domingo, 29 de julho de 2018
Deus não destrói famílias
quinta-feira, 26 de julho de 2018
Meu próximo, meu inimigo?
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Marcas do Passado
segunda-feira, 16 de julho de 2018
O tempo não é amigo de ninguém
O que é uma DROGA?
D eixou de
R ealmente produzir algum fruto em nossas vidas quando
O lhamos para o aspecto físico e espiritual? Nosso
G rau enquanto pessoas, nesses
A spectos piorou?
Se a resposta for sim, duas vezes, é sinal de que o que está sendo avaliado é uma droga. Em suma, droga é aquilo ou algo que não nos faz bem, não somente num aspecto de nossa condição humana, mais em qualquer um deles. E por que tratar a questão dessa maneira? Porque somos um composto de corpo e alma, nossa natureza possui duas realidades. A palavra droga também nos lembra:
D esavenças e Discórdias,
R uínas e Rancores,
O dios e Ofensas,G uerras e Gritos, A fastamento de Deus e A fastamento do que é Bom. Caros leitores, as vezes o tema parece batido, mas nem de longe o é; pelas praças, pelas ruas e em toda a parte as mais variadas formas e consumos de drogas estão espalhadas pelo mundo afora. Todo pai, mãe e toda família que teme a Deus e busca agrada-lo com fins para a santidade e glória eterna, sabe que seu inimigo cruel número um possui um arsenal com muitos recursos em matéria de drogas. Não nos cabe aqui querermos arrancar uma resposta divina do porquê dessa permissão do mal em nossa existência. O mal se encontra presente e só será extirpado, segundo as palavras do Cristo, na renovação do mundo, quando formos admitidos no reino do Pai, preparado aos benditos. O livro do Eclesiástico nos recorda que o bem e o mal nos são apresentados, aquilo que escolhermos nos será concedido, porém, também lemos que Deus não deu permissão a ninguém para praticar o mal. Ou seja, somos livres para decidir, mas somos advertidos que o mal não é boa escolha. Ademais, nas cartas apostólicas somos lembrados que nosso corpo não nos pertence, foi comprado em alto preço, com sangue, na cruz. Devemos, pois, glorificar a Deus em nosso corpo, com nossa vida. Mais claro que isso nem é preciso, não existe panos quentes nos textos sagrados. Caberá a cada um a prestação de contas no dia do juízo se ao invés de acatar a santa palavra, preferir, relativizar o que é uma droga, tudo por causa de interesses próprios. fonte: Jefferson Roger
quinta-feira, 12 de julho de 2018
A pedra de tropeço
quarta-feira, 11 de julho de 2018
Mulher para você é o que?
Ó vida, ó azar
segunda-feira, 9 de julho de 2018
O que é um copo de leite? Nada. Mas gentileza o transforma em tudo.
O único jeito de conseguir o impossível é acreditando que é possível
Pessoal, sejam sempre bem-vindos ao site, hoje, mais uma vez esta pequena reflexão paira na afirmação bíblica proferida pela boca de Jesus de que Deus Pai é o Deus do impossível. Se pararmos para meditar um pouco na expressão impossível dentro do contexto de nossas vidas, iremos perceber que algumas coisas que no passado eram tidas como impossíveis, hoje não o são mais. Entre estas algumas deixaram de ser porque mais conhecimento foi agregado. Exemplos? Vamos a eles, sempre são elucidativos. Se não temos o conhecimento específico sobre algo que nos mandem fazer, facilmente poderemos dizer que é impossível realizarmos aquela tarefa. Ora, um estudante para ir bem na prova e conseguir sua aprovação precisa saber (conhecer) o conteúdo da disciplina; do contrário lhe é impossível ser aprovado, não há como ir bem nas provas. Se não temos conhecimento prático algum sobre marcenaria nos é impossível confeccionarmos móveis de qualquer categoria.
Se não conhecemos outra língua, além de nossa língua nativa, nos é impossível compreender o que uma pessoa estrangeira quer nos comunicar. Vejamos, são exemplos muito simples, dentre muitos que poderíamos relacionar durante uma tarde toda, porém, estes bastam porque já compreendemos a relação que existe com o impossível. Por esta linha de pensamento percebemos que muito do que fora rotulado como impossível deixou de ser, claro que, humanamente falando, muita coisa ainda é impossível de acontecer, no entanto, a mente humana conseguiu pensar nelas e em formas de construir paralelos. O homem não pode sair voando como o super-homem, mas pode assim o fazer através dos aviões. Um documento não pode se tele transportar de um local para o outro, mas ele pode ser escaneado e enviado por e-mail através da internet.
Quanto a se pensar a respeito e quanto a refletir. Agora, voltando o olhar para nossa humanidade, uma humanidade de corpo e alma, retornamos ao que disse Jesus: para Deus tudo é possível. Então, sob essa perspectiva o que devemos refletir é a vida que levamos relacionada ao que queremos, pretendemos, fazemos e vivemos, voltados para a ótica divina. Aqui, o grande elemento constituinte dessa relação, muito bem explicado na carta aos Hebreus, capítulo onze, é a fé. O título do artigo diz que o único jeito de conseguir o impossível (fazer o que o Deus do impossível quer em nossas vidas) é acreditando que é possível (tendo fé). Se fé a certeza a respeito daquilo que não se vê, precisa esta fé ser sempre alimentada com aquilo que de fato a faça crescer. Uma planta em um vaso precisa ser regada com água e não com outra coisa qualquer.
Assim é a fé, que precisa ser alimentada com elementos cristãos, presentes na igreja de Cristo, nele e seus membros; ela necessita sempre e constantemente, de nossa parte, de uma comunhão diária com tudo aquilo que vem dos céus, porque essa fé, que nos faz atingir em nossas vidas o que Deus nos pede, tem origem divina e não pode ser regada com elementos mundanos.
fonte: Jefferson Roger
quinta-feira, 5 de julho de 2018
A bíblia fala do impossível
terça-feira, 26 de junho de 2018
Diante da Cruz
sexta-feira, 22 de junho de 2018
Berranês ou Gritânico, que língua você fala?
quarta-feira, 20 de junho de 2018
O perigo de nos acharmos santos
A condição do perdão
terça-feira, 19 de junho de 2018
Saindo do caminho da perdição
sexta-feira, 15 de junho de 2018
Pedidos de Oração
Não existe meio termo, ou Deus ou Satanás
quarta-feira, 13 de junho de 2018
Cuidado com o próximo
sexta-feira, 8 de junho de 2018
A catequese é uma CHAtequese
O servo não é maior que seu senhor, nos alertava Jesus. Parto desse ensinamento do salvador para iniciar este artigo que pretende refletir um pouco sobre a realidade que a igreja de Cristo (Mateus 16,18) enfrenta a muito tempo no que diz respeito a transmissão da doutrina católica. Atualmente é para poucos uma alegria participar dos encontros de catequese e uma ansiedade em aguardar a chegada do final de semana para poder encontrar colegas da comunidade para compartilharem experiências e aprenderem um pouco mais sobre a religião que professam e vivem.
Opa! Começaram os problemas. Ecoar a palavra de Deus (significado da catequese) deve ser uma atitude primeira dos pais, eles até se comprometeram a isso perante o altar, durante o sacramento do matrimônio, na presença de Deus. Será que esqueceram tão rápido? Parece que sim, porque a transmissão dos valores religiosos imaculados tem sido terceirizada por eles (os pais) aos cuidados da igreja. Esta é uma atitude exatamente igual a de Pilatos, um lavar as mãos. A igreja, representada pelos catequistas dentro da pastoral, entram num cabo de guerra com grande desvantagem. O que era para ser uma extensão do ensinamento dos pais, acaba sendo apenas o que eles irão receber em termos de doutrina cristã. A semana com suas cento e sessenta e oito horas reserva para a catequese apenas, atualmente, uma hora e meia. As outras cento e sessenta e seis horas e meia, que deveriam ser aproveitadas pelos pais, ficam jogadas ao vento que a correria do mundo impulsiona com suas cobranças e seus muitos afazeres. Graças a Deus isso não acontece por inteiro no meio do seu povo. Existem pais comprometidos com o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, que seguem e praticam a religião que professam e se engajam nas práticas da fé envolvendo a prole no mesmo caminho. Nota-se facilmente durante os encontros quais são as crianças e jovens que possuem de berço uma aproximação com as coisas de Deus.
Aos que não são assim o que fazer? “Pau que nasce torto morre torto”, diz o ditado. “É de pequenino que se torce o pepino”, diz outro dito popular. Parece a mim, que sou catequista há muitos anos que a frente de batalha exige não só um ataque pelos flancos e trincheiras, mas também investidas diretas. Explico: Nos tempos do início da vida da igreja, tempos apologéticos, vindo em seguida a patrística e a escolástica, o que se viam nas missões dos pregadores e também na vida dos grandes santos, como Santo Afonso, São Domingos de Gusmão, São João Maria Vianney, Padre Pio e tantos outros e outras, que a conversão acontecia pelo modo incisivo e direto da pregação da palavra de Deus e o testemunho que acontecia com a própria vida. Por que será se faziam filas durante as madrugadas para se conseguir os melhores lugares na missa desses grandes homens de Deus?
Ou filas nos confessionários? Pois é, nem preciso detalhar, isso tudo que começou após a ascensão de Jesus, pode ser encontrado nas sagradas escrituras (Atos dos Apóstolos) e posteriormente no magistério, doutrina da igreja e biografia dos santos. Bastam simples consultas. Ora, partindo desse princípio, vemos que os primeiros cristãos são muito diferentes dos atuais. O mesmo vale para o clero. Claro que ainda existem os autênticos seguidores do Evangelho, dispostos a tudo por amor a Jesus, mas é fácil de se perceber que a dose de perseverança para estes é cada vez mais exigida num mundo onde o conforto, prazeres e comodidades da vida moderna enfraquecem mentes e corações. Então, sem brilho nos olhos por não dar o que não se tem e não amar o que não se conhece a catequese vai se tornando chata: chatequese, tudo por falta de conversão e retorno às raízes que Deus quis, planejou, criou e nos propõe a cada dia.
fonte: Jefferson Roger
quinta-feira, 7 de junho de 2018
Exibicionismo Digital
Para que viver se nada é como quero?






















