segunda-feira, 25 de março de 2019
Como educar os filhos nessa confusão?
Quando a cabeça não pensa, o corpo e a alma padecem
sexta-feira, 22 de março de 2019
Videogames violentos não criam assassinos
Fonte: Jefferson Roger Artigo relacionado: Primeiro o reino de Deus
Quanto mais vivo menos quero viver
quinta-feira, 21 de março de 2019
Você age como um fariseu?
segunda-feira, 18 de março de 2019
Ah, o que é que tem? Todo mundo faz!
sexta-feira, 15 de março de 2019
Músicos na missa?
Estou prestando?
Algumas vezes acontece na vida da pessoa a tentação de pensar que Deus está de sacanagem com cada um. Se ele é tão poderoso, tão isso, tão aquilo e tão aquele outro e ainda lemos na sagrada escritura que ele nos fez a sua imagem e semelhança, por que é que somos assim tão diferentes dele? E a contradição parece ainda aumentar quando ouvimos dizer que Jesus se fez homem e experimentou toda a condição humana menos o pecado. Ou ainda em relação à Virgem Maria que foi preservada do pecado original com vistas a ser a mãe do salvador da humanidade. E pode piorar porque ouvimos que existem os eleitos, os destinados a algo maior.
Pois bem, como sair dessa enrascada? Nos parece simples, para bom início de conversa basta não darmos ouvidos ao diabo. Reflexões e pensamentos dessa natureza demonstram uma falta de fé. É preciso equilíbrio entre fé e razão, pois muita fé causa fanatismo e fundamentalismo; muita razão causa uma tendência de vivermos segundo as regras do pelagianismo, julgando que basta apenas nosso próprio esforço. E por falar em esforço convenhamos, nosso esforço mental é inútil, não iremos alcançar a compreensão plena dos desígnios de Deus. Nossa Senhora já disse em suas aparições que apenas no céu tudo nos será revelado.
Porém, apesar disso tudo que refletimos até aqui, ainda paira no ar a questão que encabeça o título do artigo: estou prestando? Estou servindo para alguma coisa nessa vida? As pessoas têm motivo para falar bem de mim? Não tem? Sou alguém que serve de bom exemplo para filhos ou filhas? Minha filha pode desejar um marido para ela como eu? Meu filho pode desejar para ele uma esposa como eu? Ela se espelha em mim para agir como mãe? Ele se espelha em mim para agir como pai? Nas mais diversas situações tenho atitudes que antes de agradar aos homens agradam a Deus? As reflexões que podemos fazer são muitas e a lista parece nunca terminar. Sabemos que a convivência humana é uma das mais difíceis tarefas. São Paulo já dizia em suas cartas que devemos nos suportar uns aos outros por amor a Deus. Jesus diz que devemos amar o inimigo. É complicado, o mundo insiste em nos tornar farinha do mesmo saco. É a cultura do comum.
Não importa que Deus criou homem e mulher para se unirem em santo matrimônio (Gênesis 2,24), agora é comum pessoas de mesmo sexo brincarem de casinha, de mãos dadas, morando juntos, casando civilmente, adotando crianças e toda essa imundície que se vê mundo afora. Esse lixo todo que querem enfiar goela abaixo dos seguidores de Jesus Cristo quer ser empurrado como algo comum, evolução inevitável da humanidade. Só por Deus! O consolo para todos os que se esforçam para viverem o evangelho, os mandamentos e os ensinamentos da sagrada escritura é que no final dos tempos (Apocalipse 22,12) quem vai separar o joio do trigo (quem presta de quem não presta) será Jesus Cristo, caminho, verdade e vida. Não irá existir nenhuma verdade distorcida, promulgada e divulgada nesse mundo que supere ou substitua a verdade que vos libertará.
Fonte: Jefferson Roger
quinta-feira, 14 de março de 2019
Filmes que ajudam a refletirmos
Prova de Fogo
A virada
Corajosos
Desafiando Gigantes
Quarto de Guerra
Overcomer (Vencedora)quarta-feira, 13 de março de 2019
O mal anda à solta
sexta-feira, 8 de março de 2019
Pobre da carne
quinta-feira, 7 de março de 2019
A história se repete
sábado, 2 de março de 2019
O veneno chamado tristeza
sexta-feira, 1 de março de 2019
Deus dá com uma mão e tira com a outra
sábado, 23 de fevereiro de 2019
A riqueza católica
A expressão riqueza nos remete imediatamente ao abastamento, ao contrário de pobreza. Talvez pensemos em muito dinheiro, muitos bens, um patrimônio com muitas posses. Nada disso é errado pensar, mas, para podermos contextualizar o artigo, podemos direcionar a expressão da seguinte maneira: riqueza é termos muito de algo. Com base nessa afirmação nós católicos podemos e devemos compreender que a fé no todo (fé católica), possui muito do seu teor vindo do amor de Deus e de sua palavra. O verbo, que nos revelou o pai e nos transmitiu a boa nova, trouxe um marco para a humanidade e a salvação para todos que aceitarem a proposta vinda dos céus. Proposta essa presente na vida da igreja e testemunhada na vida de muitas pessoas ao longo de suas caminhadas. São os exemplos dos santos (Hebreus 6,12) que já trilharam o caminho da porta estreita e também dos vivos, membros do corpo de Cristo, presentes na igreja peregrina que caminha aqui na terra sob a condução do Espírito Santo.
E todo esse testemunho, toda essa verdade, toda essa Tradição e toda a trajetória da Igreja de Jesus (Mateus 16,18) é o que precisa fazer parte da vida do cristão, se quer viver uma vida em abundância e comunhão com Deus. E foi seguindo essa necessidade de amar de volta aquele que nos amou primeiro, para melhor cumprir a missão confiada por Jesus de formarmos discípulos para ele, que na manhã de hoje, reunidos na capela da Divina Misericórdia, situada em Curitiba-PR, seu grupo de catequistas e líderes de outras pastorais, participaram de uma formação a respeito do Catecismo da Igreja Católica.
Sob olhares atentos e canetas em punho, a formação que aconteceu em tom de bate-papo descontraído, mas sem perder a seriedade do tema, trouxe aos participantes, além da troca de experiências, um pouco mais sobre a importância deste documento para o bem da igreja e de seus fiéis. Muito além de uma exposição a respeito de seu conteúdo, o encontro teve como objetivo abrir horizontes e demonstrar a riqueza contida dentro deste catecismo. Riqueza essa que pode e deve, como nos orientou João Paulo II, ser aproveitada para o bem das almas, não importando a situação de vida em que se encontrem. E assim, após a partilha de conhecimentos e vivências de vida relacionadas à vida da igreja e a catequese, os participantes encerraram o encontro em clima de descontração e alegria com a sensação de mais um passo dado rumo ao Reino de Deus.
Fonte: Jefferson Roger
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
A doença dos olhos
E disse Jesus – Mateus 5,28 – “todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração”. Caros leitores, é por isso que os pecados da carne, impulsionados pelos sentidos com destaque para os olhos, são pecados mortais. Olhar para uma pessoa na rua e fantasiar experiências sexuais com ela, olhar para pessoas na internet e consumir a pornografia digital, olhar para as fotos de pessoas estranhas ou nem tão estranhas assim e alimentar os desejos de relações carnais com elas, tudo isso, que acontece longe do contato físico, conforme nos ensina Jesus é pecado grave contra a castidade (sexto mandamento da lei de Deus e de quebra contra o nono e o primeiro mandamentos). Na bíblia lemos que quem convive com o perigo acabará caindo nele.
A linha que divide a queda em solo firme da queda do abismo é muito estreita, espiritualmente falando. O sujeito olha para a beleza de uma pessoa, admira; até aí está tudo bem pois não consentiu com o pecado, ainda está beirando a tentação. A partir do momento em que a admiração se tornou desejo e o desejo não foi barrado acontece o rompimento da amizade com Deus. Vamos resumir? Olhou, achou bonito e admirou, mas parou por aí, está tudo bem, vida que segue. Agora, olhou achou bonito e admirou e em seguida desejou e concebeu na mente e no coração os frutos desse desejo, está tudo conforme o diabo gosta, vida que segue rumo a condenação eterna. Não é de se assustar com a aparente exigência que Jesus nos ensina, quando eleva o significado do adultério à um novo patamar.
O padrão imposto por Deus é alto, mas alcançável, do contrário ele seria um mentiroso e seu amor, um amor interesseiro e egoísta. O mesmo Cristo que nos ensina essas verdades também nos dá as armas para combate-las. Entre elas a oração e o jejum. Mas não bastam orações e jejuns, é preciso evitar as ocasiões de pecado, lutar contra a abstinência do vício e aproximar-se muitíssimo de Deus. Vale ainda o lembrete dado por Padre Pio: “quanto mais perto de Deus maior a tentação”. O ser humano não é doente, não nasceu doente, está doente, ficou doente pois permitiu que sua alma e coração convivessem com tudo que é contrário a Deus.
Por isso os sentidos que foram feitos para nos ajudar acabam servindo para nos prejudicar. É preciso, pois, de forma urgente, pedirmos a Deus a cura de nossos sentidos, a cura espiritual para que nosso olhar possa se afastar das consequências de um olhar mundano, envenenado e malicioso, um olhar que torna a alma inquieta e que comanda junto ao corpo as atitudes que desagradam a Deus.
Fonte: Jefferson Roger
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Eu quero pecar
Quero fazer as coisas que tenho vontade e não encontro tempo para todas elas. São muitos convites, vindos de toda a parte. Dos amigos (mui amigos), da internet, da televisão e das mídias sociais. Tudo e todos, que já abraçaram a causa, trabalham no incansável esforço de propagar a novidade: o pecado é coisa do passado, ele evoluiu e agora é considerado a satisfação pessoal. É a liberdade tão sonhada que as pessoas queriam e que a religião (ligar-se a Deus) não permitia que acontecesse porque quem é amigo do mundo se faz inimigo de Deus – Tiago 4,4. O mundo orquestrado, nas palavras de Jesus, por seu príncipe Satanás, faz de tudo para vender um peixe que não é fresco, mas que ao mesmo tempo não fede nem um pouco. É pura enrolação e enganação do diabo.
Ele ensina que veneno agora é bom, que podemos tomar porque seu efeito não é mais devastador, tanto para o corpo como para a alma. Então acontece que a pessoa adere a técnica do conta gotas. Vai experimentando aos poucos como é esta novidade de poder pecar que nada irá lhe acontecer de ruim. O que tinha vontade de fazer e não fazia, porque não podia, agora pode e pode fazer quantas vezes quiser. Viva! Finalmente alguém que nos libertou do braço pesado de Deus, o Deus castigador que cobra o impossível e não permite nenhum deleite, principalmente relacionado as ofertas do mundo.
Quando o mundo prega que o que o olho não vê o coração não sente, assina uma permissão imensa convencendo as pessoas de que é possível sim pecar, desde que seja escondido. Pobres pessoas, caem tão facilmente nas mentiras e se convencem tão facilmente que o pecado não é mais pecado. Jogam a eternidade no lixo escolhendo viver as alegrias do presente. Que pesar e que lástima, chafurdam no lamaçal das desgraças e por opção própria decidem viver afastadas do criador fazendo parte de uma outra realidade, a realidade dos ímpios. Ahhh, mas é só um pecado, só um pecadinho, é só uma vez, depois me acerto com Deus, o que é que tem, todo mundo faz! Isso não é pecado mais, e a lista dos argumentos não para tão cedo.
Como um forte entorpecente, o vício do pecado se instala e tira a liberdade do cristão de amar. Amar a Deus e ao próximo como a si mesmo. A alma padece por conta da participação do corpo nas atitudes de pecado e de passo em passo a descida vai ficando mais inclinada e o retorno mais difícil. Abramos nossos olhares, despertemos para a vida de graça, rezemos pelos que precisam retornar para ela, nos aproximemos de Jesus, clamemos por socorro e entreguemos nossas vidas à ele e ele nos converterá, nos transformará em homens novos, nascidos do Espírito Santo.
Fonte: Jefferson Roger
Teólogos Arrogantes ou Ignorantes?
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
A dificuldade do justo
Eu e minha casa serviremos ao Senhor
sábado, 16 de fevereiro de 2019
O tesouro da igreja
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Você merece ser defendido?
























