino e feminino não se traduza assim e sim, de uma forma social (e entenda-se libertina, devassa e abominada por Deus) onde cada um exerce o “papel” que bem entenda.

Confesso que ao ler essa barbaridade fiquei realmente barbarizado; a que ponto chegam as pessoas quando se tornam capazes de varrer todo o ensinamento de Deus pelo ralo e para o esgoto dessa parte do mundo que é profana. Colocam as pessoas sob incertezas e na convivência diária de um choque de verdades. Caberá sempre uma escolha de cada um: “quem se fizer amigo do mundo se tornará inimigo de Deus” – Tiago 4,4. Ou, como lemos em Eclesiástico: aquilo que o homem escolher isso lhe será dado, pois o bem e o mal estão à sua frente.

Enquanto isso acontece dia após dia, o católico se esforça para defender seus valores, que são os recebidos de Deus, confirmados por Jesus e pelo Espírito Santo, se esforçam por transmitir isso e viver, sendo inclusive, instigados pelo próprio Cristo a fazê-lo sob quaisquer circunstâncias: “Quem quiser se salvar, tome a sua cruz dia após dia e me siga” – Lucas 9,23. Eis o convite: seguimos a Jesus, pelo caminho estreito rumo ao céu ou seguimos o mundo, pelo caminho espaçoso rumo a condenação. Nós e nossa famílias.

Fonte: Jefferson Roger


 

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

Cuidado, não facilite


Certamente um olhar mais atento sobre os ensinamentos bíblicos irá trazer grandes alertas, grandes revelações e grandes avisos de toda a espécie; tanto no primeiro como no segundo testamento somos avisados de que o inimigo anda à solta espreitando a oportunidade de dar o bote. Aos desavisados, ou melhor, aos que neste estado insistem em estar, é certo que o mal em várias formas busca derrubar a alma de seu estado de graça. As aparências sempre podem enganar e como diz o apóstolo: quem está de pé, cuide para que não caia.

É como vemos nos filmes; quantas vezes o inimigo abatido, caído ao chão, espera o protagonista, o mocinho aproximar-se para averiguar o intento e justamente nesta oportunidade o contragolpe pega o benfeitor desavisado? Descuidado? Indefeso por sua imprudência? Pois bem, se a ficção traz as coisas dessa maneira quem dirá a vida real?

Ouvimos Jesus dizer que estamos de sobreaviso e que ele nos avisou sobre tudo.

Nestes avisos nos recomendou também sermos simples como as pombas e prudentes como as serpentes. Afinal, vamos recordar a parábola que o Cristo nos contou sobre a vinda do reino quando usou as virgens imprudentes? Que por falta de vigilância perderam a chegada do esposo? Pois é, não podemos facilitar, temos que ter cuidado! A perdição eterna está a uma distância bem pequena, a distância de apenas um pecado mortal. Como é grave e difícil a situação do homem sobre a terra. Sem Deus para guia-lo, ampara-lo, sustenta-lo e comanda-lo o descuido – por escolher viver sem Ele – pode se sobressair e quando menos esperarmos, acharmos que está tudo indo bem, tudo sobre controle, poderemos ser surpreendidos pela morte e o término de nosso tempo que marca o fim de qualquer possibilidade de conversão. Neste ponto, só resta o lamento, se algum houver, pois não se há mais tempo para limpar a sujeira que não evitamos durante a vida.

Fonte: Jefferson Roger


 

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domingo, 5 de fevereiro de 2023

Atitudes não católicas


Todos sabem, já está a torto e direito por toda a parte a pregação mundial e mundana sobre a necessidade de uma única mentalidade, social, religiosa e política para que o mundo possa viver em “paz e segurança”. Porém, para os católicos isso significa abrir mãos das verdades de Deus, do evangelho de nosso senhor Jesus Cristo; da verdade que é dura, mas libertadora, daquilo que Deus pede, espera e exige de cada um que escolhe segui-lo (Eclesiástico 2).

Pois bem, haja vista essa confusão que aos poucos se instala pelo mundo não poupando ninguém, tampouco o corpo eclesiástico da igreja católica. Destacamos o arcebispo de Denver, Samuel Aquila, que repreendeu as alegações do cardeal McElroy sobre o Sínodo de Francisco e a homossexualidade (CatholicWorld Report, 1º de fevereiro).

Embaraçosamente, Aquila teve que dizer a McElroy que a Igreja convida as pessoas a "deixarem seus pecados", que a oferta de Cristo "é melhor" do que o que o mundo oferece e que a graça é "suficiente para libertar qualquer pessoa da escravidão do pecado". Em contraste, a diatribe de McElroy retratou a Igreja como uma "instituição que prejudica" por causa de sua alegada incapacidade de "acolher" todo pecador impenitente. McElroy não excluiu socialistas vermelhos, pardos e verdes nem pedófilos e assassinos de crianças.

Mais uma vez, Aquila teve que explicar a ele que Cristo fez exigências a seus discípulos, enquanto a apresentação "dada por alguns bispos" [como é o caso de McElroy], infelizmente falha em pregar o Evangelho e obscurece o amor do Pai pelo pecador. Para Aquila, o declínio da frequência na Igreja [Novus Ordo] reflete a promessa de Cristo de que murcharemos se não permanecermos nele (João 15).

“Devo admitir que, se eu pensasse como alguns de meus irmãos, disse o arcebispo referindo-se a exemplos como o de McElroy, teria deixado a Igreja há muito tempo e me unido a outra comunidade cristã.” Como vemos, sempre podemos recordar as palavras de Paulo VI que dizia que a fumaça de satanás havia invadido a igreja. Muitos se escandalizaram, mas já estava em suas palavras, profetizado o que dia após dia estamos testemunhando.

Fonte: Jefferson Roger


 

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terça-feira, 31 de janeiro de 2023

João Bosco e o Inferno


Embora favorecido com visitas da Santíssima Mãe e sonhos e visões incríveis, ele sempre permaneceu humilde e testemunhando pessoalmente o efeito em sua vida por Nossa Santíssima Mãe: "Eu tenho sido um instrumento nas mãos de Maria. Ela fez tudo. Se eu tivesse sido um instrumento mais digno, eu teria realizado muito mais."

A própria Senhora apareceu em alguns dos sonhos de São João Bosco. Em um sonho, ela apareceu estendendo seu manto para os meninos da oratória correrem, sob a cobertura de uma besta demoníaca. Assim que os meninos entraram em sua proteção, a besta na visão não podia mais prejudicá-los. Meu querido amigo, quais são as "bestas" em sua vida? Você tem maus hábitos, vícios, problemas ou demônios?

Ou talvez você tenha um coração partido sobre os múltiplos escândalos na Igreja de hoje?

Corra para a intercessão de Nossa Senhora e deixe-a ajudá-lo! Que ela abra de par em par o seu manto de proteção; em Fátima ofereceu o seu Imaculado Coração como "lugar de refúgio e o caminho que vos conduzirá a Deus."

Embora ela tenha dito isso à jovem Lúcia dos Santos, sabemos que ela dirigiu este convite a todos, haja vista o pedido de se filho na cruz. São João Bosco nunca se esquivou da verdade inconveniente de que o INFERNO É REAL e muitas almas vão para lá. Além de se refugiar no manto de nossa amorosa Mãe Maria, devemos também estar sempre vigilantes para evitar as armadilhas de seu adversário e nosso adversário, o diabo.

Este era muitas vezes o tema central nos discursos de São João Bosco com seus meninos e a causa de sua reabilitação e devoção. E por que ele compartilharia as REALIDADES do inferno com esses jovens e impressionando-os? Talvez exatamente pela mesma razão que Nossa Senhora escolheu revelar uma visão do Inferno aos três jovens pastorinhos em Fátima em 1917...

O Inferno é real... e deve ser evitado a todo o custo, e é exatamente isso que significa alterar a nossa vida! São João Bosco foi um sacerdote que transcendeu as fronteiras do invisível de uma maneira mais visível do que a maioria dos homens, e suas maravilhas abalaram o mundo. Simplificando, quem não gostaria de aprender e imitar esse grande herói católico?

Fonte: Jefferson Roger


 

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

Recordações doutrinárias sobre o inferno


De forma bem didática e esclarecedora, lemos no catecismo o seguinte esclarecimento sobre a doutrina bíblia do inferno: “morrer em pecado mortal se ter-se arrependido dele e sem acolher o amor misericordioso de Deus significa ficar separado do todo poderoso para sempre, por nossa própria opção livre. E é este estado de autoexclusão definitiva da comunhão com Deus e com os bem-aventurados que se designa com a palavra ‘inferno’.

Jesus fala muitas vezes da ‘geena’, do fogo que não se apaga, reservado aos que recusam até o fim da sua vida crer e converter-se, e no qual se pode perder ao mesmo tempo a alma e o corpo. Jesus anuncia em termos graves que ‘enviará’ seus anjos e eles erradicarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade, e os lançarão na fornalha ardente, e que pronunciará a condenação: ‘afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno!’.

O ensinamento da igreja afirma a existência e a eternidade do inferno. As almas dos que morrem em estado de pecado mortal descem imediatamente após a morte aos infernos, onde sofrem as penas do inferno, o fogo eterno. As afirmações das sagradas escrituras a cerca do inferno são um chamado à responsabilidade com a qual o homem deve usar sua liberdade em vista de seu destino eterno. Constituem também um apelo à conversão: ‘entrai pela porta estreita, porque largo e espaçoso é o caminho que conduz à perdição. E muitos são os que entram por ele. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho que conduz à vida. E poucos são os que o encontram’.

Como desconhecemos o dia e a hora, conforme advertência do Senhor, vigiemos constantemente para que, terminado o único curso de nossa vida terrestre, possamos entrar com ele para as bodas e mereçamos ser contados entre os benditos, e não sejamos, como servos maus e preguiçosos, obrigados a ir para o fogo eterno, para as trevas exteriores, onde haverá choro e ranger de dentes. Deus não predestina ninguém para o inferno, para isso é preciso uma aversão voluntária a Deus (um pecado mortal) e persistir nela até o fim”.

Fonte: Jefferson Roger


 

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O Papa e suas polêmicas


Faz dez anos que Francisco assumiu o pontificado católico; desde então, todos os verdadeiros católicos tradicionais espalhados pelo mundo inteiro têm se deparado com muitas inconstâncias doutrinais e comportamentos dúbios desta pessoa que, aos olhos de todos, sempre pretendeu “estar à frente da igreja católica” com uma política que visa primordialmente agradar ao mundo. Não fora assim, grandes nomes eclesiásticos, verdadeiros servos de Cristo, não teriam se erguido contra ele publicamente.

Mal começou o ano e o Papa decidiu que devia dar explicações sobre algumas afirmações que recentemente deu quando disse em entrevista para a agência de notícias – em 24 de janeiro – Associated Press, que “ser homossexual não é crime, mas pecado”. Pois bem, eis aí outra frase dúbia e polêmica que requiriu de Francisco explicações mais claras, pois, enquanto para alguns o dito foi motivo de aplauso, para outros, foi motivo de contestação. Sendo assim, disse então em explicação que “quando eu disse que é pecado, estava simplesmente me referindo ao ensinamento moral católico que diz que todo ato sexual fora do casamento é pecado”.

O Papa partiu do princípio de que a homossexualidade, conforme descrita no catecismo números 2357 e 2358 e em várias partes das sagradas escrituras, que consiste na atração sexual, exclusiva ou predominantemente, por pessoas do mesmo sexo é considerada como uma depravação grave. Todavia, também partiu do princípio que, como o pecado grave consiste de três condições para o ser de fato (matéria, conhecimento e consentimento), ao afirmar o que causou polêmica ele esperava que os cristãos recordassem o ensinamento bíblico que afirma que a consumação do pecado, acatando as três condições, acarreta na grave transgressão. Embora polêmico e dúbio em seu pontificado, Papa Francisco esclareceu, por conta de o povo não ter este esclarecimento básico (por preguiça espiritual), de como as coisas são. Por isso os homossexuais são chamados a unir seus sofrimentos aos de Cristo e viverem a castidade; este é o ensinamento que se encontra na bíblia e no catecismo. Para concluir, homossexualismo é pecado se homens e mulheres deixarem seu uso natural para praticar o ato sexual com pessoas de mesmo sexo (Levítico 20,13 – Romanos 1), mesmo se casados conforme prescreve a lei divina (Gênesis 2,24 – Mateus 19,6).

Fonte: Jefferson Roger


 

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sábado, 28 de janeiro de 2023

Será que Deus é surdo?


Certamente muitas pessoas ao passarem anos a fio pedindo coisas para Deus e não as recebendo caem na tentação de refletir sobre esse aspecto dizendo: o que fiz para Deus para merecer tudo isso? Neste tudo isso, além é claro, das reclamações por causa das correções e castigos diários, está incluso o fato de que Deus não atende “nenhum” pedido que se faça;

Que cansativo é isso! Pensam muitos... Falta aí um pouco de instrução bíblica, pois a resposta para esta questão está nas palavras onde se lê que “o Espírito Santo intercede por nós com gemidos inefáveis porque não sabemos o que pedir e nem como convém”. Opa! Então parece Deus não ser surdo, ele apenas se comunica conosco de uma forma diferente da qual gostaríamos. Lemos isso no livro de Jó.

Pois bem, se não é surdo, não nos atende porque não pedimos direito e se comunica com suas criaturas por outros meios, então a solução para as birras humanas é a conversão da vida para um molde que agrade a Deus: Jesus Cristo. Isso mesmo, lemos nas escrituras que “devemos ser seus imitadores – imitadores de Jesus – 1ª Coríntios 11,1. Claro, todo mundo vai dizer que isso é muito difícil, senão impossível. E vai acertar se disser porque o próprio Cristo nos disse que “para o homem isso é impossível, mas para Deus tudo é possível”. E ainda mais, disse também que “sem mim (sem ele, Jesus Cristo) nada podeis fazer (João 15,5). Como vemos, o surdo nesta história somos nós, os que teimamos em não querer dar ouvidos para a verdade das coisas, a verdade que liberta.

Fonte: Jefferson Roger


 

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Pela conversão dos pecadores

 


“Eu vos digo que, a menos que vos convertais e vos torneis como criancinhas, não entrareis no reino dos céus” – Mateus 18:3. Quando Irmã Lúcia perguntou a Nossa Senhora se Francisco iria para o céu, Nossa Senhora disse: "Sim, mas ele deve rezar muitos rosários primeiro". Depois disso, São Francisco estava constantemente rezando o terço. Como São Francisco, muitos podem ser salvos rezando o terço!

As crianças de Fátima aproveitavam todas as oportunidades para oferecer orações e sacrifícios pelos pobres pecadores. Irmã Lúcia recordou quantas vezes se deparava com Santa Jacinta meditando. Quando lhe perguntava o que pensava, Jacinta dizia que ela estava meditando sobre quantos pecadores vão para o inferno e como precisamos orar e oferecer sacrifícios por eles.

Após o exemplo destes dois santos, podíamos muito bem fazermos a nossa parte também, oferecendo nossos terços para os pecadores e para a conversão das pessoas. E então: enfrentareis os desânimos e a aparente falta de tempo diário e rezareis pelos pecadores imitando os sacrifícios de Santa Jacinta e de São Francisco?

Santa Jacinta e São Francisco foram modelos para nós; eles tinham um entendimento muito sério da necessidade e dos benefícios do sofrimento e eles de bom grado ofereceram suas provações e lutas pelos pecadores. Nossa Senhora prescreveu oração e sofrimento para ajudar as pobres almas a evitar ir para o inferno. Precisamos sim, fazer nossa parte e não nos esquecermos dos necessitados, pois um dia, se ainda não fomos, seremos também carentes da ajuda divina. Ou melhor, já somos e não podemos deixar de pensar nos irmãos que padecem as dores da caminhada rumo ao céu, caindo por terra nos ataques das tentações.

Fonte: Jefferson Roger


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Blasfêmias


A blasfêmia é desenfreada hoje em dia. Algumas das coisas que vemos nos noticiários nos deixam chocados; perguntamo-nos até como tais abominações poderiam ocorrer. É desnecessário explicar por que Maria é a Mãe das Dores. De fato, os pecados que vemos acontecer hoje devem entristecer qualquer bom cristão. No entanto, a revista Vanity Fair e a pop-star Madonna acabam de decidir insultar essa santa tristeza e zombar perversamente. Jesus e Nossa Senhora das Dores!

Este mais recente ataque à nossa fé é destaque na capa de uma edição recém-lançada da revista Vanity Fair. Essa blasfêmia é retratada por Madonna, uma cantora pop famosa por suas canções vis, sessões de fotos pornográficas e zombarias vergonhosas da fé. Na foto da capa a celebridade está vestida com a roupa tradicional associada à Nossa Senhora das Dores. Ela é apresentada usando um véu tradicional, uma peça de cabeça tradicional espanhola e um coração perfurado por sete espadas. Os fotógrafos chegaram ao ponto de retratar Madonna com lágrimas, zombando das lágrimas que Nossa Senhora chorou aos pés da cruz!

Esta foto por si só é ultrajante o suficiente. No entanto, lamentamos dizer que esta é apenas uma entre muitas imagens muito, muito piores. As imagens dentro da revista revelam um fato terrível: a Vanity Fair pediu a Madonna que retratasse Nosso Senhor Jesus Cristo em um “look” pornográfico representando a última ceia! Esta foto mostra Nossa Senhora no lugar de Nosso Senhor, cercada por doze mulheres mal vestidas tomando o lugar dos doze apóstolos. Pois bem, caro leitor cristão, não há respeito pela dignidade dos católicos e suas crenças.

Nos restam as orações de reparação e desagravo; como diz o apóstolo, unir nossos sofrimentos aos de Cristo e como nosso salvador pedir: “Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem”.

Fonte: Jefferson Roger


 

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