terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

Jejum e oração

Quando se você ouve a palavra jejum, o que vem à sua mente? Comida, certo? Muito bem, então talvez você tenha pensado em grupos específicos de “alimentos” como chocolate, doces e sorvetes e por aí vai. Mas você sabia que esse é apenas um aspecto do jejum? TV, filmes, leitura de ficção, videogames, álcool, comer fora, mídia social, verificar sua conta bancária e muito mais. Qualquer coisa material e terrena que nos leve ou possa nos levar a uma falta de temperança ou a uma perda do desejo pelo céu. Em outras palavras, qualquer coisa que apresente ou possa apresentar um obstáculo à nossa união crescente com Deus.

Um dos propósitos do jejum é diminuir nosso apego às coisas desta terra e aumentar nosso desejo pelo céu. Ele também nos permite ganhar maestria sobre nós mesmos por meio da autodisciplina e do autocontrole. Há duas perguntas a se fazer quando você pensa em jejuar na Quaresma: primeiro, o que na minha vida está um pouco fora de controle? e segunda, quando estou distraído e então percebo que estava distraído, no que eu estava pensando enquanto estava distraído?

As respostas a essas duas perguntas lhe darão uma boa ideia do que você deve focar durante o jejum.

Vamos a um exemplo? São sempre bem-vindos: se você simplesmente não consegue parar de postar nas redes sociais. Tudo o que você faz é acompanhado pelo pensamento: "Eu tenho que postar isso!" Então, as coisas estão fora de controle. Desistir das redes sociais durante a quaresma e oferecê-las a Jesus Cristo para fazer reparação pelos seus próprios pecados e pelos pecados dos outros seria um grande ato de jejum. Outro exemplo? Vejamos: se você perceber que está pensando em assistir TV com muita frequência, você pode jejuar nesta Quaresma, desistindo do seu programa de TV favorito ou se abstendo completamente de assistir TV durante a quaresma. Suas circunstâncias podem ser diferentes, mas você entendeu.

Para concluir, acrescentamos o fato confirmado pelo Cristo de que “certos demônios somente são expulsos pela força do jejum e da oração” – Que tal aproveitarmos essa quaresma de dois mil e vinte e cinco e incluirmos em nossas práticas religiosas o jejum? Comece com pouco, não prejudique sua saúde, aos poucos Deus vai lhe concedendo mais condições de se aprofundar cada vez mais nessa prática e, consequentemente, os frutos serão cada vez melhores e maiores. Experimente, quem vos escreve já jejua há mais tempo do que posso me recordar quando comecei; vale a pena.

Fonte: Jefferson Roger


 

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

Momentos que surpreendem


 

O que você faria se, de repente, sua vida mudasse completamente em um instante? Estaríamos preparados para enfrentar provações inesperadas, com fé e esperança? Tiba Camargos é um influenciador católico, pai de onze filhos, sendo cinco no céu e sua esposa, gestante do sexto, escritor e um incansável defensor da vida e da família, no Brasil. Ao longo dos anos, ele tem sido uma voz ativa no movimento “Juntos pela Vida”, promovendo valores cristãos e lutando contra a cultura do descarte. Sua trajetória sempre foi marcada por dedicação e amor ao próximo, buscando despertar nas pessoas a consciência sobre a dignidade da vida humana, desde a concepção.

Agora, este homem de fé, um pai exemplar, um defensor incansável dos valores cristãos e da vida, enfrenta sua própria batalha pela vida, após um grave acidente: durante um momento de lazer com sua família, no último domingo, Tiba sofreu um acidente ao tentar salvar um de seus filhos de um possível afogamento, em um rio. No processo, ele bateu violentamente a cabeça em uma pedra, resultando em lesões graves que o deixaram hospitalizado e intubado. Seu estado de saúde é delicado.

O Brasil tem acompanhado com apreensão e oração a batalha de Tiba Camargos pela vida.

Diante do inesperado, somos chamados a refletir: estamos preparados para as provações que podem surgir a qualquer momento? Temos fé e esperança para enfrentar os grandes desafios da vida? Uma esposa, aflita certamente, só poderia ser sustentada e a sua família pela fé. A situação de testemunhar a dor de seu marido deve ser muito pesarosa. Seu coração de esposa e mãe deve estar dilacerado, mas ao mesmo tempo fortalecido pela imensa corrente de amor e generosidade e pela fé que nos ensina a encontrar sentido, até nos momentos mais sombrios.


 

Uma notícia assim faz com que hoje, olhemos para nossos filhos e filhas, nossas esposas e maridos, saudáveis, cheios de vida, e isso faz nossos corações se encherem de gratidão, mas o revés da vida pode chegar como uma tempestade inesperada, nos lançando em um calvário de incertezas e angústia. Só de cogitar, o coração se aperta, o medo sussurra dúvidas, e as lágrimas parecem intermináveis. Como é difícil aceitar aquilo que foge do nosso controle!?

Somente pela fé que encontramos a luz no meio da escuridão: Deus não nos abandona. Ele está presente em cada lágrima que cai, em cada oração sussurrada no silêncio, em cada abraço que conforta. Ele transforma o sofrimento em esperança, a dor em fortaleza, e nos ensina que mesmo na maior adversidade, somos sustentados por Seu amor inabalável. Que essa certeza nos mova e nos encha de coragem para seguir em frente, confiantes de que Ele nunca nos deixará sós.

Fonte: adaptado de CitizenGO pelo autor do site

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

Nenhum CNPJ vale um AVC


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Relembrando a ótica dos mandamentos divinos podemos perceber que Deus espera de sua criação, que, dentre os sete dias da semana, seja separado um para se dar mais atenção ao que vem de Deus e menos atenção ao que vem do mundo. A leitura bíblica aponta muito claramente esse desejo divino, momento de deixar trabalhos e lazeres de lado, festas, obrigações domésticas e tudo que rotineiramente se faça durante a semana.

Que bondade divina não é mesmo? Pede-nos só um dia para que nossa comunhão com ele seja mais estreita. A igreja, em sua forma de catequisar, diz que isso é o mínimo, assim como comungar uma vez ao ano, confessar-se uma vez ao ano e assim vai. Que seja, porém, por que adotar uma política de “salário mínimo” para com Deus quando muitas vezes, dele queremos um comportamento e contrapartida diária muito maior? Pois é, parece algo de meio egoísta da parte do homem.

Mas é o que se vê por aí, a correria por aí é muto transparente. Muita coisa para se fazer por dia e tempo é que menos se tem.

O dinheiro, que infelizmente, está envolvido em muitas coisas, fica sendo incessantemente alvo de uma busca contínua e dentro desse fosso onde as pessoas se jogam, termina que as famílias e seus membros ficam prejudicados. A coisa toda é quase um paradoxo; ainda bem, no entanto, que ela sofre a ação do equilíbrio. Se é necessário o dinheiro que tomemos as atitudes que nos levam a ele, mas que isso não custe nossa saúde, não nos prive do convívio familiar e não nos afaste de Deus.

Sobre isso se lê na bíblia a história do fazendeiro que era muito voltado para acumular riquezas, em uma vida voltada para esse fim e que, ao final das contas, Deus apontava para seu triste fim. Sem dúvida precisamos trabalhar, pois precisamos do dinheiro, mas uma vida voltada para o trabalho somente, além de escravizar nosso tempo, escraviza nosso coração, alimenta nossa ganância e nos afasta de Jesus Cristo, pois, não nos sobra tempo para “buscar as coisas do alto”.


Fonte: Jefferson Roger

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Mude o pensamento para mudar as atitudes


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seja por impulso ou não, existe a tendência de o ser humano agir posteriormente a um grau maior ou menor de pensamento. Por mais que insista que não, como defender uma tese de que nada veio antes do agir? Será? Nenhum pensamento lhe ocorreu antes do ato? Simplesmente fez porque fez? Certamente fica difícil para o ser racional admitir uma pureza de comportamento haja vista sua condição de ser pensante.

Pois bem, poderiam então cogitar alguns que o impulso existe sim e ele se instala depois que seu modo operante está “implantado” na mente humana. Agora sim, nos parece um horizonte mais plausível, tirando é claro os problemas neurológicos e enfermidades que prejudiquem a mente humana, do contrário, a pobre alma se vê envolta em mundo perigoso, onde a razão busca ser tentada para perverter valores cristãos e corromper o corpo e a mente trazendo-os para a sombra das trevas.

O diabo é experto e gosta muito de atacar o ser humano em todas as frentes; suas investidas são sempre bem coordenadas e estratégia é o que não lhe falta. Dar ouvidos ao que possa estar relacionado de alguma forma a ele é caminho certeiro para mudanças de vida desastrosas. Mudanças essas que impactam na continuidade da trajetória da alma, que nunca deve se esquecer de que mais adiante outras etapas de sua existência dependem do que está a fazer no agora.

Por isso a recomendação de Jesus Cristo para vigiarmos e rezarmos sem cessar. Não podemos jamais alinharmos nosso pensamento ao de satanás; temos que ser imitadores de Cristo (1ª Coríntios 11,1), alinhando sim, nossos pensamentos e modo de vida ao que ele ensinou. Só assim teremos atitudes que irão nos conduzir pelo caminho da porta estreita mais precavidos das ofertas malígnas.


Fonte: Jefferson Roger

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Para o céu ou para o inferno


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nossa Senhora, em uma de suas aparições em Medjugorje disse que: “se a pessoa quiser ir para o céu, ela irá para o céu, se ela quiser ir para o inferno, ela irá para o inferno”. Em primeira análise a coisa pode parecer um pouco conturbada e confusa. Corre o risco de se cair na tentação de se achar que a fala de Maria Santíssima é literal e de que então, basta desejar, como se fossem os três pedidos da lâmpada mágica de Aladim e pronto, viva como quiser que ao final da vida sua passagem de ida já está garantida.

Pois é, o sujeito é convencido pelo diabo de que basta achar que tudo está resolvido, basta pronunciar em alto e bom tom, como se fossem palavras de encantamento e… Bibidi-bobidi-bu! Agita-se a varinha e num passe de mágicas estará a salvo, do lado de dentro das moradas celestes. Quase chega a ser cômico, mas é trágico porque, de fato, muitos de uma certa maneira se comportam assim.

Procuram se convencer de que, evitando os grandes males e os grandes pecados e mudando o conceito de tantos outros pecados mortais e valores errados para não tão errados assim, tudo pode passar por debaixo dos panos. Todavia, até certo ponto isso dá certo, se a pessoa quer se enganar e enganar os outros. Mas, lemos na bíblia que Deus vê os corações e no oculto; sendo assim, viver de fachada só contribui para a derrocada final no dia do juízo, quando todos saberão com quais máscaras você vivia.

No que podemos entender então, em relação a mensagem de Nossa Senhora, é de que: quero ir para o céu? Então farei tudo que preciso para que vá para lá e não farei o que não devo para que minha entrada no céu seja proibida. Quero ir para o inferno? Então farei tudo que a palavra de Deus recomenda não fazer e não farei as escolhas e terei as atitudes que ela ensina a ter e a fazer. É nesta maneira que se enquadra a ótica da Virgem Maria, completamente alinhada com o que Deus nos deixou nas sagradas escrituras.


Fonte: Jefferson Roger


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Não faz mais que a obrigação

 









Eis aí um ditado ou uma frase muito ouvida pelo povo em geral; o título deste artigo, arrisco dizer, já deve ter sido pronunciado diversas vezes por inúmeras pessoas. Penso que tenha sido usada quando alguém cumpre com o seu dever, com sua obrigação mas, por conta disso, ao invés de agir com modéstia e humildade, fica a se vangloriar, contar vantagem sobre si como se tivesse realizado um grande feito que precisasse ser anunciado.

Já dizia Jesus que uma de nossas mãos não deve saber o que a outra faz; e disse também que durante nossa penitência não devemos demonstrar propositalmente um ar de sofrimento e pesar pela prática, ao contrário, as pessoas nem devem saber o que estamos fazendo. Tudo isso porque para Deus importa muito nosso comportamento ser imitador ao de Cristo (1ª Coríntios 11,1)


Não adianta ficar fazendo propaganda própria, é vaidade também, como lemos em Eclesiastes.


Ademais, para encerrar a discussão de vez, Jesus nos fala em seus ensinamentos, sobre esse respeito, utilizando a expressão “servos inúteis”, apontando para o fato de que não devemos nos engrandecer, nos colocarmos sobre o pedestal, porque a conta humana de nada vale perante a conta que Deus tem de cada um.

Ou seja, paremos de bater no peito e achar que fazemos grande coisa quando procuramos seguir tudo que Deus nos ensina através das escrituras; paremos de achar que nossos atos são heroicos e por méritos próprios quando o assunto é a salvação da própria. alma Vale lembrar que essa é uma atitude pelagianista (achar que consegue se salvar sem a ajuda divina).


Fonte: Jefferson Roger

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

Pensamentos Maldosos


 

O pensamento de um homem pode direcioná-lo de várias formas e para situações bem diferentes. A inquietude da alma, já dizia o padre que escreveu o livro Imitação de Cristo, não o abandona enquanto esta não se saciar nos pecados. Fica ali, martelando a cabeça do sujeito e comandando um corpo, que é santo, obrigando-o a cair nas tentações. Se a pessoa deixar a desordem tomar conta de si, será facilmente vencida.

Nas palavras do livro do Eclesiástico lemos: “Concentra teu pensamento nos preceitos de Deus, sê assíduo à meditação de seus mandamentos. Ele próprio te dará um coração, e ser-te-á concedida a sabedoria que desejas” – Eclesiástico 6,37. Como vemos, é um ensinamento bem afastado daqueles que viviam na época de Jesus: os fariseus.

Estes, como lemos na bíblia “pensavam em como matá-lo” (matar a Jesus Cristo). Com pensamentos maldosos sobre o Cristo não estavam dispostos a pagar o preço ao se aceitar que ele era o messias que devia ser enviado para salvar o povo de Deus. E as coisas começam assim, muitas coisas são incialmente concebidas no coração e mente. Também sobre isso lemos, no mesmo livro do Eclesiástico outra exortação: “Não pratiques o mal, e o mal não te iludirá. Afasta-te da injustiça, e a injustiça se afastará de ti. Meu filho, não semeies o mal nos sulcos da injustiça, e dele não recolherás o sétuplo.” – Eclesiástico 7,1-3.

E em seguida, pouco mais a frente, no versículo cinco, uma passagem que nos serve muito bem em vida quanto no momento após a morte, perante o justo juiz: “Não te justifiques perante Deus, pois ele conhece o fundo dos corações”. Pois é, inventar desculpas de nada adianta e de nada adiantará. Penso ser até vergonhoso, perante Jesus, querer manobrar com o auxílio das palavras uma saída para os porquês que levaram a pessoa a agir em desacordo com os mandamentos divinos. Que horror imaginar ter que passar por uma vergonha das maiores como essa. Não foi assim que nos foi ensinado; precisamos levar a sério e nos afastar das maldades já no seu início, quando tentam nascer em nossos corações e se instalar em nossas mentes.

Fonte: Jefferson Roger

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quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

Combates invisíveis


 

O mal existe, acho que todos concordamos quanto isso. Claro, existem algumas divergências em relação aos aspectos de mal e alguns relativismos que deduzem que algo não é mal quando na verdade é. O mal é uma energia pesada, mais densa, ela incomoda, ela retira o calor de ambientes, é negra, escura, causa sensações ruins.

O mal, enquanto espírito, nos ensina a palavra de Deus e toda a Tradição Cristã, é uma energia que naturalmente não podemos ver. Nós seres viventes, feitos a imagem e semelhança divinas, vibramos em outra frequência. Por graça de Deus as coisas são assim e enquanto nos mantemos dentro de seus cuidados, próximos dele e sob suas bênçãos, continuamos a vibrar bem diferentes daquilo que o mal é.

Ainda bem que é assim, não vemos diariamente o que acontece no campo espiritual que nos cerca. Os espíritos malignos dispersos pelos os ares, como lemos na bíblia, estão por toda a parte e a maioria de nós não é sensitivo o bastante, nem tem o dom para vê-los. Mas eles estão aí, autorizados a nos importunar com suas tentações, opressões e vexações.

Parece um preço a se pagar pelos erros iniciais da humanidade, lá na época da proibição do fruto proibido de se comer. Seja como for, o decretado o é e cada um tem que se virar no meio da batalha. Batalha essa que, mesmo assim, por erro humano, mas por amor infinito de Deus, não precisa ser combatida estando o cristão sozinho. Já dizia Jesus: “sem mim nada podeis fazer (João 15,5). Que tal então nos aliarmos ao Rei dos Reis, o justo juiz, o ressuscitado, crucificado para nos redimir e com ele vivermos uma vida de lutas, mas com garantia de vitória final? Parece algo ótimo a se fazer e nenhuma perda ao se tentar.

Fonte: Jefferson Roger

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O terror


 

No cinema os filmes de terror e seus subgêneros se manifestam de várias formas; no entanto, sempre buscam aterrorizar e colocar medo no espectador. Muitos desses filmes não possuem final feliz, o mal vence mesmo e ponto final. Nesta forma de entretenimento, o ser humano, sem dúvida inspirado de alguma maneira, inclusive pelo que é verídico, procura através dessas películas digitais ou não, aproveitar a oportunidade e também passar uma mensagem sobre como as coisas funcionam.

Trazendo para a realidade deste site, podemos enxergar na existência da humanidade que para muitos não existe final feliz em suas vidas. Como resultado de suas escolhas e modo de viver, ao final desta, para o cristão que recebeu a revelação sobre Deus, ou ainda, mesmo para o não cristão, cujo conhecimento sobre as verdades divinas lhe foi revelado, acontece o decreto a respeito de seu destino final no pós morte.

Se na ficção o filme termina e seguimos nossas vidas, na realidade o que acaba é a vida e seguimos para o destino final e eterno. O que poderia ter sido apenas filmes de terror durante a vida, assistidos como entretenimento; na vida real, por nos entretermos com as ofertas do diabo durante nossa caminhada, resultará em tormentos e sofrimentos eternos e isso sim, é um tremendo terror e horror.

Então, já que a dica de Jesus é nos mantermos vigilantes e orantes sem cessar, que tal apenas aproveitarmos dos filmes de terror e não passarmos disso querendo para nós também, um final que não é feliz? Se nos filmes às vezes o mal vence o bem, em nossas vidas, Deus decretou que se dele nos aproximarmos e com ele vivermos junto de nossa família, a graça abundará sobre o pecado e o “vinde benditos” pronunciado por Jesus Cristo, no dia do juízo, será ouvido por todo aquele que será admitido no reino que desde o início para nós foi preparado, pois buscou primeiro e esse reino, buscou as coisas do alto.

Fonte: Jefferson Roger

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

Até o fim, pela família


 

Para os fãs da DC o final da temporada, de fato, foi emocionante e digno de emoções, sensações e aplausos, mesmo no sofá de casa. Superman e Lois, durante quatro temporadas, deram vida a muitos aspectos dos quadrinhos que embalaram uma história muito boa de se acompanhar. Em casa, meus familiares sempre ouviram eu dizer que a história fora muito bem escrita; não deixando pontas e conduzindo o espectador durante a jornada dos personagens.

Esta série foi sem dúvida um excelente entretenimento para os fãs do gênero. Na pele de Clark Kent/Superman, o ator demonstrou o que a humanidade de uma pessoa tem que enfrentar e o que ela está disposta a enfrentar pelo bem de sua família. Apesar de tudo, Superman não abria mão daquilo que amava: sua família. E justamente nela, também se apegavam os vilões.

Transpondo para a natureza deste site, aproveitamos para refletir sobre esse aspecto evidenciado na série que para cada um de nós, acontece todos os dias. Diariamente temos a oportunidade de fazermos de tudo por nossas famílias e de estarmos dispostos a enfrentar de tudo por elas. Se assim não o for, certamente seu conceito sobre família está corrompido. Se pensas em fazer algo que não se atrele, de alguma forma, com sua família, nem ao menos um resquício de ligação com ela, algo está muito errado.

Como não envolver a família, nem ao menos em pensamento? O cristão que se preze não pode deixar essa realidade apontada por Deus, de lado: amar a Deus sobre todas as coisas (inclusive a família) e ao próximo como a ti mesmo. A primeira parte da sentença parece um pedido bem egoísta da parte de Deus, amá-lo mais que nossa família; por outro lado, na segunda parte encontra-se o grande segredo: não devemos amar o próximo menos do que nos amamos. E neste próximo, aí vem a grande “sacada” de Deus, estão incluídos todos os que de você são próximos. Se você vive em comunhão com Deus (próximo dele), irá amá-lo tanto quanto se ama e nunca, menos. E se agir assim para com Deus, por consequência seu sentimento e atitudes irão se espalhar para todos os que, de alguma maneira, fazem parte de sua vida, começando pela família. Deus é brilhante em seus ensinamentos e não dá ponto sem nó. O cristão sempre atento e vigilante enxerga os desígnios divinos em toda a parte e todo instante, pois Deus fala conosco de muitas maneiras, basta sabermos observar e ouvir.

Fonte: Jefferson Roger

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terça-feira, 3 de dezembro de 2024

Quanta força inútil


 

Uma das maiores problemáticas impostas ao homem pelo mundo diz respeito ao modo como ele deve se comportar se quiser alcançar êxitos na vida. Neste mundo os homens são julgados pela habilidade com que realizam as coisas. O esforço que fazem para ter sucesso exerce muita pressão sobre os nervos; uma excessiva preocupação com a luta pela conquista aperta a mente, endurece o coração e inviabiliza o tão necessário olhar sobrenatural que se deve ter sobre sua própria vida.

No entanto, quando nos afastamos dessa concepção do mundo e nos voltamos para Jesus Cristo encontramos algo muito diferente. O modo de vida apresentado nas sagradas escrituras nos apresenta um formato infinitamente mais elevado do que o que motiva o mundo, e inteiramente contrário a ele. Jesus ensinou que os humildes de espírito serão bem-aventurados; os mansos receberão como herança a terra. Os primeiros serão os últimos e os últimos serão os primeiros. O maior homem é aquele que servir melhor os outros; o que perder tudo é o único que por fim possuirá tudo. O homem que pelo mundo for coroado de êxito verá os tesouros que acumulou serem varridos pela tempestade do juízo; já o mendigo justo irá para o reino de Deus enquanto o rico arderá nas chamas do inferno.

Para relembrar, o Cristo morreu em aparente fracasso, desacreditado pelos líderes de sua época, rejeitado pela sociedade e abandonado pelos seus amigos. Todavia, através de sua ressurreição foi demonstrado quão gloriosamente Jesus Cristo havia triunfado e quanto tragicamente seus contraditórios tinham fracassado.

Quanto a cada um de nós que escolhemos seguir o ressuscitado, aprendemos que, por permissão divina, alcançamos o êxito depois de compreendermos que não precisemos vencer (segundo o mundo ensina), para sermos felizes. O homem que valoriza apenas o sucesso repudiando qualquer forma de fracasso é muito carnal ainda e muito preso ao que o mundo oferece. Na melhor das hipóteses, seus frutos, se o produzires, estarão podres por dentro, bichados. Já, o assistido por Deus alcançará sim, o sucesso, pois seu servo aprende com o Pai Eterno que o sucesso não o torna mais caro a Deus, nem mais valioso no esquema global das coisas, suas conquistas vêm de buscar primeiro o reino de Deus e sua glória, pois assim agindo, tudo mais lhe será acrescentado; muito ao contrário do sucesso que prescreve o mundo para o homem, um sucesso que não necessita da intervenção do Espírito Santo.

Nós, verdadeiros cristãos, nossa grande honra está em sermos precisamente o que Jesus foi e é: ser aceito pelos que o aceitam, rejeitado pelos que o rejeitam, amado pelos que o amam e odiado por todos os que o odeiam — que maior glória poderia advir a alguém? Podemos dispor-nos a seguir a Cristo rumo ao fracasso. A fé se arrisca a falhar. A ressurreição e o juízo demonstrarão perante o mundo inteiro, quem ganhou e quem perdeu. Podemos esperar.

Fonte: Jefferson Roger
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Último ato heroico

 

Uma parcela das pessoas gosta de filmes de heróis; uma oportunidade para descontrair e aproveitar uma história idealizada para divertir, emocionar, fazer pensar e colher reflexões de várias naturezas. Em tempos atuais, para aqueles que não estão bem familiarizados com os quadrinhos, cada vez mais os filmes, animações e séries estão trazendo para as telonas e telinhas heróis cujas características, além dos super poderes, os demonstram com algum grau de proximidade com a natureza humana. O herói possui ponto fraco, comete erros, mas segue tentando acertar e fazer o bem.

Dito isto e transpondo para a realidade presente, muitos são os heróis verdadeiros que conhecemos mundo a fora; alguns anônimos e outros não, mas estão aí, presentes no cotidiano de muitas pessoas. O que diriam os filhos, para eles seus pais são sim, verdadeiros heróis, sem capas e poderes especiais, contam apenas com o amor incondicional, a busca incessante pela retidão e um senso de responsabilidade incrível pelos filhos, cônjuge e família.

Aqui, coloco um exemplo dessa realidade. Aconteceu na cidade de Roncador no Paraná. Um carro tripulado pelo motorista de 33 anos e sua filha de 12 anos, ao perder o controle em uma estrada rural, se desgoverna e adentra em meio a um rio represado. Neste momento, entra em cena o herói. Heróis são assim, primeiro pensam no outro, no próximo. Pai e filha conseguiram sair do carro e ele, orientando a menina e ajudando-a conseguiu que ela nadasse para fora da água. No entanto, ele não conseguiu e afundou. O cristão, embora difícil, deve descartar a fatalidade pois Deus não comete erros e temos que crer que era a hora do pai.

Mesmo assim, momentos de terror e angústia acometeram a filha; desesperada por ver o pai afundar na água, correu por cerca de 3 km até encontrar, dentro da área rural em que estava, uma fazenda onde veio a pedir ajuda. Como pode imaginar o leitor, de fato o pai faleceu. A filha fez o que seu coraçãozinho mandou fazer e disso nunca irá se arrepender. Todavia, nos fica a dura realidade para refletirmos. Pais são assim, não medem esforços e este, antes que sua vida terminasse, garantiu que sua filha estivesse com vida. A última conversa que tiveram é algo particular e o acontecimento nos relembra que quem está no comando de nossas vidas é Deus.

Fonte: Jefferson Roger

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domingo, 1 de dezembro de 2024

Caminhos percorridos


 

"Hoje estamos comemorando vinte e nove anos juntos. Sim, vinte e seis anos de casado e três de namoro; poderíamos escrever vários livros. Passamos por muitas coisas e estamos aqui, juntos.

Construímos nossa família e lutamos por ela todos os dias. Fácil não é!

Mas escolhemos um ao outro todos os dias. Somos felizes com essa escolha diária e se me perguntassem se pudesse escolher, se mudaria alguma coisa, eu diria que viveria esta história mil vezes.

E com toda a certeza diria a todos que “valeu a pena”. A paz que temos hoje foi fruto de todos os desafios que vivemos e com eles aprendemos e hoje estamos colhendo o que plantamos.

Amo você, marido!"

Fonte: Debora Cristina

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quinta-feira, 28 de novembro de 2024

Um pouco mais sobre o aborto


 

Caro leitor, quando os militares em missão planejada, por algum motivo percebem não haver êxito na investida, cujo um dos motivos seja, além do insucesso, uma possível perda de vidas, não é raro que os responsáveis pela missão decidam abortá-la. Percebem? Neste contexto, abortar é interromper o desenrolar da atividade para que não haja prejuízo de vidas. Só por cogitarem a possibilidade de se perder um combatente, é melhor não seguir em frente.

Já sob a ótica social, abortar é interromper a vida de uma pessoa que está dentro do ventre materno. Atualmente algumas possibilidades permitem o aborto no país: quando a gravidez é resultado de estupro; quando a gravidez representa risco de vida para a mulher; quando o feto apresenta anencefalia, ou seja, não há desenvolvimento cerebral. Aqui no Brasil não está estabelecido um limite máximo de gestação para o aborto legal. Todavia, o Ministério da Saúde orienta que a interrupção da gravidez ocorra até a 20ª ou 22ª semana, desde que o feto pese menos de 500 gramas.

Para ilustrar, informamos também que em 12 de junho de 2024, a Câmara dos Deputados aprovou a urgência de votação do PL 1904/24, que equipara o aborto após 22 semanas de gravidez ao crime de homicídio. E já que estamos a falar em projetos de lei, em 2012 criou-se a PEC 164/12, muito polêmica, que visa alterar o texto constitucional para tornar o aborto em qualquer esfera, um crime. Claro, quem não é da direita e não segue na íntegra os princípios cristãos, engendram muitos argumentos para repudiar e acusar essa questão promovida pela PEC 164/12. Nela, a vida passa a ser considerada a partir da concepção e não a partir do nascimento, invalidando qualquer tentativa de legalidade para se “matar” um bebê, que não sendo culpado de nada que envolveu sua mãe teria sua vida interrompida. O assunto sempre será polêmico e incansável a discussão; muitos morrerão defendendo o aborto e muitos morrerão sendo contra Nós aqui do site Devotos de Maria, somos contra, respeitamos assim como Jesus respeitava os outros, mas, assim como ele, nos posicionamos. E para acrescentar, nada data de ontem, depois de muito esforço, essa PEC foi para votação na Comissão de Constituição de Justiça da Câmara dos Deputados e foi aprovada por 35 votos contra 15. Ainda seguem algumas instâncias políticas até que isso termine, porém, já se vê um andar, ainda que lento e, por todo o país, manifestações contrárias e favoráveis acontecem.

Vejamos uma situação: se a mulher é estuprada e fica grávida, a culpa não é do bebê, tampouco dela, a culpa é de quem estuprou. Em um país que não existe pena de morte por que justamente punir de morte o resultado do estupro? Vão dizer que a mulher não queria ser mãe (de primeira viagem ou mãe novamente) e, por isso, por conta dessa vontade e da situação que a levou a engravidar, lhe seria dado o direito de eliminar de sua vida essa nova vida que, vale lembrar – foi permitida por Deus em seus insondáveis e incompreensíveis desejos – passou a existir desde a concepção; fato já comprovado cientificamente. Quando Deus permite que uma nova vida seja gerada no ventre materno, seja em quais condições e estado for, ele quer ver como está a relação da mãe e dos que a cercam com ele. Certamente é uma das formas dele ver o quanto a pessoa o ama incondicionalmente ao ponto do desprezo próprio de suas vontades e egoísmos.

As pessoas que são a favor do aborto, precisam então, conscientemente, se posicionarem contra a oração que Jesus nos ensinou: a oração do Pai Nosso; lá se diz para Deus: “seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no céu”, ou seja, não a de quem reza. Esse é um dos grandes motivos desta oração ser assustadora para muitos. O cristão aprendeu na palavra de Deus que tudo acontece por permissão divina e se ele quiser se rebelar contra isso porque algumas decisões divinas para sua vida o contrariam, arruma para si grandes incompatibilidades para com o senhor de sua vida, seu criador. Mas isso, essa decisão, caberá a cada um sobre ela, explicar-se no dia do seu juízo.

Fonte: Jefferson Roger

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terça-feira, 26 de novembro de 2024

Só pode ser brincadeira


 

Você acredita? Uma por uma fui elencando todas as opções que eu, como professor de língua portuguesa, ofereci dentro da disciplina de Oratória para um grupo de estudantes do segundo ano do ensino médio. A missão deles era a de produzir um material, como projeto final da disciplina e do terceiro trimestre, que seria apresentado em uma feira escolar.

Para contentar a maioria, elaborei uma série de atividades, várias funções para contemplar todas as facilidades e dificuldades de cada um. Com isso, esperava-se o estudante olhar para aquilo que mais lhe parecia confortável e aderir ao projeto. Afinal, precisavam de nota trimestral para a aprovação final e não podia essa adesão ficar de lado. Aí começaram os problemas. Acredita? Falava eu para meu cunhado, contando-lhe que um número de quarenta e quatro estudantes se quer escolheu o que fazer; ficaram apáticos, olhares ao longe, queixos seguros por braços apoiados nas carteiras e aquelas caras de que uma desgraça lhes tinha acometido gravemente a vida.

O mundo acabara, o professor desmancha prazeres propôs não uma prova com consulta e de marcar “x”, não um trabalho escrito em equipe, nada disso, inventou um tal de projeto final disciplinar para coroar todo o aprendizado anual colocando-o em prática e expondo-o para toda a escola. Ahhh, só pode ser brincadeira isso! Para quê? Pois bem, caros leitores, eu que o diga: só pode ser brincadeira mesmo! E olha! Cada função das mais fáceis possíveis até as mais trabalhosas, porém, nenhuma além das possibilidades vistas, aprendidas e exercitadas em sala.

E não foi por falta de aviso, pois estavam avisados sobretudo tudo com muita antecedência, mesmo assim, deram de ombros esperando não sei o que já que notas não caem do céu (ainda não). Por fim, o exemplo colocado aqui neste artigo tem o intuito de refletir sobre gravidades maiores. Me recordo de uma passagem dos evangelhos onde se aprende que “quem é fiel no pouco será no muito”; pois é, como vencer batalhas muito maiores contra os pecados que levam ao inferno se não se der conta de pequenos tropeços e desafios impostos pela vida? Aprender desde pequeno a levar as coisas com seriedade, além de não se tornar um fardo na vida, irá contribuir muito para o sucesso em muitas esferas, principalmente na principal de todas, aquela que nos premiará com a entrada no céu.

Fonte: Jefferson Roger

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Os novíssimos


Quem diria eu que me tornaria uma pessoa que pensa diariamente na morte. Todavia, isso é uma coisa que não posso caracterizar como assustadora ou perturbadora. Afinal, é como diz o título do artigo. Na bíblia lemos que temos que pensar constantemente nos novíssimos para que não pequemos. Os novíssimos, vale lembrar, são os últimos acontecimentos que aguardam o ser humano: morte, juízo particular, inferno ou purgatório/céu.

Agora com a idade que tenho percebo a proximidade dela (da morte) com uma sensibilidade que nunca tivera. Reforço, é algo que não assusta. Nem o medo da morte existe, já que não adianta temê-la e sim, viver uma vida com a “mala sempre pronta para a viagem”. O alcance da morte é ilimitado e sua supremacia pega a todos de surpresa. Claro! O assunto e a realidade são difíceis de encarar, de tratar; todos querem ir para o céu, mas ninguém quer morrer, ao menos, morrer primeiro. Em contrapartida, morrer depois de muitos aumenta o fardo das perdas que temos que carregar. “Eita” situaçãozinha difícil essa hein!

É pessoal, a condição do homem sobre a terra é marcada por grandes situações e verdades divinas indissociáveis de sua natureza e suas fraquezas. Sendo assim, restam poucas alternativas deixadas por Deus. Uma delas é a de que vivamos cada dia como se fosse o último, não deixando pontas soltas, assuntos inacabados com ele. Viver a vida concedida por ele amando os que ele nos entregou como família dia após dia. Pois, um dia, esse após estará nos colocando na segunda metade de nossas vidas, a metade que é eterna.

A juventude e o vigor físico vão nos deixando, as dores vão chegando, aumentando, se instalando; aparências mudando, doenças se tornando crônicas, capacidades de várias naturezas diminuindo. Tudo deve ser encarado como um aviso diário: a vida está terminando, como você está vivendo? Está com um saldo divino que lhe permitirá entrar no reino de Deus? Se não, corramos endireitar as pendências com o altíssimo; temos essa chance todos os dias.

Fonte: Jefferson Roger

 

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segunda-feira, 18 de novembro de 2024

Juntos e do mesmo lado: coisas diferentes

 

É bem assim como lemos no título do artigo; nem sempre estar do mesmo lado significa estar em concórdia com os mesmos ideais e princípios. Exemplos aos montes poderíamos colocar por aqui para ilustrar a fala inicial. Certamente o leitor percebe que, de fato, as coisas realmente são assim.

Em uma sala de aula, por exemplo, poderíamos dizer que os alunos estão juntos, todavia, não compartilham da mesma opinião em relação aos professores, as disciplinas e aos regulamentos da instituição. Possuem opiniões e modos diferentes de ver as coisas. Na prática, é bem verdade, que todos nós exercemos, meio que automaticamente, esse tipo de comportamento.

Trazendo a conversa para o lado espiritual, vemos em nossa relação com Deus, com o próximo e em relação ao propósito de salvarmos nossa alma, uma linha perigosa nesta questão. Nosso inimigo, sempre alerta aos menores vacilos, sabe que não podemos ficar do mesmo lado de Jesus, do lado do bem, contrário ao mal, ao diabo. E é exatamente por isso que ele faz o que?

Caminha junto de nós – isso mesmo – junto de nós, ali, diariamente nos tentando a mudar de lado. Ele quer as duas coisas, de nossa parte, para com ele: que fiquemos do seu lado, que consiste em ficar contra Jesus, e que fiquemos juntos dele (ao seu serviço), trazendo mais almas para o inferno, já aqui na terra. Portanto, olhemos com atenção para a causa: temos que viver muito atentos para não nos iludirmos de estar perto de Deus, achando que basta acreditá-lo e respeitá-lo, mas, em contrapartida, agimos como se estivéssemos do lado do mal. Lembremos: muita coisa errada e má se transveste de certa e boa, já nos alertava o Cristo dizendo a respeito do maligno, na figura do lobo em pele de ovelha.

Fonte: Jefferson Roger

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segunda-feira, 11 de novembro de 2024

Sempre é bom lembrar do juízo final

Por aqui já muito se escreveu sobre o dia do juízo final, grande momento onde toda a farsa humana será desmascarada perante todos. Aqueles que morreram se esforçando para deixar uma lembrança desalinhada daquilo que por dentro realmente foram, serão apresentados em sua verdadeira natureza. Isso não é novidade alguma para os filhos de Deus, pois, sabemos que após a morte o destino eterno e final – céu ou inferno – já estará decretado pelo juízo particular e o sentenciado já vive sua eternidade aguardando o dia da revelação pública.

O ditado de que as aparências enganam, e até pode ser que sim, mas isso entre os homens, já que Deus avisou nas sagradas escrituras que vê o oculto e enxerga os corações, serão colocadas sob o olhar de todos. Aquela pessoa que achávamos alguma coisa boa dela, a tínhamos com um grande e bom exemplo, reputação ilibada, poderá ser apresentada como uma mentirosa do maior calibre, falsa e com outras características descritas na bíblia como condenáveis por Deus.

Nem poderia ser diferente, a justiça divina irá colocar todos os pingos nos “is” e nada estará coberto por qualquer véu humano. Claro, existem os que não acreditam e vivem pagando para ver. Que seja, estão livres para tomar essa decisão e viver assim; cada um está por Jesus Cristo avisado sobretudo (Marcos 13,23 e 13,33), se não deseja nele acreditar, vive por conta própria à mercê de toda a investida do mal apenas com seus próprios recursos.

Seja como for, a contagem regressiva da vida não para e não podemos agir como as mulheres imprudentes do evangelho que perderam a oportunidade de serem admitidas. Como se diz em outro ditado popular: “azar!” – ou seja, avisado se está, “quem crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer, já está condenado” – disse Jesus Cristo. Duras palavras que desafiam a todos viver por elas ou sem elas. Cada um escolhe que preço pagar e quando morrer descobrirá se valeu à pena crer no que viveu ou viver no que se creu, como dizia São Tomás de Aquino: “quem não vive o que crê, termina crendo o que vive”.

Fonte: Jefferson Roger

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sexta-feira, 8 de novembro de 2024

A curva de aprendizagem


A complexidade do ser humano o torna uma máquina divinamente projetada para suportar imensas cargas de todos os tipos. Mesmo assim, apesar do grande aporte que Deus nos concedeu, insistimos em desafiar limites, testar o alcance e forçar nossas capacidades incansavelmente. Que bom que Deus nos fez assim para podermos dar o nosso máximo.

E é exatamente isso que ele espera de cada um: que no mínimo cada um dê o máximo de si, principalmente no que diz respeito ao esforço que fazemos para um dia irmos morar com ele. Depois de todo o pesaroso caminho que tivermos percorrido por aqui, tudo será insignificante frente ao eterno paraíso repleto da felicidade permanente, onde, segundo as próprias palavras do seu criador: “não haverá mais choro e toda lágrima será enxugada”.

Sendo assim, não percamos mais tempo, caso ainda estejamos perdendo, e corramos atrás de aprender o que devemos em relação ao que Deus nos pede que façamos. Não só aprendamos, mas o façamos, coloquemos em prática dia após dia, sem arrefecer pelo caminho tampouco “desanimar frente aos ventos contrários”. Não se vê uma só linha nas sagradas escrituras apontando para alguma facilidade nessa vida se quisermos a salvação de Jesus Cristo para admissão no reino que nos foi preparado desde o início dos tempos.

Fonte: Jefferson Roger

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Desfazendo calúnias

 
Sabe-se, pela tradição religiosa, que o demônio conhece o mal e o erro praticado pelo ser humano e joga na cara de Jesus todas as nossas mazelas da vida para justificar nossa ida para o inferno. Ele, que é o acusador, o pai da mentira é muito bom em caluniar; está em toda a existência da humanidade, através de suas calúnias, tentando mudar o conceito que temos que ter a respeito de Deus, transformando-o em um mentiroso.

Embora tenhamos por escrito e por testemunhos ao redor do mundo, como é Deus e como ele age para com as pessoas, ainda assim muitos aceitam o que nosso inimigo prega como verdade a seu respeito. E por mais que não precisasse, Deus não se cansa de mostrar para seu povo, seus filhos, como ele é diferente de tudo que falam de mal dele.

Pobres pessoas, como disse Jesus: não sabem o que fazem; e podemos ir mais longe, nem sabem o que falam, compram uma ideia diferente, uma calúnia dita milhares de vezes forçando-se a ser uma falácia sobre o divino. O diabo é assim, incansável. Por outro lado, aqui em vida, aqui no vale de lágrimas onde estamos, sabemos muito bem qual é esse gostinho de se passar por alguém que não fez o que devia, ou fez o que não devia.

A sensação de dever sem ser culpado não é boa para ninguém; e para Deus então, como ele se sente vendo seus filhos trocarem de lado tão facilmente só porque o inimigo fala o que fala sobre ele e distorce verdades a seu respeito? Triste e aborrecido com certeza, vendo os cabeças duras teimarem em se comportar como não devem acatando o canto da sereia que oferece uma vida livre do peso divino das responsabilidades em prol das levezas dos desejos desregrados. Quanto astuto é o demônio, ataca de várias formas e em várias frentes. Não sejamos, porém, como ele, sejamos o oposto; sobre o diabo falemos abertamente toda a verdade, não sejamos seus imitadores e sim, de Cristo.

Fonte: Jefferson Roger

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Desinteresse

Sabe aquele olhar apático, que parece que te atravessa quando você está a falar com alguém e, ainda por cima, se lhe perguntar se entendeu, ele te responde com um aham automático, onde você claramente percebe que ele não entendeu ou não está nem aí? Ouviu só por ouvir e mais nada? Pois é, não ter interesse é uma coisa, deixar de tê-lo é outra completamente diferente.

O sujeito acredita em Deus, concordo com tudo que ele diz, segue em suas práticas religiosas. Vai tudo bem, porém, dia após dia, o mal, de várias maneiras e em várias formas, vai tentando descarrilhar a pessoa do caminho rumo ao céu. O que faz então o maligno? Quer desviar a sua atenção das coisas do alto, das coisas que vem de Deus. Ele tenta com que tenhamos outros interesses na vida, afastados daqueles que Deus nos ensinou como bons e saudáveis interesses.

O diabo é assim, quer que acreditemos que a vida é um parque de diversão e que responsabilidades para com família, trabalho, Deus e sociedade, sejam coisas para se colocar em segundo plano, ou quem sabe em planos mais inferiores. Ele quer que as pessoas vivam numa espécie de transe constante, fazendo em primeiro lugar tudo por si, mas isso, de uma maneira completamente diferente daquela pregada na bíblia.

Ele quer inverter o jogo, quer que tenhamos interesse pelas suas ofertas e desinteresse pela proposta divina, difícil de ser vivida, mas recompensadora como nunca se viu igual. Embora prazeres terrenos resultem em tormentos eternos as pessoas não se preocupam com isso, o que importa é ser feliz. Sim! Eis aí a esperteza do diabo, ele usa de meias verdades para confundir aqueles que não seguem o conselho de Jesus (orai e vigiai sem cessar). Fala-se que é uma meia verdade porque podemos ser felizes e buscamos a isso; o problema de muitos é que Deus é retirado dessa equação e desta forma o resultado dessa conta não é positivo.

Fonte: Jefferson Roger

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O perigo do imediatismo

 

Poderíamos começar o artigo fazendo uso de um dito popular que fala de uma faca de dois gumes; isso não seria errado porque, o que pode ajudar também pode prejudicar. Estamos a falar do imediatismo, aquele senso de urgência que afasta a procrastinação, aquela atitude que não fica esperando de braços cruzados algo, lá vem outro dito popular, cair do céu.

Pois bem, aprendemos nas sagradas escrituras que não devemos deixar para amanhã as urgências necessárias e diárias para a salvação de nossa alma. Cada dia a batalha pelo ingresso ao paraíso é algo bem penoso de se viver. Por outro lado, essa característica de ser uma pessoa imediatista, se não for bem exercida, pode levar o sujeito a agir sem pensar, em impulsos perigosos e prejudiciais para a situação espiritual.

É como aquela pessoa que diz: “quando vi, já tinha feito”. Mentira, pois, se tratando do mal e do bem, a maioria avassaladora dos pecados não são cometidos no improviso ou no desconhecimento; a matéria é grave, a pessoa sabe que é e decide, através do seu livre arbítrio, cometer o ato. É o famoso “pecar de olhos abertos”. Basta uma simples autoproclamação e mudança de valores, personalizando-os que está resolvido: deixa de ser errado.

Depois, se a ficha cair (outro dito popular) e o leite estiver derramado (mais um aqui) e a pessoa amargurar o erro que fez, exatamente quando Pedro negou Jesus três vezes, restará o chorar amargamente como o discípulo do Cristo? Tomara que sim, pois seria um tremendo arrependimento por ter ofendido a Deus. Se apressadamente (ou imediatamente) não se pensa duas vezes e se cometem atos contrários aos que agradam a Deus, nada então de agir de modo diferente quando a questão envolve retomar a amizade com o altíssimo. Demos graças a Deus por ele estar sempre pronto a perdoar imediatamente e ser tardio na prática da justiça (tendo consciência que ela não deixará de acontecer). Aproveitemos porque no dia da morte estaremos imediatamente impedidos de reparar qualquer mal que nos impedirá de entrar no céu; a hora é agora.

Fonte: Jefferson Roger

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