quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Amar o pecador e odiar o pecado
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Finados - Comemoração de Todos os Fiéis Falecidos
A comemoração dos falecidos remonta ao ano de 998. A divulgação desta comemoração se deve a Santo Odilon, abade de Cluny, que introduziu está prática em todos os mosteiros beneditinos ligados ao de Cluny. Em 1311, a Santa Sé oficializou a memória dos falecidos, estendendo-a a toda a Igreja Universal. Esta comemoração leva-nos a professar, mediante a nossa fé, a ressurreição da carne: a nossa vida não termina dentro de um túmulo. Como Jesus de Nazaré, seremos ressuscitados pelo poder de Deus. Nossos dias não são senão a longa gestação para este nascimento definitivo: Vem a hora em que todos os que repousam nos sepulcros ouvirão a voz e sairão; os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; os que praticaram o mal, vão ressuscitar para a condenação (João 5,28ss). RESSURREIÇÃO: CERTEZA DE VIDA Deus, nosso Pai, vos pedimos pelos que faleceram, especialmente os que nos são caros: nossos familiares, parentes, amigos, companheiros de luta e de trabalho.
Nós vos pedimos, sobretudo, por todos que morreram estupidamente, vítimas da brutalidade, da ignorância de seus próprios semelhantes. Pelos que não tiveram o direito de viver dignamente sua vida, os que tiveram abafadas suas vidas antes do nascimento. Senhor, nosso Deus, vós que quereis que cada um de nós viva plenamente, dai-nos forças para lutarmos contra tudo e contra todos os que desrespeitam a vida. Fazei, Senhor, cair as estruturas injustas e opressoras. Devolvei aos povos oprimidos sua esperança de vida digna e melhor. Tornai este mundo, com nossa cooperação, uma "casa habitável", onde não haja fome nem sofrimento provocados pelo egoísmo humano. Amém.
Fonte: livro Os Santos de cada dia - J. Alves - Paulinas
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Cobrar os outros e não fazer?
Isso na bíblia eu não aceito
Nisso tudo ainda, aprendemos uma grande lição do Ressuscitado. Aprendemos que se existe uma condição de pecado, não podemos altera-la, extingui-la, modifica-la ou omiti-la para que aquele pecado deixe de o ser. Se a bíblia diz que algo é errado lembremos que é o ponto de vista de Deus que vale e não o nosso. Se nos revoltamos contra Deus porque discordamos daquilo que ele nos deixou por escrito, passando a não aceitar os seus mandatos é preciso estarmos conscientes que isso irá apenas nos fazer mal. A fé católica nos ensina que devemos acreditar num todo e não só em partes que nos são mais fáceis de viver ou que melhor se adequam as nossas necessidades de uma vida dividida entre os prazeres do mundo e divinos e entre os amores mundanos e o amor de Deus. Bater o pé e não aceitar algum escrito sagrado é se revoltar contra o criador, é deixar a humildade de lado e se comportar como um desobediente. Ser católico implica numa adesão completa, uma adesão católica, uma adesão ao todo. Uma adesão mutilada ou percentual fazem as outras denominações religiosas e aqueles católicos superficiais, que no fundo se debatem para trilhar o exigente caminho das pedras que nos leva a porta do céu (João 10,9). Facil é viver as partes “boas” da palavra de Deus. Difícil é viver as exigências que o amor de Deus, que ama e corrige seus filhos (Provérbios 3,12), cobra de cada um de nós. É como tentar compensar pecados escondidos ou omitidos na confissão com obras de caridade. Não somos nós quem decidimos como queremos receber o perdão de Deus e fazer parte da sua igreja. O próprio Jesus nos ensina como as coisas devem ser. Um membro de seu corpo não pode agir em desconformidade ao todo. Não são apenas trechos bíblicos que irão servir para justificação perante o altíssimo e sim toda uma vivência pautada em toda a sua palavra, em toda a totalidade de seus ensinamentos. Isso é ser católico, quem assim não age, perece pelo caminho já aqui nesta vida comportando-se como sepulcros caiados (Mateus 23,27). fonte: Jefferson Roger
Tem gente que faz coisa muito pior
Jesus irá julgar o que fizemos de bom, o que fizemos de mau, o que deixamos de fazer de bom, o que deixamos de fazer de mau e o seu parâmetro, ao olhar nossos corações, é a lei divina, é a verdade que liberta. O Verbo de Deus, a porta do céu (João 10,9) espera de nós que nos comportemos como filhos de Deus. A jornada de cada um para a céu não admite competição. Não devemos pensar que se fizermos menos coisas ruins do que nosso irmão, ele irá perecer e nós não. O julgamento do juízo segue critérios divinos, não humanos. fonte: Jefferson Roger
A Fraca Autoridade da Mãe
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Perdoar o corpo do outro
fonte: Jefferson Roger
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
A arte de mentir
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Misericórdia e Justiça
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Tempo é questão de Prioridade
Irritar-se contra Deus
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Não vale mais a pena
Isso nunca vai melhorar
Relacionamentos Difíceis
terça-feira, 11 de outubro de 2016
O vilão do consumismo
Só quando me der vontade
É preciso ir além
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
A vida é curta, então curta um caso
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Estado Islâmico x Ordenação Sacerdotal
São Francisco x Lutero
Tem Vergonha? Cuidado!
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Santo Padroeiro
De origem do latim PATRONUS, que quer dizer “defensor, protetor” e derivado de PATER, que quer dizer “pai”, para nós católicos é uma alegria imensa podermos contar com essa assistência celeste por intermédio dos anjos e santos de Deus. Colocarmos nossa vida, nossas questões diárias, nossas causas, nossas obras, nossos afazeres, enfim, todas as coisas que temos na vida sob a guarda e assistência de um padroeiro ou de uma padroeira não poderia existir algo de mais sábio a se fazer. E nós podemos ter vários santos padroeiros e mesmo os anjos. Está graça nos foi concedida por Deus. Trata-se da comunhão dos santos, que bem professamos em nossa oração do creio em todas as missas dominicais e em solenidades. Eu mesmo tenho duas santas padroeiras e dois santos protetores, os quais confio todas as minhas questões de vida, materiais e espirituais. A exceção do meu anjo da guarda, do anjo custódio da minha família e de tantos santos, santas e anjos que invoco para ocasiões específicas, minha padroeira Santa Gemma Galgani eu elegi por afinidade a sua história de vida.
Já São Gregório Magno me encomendei a ele, como meu santo protetor, porque nasci no dia em que se celebra sua memória. Santa Anastácia me encomendei a ela, como minha santa protetora, porque fui batizado no dia em que se celebra sua memória. Meu testemunho é apenas um pequeno exemplo de como as coisas podem ser. Cada um é livre para se encomendar ou invocar a assistência divina daqueles que já vivem na glória do céu. E não se trata de idolatria nenhuma, tanto alegada pelas pessoas que não são católicas. Muito pelo contrário. Idolatria é colocar alguma coisa ou alguém no lugar de Deus, muito diferente da devoção que o católico tem para com os anjos e santos de Deus e para com Maria Santíssima, mãe de Jesus e nossa mãe. Jesus é a cabeça e nós, membros da sua igreja, corpo de Cristo, vivemos o tempo da graça, que é o tempo da igreja. Fazemos parte da igreja militante, no céu existe a igreja triunfante, no purgatório existe a igreja padecente. Se somos todos membros da igreja, corpo de Cristo, fácil é de se perceber porque Deus criou a comunhão dos santos. Uns ajudam os outros.
Não é comum alguém lhe pedir, vez por outra, caro leitor, que você reze por esse alguém? Quando estamos tristes porque alguém que gostamos está a passar por alguma tribulação, não rezamos por essa pessoa? Durante a missa, no momento da oração dos fiéis, não nos unimos com toda a igreja para rezar por tantas intenções? No início da santa missa, não são anunciadas as intenções pelas quais será celebrada a missa? Fiquemos atentos e não façamos as coisas de modo automático. E mais, é preciso termos ciência de que os padroeiros, assim como os protetores possuem todos a missão de trabalharem pela salvação das almas. Eles não fazem a nossa parte, eles nos ajudam. E para isso precisamos nos comportar como Deus espera que nos comportemos pois do contrário, não seremos atendidos se nossos pedidos forem egoístas. Se não forem súplicas Deus não irá conceder o auxílio de que necessitamos, pois ele sempre nos dá o que precisamos e não o que queremos, a menos que nossa vontade se conforme a sua.
Não adianta, portanto, sairmos por aí disparando uma metralhadora de orações para uma infinidade de anjos e santos achando que com isso algum acabará por nos atender. Não é assim, de mãos vazias e sem coração contrito nossos pedidos não passarão de desejos pessoais que não irão contribuir para a nossa salvação. Quando achamos que não somos atendidos é porque não escutamos a resposta que Deus nos deu, porque é uma resposta que não queríamos ouvir. Peçamos, portanto, essa graça a Deus, de que possamos nos configurar aos seus desejos para podermos bem viver a comunhão dos santos em prol da salvação de tantas almas, amém.
Fonte: Jefferson Roger





















