terça-feira, 13 de novembro de 2018
É questão de prioridade
A visão externa
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
Ensinando com bom humor
fonte: Jefferson Rogerquinta-feira, 8 de novembro de 2018
Se Deus quiser
Caros leitores, a expressão graças a Deus e se Deus quiser, algumas vezes são utilizadas em vão, de forma intencional ou não. Um olhar menos apurado sobre a questão pode ocasionar na desobediência, no mínimo, ao segundo mandamento da lei de Deus. A expressão graças a Deus até sofre menos percalços, porém, a segunda expressão já complica um pouco mais a vida do cristão. O sujeito vai dizendo que se Deus quiser ele irá fazer isso, se Deus quiser ele irá fazer aquilo, se Deus quiser ele irá fazer aquele outro. Não para e reflete que está transferindo a consciência humana para a cabeça do criador. Vou explicar com um pequeno exemplo. A pessoa anuncia que domingo vai na missa, se Deus quiser. De fato, ela se programa e no dia marcado vai, cumprindo o preceito dominical do terceiro mandamento, cuja falta consiste em pecado grave.
Em outra ocasião simplesmente não vai e não existe nenhum impedimento que desabone por ser impossível ir à santa missa. E então, como fica Deus? No domingo seguinte ele não quis que se fosse à missa? Comportamentos assim denotam uma banalização do pecado e um costume de agir em desacordo com Deus, rompendo com ele e se excluindo das graças santificantes. Vale recordar também, que as missas transmitidas pela televisão não substituem a participação de corpo presente numa celebração. Assistir a uma missa na tv é um ato devocional, não se cumpre preceito algum e ela não substitui a participação na igreja. Repito, só tem validade se para a pessoa é impossível ir na igreja, como os doentes acamados que mal podem ir banheiro, aqueles internados, os entubados, os gravemente enfermos. Não ir na missa porque está frio, chovendo, preguiça, dor no corpo (que não impossibilitam caminhar), gripe, resfriado e por aí vai, são, muito pelo contrário, motivação para o encontro com Deus e Jesus Eucarístico. Todavia, ainda assim, existem aqueles que argumentam dizendo que existem pecados muito piores, coisas muito mais graves que outras pessoas cometem.
Outro pensamento errado, Jesus disse que existem pecados maiores e menores. São Tiago vai nos recordar que quem transgride um item da lei, transgride toda a lei. Termos de comparação, se mal utilizados, nada mais fazem que promover a ruína. É fácil se achar "santinho" se nos compararmos com os assassinos, estupradores, pedófilos e assaltantes. Agora, se nos compararmos com Padre Pio, Padre Gabriele Amorth, Santa Catarina de Sena e Nossa Senhora, aí a coisa muda completamente de figura. Desta forma aquilo que julgávamos não ser pecado, muito pelo contrário é uma enorme ofensa contra Deus, pecado gravíssimo. Eis uma das grandes conquistas do diabo, fazer com que as pessoas se acostumem a pecar, conviver com o pecado, banaliza-lo, mudar seu conceito e transforma-lo numa alternativa viável. Tudo fica relativizado em prol de interesses pessoais. Ninguém fala: se Deus quiser este ano irei rezar mais, me confessar mais, ler mais a bíblia, tratar melhor o próximo, suportar todas as ofensas e fraquezas do próximo por amor a Deus e lista continua.
Que esquisito! Deus não quer tudo isso e muito mais? Pois bem, assim são as coisas e assim é o comportamento que cada um escolhe perante o que está posto. Outras vezes o problema não está em Deus querer, está em nós merecermos. Muitos se não comportam como filhos de Deus, mas querem dele o bom e o melhor. Os pais aqui na terra não tratam seus filhos com um grau de correção que muitas vezes impõem castigos, repreensões, privações e outras medidas e ainda assim deixam de ama-lo? Evidente que não. Então porque pensam que Deus agiria de outra forma se a natureza humana busca (aqueles que querem chegar ao céu) imitar a natureza divina?
Fonte: Jefferson Roger
terça-feira, 6 de novembro de 2018
Maus catequistas
As pessoas que me conhecem um pouco em relação à minha vida em comunidade paroquial, que já puderam assistir algumas das formações que ministrei ao longo desses pouco mais de trinta e três anos de catequese, já me ouviram dizer, e até já devem ter lido meu artigo com o título de "Catequista não tira férias", também transcrito para um de meus livros. É como a teimosia do besouro, que voa de teimoso, não flui pelos ares como um beija-flor, ou uma ave predadora de rapina. Assim são os maus catequistas, pensam que ser catequista é empurrar essa atividade pautada na boa vontade, que muitas vezes se revela uma vontade meio manca. Se o sonho de ser um professor não aconteceu, ser catequista não é uma forma de resolver a questão. Dar catequese é uma coisa, dar aulas é outra completamente diferente; e ainda assim existem maus professores. Vamos melhorar?
Ainda assim existem maus profissionais em muitas áreas, se não o for em todas. Seja como for, fala-se que ser catequista é uma vocação. Se é assim, podemos deduzir que muitos não sabem o que é vocação, confundem com desejo e vontade, nem sabem também o que é anseio, pois, se soubessem, talvez não agissem como agem quando são maus catequistas. A questão da vocação tem que estar presente porque senão abandona-se o barco pelos motivos errados. O vocacionado afasta-se temporariamente e suas razões ficam no campo da sensatez. Já o besouro bate contra a parede, fica de casco para o ar e coloca a culpa na parede. A catequese é muito bem remunerada, sim, é isso mesmo que você leu caro leitor. Quem paga é ninguém menos do que o altíssimo.
Nem por isso ou melhor, justamente por isso, não deve ser feito de qualquer jeito o ato de dar catequese. Também, assim como a muitos, já me foi dito que tenho que estudar se quiser dar catequese. Não me preocupei com isso porque, deixando a modéstia de lado, bem de lado, porém, conservando a humildade, estudar e aprender (ler, ver, ouvir e colocar em prática) é algo que está em minha natureza de nascença. Seja qual for os motivos que levam as pessoas a exortarem algo assim, devemos ainda ouvir, nos policiar e ficarmos sempre alertas. Agir assim devemos porque tudo aquilo que não se cuida, atrofia, definha, padece e morre. Deixemos a saúde de lado para ver no que vai dar.
Negligenciemos o sono para ver no que vai dar. Tudo que se decide fazer, depois é cobrado e a fatura apresentada não vem com desconto algum. Ouve-se desde a época de Jesus que a messe é grande e os operários são poucos e pelo jeito sempre serão. O problema nem chega a ser isso, mas sim, na qualidade dos que existem. Jesus já prevendo essa situação deixou bem claro que devemos imita-lo, porque dessa forma a estatura dos cristãos (entre eles os catequistas) seriam de alta patente, realmente dignos do Cordeiro poder vistar a chegada no dia do juízo e dizer: Aí vem vindo um verdadeiro cristão.
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fonte: Jefferson Roger
Adolescentes dispersos
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
Santinhos ou Certinhos?
Está se achando o santinho! Não adianta, ele é todo certinho! Estas entre outras frases perambulam por aí, vagando de discussões em discussões. Algumas vezes utilizadas para tentar expressar uma espécie de elogio; outras vezes utilizadas para caracterizar um pensamento ofensivo. Seja como for, qual seria o pano de fundo que leva alguém a utilizar tais expressões? Já diziam os sacerdotes que a soberba promove a sensação na pessoa de achar que ela já é santa. Popularmente é o santinho ou santinha, uma tentativa de separar aqueles que foram colocados sob a honra dos altares: os santos portentosos. Ninguém vai chamar Santa Catarina de Senna ou Santa Gema de santinhas, tampouco chamar São João Maria Vianney ou São Pio de Pietrelcina de santinhos. Existe uma diferença enorme e abismal entre nós e eles. Todos chamados à santidade, porém, eles viveram a radicalidade do evangelho.
Nós, não. No entanto, alegra-nos saber que o caminho pelo qual eles passaram é o mesmo que devemos trilhar. Não existiu um facilitador para eles que contribuísse para a formação da santidade. A justiça divina se encarregou e se encarrega disso. E então, por que usar os diminutivos? Tirando o aspecto das ofensas poderíamos correr o risco de interpretar como algo bom. Mas não conseguimos dizer de alguém, com bons olhos, que ele é um santinho, nos parece que isso não soa bem. Dizer que alguém procura fazer tudo certinho ou que procura agir certinho na vida não causa estranheza ao ouvido e ao pensamento. Parece não causar estranheza porque fazer ou agir “certinho” significa fazer ou agir como deve ser, como manda o figurino, numa expressão que também se ouve por aí.
Como estamos percebendo, quando agimos corretamente (certinho) caminhamos no rumo da santidade (para sermos santos); nossas fraquezas e quedas insistem em nos manter apegados ainda em alguma coisa ou alguém (não conseguindo deixarmos de ser santinhos). Como disse Jesus, entre nós não deve ser assim. Não devemos pensar pequeno e nos contentarmos em entrar no céu “raspando”, escapando da condenação por pouco. Sobre Santa Tereza d’Ávila, abadessa de um mosteiro, autora do livro (que recomendo) Castelo Interior - As Sete Moradas, conta-se que após sua morte, quando uma das freiras do convento em que viveu estava recolhida em oração, eis que surge para ela, por permissão divina, a visão de sua superiora, que veio para recomendar mais uma vez que suas dirigidas em vida, se esforçassem mais para alcançar a glória dos céus, e ainda completou dizendo: que se lhe fosse possível retornar para a terra ela procuraria passar por quantos sofrimentos mais fosse possível para alcançar no céu um maior grau de glória. Recado dado, é hora de deixarmos a política de salário mínimo de lado, para trás, e começarmos, se ainda não começamos, a vivermos nos moldes do Cristo, da Virgem Maria e dos santos. fonte: Jefferson Roger
quarta-feira, 31 de outubro de 2018
Eu escolho: arco e flecha
terça-feira, 30 de outubro de 2018
É o diabo, satanás ou o demônio?
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
As razões somam 17
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
Lanço o bem e não o mal
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
Vale a pena recordar
terça-feira, 23 de outubro de 2018
Um, dois, três
Na vida sempre estamos a passar por muitas coisas; a vida de todos e de cada um consiste num caminhar que, por nossa livre escolha, pode ser um caminho que desce, de vento em polpa, ou que sobe, degrau por degrau. Sempre, nossas escolhas estão permeadas por quesitos, pré-requisitos, pontos de vista, conceitos adquiridos, desejos e anseios. Muitos ingredientes fazem parte de uma receita que pode fazer o bolo “batumar” ou não. Quanto mais se cresce, tornando-se adulto, as coisas de criança e o modo de pensar e agir, acompanham esse crescimento, que não é só físico. Dizemos que através dessas experiências amadurecemos, deixamos etapas para trás e abraçamos as novas responsabilidades. Nessa viagem, o desapego, tão fortemente ensinado por Jesus, nos acompanha durante toda a jornada. E por que, tanto o Cristo quer que sejamos desapegados? Despojados? Parece uma crueldade, mas não é. O despojo e o desapego nos permitem sermos livres, e livres principalmente dos egoísmos. Dessa forma, livres assim, compreendemos porque somos capazes de amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Não sofremos de apegos a pecados de estimação. Não sofremos por estarmos escravizados por desejos do corpo. Não sofremos porque nossa alma está inquieta, uma vez que o corpo a mantém acoada no fundo da escuridão.
Ao contrário, vivemos uma vida que cheira o perfume de rosas (presença de Maria Santíssima), uma vida que tem o odor da santidade (morada da Trindade Santa em nosso coração), uma vida onde o divino esbarra em nós, nos emociona e lá dentro nos faz perceber que tudo isso que acreditamos, que vem de Deus, não é mentira. É o ponto que não tem mais volta, o ponto em que a cruz onde Jesus esteve pregado por nossa causa, derramando seu sangue, nos atinge fazendo com que também cada um que vive neste vale de lágrimas derrame o seu também. Se não fisicamente, espiritualmente. Não desanimeis jamais embora venham ventos contrários. Com a ajuda de Jesus ainda posso um pouco mais, dizia Santa Gema Galgani, minhas padroeiras. Nosso arqui-inimigo não quer isso para nossas vidas, sua politicagem promete, promete e promete. Agora, no mundo em que vivemos, para ele, é a época de campanha eleitoral.
Depois, no dia do juízo final, na prestação de contas, o tempo sede seu espaço para a eternidade, onde tudo se esclarecerá. Quem fez o que tinha que fazer, ótimo; quem deixou de fazer, dependendo do motivo, como disse Jesus, receberá sua recompensa. A contagem está posta e ela é regressiva e progressiva ao mesmo tempo. Regressiva porque cada dia é um dia a menos para o dia de nossa morte. Progressiva porque a cada dia podemos fazer mais e mais, coisas boas, ou, mais e mais coisas ruins. Não há meio termo, ou santos ou nada, Jesus disse que o meio termo (o morno) ele vomita, pois quem é inimigo de Deus, se faz amigo do mundo – Tiago 4,4. Temos sempre que repensarmos e avaliarmos quem somos, o que estamos fazendo, como estamos agindo. Exame de consciência é uma excelente vacina, nos previne dos remédios amargos que Deus, por amor e para nossa salvação, se preciso irá enviar. fonte: Jefferson Roger
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
E eles? Como ficam?
O agora conta para sempre
A boa notícia da morte sacrificial de Cristo e da gloriosa ressurreição tem implicações eternas para o destino de cada ser humano. Sua resposta a essa mensagem, caro leitor, seja em humilde confiança ou em incredulidade desafiadora, será o seu ponto de inflexão entre a felicidade infinita além dos seus sonhos mais ousados e o tormento implacável além dos seus piores pesadelos. O Deus vivo, soberano sobre cada átomo em seu universo e sobre cada nano segundo da sua história, está dirigindo o cosmos para uma consumação que mostrará a majestade da sua sabedoria, poder, justiça e misericórdia, para cada criatura, em todos os lugares, contemplar. Os céus e a terra atuais, manchados pelo pecado humano e pela maldição em que incorreram, “perecerão” e “serão mudados” (Hebreus 1,11-12), abalados e removidos (Hebreus 12,26-27). Para o primeiro céu e terra, nenhum “lugar” será encontrado, mas em seu lugar um novo céu e uma nova terra aparecerão (Apocalipse 20,11; 21,1).
A promessa é tão antiga quanto a profecia de Isaías: “Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas” (Isaías 65,17-18; 66,22-23). São Pedro afirma que a justiça habitará os novos céus e a nova terra pelos quais esperamos (2ª Pedro 3,13). Como descrever os novos céus e a nova terra? Nele, misérias, angústia, luto, dor, morte, nenhum resquício da maldição permanecerá (Apocalipse 21,4; 22,3). Os profetas e os apóstolos forçam a linguagem aos seus limites para oferecer vislumbres das realidades gloriosas além da nossa experiência. Podemos dizer que a ressurreição de Jesus nos mostra o que esperar da ressurreição. Depois que Jesus ressuscitou, ele podia comer e ser tocado (Lucas 24,39-43), de modo que a materialidade do seu corpo nos leva a esperar que o cenário descrito no livro de Apocalipse — as folhas curativas e a fecundidade incessante da árvore da vida, por exemplo (Apocalipse 22,1-5), não é completamente simbólico.
Pelo menos podemos dizer que a nossa casa final não é etérea e imaterial, mas uma reafirmação vigorosa do projeto original do Criador, pois ele declarou que o primeiro céu e a primeira terra eram “muito bons” (Gênesis 1,31). Desta forma vemos que as visões de Apocalipse ressaltam a importância crucial do evangelho a partir de uma perspectiva muito séria. Aqueles cujos nomes não estão no livro do Cordeiro serão julgados por suas próprias ações ao longo da vida. Sem a cobertura do sangue expiatório do Cordeiro, eles serão expostos à justa ira de Deus, condenados e “lançados no lago de fogo”, a segunda morte (20,13-15). Suas almas serão reunidas com os corpos nos quais praticaram a sua rebelião, e nesse lago ardente experimentarão não somente a incessante angústia física, mas também a privação total de alívio mental e espiritual.
O próprio Jesus falou desse terrível e eterno destino que aguarda os rebeldes, um lugar “onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga” (Marcos 9,43-48; Isaías 66,24). Será que a perspectiva de tormentos incessantes — assegurados pela inabalável justiça de Deus — faz nosso seu coração temer? Será que os prazeres vindouros nos novos céus e na nova terra estimulam os anseios do nosso coração? Deveriam. Agora é a hora de confiar no Cordeiro e em seu sangue remidor. O agora realmente conta para sempre.
fonte: traduzido e adaptado de ligonier.org
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
Jesus disse: "tem olhos e não veem"
terça-feira, 16 de outubro de 2018
Tementes a Deus? Para quê?
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
E se a peteca cair?
quinta-feira, 11 de outubro de 2018
Todos temos do que reclamar
O resultado não poderia ser diferente, pedidos o que queremos e não o que precisamos; quem nos dá o que precisamos é Deus, o diabo nos dá o que queremos. Para que Deus nos dê o que queremos, aquilo que queremos precisa estar em conformidade com sua vontade. Lucas 9,23 vai nos dizer que é preciso uma renúncia de nossa parte e isso inclui nossas vontades e na oração do Pai Nosso somos ensinados a pedir que a vontade de Deus seja feita e que ele nos perdoe na medida em que perdoamos. Esses são ensinamentos que são direcionados a filhos pelo pai, se temos o que reclamar, reclamemos para ele (1ºmandamento) e não para seus inimigos e avessos às suas propostas. fonte: Jefferson Roger
terça-feira, 9 de outubro de 2018
As formas da tentação
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
O manto da humildade
Sempre se conhecendo
Então, como vemos, para início de conversa, percebemos que a realidade criada por Deus, coloca homem e mulher como um casal, não como uma dupla. Jesus disse “quem me vê, vê o pai, eu e o pai somos um”. É por isso que ele confirma os dizeres do pronunciamento do Gênesis, não pode haver contradição ou desacordos dentro da Trindade Santa. Somente, através do projeto de Deus, é possível a geração de uma família. Duplas não geram famílias legítimas, geram caricaturas delas. Excetuando-se homem e mulher, que unidos em santo matrimônio, mas impedidos de procriarem por problemas físicos, adotam uma criança, não existe perante Deus outra exceção. Podem gritar aos quatro ventos, a vontade, o pessoal LGBT que, raríssimas vezes, pensam em adotar uma criança, o que mais querem é promover o aborto e dessacralizarem seus corpos. Isso se deve porque a natureza desse pessoal tem propósitos bem distantes daqueles que Deus nos coloca. Atitudes assim, podem comover a opinião pública distorcida (adoção de crianças por duplas homossexuais), mas ficam muito aquém de agradar a Deus. O espanto até pode acontecer, alguém pode pensar: mas se um “casal” de gays, bem-sucedidos, resolvem adotar uma criança que mal existe nisso? Afinal é um ato louvável perante a sociedade acolher um necessitado e dar-lhe abrigo, carinho, conforto e por aí vai. É Jesus quem responde a isso quando diz que de nada adianta atitudes cristãs idênticas a atitudes pagãs, quem as praticam já receberam suas recompensas. O mesmo Cristo nos ensina que é preciso “fazer isso sem deixar aquilo de lado”, ou seja, o cuidado deve ser com o corpo e a alma. De que adianta ganhar o mundo inteiro se vier a perder a sua alma? O recado está dado pelo próprio redentor. Pessoas assim, que não aceitam o projeto de Deus e, portanto, não estão em “plena” comunhão com ele, não tem condições de ensinarem sobre as verdades que libertam e salvam. Continuando... Deixando suas primeiras famílias e sobre o testemunho divino começam suas novas famílias, uma caminhada a dois, depois a três, depois a quatro.... que dura o resto da vida. Num processo de contínuas mudanças porque não podemos nunca dizer que conhecemos o cônjuge ou os filhos. As pessoas possuem em sua natureza aspectos evolutivos que estão em constante mudança e por isso viver sob o mesmo teto sempre será uma dura batalha; não é à toa que Deus cumula o casal de bênçãos especiais (sacramento do matrimônio) para possibilitar uma melhor participação nesse convívio diário. Enquanto muitos aspectos são aprendidos e internalizados na relação, tantos outros são mutáveis e tê-los em conta menor muitas vezes é fator determinante para tantos insucessos que abalam as estruturas familiares. fonte: Jefferson Roger






















