sexta-feira, 15 de maio de 2020

A realidade do esforço e do interesse



Para aquilo que realmente é de interesse de uma pessoa, ela move “montanhas”, se empenha, se dedica, age com grande esmero, pois, quer realiza-lo em prol dos motivos que o levaram a isso. Mais salutar ainda, sobretudo em questões espirituais, é agir dessa maneira do interesse de outras pessoas.

A questão é bíblica, lemos em Filipenses 2,4 – “Tenha em vista o interesse dos outros”. O recado dado dos céus é muito simples: o egoísmo não abre as portas do paraíso. Vamos a um exemplo bem simples? Um exemplo atual, como os que estão acontecendo em tempos de pandemia como o que estamos passando agora:

As aglomerações públicas estão proibidas, essa é uma medida sanitária para ajudar na prevenção e combate contra o coronavirus. OK, tudo bem... No entanto até isso, as aglomerações podem ser relativizadas por causa dos interesses. É de interesse que as pessoas continuem comprando seus alimentos, não morram de fome; não importa que para isso elas enfrentem as aglomerações dos mercados. Já as igrejas estão proibidas de exercerem as celebrações da santa missa e o motivo é o mesmo: as aglomerações. OK, tudo bem de novo... Mas por que a igreja tem que ficar fechada durante o dia impedindo os fieis de entrarem para se encontrar com Jesus no Santíssimo Sacramento? Ficarem por uns instantes conversando com Deus? Afinal, “a casa de meu pai é um local de oração” – nos disse Jesus Cristo.



A resposta é simples: a igreja não tem que ficar fechada para essa finalidade, pois Jesus Cristo em sua igreja não está encarcerado, o Santíssimo não é sua prisão! Os párocos em seus próprios interesses “lacraram” a igreja sob pretexto de exercerem nela suas atividades ou evitarem possíveis contaminações. Devem estar imaginando que aquelas pessoas que foram no mercado podem estar querendo irem na igreja para rezar... Mas a igreja poderia ficar aberta durante o expediente paroquial... Estranho isso... Graças a Deus algumas paróquias permanecem com suas igrejas abertas durante o expediente paroquial, pois pensam os padres: “quem sou eu para impedir um filho de Deus de conversar com o Pai Eterno?” Maravilha!

O mesmo vale para as confissões. Saibam que elas ainda acontecem em algumas partes do mundo, assim como as comunhões. Com a nova realidade adaptações são necessárias, voltamos ao ponto inicial de se fazer esforço para que as coisas aconteçam. O bom disso tudo é que em tempos assim Deus vai acompanhando o agir de cada um, as obras em prol do Reino de Deus e de seus filhos.

 

Fonte: Jefferson Roger

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A beleza do mundo



Eclesiástico 6,27-31 – “Vem a ela com todo o teu coração. Guarda seus caminhos com todas as tuas forças. Segue-lhe os passos e ela se dará a conhecer; quando a tiveres abraçado, não a deixes. Pois acharás finalmente nela o teu repouso. E ela transformar-se-á para ti em um motivo de alegria. Seus grilhões ser-te-ão uma proteção, um firme apoio; suas correntes te serão um adorno glorioso; pois nela (na sabedoria) há uma beleza que dá vida, e seus liames são ligaduras que curam.”

Eis aí uma grande beleza, como vimos no livro do Eclesiástico; o que nos leva a aprender que o belo existe no que não é aparente aos olhos. Pois a beleza externa, essa pode ser manipulada pelo maligno, como atesta o mesmo livro, vejamos:

Eclesiástico 9,5-11 – “Não detenhas o olhar sobre uma jovem, para que a sua beleza não venha a causar tua ruína. Nunca te entregues às prostitutas, para que não te percas com os teus haveres. Não lances os olhos daqui e dali pelas ruas da cidade, não vagueies pelos caminhos. Desvia os olhos da mulher elegante, não fites com insistência uma beleza desconhecida. Muitos pereceram por causa da beleza feminina, e por causa dela inflama-se o fogo do desejo. Toda mulher que se entrega à devassidão é como o esterco que se pisa na estrada. Muitos, por haveres admirado uma beleza desconhecida, foram condenados, pois a conversa dela queima como fogo.”

Todavia, o belo externo, contém também as graças divinas, olhemos:

Eclesiástico 26, 19-22 – “A mulher santa e honesta é uma graça inestimável; não há peso para pesar o valor de uma alma casta. Assim como o sol que se levanta nas alturas de Deus, assim é a beleza de uma mulher honrada, ornamento de sua casa. Como a lâmpada que brilha no candelabro sagrado, assim é a beleza do rosto na idade madura.”

Então devemos buscar a assistência do Espírito Santo e seus dons para compreendermos as belezas do mundo e nos relacionarmos adequadamente com todas elas. Isso é trabalhoso, o inimigo quer a confusão, dificulta nossa caminhada, mas lembremos: “é suma alegria, meus irmãos, quando passais por diversas provações, sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência. Feliz o homem que suporta a tentação. Porque, depois de sofrer a provação, receberá a coroa da vida que Deus prometeu aos que o amam.”

 

Fonte: Jefferson Roger

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quarta-feira, 13 de maio de 2020

O caminho esconde suas pedras



Eclesiástico 21,11 – “O caminho dos pecadores é calçado de pedras unidas, mas ele conduz à região dos mortos, às trevas e aos suplícios.”

Eclesiástico 27,1-3 – “Quem procura enriquecer, afasta os olhos (de Deus). Como se enterra um pau entre as junturas das pedras, assim penetra o pecado entre a venda e a compra. O pecado será esmagado com o pecador.”

Eclesiástico 32,25 – “Não te embrenhes num caminho de perdição e não tropeçarás nas pedras. Não te metas num caminho escabroso, para não pores diante de ti uma pedra de tropeço.”

Tiago 5,19-20 – “Meus irmãos, se alguém fizer voltar ao bom caminho algum de vós que se afastou para longe da verdade, saiba: aquele que fizer um pecador retroceder do seu erro, salvará sua alma da morte e fará desaparecer uma multidão de pecados.”

São Paulo vai dizer em suas cartas, “quem está de pé cuide para que não caia”. Cuide para não tropeçar na caminhada rumo ao céu. Sabemos que isso é muito difícil e consiste na batalha diária de cada um, que irá até a morte. E fala sério hein! O que mais existe nessa vida é pedra para desviar, para pular, para contornar, para chutar para bem longe, para empurrar da frente de nosso caminho e a lista segue adiante. Pior ainda são as pedras ocultas, disfarçadas. Aquelas que o diabo colocou por cima alguns ramos bem folhados para escondê-las. É como os caçadores que na floresta camuflam as armadilhas para que a caça seja capturada. Ora bolas, armadilhas são assim, não ficam expostas, do contrário não teriam serventia.

Assim faz o demônio, não pode jogar abertamente, suas “pedras” (tentações e ciladas) precisam ficar ocultas, disfarçadas, os sentidos e a razão não podem perceber o que está a sua frente.

Não é à toa que Jesus manda vigiarmos e orarmos sem cessar e que São Pedro nos recorda que devemos estar sempre sóbrios. Com toda essa doutrina e amparo do céu que recebemos chega a ser uma tolice cair com tanta facilidade. Uma parte da coisa é culpa nossa, pois decidimos dar atenção ao diabo, assim como Eva fez com a serpente. Com o mal não se dialoga já dizia o Padre Gabriele Amorth, se combate.

 

Fonte: Jefferson Roger
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As minúcias de Fátima



Um olhar mais atento para as coisas espirituais de nossa realidade sempre irá mostrar que muita coisa está relacionada e, conhecendo aqui, pode se reconhecer o ali e o acolá. Vamos dar uma passadinha pelas ligações e mensagens de Nossa Senhora de Fátima e nos encantarmos com o cuidado materno que ela tem por seus amados.

No dia 13 de outubro de 1917, dia da última aparição, segundo a Irmã Lucia de Fátima, Nossa Senhora portava em sua mão direita o escapulário marrom. Segundo a religiosa, a Virgem de Fátima não pronunciou explicitamente um pedido ao uso do escapulário, porém, nessa última aparição estava vestida como Nossa Senhora do Carmo. Para relembrarmos, este sacramental da igreja, entregue por Maria a São Simão Stock, tem sua origem no hábito que os monges carmelitas usavam no século XIII e XIV no monte Carmelo em Israel. Uma peça marrom como uma espécie de manta que caía sobre os ombros e se estendia pelo peito e pelas costas. O escapulário como conhecemos é uma espécie de miniatura da veste grande dos monges. Dois paninhos de cor marrom unidos por cordões.

Os monges inspiraram a ideia desse manto à vestimenta usada pelo profeta Elias do Antigo Testamento. Em passagem bíblica o vemos desafiar os cananeus que adoravam o deus Baal. Qual deus queimaria com fogo a oferenda colocada a frente de cerca de 450 pessoas, sacerdotes de Baal. Invocaram a Baal e “nada” (só podia), claro que quando Elias invocou o nosso Deus todo poderoso um fogo vindo do céu queimou a oferenda. Esse episódio aconteceu aonde? Adivinharam: no monte Carmelo.

Ademais, podemos ainda acrescentar que, no dia 16 de julho, dia de Nossa Senhora do Carmo, também foi o dia em que a Virgem Maria apareceu pela última vez a Santa Bernadete.

Para encerrar, uma última nota. Como se sabe o culto a Baal exigia a idolatria, orgias com prostitutas nos templos e sacrifícios de crianças como forma de oferenda. Notaram a semelhança com os falsos profetas da modernidade? Assim como Elias combateu os profetas de Baal, hoje em dia combatemos de igual maneira as mesmas coisas. A idolatria pelo poder, dinheiro, materialismo e prazeres. A sexualidade desregrada e apartada de Deus e os sacrifícios de crianças que agora estão sendo legitimados pelo mundo com o nome de aborto. Não parece que Baal e seu culto estão bem vivos na cultura ocidental? Pois é...

Portanto, vamos nos unir aos corações santíssimos de Jesus e de Maria e suplicar a intercessão da Virgem de Fátima, para que ela nos conduza ao seu filho, nos cubra com seu manto e nos ajude a configurarmos o nosso agir de modo que seja agradável a Deus.

 

Fonte: Jefferson Roger

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terça-feira, 12 de maio de 2020

Recordando polêmicas



É sempre bom recordarmos alguns fatos que envolvem a doutrina e a fé (este há cerca de seis anos). Há tempos atrás o padre Fabio de Melo em algumas entrevistas causou polêmicas com pronunciamentos que causaram muita indignação aos católicos ao ponto de emitirem abaixo assinado para que ele fosse retirado do programa televisivo da Canção Nova.

Sobre essa polêmica, que pode ser averiguada em vários sites de notícias pela internet, transcrevo aqui trecho de depoimento feito pelo Sacerdote Marcelo Tenório (foto) a respeito do apontado padre:

“Caríssimos, Salve Maria:

É lamentável escutar o que o Padre Fabio de Melo diz sobre a devoção a Nossa Senhora. Dias atrás ele, em programas que jamais deveria participar defendeu heresias, quando afirmou que “Cristo queria o Reino de Deus e nós só conseguimos lhe dar a igreja”. Não vou entrar aqui em suas colocações péssimas sobre lei divina positiva e lei civil e questões de moralidade cristã. É verdade que depois da polêmica ele veio, em seu blog, se retratar; uma retratação “não-sei-que, mas, porém, todavia”, como é próprio dos modernistas. Agora ele investe contra Nossa Senhora e o culto mariano. Esse padre, apesar de esboçar seus títulos em sua “retratação-mas, mas”, parece desconhecer a doutrina da igreja quanto à devoção mariana, ou o que os santos escreveram, sobretudo São Luiz Maria Grignion de Monfort em sua grande obra “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem” e “Glórias de Maria”, de Santo Afonso Maria de Ligório.”

Com este apontamento do sacerdote Marcelo Tenório, os católicos podem se tranquilizar, pois quem tem Deus por Pai, tem Maria Santíssima por Mãe, a Theotokos. Juntamente com a igreja olhamos para Maria que nos conduz ao Cristo. São Luiz Maria nos diz em seu livro que se uma devoção não conduzir a Jesus, deve ser rejeitada porque é diabólica. Não é o caso da autêntica devoção mariana. Ninguém irá amar menos Jesus amando muito sua mãe.

 

Fonte: Jefferson Roger


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A obrigação e o dever dos bispos



Segundo o documento Christus Dominus:

 “Vigiem que a instrução catequética, que se orienta a fazer com que a fé, ilustrada pela doutrina, se torne viva, explícita e operosa nos homens, seja cuidadosamente ministrada quer às crianças e aos adolescentes, quer aos jovens, quer até aos adultos: procurem que esta instrução seja dada segundo a ordem e o método que mais convêm não só à matéria de que se trata mas também à índole, capacidade, idade e condições de vida dos ouvintes, e que se baseie na Sagrada Escritura, na Tradição, na Liturgia, no magistério e na vida da Igreja.

Como santificadores, procurem os Bispos promover a santidade dos seus clérigos, dos religiosos e dos leigos, segundo a vocação de cada um, lembrando-se da obrigação que têm de dar exemplo de santidade pela caridade, humildade e simplicidade de vida. Santifiquem de tal modo as igrejas que lhes estão confiadas, que nelas brilhe plenamente o modo de sentir de toda a Igreja de Cristo. Por isso, promovam o mais possível as vocações sacerdotais e religiosas, e de modo particular as missionárias.

 No exercício do seu múnus de pais e pastores, comportem-se os Bispos no meio dos seus como quem serve, como bons pastores que conhecem as suas ovelhas e por elas são conhecidos como verdadeiros pais que se distinguem pelo espírito de amor e de solicitude para com todos, de modo que todos se submetam fàcilmente à sua autoridade recebida de Deus. Reunam à sua volta a família inteira da sua grei e formem-na de tal modo que todos, conscientes dos seus deveres, vivam e operem em comunhão de caridade.

Abracem sempre com especial caridade os sacerdotes, que compartilham das suas funções e solicitude, e tão zelosamente satisfazem esses deveres com o trabalho de cada dia, considerando-os como filhos e amigos, e, portanto, mostrando-se prontos a ouvi-los e tratando-os com confiança, procurem dar nova vida a toda a atividade pastoral da diocese inteira.

Cabe aos bispos, portanto, suprimida a distinção entre párocos amovíveis e inamovíveis, reveja-se e simplifique-se o modo de proceder na transferência e remoção dos párocos, para que o Bispo, observando a equidade natural e canônica, POSSA PROVER MELHOR ÀS EXIGÊNCIAS DO BEM DAS ALMAS.” Espera-se como vemos que ouça o seu povo para que nessa distinção possa promover as adequações necessárias dos pastores que precisam de renovação espiritual, auxílio pastoral e reencaixe às suas realidades enquanto presbíteros trabalhando pelo Reino de Deus. Se o ditado diz que a vós do povo é a voz de Deus, que ele esteja aberto ao contato e apelos das comunidades que estão passando por experiências disformes em suas paróquias. Assim pede e manda Deus, assim confirma o magistério da igreja.

 

Fonte: Jefferson Roger

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Instrução Postquam Apostoli - sobre o empenho da evangelização



Mateus 18,14 – E disse Jesus – “Assim é a vontade de vosso Pai celeste, que não se perca um só destes pequeninos.” João 6,39-40 – “Ora, esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não deixe perecer nenhum daqueles que me deu, mas que os ressuscite no último dia. Esta é a vontade de meu Pai: que todo aquele que vê o Filho e nele crê, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.”

E como sabemos, a igreja leva a frente o mandato do Cristo. Em seu documento INSTRUÇÃO POSTQUAM APOSTOLI onde nos coloca as seguintes diretivas:

"Depois de aos Apóstolos ter sido confiada por Cristo Senhor, antes da ascensão ao Céu, a missão de serem testemunhas "até aos confins do mundo" (At 1, 8), todas as suas fadigas e solicitudes não tiveram outra finalidade que não fosse a fiel execução do mandato de Cristo: "Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda a criatura" (Mc 16, 15). A Igreja, como atesta a história, no decurso dos séculos nunca cessou de empenhar-se com fidelidade e entusiasmo na atuação prática deste mandato.

O meio como a Igreja de Cristo deve cumprir o mandato de Cristo é a evangelização, a exemplo do seu Fundador, que foi o primeiro Evangelizador. Ela, de fato, considerou sempre seu encargo específico e especial a evangelização. Mesmo só para este encargo existe, como vieram a declarar os Bispos no Sínodo de 1977: "Queremos novamente confirmar que o mandato de evangelizar todos os homens constitui a missão essencial da Igreja".

Daí se segue que nenhum batizado e crismado na Igreja pode eximir-se a tal dever, como advertiu o Concílio Vaticano II: "Posto que a Igreja toda é missionária e sendo a obra da evangelização dever fundamental do Povo de Deus, o Sagrado Concílio convida todos a uma profunda renovação interior, para que, plenamente conscientes da responsabilidade pessoal na difusão do Evangelho, assumam a sua parte na obra missionária".

E o documento conclui dizendo: “Portanto, como sabemos que, através de todo o curso da história da Igreja, o agente principal da evangelização é o Espírito Santo que opera quer movendo os cristãos a fazerem progredir o reino de Deus, quer abrindo os corações dos homens à palavra divina, assim também devemos crer que sob a direção do mesmo Espírito está colocado o futuro da Igreja. Entretanto, dever de nós todos é pedir-Lhe, com insistência e deixarmo-nos confiadamente guiar por Ele, empregando-nos com todas as nossas forças para que entre os fiéis permaneça viva a convicção da natureza missionária da Igreja e cresça cada vez mais a consciência da responsabilidade que todos os cristãos, e sobretudo os pastores de almas, têm para com a Igreja universal.

Tal esforço procuremos realizá-lo e vivificá-lo guiados e animados sempre pela esperança cristã "que não engana" (Rom 5, 5), porque fundada nas palavras de Cristo, que ao deixar os seus discípulos entre as insídias e as forças hostis deste mundo, prometeu: "Eu estarei sempre convosco, até o fim do mundo" (Mt 28, 20), "Tende confiança, Eu venci o mundo" (Jo 16, 33).

 

Fonte: site do Vaticano

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Documento Christus Dominus – a respeito dos párocos



“Os principais colaboradores do Bispo são, todavia, os párocos, a quem, como pastores próprios, é confiada, sob a autoridade do Bispo, A CURA DE ALMAS numa parte determinada da diocese. No desempenho desta cura de almas, os párocos, com os seus coadjutores, exerçam de tal maneira o seu ministério de ensinar, santificar e governar, que os fiéis e as comunidades paroquiais se sintam de fato membros tanto da diocese como do todo que forma a Igreja universal. Colaborem, portanto, com outros párocos e com outros sacerdotes que ou exercem o múnus pastoral no território (como são, por exemplo, os vigários forâneos, os arciprestes) ou estão dedicados a obras de caráter supraparoquial, para que na diocese não falte unidade ao ministério pastoral e este se torne até mais eficaz.

Além disso, seja a cura de almas sempre penetrada de espírito missionário para abranger, como deve, todos os que vivem na paróquia. Mas, se os párocos não puderem atingir por si mesmos alguns grupos, recorram a outras pessoas, mesmo a leigos, que os auxiliem no apostolado. Para que aumente a eficácia desta cura de almas, recomenda-se insistentemente a vida comum dos sacerdotes, sobretudo da mesma paróquia: ao mesmo tempo que facilita a atividade apostólica, dá aos fiéis o exemplo de caridade e união.

No desempenho do múnus de ensinar, os párocos devem: pregar a palavra de Deus a todos os fiéis, para que estes, fundados na fé, na esperança e na caridade, cresçam em Cristo, e a comunidade cristã dê aquele testemunho de caridade que o Senhor recomendou (17); e, do mesmo modo, comunicar aos fiéis, pela instrução catequética, o conhecimento pleno do mistério da salvação, adaptado à idade de cada um. Para darem esta instrução, procurem não só o auxílio de religiosos, mas igualmente a cooperação de leigos, erigindo a Confraria da Doutrina cristã. Para levarem, a cabo o trabalho de santificação, procurem os párocos que a celebração do sacrifício eucarístico seja o centro e o ponto culminante de toda a vida da comunidade cristã; e esforcem-se também por que os fiéis se alimentem no espírito, recebendo com devoção e frequência os sacramentos e tomando parte consciente e ativa na Liturgia. Lembrem-se também os párocos que o sacramento da Penitência contribui muitíssimo para fomentar a vida cristã; mostrem, por isso, facilidade em ouvir confissões, chamando até, sendo necessário, outros sacerdotes que saibam diversas línguas.

No cumprimento do dever pastoral, esforcem-se primeiramente os párocos por conhecer o próprio rebanho. E, COMO ESTÃO AO SERVIÇO DE TODAS AS OVELHAS, PROMOVAM O PROGRESSO DA VIDA CRISTÃ QUER NOS INDIVÍDUOS, QUER NAS FAMÍLIAS, quer nas associações, sobretudo de apostolado, quer ainda em toda a comunidade paroquial. Visitem, portanto, as casas e as escolas, segundo as exigências do múnus pastoral; atendam diligentemente à adolescência e juventude; amem paternalmente os pobres e os doentes; por fim, tenham especial cuidado dos operários e estimulem os fiéis a que auxiliem as obras de apostolado. Os vigários paroquiais, sendo cooperadores do pároco, prestam diariamente auxílio precioso e prático ao ministério pastoral exercido sob a autoridade do pároco. Haja, pois, entre este e os seus vigários, relações fraternais, caridade e reverência recíproca. Ajudem-se mutuamente com conselhos, auxílios e exemplo. E realizem o trabalho paroquial com unidade de vontades e concordância de esforços.” E existem sacerdotes que não agem assim!!!

Fonte: site do Vaticano

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A doutrina do medo



O medo é algo conhecido por todos, para certos tipos desse sentimento podemos dizer até que de maneira “saudável” ele é benéfico, pois instiga as pessoas a serem prudentes. Se você não sabe nadar, certamente o medo de morrer afogado o impedirá de se atirar numa lagoa profunda para tentar atravessar a nado. Este tipo de medo exemplificado não denota da pessoa que o sente como uma atitude covarde; ao contrário existe uma reação de prudência.

O importante para nossas vidas é colocarmos os medos certos em seus devidos lugares. Isso muitas vezes não acontece porque o estereótipo que aponta para “medo ser falta de coragem” acaba por conduzir pessoas ao erro, falando-se aqui em termos de atitudes. O sujeito confunde o tipo de medo que está sentindo, que pode ser muito oportuno para a ocasião, e reage de forma imprópria. Vamos a mais um exemplo?

A pessoa alega não ter medo de morrer e por isso dirige seu carro de modo imprudente. Possivelmente ela tenha esse medo, mas, como seu ego exige que ela prove a si mesma que não tem, passa a agir de forma incompatível com a natureza da ocasião. Sua tolice vã coloca em risco outras vidas no trânsito. Todos nós sabemos muito bem como o trânsito mata ao redor do mundo.

O medo parece ser sempre um sinal de alerta, assim como a febre. Ninguém costuma ignorar a febre, pois ela indica que algo está errado, é preciso providências. O medo também age assim, nos alarma sobre algo ou alguma coisa. Espiritualmente falando, sabemos da contrição perfeita (pesar sincero de perder o céu e ser condenado ao inferno) e da atrição ou contrição imperfeita (pesar de perder o céu por medo de ser condenado ao inferno e não porque se perderá o convívio com Deus). Um representa o “medo” de se perder a Deus, o outro representa o “medo” da consequência. Felizmente para todos o Deus Misericordioso “aceita” as duas formas de arrependimento – colocando evidentemente suas ressalvas – e sobre elas legisla de forma apropriada. Nem poderia ser diferente, ele é todo poderoso, o Deus do impossível, onisciente e onipresente.

Como lemos na bíblia Deus pode tirar algo bom de algo ruim; sendo assim o sentimento de sensações ruins – o medo – integrante da natureza humana pode e vai resultar em cada pessoa um saldo positivo. Basta voltarmos nossos olhares para os dons do Espírito Santo para que compreendamos qual fruto em nossas vidas a oportunidade desses medos nos permitirão colher. João 14,1 e 27 – “Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se perturbe o vosso coração, nem se atemorize!”

 

Fonte: Jefferson Roger
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segunda-feira, 11 de maio de 2020

Missas e Eucaristia



Em vários lugares do mundo, apesar da pandemia, as celebrações da santa missa com distribuição da eucaristia não foram interrompidas. Foram adaptadas. Em alguns lugares existem mais celebrações, quase que de hora em hora, para que assim um número menor de fieis possa estar em cada uma delas; em outros lugares os horários se mantiveram e medidas de adequação para prevenir o contágio foram tomadas para aqueles que buscam o Cristo não o deixem de faze-lo por culpa de leis humanas, medos alheios ou escrúpulos além da sensatez.

Nada mais justo esse agir de certos locais. A prática da religião não é vista pelo mundo como algo essencial à vida. Por causa do coronavirus estamos acompanhando o que os governantes determinam que deve funcionar ou não. Mesmo assim, a fraqueza do mundo chamada capitalismo está fazendo pressão para que a normalidade se restabeleça, custe o que for preciso (e isso inclui vidas).

Igrejas estão fechadas para as celebrações públicas, embora muitas ficam abertas para visitação e orações – nem poderia ser diferente pois Jesus nos disse que “a casa de meu pai é um local de oração” – não é de se esperar o contrário. Ah é sim! Existem igrejas que mais parecem estar “lacradas”. Jesus na capela do santíssimo deve estar se sentindo como em sua paixão, onde passou a noite encarcerado aguardando o amanhecer para decretarem seu flagelo e crucificação. Está na capela sendo visitado pelos carcereiros, como nas prisões de segurança máxima que nem permitem visitas.

Pessoal, a analogia e comparação cabem muito bem aqui. Observem a realidade em que vivemos para ver se não é assim mesmo que as coisas estão acontecendo. Todavia, o alento para a alma reside nas palavras de Jesus. Se colocarmos a confiança nos homens sucumbiremos, colocando a confiança em Nosso Senhor Jesus Cristo, duvido que fiquemos desamparados.

Ademais, se estamos impedidos em muitos lugares de receber o pão eucarístico, Jesus sabe muito bem quem está proibindo isso. Se igrejas públicas são fechadas para uso particular dos presbíteros, Jesus sabe muito bem quem está fazendo isso. Jesus que vê os corações e enxerga o que está oculto pronunciará a cada um a sentença medida pelas obras (Apocalipse 22,12). E vale recordarmos suas palavras ditas em resposta à indignação e lamento de Santa Maria Faustina Kowalska: “eu terei toda a eternidade para praticar a justiça”.

 

Fonte: Jefferson Roger

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domingo, 10 de maio de 2020

Levem as crianças à Igreja



Mateus 18,2-6 – “Jesus chamou uma criancinha, colocou-a no meio deles e disse: Em verdade vos declaro: se não vos transformardes e vos tornardes como criancinhas, não entrareis no Reino dos céus. Aquele que se fizer humilde como esta criança será maior no Reino dos céus. E o que recebe em meu nome a um menino como este, é a mim que recebe. Mas, se alguém fizer cair em pecado um destes pequenos que crêem em mim, melhor fora que lhe atassem ao pescoço a mó de um moinho e o lançassem no fundo do mar.”

Mateus 19,13-15 – “Foram-lhe, então, apresentadas algumas criancinhas para que pusesse as mãos sobre elas e orasse por elas. Os discípulos, porém, as afastavam. Disse-lhes Jesus: Deixai vir a mim estas criancinhas e não as impeçais, porque o Reino dos céus é para aqueles que se lhes assemelham. E, depois de impor-lhes as mãos, continuou seu caminho.”

Mateus 18,10 – “Guardai-vos de menosprezar um só destes pequenos, porque eu vos digo que seus anjos no céu contemplam sem cessar a face de meu Pai que está nos céus.”

Palavras da Virgem Santíssima ditas em suas aparições: “Dêem, ó pais, exemplos aos seus filhos! Levem-nos à Missa! Estou vendo aqui pessoas que não levam seus filhos à Missa. Quero todas as crianças na Missa. Devem ensinar seus filhos a ficarem na Missa; todos eles, para que assim entendam o sentido da Eucaristia.”

O que fazem alguns padres e lideranças católicas? As famílias chegam para a santa missa, esposa, marido e filhos e os pais são separados de seus filhos – isso me recorda as famílias judias na época da segunda guerra quando a SS agia da mesma maneira. É evidente que os pais precisam ensinar desde cedo o que significa estar na igreja durante uma celebração sagrada, para que compreendam a sacralidade do momento e isso se torne um acontecimento natural na vida em família: todos na igreja.

Todavia em algumas igrejas os pais são, vamos dizer assim, “convidados” a darem um jeito nos filhos barulhentos e mal comportados, porém, existe um limite para a intervenção externa e, embora seja uma “casa de oração”, palavras de Jesus, ainda é considerado um local público, sem dono e sim tutela, uma tutela que não pode ser militar, impositoria, de coação e que ameace paroquianos que não concordam com essa postura. Existem padres que parabenizam as famílias que levam seus filhos à missa e incentivam a continuarem assim; sem dúvida eles se recordam das passagens do evangelho onde Jesus evidencia o apreço pelos pequeninos.

 

Fonte: Jefferson Roger

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sábado, 9 de maio de 2020

Santa Missa ou show particular




Bom, santa missa quem celebra é um pastor de Nosso Senhor Jesus Cristo, com a missão dada pelo ressuscitado a São Pedro de apascentar as suas ovelhas. As ovelhas do Senhor, que morreu na cruz pelos nossos pecados.

Show é bem diferente, trata-se de uma apresentação na qual o maior interessado não tem intenção de desaparecer em beneficio de outrem, pois, ao contrário, é de seu maior interesse se promover, ter muitos seguidores, ser popular, estar em evidência, fazendo para esse intento o que for preciso: dançar, cantar, tocar instrumentos, exacerbar os falares e por aí vai.

São realidades diferentes, uma realidade é sagrada, a outra é mundana. No acontecimento sagrado não existem elementos do mundo, assim como o contrário acontece também.

Vamos recordar: Jesus disse que “a casa de meu pai é um lugar de oração”. Não é um lugar para cantorias profanas, ritmos e melodias mundanas, danças durante a celebração, agitos de braço, fechar os olhos, colocar mãos no peito e repetir como papagaio o que o padre tiranete manda falar. É uma babilônia só certas missas. Tem padre que manda os fieis recitarem orações próprias do sacerdote, padres que fazem piadinhas, padres que parecem pastores evangélicos pedindo a todo instante que o povo responda ao seu amém Jesus. Enfim, a lista de abusos litúrgicos e personalizações é longa, sei que todo mundo já passou por isso.

O agravante como, já exposto em outros locais neste site, é o fato de que o povo, por falta de conhecimento, fica perdido com as atitudes tomadas pelos administradores paroquiais – não dos donos da igreja – chamados párocos. Por todo o Brasil acompanhamos os testemunhados dos paroquianos. Os que agem assim estão mais para tiranetes que adoram estar em evidência e ditar regras, acoando e coagindo pessoas. Tanto é verdade que as pessoas buscam esclarecimentos para sanar dúvidas sobre a má e errônea conduta desses padres. Os católicos, à esse respeito precisam se posicionar. Dessa forma saberíamos se os bispos são coniventes com os abusos e discrepâncias doutrinais, canônicas e litúrgicas que acontecem pelas paróquias do país afora. No entanto já existe uma sinalização do presidente da CNBB nesse sentido, para que os padres tomem atenção aos ritos sagrados devidamente ordenados pela liturgia da Igreja.

Que os corações santíssimos de Jesus e Maria tragam para o bem dos filhos de Deus as soluções necessárias para o rebanho do Senhor. Jesus, olhe por seu povo, nós vos pedimos.

Vídeo relacionado ao tema:


Fonte: Jefferson Roger
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Exemplo de maus sacerdotes




Durante a semana minha esposa ligou na paróquia onde moramos querendo saber se era possível ir até a igreja para acender uma vela no cruzeiro durante o horário paroquial. Quem atendeu foi uma funcionária da secretaria. Ela disse que a igreja não estava aberta para visitas – embora aqui na arquidiocese outras igrejas ficam abertas para visitação durante o expediente paroquial – pois, afinal, as pessoas têm o direito de irem ao santíssimo, sentarem-se em frente ao altar, se encontrarem com Deus nesse ambiente sagrado. Foi Jesus quem disse que a “casa de seu pai é um local de oração”.

Aqui em nossa paróquia não é assim. Ela combinou que sábado iria com seus pais até a igreja pela manhã; a atendente disse que permitiria o acesso ao santíssimo sacramento, depois de explicado o motivo de tal pedido. Mandou dizer que quando chegasse lá, deviam avisar ao secretário (outro funcionário) que ela tinha autorizado. O então secretário disse que quem autorizou por telefone não lhe havia avisado, e reforçou que ela não manda nada, quem manda é o padre.

Insistindo no assunto para entrar por cinco minutos no santíssimo sacramento, o secretário contatou por mensagem de celular o padre, que estava no andar de cima e que, ao negar o pedido, disse que estava brabo com a importunação. Brabo!? Como assim? De ser chamado 9:00h para conversar com um paroquiano? Ele não deveria como Jesus mandou a São Pedro apascentar as suas ovelhas (ovelhas de Jesus)?

O secretário ainda conclui dizendo que se ele liberasse a entrada (o secretário liberasse) e se o padre “pegasse” minha esposa e seus pais dentro da igreja ele estaria “ferrado”! O que é isso? Medo do padre? De perder o emprego? Pois bem, sente-se como um funcionário que deve primeiro obediência ao dono da empresa? Absurdo dos absurdos. No entanto ele estava a desempenhar suas ordens e funções. E não teve acordo, o padre que manda na igreja (esse acha que manda, na igreja de tijolos pelo menos) não permitiu o acesso. O secretário disse que ele não quer que ninguém entre na igreja porque ele está usando para as coisas dele.

Reforço, a igreja não é dele! Esta em especial foi reformada com a ajuda da comunidade ao longo de alguns anos. Ele simplesmente chega e nega que os fieis visitem o santíssimo sacramento pelo menos por cinco minutos? Eu, que sou catequista a trinta e cinco anos, palestrante e formador, autor de cinco publicações católicas, conhecedor da doutrina, das sagradas escrituras e dos documentos da igreja, não sou uma pessoa que pode ser convencida por qualquer palavra humana de que esse padre está com a razão. Outras igrejas estão abertas para visitação e orações, evidentemente nelas existem padres comprometidos com o rebanho do Senhor. Nesta paróquia não. E se eu que tenho um conhecimento menor que um grão de mostarda consigo ver isso e sou incapaz de ser convencido do contrário, quem dirá Jesus Cristo, sabedoria divina encarnada no seio da Virgem Maria.

 

Fonte: Jefferson Roger

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Servos de Jesus Cristo a serviço da igreja




Essa é a definição que os próprios sacerdotes fazem de si mesmo. São os padres que receberam do ressuscitado a missão de apascentar as ovelhas do Senhor. Os padres possuem muitas obrigações repassadas por Jesus, o que já bastaria – segundo a análise do próprio Cristo – para que exercessem seu mandato presbiteral. O que fazem eles? Não todos, graças a Deus, mas muitos distorceram essa condição.

Tenho certeza de que muitos fieis a Jesus Cristo e seu evangelho, que se esforçam para levar o evangelho a toda criatura e viver segundo o agrado e mandato de Deus, sofrem muito – unindo seus sofrimentos aos de Jesus na cruz – como nos disse São Paulo, para viverem uma vida que se relaciona com pastores (verdadeiros lobos) vestidos em pele de ovelha.

Em várias paróquias pelo país temos casos assim.

Em tempos pandêmicos podemos atestar a falta de comprometimento com o zelo pastoral e paroquial. Chegam dizendo que são eles quem mandam na igreja e na paróquia. Modificam muitas coisas que estavam em andamento na comunidade – implantam seu jeitinho amedrontador – para outra direção e foco coagindo paroquianos e ditando regras ao estilo imperialista. Não há como respeitar pessoas que praticam atos de coação inclusive por telefone, ameaçando paroquianos de que: se não concordarem com os apontamentos dele ele não os quer como paroquianos mais. Infelizmente esse não é o agir conforme Jesus Cristo determinou. No entanto, temos que fazer como Jesus e Maria nos ensinam: rezar por eles.

Padre assim (basta alguns minutos de pesquisa pela internet) convertem a paróquia em um camarim e o presbitério em palco de show. Muitos números do código de direito canônico determinam como deve ser seu modo de agir; não precisamos citar todos eles, pois presumimos que eles os conheçam, pelo menos devem ter estudado isso em suas formações de padres (que pelos seus comportamentos se demonstram adulteradas); todavia, destaco o número 214 onde se diz que o fiel deve ter direito a missa da igreja e não a missa personalizada pelos sacerdotes que querem converter a santa missa numa espetáculo próprio.


Fonte: Jefferson Roger

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O rei sobre a montanha




Desde o princípio, conforme lemos nas sagradas escrituras, Deus colocou pessoas para servi-lo em prol de seu povo. As coisas são assim até o dia de hoje. Infelizmente, a natureza humana possível de ser corrompida, de fato, assim está. Sobretudo falamos aqui dos sacerdotes maculados, atuais falsos artistas e hereges, disfarçados de padres.

Em tempos antigos o acesso a Sua Majestade, o Rei, era algo antecedido de anúncio e outros protocolos. Simplesmente não se podia entrar no palácio real para conversar com o rei, o acesso é vedado. E não é assim em tempos atuais? Alguém que tenha vontade ou precise conversar com o prefeito da cidade simplesmente não pode entrar em sua sala.

O mundo criou essa condição, essa regra. O imperialismo deixou de existir em muitas partes do mundo, mas na prática ele anda em voga por muitos lugares ainda. Infelizmente, dentro da igreja também. A missa, propriedade que é de Jesus Cristo, tutelada pela igreja, não pertence ao sacerdote ou a equipe de liturgia. Por isso, para que esse acontecimento sagrado que une o céu a terra aconteça dentro da maior sacralidade possível, os documentos da igreja orientam e determinam o que e como deve ser feito dentro da celebração litúrgica da santa missa.

As rubricas do missal romano descrevem em “preto” o que o sacerdote deve ler e em “vermelho” o que o sacerdote deve fazer, o que partir além disso distorce a natureza da celebração, tira a sua sacralidade e comuta o Senhorio de Cristo para o sacerdote. Jesus é deixado de lado para que o centro das atenções seja o padre. O código de direito canônico em seu número 214 confirma essa condição: o fiel tem direito a missa da igreja, não a missa modificada pelo padre ou quem quer que seja. Se Jesus Cristo e seu evangelho fosse levado a serio, tanto faria assistir a missa do padre “X” ou do padre “Y”, pois ele desapareceria para que Jesus se fizesse presente.

Infelizmente sabemos muito bem que não é assim. Todo mundo tem preferência por esse ou aquele padre, ou esse grupo ou aquele grupo de padres. Isso porque a pessoa se identifica ou com a rígida e reta doutrina ortodoxa católica apostólica romana ou quer um catolicismo de supermercado, que afrouxa e relativiza as coisas de Deus e fica tudo por isso mesmo, menos para Jesus Cristo, que disse para Santa Maria Faustina Kowalska que terá a eternidade toda para praticar a justiça. Então, como vemos, seguimos a Santíssima Trindade e o que genuinamente sua igreja nos entrega ou seguimos os tiranetes – falsos artistas e hereges – disfarçados de padres.

 

Fonte: Jefferson Roger

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sexta-feira, 8 de maio de 2020

Olhares feridos



Nossos sentidos como bem sabemos são, entre outras coisas, responsáveis por promover nossos sentimentos. São diariamente muito utilizados, pena que, infelizmente, o diabo faz uso deles também. Deixamos que ele os influencie e tente nos arrastar para o lado do mal. Se isso acontece, nossos sentidos, corrompidos pelo mal e doentes a partir de então, sofrem a escravidão dos pecados.

Não enxergam mais o belo divino, só o belo dos prazeres, do materialismo. Agem como Jesus disse em Mateus 13,14-15 – “Assim se cumpre para eles o que foi dito pelo profeta Isaías: Ouvireis com vossos ouvidos e não entendereis, olhareis com vossos olhos e não vereis, porque o coração deste povo se endureceu: taparam os seus ouvidos e fecharam os seus olhos, para que seus olhos não vejam e seus ouvidos não ouçam, nem seu coração compreenda; para que não se convertam e eu os sare (Is 6,9s).”

Eis o perigo que corremos já alertado pelo profeta Isaías e confirmado pelo Cristo. Se chegarmos a esse ponto somente uma intervenção divina poderá nos remover das mazelas infernais. Pois o veneno diabólico é viciante e muitos pecados, por causa dele, são fáceis de cometer e difíceis de abandonar. O vício se instala no coração, alma e mente e passa a comandar o indivíduo, que passa a modificar valores de vida e valores cristãos pelas opções “paraguaias” de Cidade de Leste (as opções do diabo, onde a garantia é ele).

Mas e aí? Feriu-se nesse combate diário até a morte que consiste em viver uma vida que agrade a Deus e descontente Satanás? O remédio é Jesus, médico do corpo e da alma.

 

Fonte: Jefferson Roger

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Palavras duras



Eclesiástico 18,15-17 – “Meu filho, não mistures a repreensão com o benefício, não acrescentes nunca palavras duras e más às tuas dádivas. Porventura o orvalho não refresca o calor ardente? Assim, uma palavra doce vale mais do que um presente. A doçura da palavra não prevalece sobre a própria dádiva? Mas uma e outra coisa se encontram no homem justo.”

E no homem justo não deve existir a falsa verdade – que nada mais é que uma mentirinha disfarçada – isso quem faz é o diabo. Todavia, a questão é meio paradoxal, pois a verdade é dura, mesmo que proferida em doces palavras. Ou seja, não tem como dizer de uma forma menos dolorosa que uma pessoa morreu, será apenas um jogo de palavras, o sujeito morreu e pronto. Vejamos nosso exemplo número um: Jesus. Pelo que lemos nas sagradas escrituras ele não suavizava em nada o seu modo de falar; diz-se que ensinava como quem tem autoridade.

Como vemos, assim como a realidade das duras palavras, o mesmo se pode dizer da realidade de nossas vidas. Como suavizar notícias difíceis e bem reais que afetam a vida das pessoas? Estamos passando pelo tempo pandêmico do coronavirus, no entanto, aqui no Brasil, muitas áreas sofrem com a falta de chuvas, depois, com o pós-pandemia virão todas as consequências sociais que já começam a apontar no horizonte. Nem precisamos entrar em detalhes, todos estão acompanhando os fatos.

Nós cristãos, apegados a Deus com unhas e dentes (se não somos já devíamos ser, pois a hora já vai adiantada) passamos em tempos como esse por mais uma oportunidade vinda dos céus (isso mesmo), para estreitarmos nossos laços ainda mais com o céu, com o divino, com o bem. É só mais um choque de realidade para que o povo acorde e pare de viver como se a vida fosse um parque de diversões e um Shopping Center 24 horas por dia. Jesus disse: “não se perturbe o vosso coração.”

 

Fonte: Jefferson Roger

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O olhar



Mateus 5,28 – “Eu, porém (Jesus), vos digo: todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração. Mateus 18,9 – “Se teu olho te leva ao pecado, arranca-o e lança-o longe de ti: é melhor para ti entrares na vida cego de um olho que seres jogado com teus dois olhos no fogo da geena.”

No entanto cuidemos: Lucas 16,15 – “Jesus disse-lhes: Vós procurais parecer justos aos olhos dos homens, mas Deus vos conhece os corações; pois o que é elevado aos olhos dos homens é abominável aos olhos de Deus.”

Mateus 6,21-23 – “Porque onde está o teu tesouro, lá também está teu coração. O olho é a luz do corpo. Se teu olho é são, todo o teu corpo será iluminado. Se teu olho estiver em mau estado, todo o teu corpo estará nas trevas. Se a luz que está em ti são trevas, quão espessas deverão ser as trevas!”

Pois bem, como vemos nosso olhar pode ser instrumento de queda ou reflexo de nosso estado. Bem dizem as pessoas que os olhos são a janela da alma; facilmente ele demonstra muitas vezes o que possivelmente está se passando com a pessoa. Sendo assim, grande coisa é para cada um de nós, torna-los capazes de proferir sempre um olhar treinado, como o de Jesus. Um olhar repleto de coisas boas e positivas. Já dizia Santa Teresa de Calcutá que uma pessoa não deve deixar nossa presença em pior estado que quando veio até nós. Sem dúvida nosso olhar pode sim contribuir para isso.

Porém, espiritualmente falando, sabemos que vivemos uma realidade de corpo e alma e existem os espíritos (os quais ordinariamente não vemos), dispersos pelos ares, conforme lemos nas sagradas escrituras. No entanto, observem a imagem do artigo. É uma foto tirada bem de perto do olho, num momento em que a foto foi tirada a pessoa estava sozinha. Mas, se olharmos com calma no centro da imagem é possível ver a silhueta de uma pessoa sentada no sofá, olhando para quem tirou a foto, com um dos braços recostado no encosto. Coincidência? O cristão acredita em providências divinas! Vale a reflexão, pois é a realidade em que vivemos e ao menos sabemos que no meio de nós existem os anjos de Deus além das catervas infernais.

 

Fonte: Jefferson Roger

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quinta-feira, 7 de maio de 2020

Lideranças mascaradas



Os líderes dos mega templos que abrigam de uma só vez milhares de pessoas tem aqui e ali aproveitado o momento pandêmico para incentivar os fiéis a se apegarem a Deus e, é claro, manterem suas contribuições em dia. Até aí, tudo bem, nada de errado! Os líderes (até parece) católicos também têm feito o mesmo.

Dizem que nós somos igreja e não deixamos de ser. Dizem que agora não podemos nos reunir para as manifestações públicas na igreja de tijolos. Perceberam a fala? Nada de manifestações públicas, voltemos à época dos cristãos das catacumbas. Cada um por si e com Deus, o que só prova que sacramentos é agora um detalhe relativo.

Como ficam as crianças católicas que estavam por entrar no período da catequese ou que já estavam nela? Pois bem, ensinar sobre sacramentos? Verdades de fé e doutrina católica? Tudo isso mudou, os adultos que já eram mal formados pela igreja agora mergulham em tamanha confusão. A igreja sede às leis dos homens em detrimento às leis de Deus. Certa vez ouvi um palestrante dizer uma frase que não poderia ser mais acertada: “Para quê tanta lei? Já temos os dez mandamentos e isso deveria bastar!”

Retornamos ao modo de se relacionar com Deus como era antes de Jesus fundar a sua igreja, uma igreja que agora está em frangalhos, colocada de joelhos pelo coronavirus. Como é bom em momentos assim estar intimamente ligado a Deus, dessa forma a baderna da igreja não afeta o relacionamento entre criatura e criador. Parece aquela história que muitos conhecem de uma empresa que prosperava até o dono morrer e deixar tudo para os filhos; em pouco tempo a má administração leva o empreendimento do pai a falência e cada dos herdeiros se consomem no que sobrou, nas migalhas, antes de partirem para outra.

 

Fonte: Jefferson Roger

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terça-feira, 5 de maio de 2020

A fala profética de Pio XII



“Preocupo-me com as mensagens da Virgem Santíssima à pequena Lúcia de Fátima. A insistência de Maria acerca dos perigos que ameaçam a Igreja é uma advertência divina contra o suicídio de se alterar a fé, em sua liturgia, em sua teologia e em sua alma… Ouço a minha volta inovadores que desejam desmantelar a Capela Sagrada, destruir a chama universal da Igreja, rejeitar seus ornamentos e fazê-la sentir remorso por sua história passada…

 

“Dia virá em que o mundo civilizado negará seu Deus, em que a Igreja duvidará como o fez Pedro. Ela será tentada a acreditar que o homem se tornou Deus. Em nossas igrejas, cristãos procurarão em vão pela luz vermelha de onde Deus os espera. Como Maria Madalena, em prantos no sepulcro vazio, eles perguntarão: Aonde eles O levaram?”

Pois bem, caro leitor, faz tempo que isso foi dito por São Pio XII e não parece atual? Não parece profético? Pois é, parece. E como o cristão não acredita em coincidência e sim em providência, podemos crer que se trata sim, de textos proféticos que, infelizmente, estamos comprovando na prática já há algum tempo.

E para concluir vamos corroborar essa fala do papa com outro texto de Santo Ambrósio de Optina de 1846!

"Saibam que os últimos dias estão chegando; e como disse o Apóstolo, eles serão pobres em piedades, e heresias e cismas irão aparecer nas igrejas; e como disseram os Santos Padres, não haverá nos tronos dos Mosteiros hierarcas que não sofrerão testes e tentações na vida espiritual. Portanto, heresias irão se espalhar e enganar a muitos. O inimigo da humanidade irá atuar com esperteza, e se fosse possível, ele levaria à heresia até mesmo os escolhidos. Ele não começará negando os dogmas da Santíssima Trindade, a divindade de Jesus ou a Theotokos, mas começará a distorcer os ensinamentos dos Santos Padres, em outras palavras, o próprio ensinamento da Igreja.

 

A astúcia do inimigo e seus caminhos serão conhecidos por muito poucos, apenas aqueles que possuírem mais experiência na vida espiritual. Hereges irão dominar a Igreja, em todos os lugares, e irão nomear os seus servos, e a espiritualidade será negligenciada. Mas o Senhor não irá abandonar os Seus servos. Na verdade, o dever do inimigo é perseguir e prender os verdadeiros pastores, pois sem isso, o rebanho espiritual não poderá ser capturado pelos hereges."

Fonte: Jefferson Roger

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Hereges disfarçados de padres




Isso mesmo, já vai o tempo em que os sacerdotes poderiam apenas exercer suas funções do estado assumido. Lotavam-se igrejas esperando as portas se abrirem para os primeiros e concorridos lugares serem ocupados, as filas nos confessionários se formarem e os ouvidos e corações se “queimarem” com as pregações pautadas exclusivamente na palavra de Deus.

Hoje? Ora, ora... Hoje a igreja faz vista grossa para a fumaça de Satanás infiltrada em seu seio (anúncio de Paulo VI), age como os fariseus que pregam uma coisa e fazem outra e se comportam como uma verdadeira babilônia promovendo muita confusão por conta de suas pluralidades. É inevitável o asco invadir as sensações, pois é vergonhoso ser integrante dessa bagunça toda que se tornou a instituição chamada de igreja católica. Tem quem não goste e escolhe pincelar versículos bíblicos para justificar os erros dos pecadores, passar a mão na cabecinha querida da igreja e seus dirigentes e ainda acusar quem aponta (como os profetas faziam) os erros, mostrando as verdades. Isso é trabalho de todos (mostrar erros e apontar verdades bíblicas).

O código de direito canônico – criado pela igreja católica – diz que o fiel tem direito a assistir a missa da igreja. Muito bem! Parabéns para o óbvio não é mesmo! Não, não é... A instrução geral ao missal romano e o próprio missal entregam o modo oficial de se levar ao fiel a missa da igreja, pois a missa é de Jesus Cristo e o sacerdote deve “desaparecer” para que o Cristo apareça. Dessa forma tanto faz (pelo menos assim deveria ser) assistir a missa do padre fulano ou a missa do padre beltrano.

O que acontece? As missas são profanadas, dessacralizadas, recheadas de abusos, palmas, músicas com ritmos mundanos, ofensas a Deus e tudo permitido pelo conchavo dos igualmente hereges bispos e arcebispos arquidiocesanos com seus pupilos, os hereges disfarçados de padres. Pobre do povo que se perde por falta de conhecimento, vendo um sacerdote colocar em prática suas invenções e ridicularidades heréticas julgam ser válido e certo, pois pensam: se o padre faz não deve estar errado, ele é padre, ele sabe. Pobre do povo.

E pense de reclamar para os bispos e arcebispos; são impacientes, como pode um fiel (um qualquer) vir me chamar a atenção? Mesmo provando por A + B que existe o erro, alguns bufam, chegam perto do limite da ignorância e impaciência, quando muito, concordam com a denúncia, mas dizem que é melhor deixar tudo a cargo da misericórdia de Deus. Valha-me Senhor, até quando vamos conviver com essa corja e caterva infernal no meio da tua igreja. Vem logo senhor Jesus, que o juízo chegue o quanto antes.

 

Fonte: Jefferson Roger

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Nem só de pão vive o homem



Mas de toda a palavra que procede da boca de Deus. Pois bem, em tempos como os que estamos vivendo, onde você pode enfrentar grandes aglomerações como as do supermercado, mas não pode enfrentar as aglomerações de uma celebração paroquial litúrgica como a de uma santa missa, para a “sorte” dos fieis cristãos, Jesus reforça um ensinamento contido em Deuteronômio 8,3 quando se refere ao combustível totalitário da vida humana chamado “palavra de Deus”.


A igreja ensinava (pois pelo jeito não ensina mais) que na oração do Pai Nosso a parte que se diz “o pão nosso de cada dia nos daí hoje” não se referia apenas ao pão material, mas também ao espiritual. Como vemos, o coronavirus mostrou ao mundo que não é isso que acredita a igreja (falo das hierarquias que comandam a instituição). Agora o que vale é pedir o pão material (por isso ela concorda que temos que ir ao mercado), já o pão espiritual – a santa eucaristia – é um detalhe que é melhor não focar os holofotes.


Que cada um faça como na época das perseguições aos cristãos, não incomodem o mundo, rezem em casa, façam suas comunhões espirituais. A eucaristia tornou-se um artigo para a nova elite intitulada “padres”. As coisas andam bem ao gosto do diabo que está suprimindo os sacramentos do povo e demonstrando que a igreja não está sob a lei de Deus e sim dos homens. Enquanto se lê em Atos 5,20 que “importa antes obedecer a Deus que ao homens” e em Gálatas 1,10 que “se eu quiser agradar aos homens ao invés de agradar a Deus não seria chamado servo de Cristo”.



Fonte: Jefferson Roger


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