sexta-feira, 13 de março de 2020

Eu e minha casa serviremos ao Senhor

Josué 24,15 – “quanto a mim, eu e minha casa serviremos o Senhor.” Isso quer dizer que não serviremos a outro senhor, não existirá outro senhor em nossas vidas a comanda-las. Nem o dinheiro, nem os prazeres, nem os mandatos humanos (incapazes de superar qualquer mandato de Deus), nem qualquer forma de materialismo ou apego as coisas do mundo. Nossas vidas são regidas por Deus, ele pode com um simples sopro coloca-la a baixo. Ao pó irei voltar por sua vontade. Por sua vontade tudo me acontece desde que eu me comporte como seu herdeiro, batizado pela conquista da graça na cruz do calvário. Pois, se não me comportar assim, meus desejos acontecerão, buscarei-os, mas será por causa do afastamento voluntário que farei de Deus. Jeremias 17,5 – “Eis o que diz o Senhor: Maldito o homem que confia em outro homem, que da carne faz o seu apoio e cujo coração vive distante do Senhor!” Salmo 37 – “Senhor, diante de vós estão todos os meus desejos, e meu gemido não vos é oculto. Palpita-me o coração, abandonam-me as forças, e me falta a própria luz dos olhos. Não me abandoneis, Senhor. Ó meu Deus, não fiqueis longe de mim. Depressa, vinde em meu auxílio, Senhor, minha salvação! Eis meu desejo: Não se alegrem com minha perda; não se ensoberbeçam contra mim, quando meu pé resvala; pois estou prestes a cair, e minha dor é permanente. É em vós, Senhor, que eu espero; vós me atendereis, Senhor, ó meu Deus.” Salmo 102,17-18 – “É eterna, porém, a misericórdia do Senhor para com os que o temem. E sua justiça se estende aos filhos de seus filhos, sobre os que guardam a sua aliança, e, lembrando, cumprem seus mandamentos. Salmo 111,1 – “Aleluia. Feliz o homem que teme o Senhor, e põe o seu prazer em observar os seus mandamentos.” É tudo uma questão de escolha: a quem obedecer? A Deus em primeiro lugar? Aos homens? Atos 5,29 – “Pedro e os apóstolos replicaram: Importa obedecer antes a Deus do que aos homens.” Artigo relacionado: Maldito o homem que confia em outro homem Fonte: Jefferson Roger
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Arcebispo proíbe comunhão na boca

O arcebispo da capital paranaense atendeu jornalistas nesta quinta-feira, 12 de março, à tarde na Cúria Metropolitana para comentar sobre orientações e medidas recomendadas às paróquias e comunidades católicas frente às preocupações atuais de contágio do novo coronavírus. O pronunciamento foi realizado como forma de atender simultaneamente aos pedidos de informação sobre o assunto que chegam à arquidiocese especialmente desde ontem, 11 de março (fonte – arquidiocese da capital). Falou então sobre as recomendações nas igrejas da abrangência da arquidiocese sob sua tutela: “Nós católicos, frequentamos as igrejas e vamos seguir frequentando, mas por agora, há algumas recomendações a nossos padres e fiéis”. Entre as medidas às paróquias e comunidades, listou: – Aos padres e ministros, distribuir a comunhão somente na mão e garantindo que o fiel comungue diante do ministro; – Aos fiéis, evitar o aperto de mãos durante a acolhida ou na saída da igreja; – Não dar as mãos durante a oração do Pai nosso; – Não realizar o abraço da paz; Pois bem, lá vamos nós... O papa Paulo VI disse que a fumaça de Satanás tinha invadido a igreja. Que alegria para o diabo é ver os filhos de Deus sacrilegamente comungarem na mão. E agora a desculpa da vez é o coronavírus. Sempre existirá uma desculpa após a outra. No entanto Jesus disse ao longo de suas aparições na história da humanidade: "Com a Comunhão na mão vocês Me têm desgraçado! Esta irreverência fez Meu coração sangrar! Foram diabos disfarçados sob pele de cordeiros, que mudaram na Minha Igreja tudo isso! A Santíssima Eucaristia deve ser recebida na língua, e não sujada por mãos humanas. Mas isto é exatamente o que Meus Servos Sagrados têm feito. Estas leis não foram passadas por Mim em espírito. Meus Servos Sagrados têm sido levados por um caminho que não se coaduna com os ensinamentos dos Meus Apóstolos." As autoridades da igreja se justificam com suas normas bestiais usando a passagem da bíblia que diz que “quem vos ouve a mim ouve”. Cômodo não é mesmo? No entanto, Jesus, além de exortar também sobre a comunhão na boca nos prometeu grandes graças. (confiram neste artigo) Ademais: Gálatas 1,10 – “É, porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar aos homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo.” Atos 5,20 – “Pedro e os apóstolos replicaram: Importa obedecer antes a Deus do que aos homens.” Portanto... façamos o que agrada a Jesus, ou você acha que ele vai permitir que ao comunga-lo de brinde você ainda irá receber a contaminação do virus? É nessas horas que percebemos quão fraca é a fé das autoridades católicas em nosso senhor Jesus Cristo. Certamente os que comungam sempre na boca não irão quebrar sua comunhão com Jesus acatando leis humanas incapazes de superar mandatos divinos. Tempos cada vez mais difíceis vivem os autênticos católicos. Página relacionado ao tema: Comunhão na mão? Fonte: Jefferson Roger
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Jesus quer a comunhão na boca

Assim disse nosso salvador e redentor em suas aparições ao longo da história da humanidade:

“1. Àqueles que se abstiverem de receber com as suas mãos o Meu próprio Corpo, Sangue, Alma e Divindade, Eu prometo enchê-los das maiores bênçãos nas suas mãos, alma e em todo o seu ser;

2. Prometo-lhes muitas mais graças na sua passagem pela Terra, com maiores garantias de salvação e aumento de Glória essencial e acidental, por toda a sua vida eterna, Comigo, nas moradas celestiais;

3. Sentir-Me-ão na Comunhão, de tal forma e com tanta plenitude, que ficarão sem a vontade natural de Me tocarem;

4. Aqueles que assim fizerem, com persistência, receberão grandes graças Minhas, assim como grandes benefícios para a sua casa;

5. Também prometo, àqueles que fizerem corretamente aquilo que mais desejo, poderes especiais nas suas mãos contra os inimigos da alma e, a muitos, darei carismas de curar;

6. Prometo que, se assim procederem de forma perseverante, chegarão, de todas as formas, com mais intensidade, na busca apenas de maior Honra e Glória Minhas, e Eu os exaltarei de forma especial por toda a eternidade;

7. Concederei igualmente, a todos que, por amor, cumprirem os Meus desígnios, abstendo-se de Me receber nas mãos, por maior adoração, humildade e santo respeito, o dom do discernimento do espírito com maior intensidade;

8. Os seus nomes estarão escritos de forma especial no Meu Coração se, para Me darem maior gosto, comungarem corretamente na língua e não na mão;

9. Também prometo que os aumentarei em todas as virtudes, como recompensa a essa maior humildade que admite nunca ter as suas próprias mãos suficientemente puras para Me tocarem;

10. Prometo ainda que facilmente propagarão a Minha doutrina e que vencerão com maior facilidade todas as tentações;

11. Não conseguirão afastar de Mim as almas daqueles que Me receberem na língua e não nas mãos, se o fizerem com a reverência devida e viverem assim todos os dias da sua vida;

12. Prometo, igualmente, que aqueles que, por delicadeza para com a Minha vontade, Me consolem recebendo-Me devidamente sempre na língua e não nas mãos, não terão as portas fechadas para o Meu Amor;

13. Se assim perseverarem, para mais Me agradarem, comungando na língua, prometo que chegarão a trabalhar só pelo Meu Coração, com o Meu Coração, no Meu Coração e para o Meu Coração;

14. Prometo ainda, àqueles que deste modo Me honrarem, que serão ouvidos de forma muito especial e com grande complacência;

15. Se, neste pedido – comungar sempre na língua e nunca nas mãos – tão importante para Mim, Me fizerem a vontade, por Meu Amor, procurarão seguir sempre os Meus Divinos pedidos e Eu os alegrarei de forma especial, como prova da Minha complacência;

16. Estes que assim atuarem farão sempre um grande bem às almas; pelo contrário, aqueles que insistirem no desejo de Me tomarem nas suas mãos, encontrarão a Minha Vontade endurecida em muitas coisas, e sentirão dificuldade em conhecer o Meu gosto, a Minha pregação, o Meu Magistério;

Mas, aqueles que não tocarem com as suas mãos na Sagrada Forma, preparando-se, de forma especial, em todo o seu ser, para na hora de Me tomar em comunhão, Me pedirem que seja apenas Eu, e eles nada, prometo a graça de, em pouco tempo, alcançarem uma altíssima perfeição cristã, que procurarão o Meu Rosto com maior amor, de se esquecerem mais facilmente de si mesmos, de terem sempre o Meu Coração consolado por este gesto, e de receberem maiores Luzes celestiais e terão uma maior alegria eterna vinda do Meu Coração.”


Fonte: Jefferson Roger
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quinta-feira, 12 de março de 2020

Não seja um carismático

Certa vez um dirigido espiritual do Padre Pio lhe perguntou: “Como devo participar da santa missa?” Ao passo que o bom santo respondeu: “Como Maria, o apóstolo João e as mulheres piedosas ao pé da cruz”. Bastava essa resposta de um dos mais portentosos santos de nossa igreja católica para colocar um fim nesse debate que nunca termina a respeito de como se comportar e celebrar uma santa missa e que atitudes devemos ter ou não durante a celebração.

E mais, a santa missa é a oração por excelência e isto é pregado pelo clero católico a muitos séculos. Basta estudar a vida dos santos padres para constatar essa máxima do cristianismo autêntico.

Pois bem, lá vamos nós então. De novo... Recordemos que às portas do templo, o evangelho relata que Jesus expulsou os vendilhões e disse que ali era uma casa de oração. Outra questão que precisamos considerar é que a santa missa é a celebração incruenta do sacrifício de Cristo na cruz no alto do calvário, feita em memória de Cristo a mando Dele. Muito bem, já temos aqui material suficiente para refletirmos um pouco sobre a santa missa.

Liturgicamente falando, as normas da igreja prescrevem o “modus operante” a ser seguido para que se bem celebre esse acontecimento tão importante para vida do cristão. O importante é aparecer Jesus Cristo, e não o padre, a equipe de canto ou qualquer outra pessoa. Por isso existem as rubricas para definir o comportamento do presidente da assembleia e em consequência disso, da própria assembleia, pois já dissemos, quem deve aparecer é o Cristo, o sacerdote deve passar despercebido.

O que dizer então deste embrião satânico de origem não católica chamado Movimento da Renovação Carismática? Não vou nem pedir desculpas aos carismáticos. Pesquisem as raízes de onde vocês se meteram, tomem consciência do seu erro, se confessem e sejam católicos apostólicos romanos. Autênticos ao Evangelho e a reta ortodoxia doutrinal católica de mais de dois mil anos. Estudem os santos padres e vivam o que pede Jesus. Chega a dar nojo essa folia que as pessoas que se dizem carismáticas fazem ao promover uma renovação no modo de conduzir as celebrações litúrgicas nas missas. E que missas? Coisíssima nenhuma, muitos padres amedrontados pela maioria e querendo fazer papel de politicamente correto admitem ser comandados por equipes de música, organizadores das missas e por aí vai.
O que importa é se sentir bem, bailar, dançar, bater palmas, gritar vivaaaa, gesticular de todas as maneiras e fazer festa entoando louvores a plenos pulmões. Pior ainda é quando fazem isso na adoração ao santíssimo sacramento. Ainda bem que Jesus tem a eternidade inteira para puni-los, agora que é a hora e o tempo da graça Ele está aberto a misericórdia. Palavras Dele dirigidas a Santa Faustina quando ela lhe perguntou os porquês de tudo isso. Vejam bem, já naquele tempo. E como dói ver os sacerdotes que deveriam seguir a ordem de Jesus e apascentar as ovelhas Dele, implementarem e adotarem jeitos e trejeitos durante o seu ofício de ministro ordenado através do sacramento da ordem.

A quem muito foi dado muito será cobrado. Ai dos sacerdotes, com certeza “ai” dos sacerdotes e de toda essa leva de fiéis que acha que Jesus se faz presente nas espécies eucarísticas e na mesa da palavra para ficar assistindo essa palhaçada que fazem os membros da renovação carismática. Eu que sou católico bem tradicionalista e conservador nunca precisei de nenhuma injeção de ânimo, de nenhuma renovação em qualquer tipo de atitude ou participação minha ou seja lá o que quer que estes equivocados carismáticos preguem como algo necessário se você quer ter uma experiência verdadeira no Espírito Santo. Pelo amor de Deus, leiam a bíblia para aprenderem que o dom de línguas é falar numa língua que não se conhece e todas as pessoas entenderem o que se está falando. Está escrito que os dons são distribuídos conforme a vontade do Espírito Santo a todos visando o bem comum. Pronto, está resolvido. O contrário disso é igual a Babel. Vejam bem, a renovação carismática NÃO nasceu no dia de Pentecostes. Até o nome de Re - novação indica que ela confessa ser o reinício de algo que foi interrompido. Logo, ela não nasceu no dia de Pentecostes, tem origem em movimentos pentecostais protestantes de séculos atrás. Só pretende ser a continuação ou a retomada do que aconteceu em Pentecostes. Ora, no entanto, o que aconteceu no dia de Pentecostes foi exatamente o contrário do que acontece hoje com a RCC. No Pentecostes, o senhor diz bem, São Pedro falava uma língua só e cada um entendia o que ele dizia em sua própria língua. Na RCC, cada um fala uma língua que ninguém entende. O que acontece na RCC mais se parece, então, com o que aconteceu na torre de Babel, onde cada um falava uma língua e ninguém mais se entendia.

Muitas pessoas que fizeram essa experiência de participarem desses encontros carismáticos e destes grupos, ao saírem deixaram importantíssimos depoimentos que só embasam o que muitos já enxergam, mas estão aí a tentar tampar o sol com a peneira. Dou apenas um exemplo: Certa vez eu fiz uma visita sem aviso para um grupo de jovens a fim de constatar o que se passava naquele grupo. Foi aterrorizador. Parecia um grupo de protestantes pentecostais. Gritos, uivos, gingas, louvores a plenos pulmões. Depois alguém disse que estava recebendo uma visão do Espírito Santo. E aqui reforço o fato. Nesses encontros alguém sempre tem uma visão de paisagem e alguém sempre começa a falar aquele amontoado de sílabas que ninguém entende e dizem que isso vem do Espírito Santo. Mentira, o Deus Uno e Trino não se contradiz. Ele disse que os diferentes dons são distribuídos para o bem comum. Jamais Ele iria fazer alguém falar algo que não se entende para algumas pessoas apenas para “se mostrar”, para “se aparecer”, não venham com essa. Basta ir a um terreiro de macumba ou a um centro espírita que a conversa é a mesma. E ainda essas testemunhas dizem, que se você não sabe falar em línguas é só imitar o que eles estão falando. Jesus, piedade por que não sabem o que fazem, se perdem por falta de conhecimento. Pensam que são sábios mas esquecem que bem-aventurados são os pequeninos. Vamos adiante. Até as melhores autoridades eclesiásticas veem este movimento com uma certa reserva. Os grandes sacerdotes do mundo como o Padre Paulo Ricardo e o Padre Duarte Souza Lara só para citar alguns exemplos, explicam a respeito dos cuidados que se deve ter com relação a isso. Eles não chegam a se pronunciarem contra, mas fica claro que a postura que eles tem enquanto filhos de Deus, sacerdotes defensores do evangelho de Cristo não é negociável. Não existe uma “maneira diferente” de ser católico. Vou repetir, não existe uma “maneira diferente” de ser católico. Ahhh, ser católico é tão chato, mas estou na verdade de Cristo e não quero deixar a igreja fundada por Ele. O que fazer? Obaa, posso ser carismático e deixar de lado toda a tradição e o sacrifício que a cruz de Cristo pede para em troca, cantar, bailar, gesticular, bater palmas, fazer coreografias, rebolar e por aí vai.

Errado, está errado. O movimento da renovação carismática tenta dar uma repaginada na exigência da cruz pedida por Jesus, tentando sacrilegamente misturar o que agrada ao homem ao que agrada Jesus. E não me venham com aquela conversa de que seguem o papa, aceitam os dogmas da igreja católica, aceitam Nossa Senhora e de que muitas pessoas voltaram para o seio da igreja depois que entraram na renovação carismática.

Para mim todos; sacerdotes, bispos, leigos ou quem quer que seja que são partidários desse movimento, aceitam parte ou sua totalidade ou se omitem em prol da política da boa vizinhança, são pessoas incapazes de viver a radicalidade do evangelho e se dedicam a encontrar “maneiras” de conviver seus prazeres com as exigências do amor justo de Nosso Salvador. Para mim, o autor deste site, não é possível ser católico apostólico romano e ao mesmo tempo ser carismático. Irá chegar um ponto onde uma encruzilhada irá se apresentar na vida do fiel.

Jesus com certeza não era carismático e nem poderia ser. Os evangelhos não se cansam de contar que Ele se retirava para orar, buscava o silêncio para se aproximar em oração do Pai. E ensinava a todos com autoridade, numa época em que não existiam meios de comunicação, o silêncio sacramental fazia parte da vida das pessoas que buscavam a Deus. Por que isso se perdeu?

Para quem ainda não fez, como sugestão deixo aqui que façam a experiência de uma vigília noturna de 8 horas em jejum total, recitando o Sacratíssimo Rosário de joelhos na presença do Santíssimo Sacramento sem intervalos e sem trocar de posição. Isso sim é uma experiência transformadora junto de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Já o fiz por mais de uma vez e posso afirmar: uma prática católica assim transforma nossa comunhão com Deus. Nos aproxima de Jesus e de sua Mãe, a Virgem Santíssima e nos afasta de todo o comportamento que não convém a um cristão católico.


fonte: Jefferson Roger
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O prejuízo da alma

Todo cristão filho de Deus acredita que a alma poderá eternamente viver na presença de Deus ou em sua ausência. A bíblia diz que para os que amam a Deus e o seguem a morte é lucro. Viver á algo muito penoso, de fato, uma verdadeira penitência; e isso, constitui-se numa graça de Deus que nos dá essa imensa oportunidade de anos para, como diz Jesus em Mateus 4,17, fazermos penitência.

Eclesiástico 4,23-26 – “Meu filho, aproveita-te do tempo, evita o mal; para o bem de tua alma, não te envergonhes de dizer a verdade, pois há uma vergonha que conduz ao pecado, e uma vergonha que atrai glória da graça. Em teu próprio prejuízo não te mostres parcial, não mintas em prejuízo de tua alma.

E por que Jesus nos deu essa preciosa dica? Simples, a penitência tem caráter reparador das consequências do pecado arrependido e perdoado. Ela é meritória ou imposta, fazemos por iniciativa ou Deus nos enviará providencialmente as penitências que devemos cumprir. Todo mundo já ouviu o ditado que diz que “se não for pelo amor, será pela dor”.

Os desígnios de Deus já estão definidos e é por isso que a alma se “pré-judica”, ou seja, é de antemão prejudicada pelo juízo que Deus fará de cada um. Já está em prejuízo no aqui e no agora porque está cometendo seus erros espirituais (os pecados). Agindo assim está em prejuízo aguardando o dia da sentença a ser proferida no dia do juízo. Parece meio confuso mas não é; quem gosta de confusão é o diabo, que mistura meias verdades com mentiras e semeia a confusão no meio do povo.

O prejuízo da alma está em trabalhar pelo salário de morte anunciado nas cartas apostólicas: o salário do pecado é a morte, a segunda morte, aquela morte que Jesus disse que acontecerá para os que não vivem a palavra de Deus. Não existe maior prejuízo do que esse.


Fonte: Jefferson Roger
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quarta-feira, 11 de março de 2020

Namorando com as tentações? Cuidado!

Eclesiástico 3,27-29 – “O coração empedernido acabará por ser infeliz. Quem ama o PERIGO nele perecerá. O coração de caminhos tortuosos não triunfará, e a alma corrompida neles achará ocasião de queda. O coração perverso ficará acabrunhado de tristeza, e o pecador ajuntará pecado sobre pecado.” No entanto, o remédio assim como o aviso, pode ser encontrado nas sagradas escrituras.

Provérbios 28,26 – “O que se fia em seu próprio coração, é um tolo; quem caminha com SABEDORIA, escapará do PERIGO.” Tiago 1,5-8 – “Se alguém de vós necessita de SABEDORIA, peça-a a Deus - que a todos dá liberalmente, com simplicidade e sem recriminação - e ser-lhe-á dada. Mas peça-a com fé, sem nenhuma vacilação, porque o homem que vacila assemelha-se à onda do mar, levantada pelo vento e agitada de um lado para o outro. Não pense, portanto, tal homem que alcançará alguma coisa do Senhor, pois é um homem irresoluto, inconstante em todo o seu proceder.”

Como podemos perceber na carta de São Tiago, não ser atendido por Deus esbarra num proceder inconstante, numa atitude que não é firme e apoiada em firmes resoluções. O sujeito passa por um momento de fervor com Deus; então sua alma se inflama e começa a caminhar para a porta do céu com suas práticas religiosas a todo o vapor. Faz assim por uma semana, duas semanas, três semanas... quatro semanas... e desanima outra vez. Sobrevém nova queda.

Claro! Não poderia ser diferente, não faz firme propósito, fica de namoricos com as ocasiões de pecado, se enamorando com as tentações, não tem força própria para lutar contra o mal (João 15,5) e ainda faz pose de herói da Marvel, achando que pode deter tudo e todos. Nossa! Leva um tombo tão grande que lhe causa muitas feridas. Machuca-se tanto que nem consegue enxergar que é sua culpa estar prostrado por terra, comendo lavagem de porcos.

Não admite o erro, se firma no apego ao pecado, toma gosto pela coisa, se torna escravo do diabo e vai curtindo essa relação que a medida que vai ficando mais séria, evolui para o noivado e o casamento, ficando nesse estado até que a morte os separe. O problema é que morrer em estado de pecado grave irá acarretar na separação eterna de Deus. É a chamada danação eterna. A menos que esse “negócio” de Deus e religião seja deixado de lado, desta forma o sujeito não precisa mais se preocupar com os rigores do amor de Deus. A escolha é de cada um.


Fonte: Jefferson Roger
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terça-feira, 10 de março de 2020

Quando um não quer, dois não pecam

1ª Coríntios 6,15-20 – “Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, então, os membros de Cristo e os farei membros de uma prostituta? De modo algum! Ou não sabeis que o que se ajunta a uma prostituta se torna um só corpo com ela? Está escrito: Os dois serão uma só carne (Gênesis 2,24). Pelo contrário, quem se une ao Senhor torna-se com ele um só espírito. Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo.”

Pois bem, glorificar a Deus no vosso corpo significa que ele não deve ser maculado com o adultério, a fornicação, os piercings, as tatuagens, as drogas e toda a parafernália que o diabo e o mundo oferecem. Romanos 6,12-13 – “Não reine, pois, o pecado em vosso corpo mortal, de modo que obedeçais aos seus apetites. Nem ofereçais os vossos membros ao pecado, como instrumentos do mal. Oferecei-vos a Deus, como vivos, salvos da morte, para que os vossos membros sejam instrumentos do bem ao seu serviço.”

1ª Coríntios 6,13 – “O corpo, porém, não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o corpo.” Como vemos, caros leitores, nosso corpo foi predestinado para outra coisa que não o pecado. Ademais, como vimos nas escrituras, nem nos pertence, o teremos como nosso quando formos glorificados em Cristo após nossa ressurreição se assim o merecermos. Filipenses 3,20-21 – “Nós, porém, somos cidadãos dos céus. É de lá que ansiosamente esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará nosso mísero corpo, tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso, em virtude do poder que tem de sujeitar a si toda criatura.

Então temos que fazer com diz São Tiago em suas cartas: obras por causa da fé. Obras essas que incluem o esforço de evitar o mal a qualquer custo, evitar as ocasiões de pecado e também fazer deliberadamente com que os outros pequem ou cooperar com o pecado de outrem. Se são boas obras o que temos que fazer, não há como faze-las se pretendemos algum tipo de convivência com o mal. Como dizia o padre Gabrielle Amorth: o mal existe para ser evitado e combatido.


Fonte: Jefferson Roger
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segunda-feira, 9 de março de 2020

A trajetória de todos

Lemos nas escrituras que todos somos predestinados para a santidade. Neste início, meio e fim de nossas vidas, a certeza de morte e da cruz para carregarmos todos os dias, não podemos cair na tentação de achar que alguém possui um caminhar mais facilitado por Deus do que o seu próprio. Pensar assim é afirmar que Deus é parcial e injusto.

Por mais que possa parecer que alguém leve vida melhor que a nossa e com menores sofrimentos ainda assim nunca teremos condições de confirmar ou afirmar que as coisas de fato sejam dessa forma. Nosso julgamento sempre será humano, não dispomos da sabedoria divina. Deus disse nas escrituras que todos serão julgados conforme os critérios dele e não o critério dos homens.

A condição de uma vida ser única para cada um não permite que a mesma medida de sofrimento seja aplicada por Deus para todos. Existem sim, todos podemos comprovar, os cuidados genéricos e as correções genéricas, porém, as particularidades que a cada um estão destinadas cabem a Deus concedê-las. Lemos nas cartas apostólicas que o Espírito Santo distribui os dons conforme quer a cada um, mas para promover o bem comum.

Dessa forma podemos discernir que todos sem exceção começam suas vidas no pé da montanha e todos terão que subi-la para se chegar ao céu. Este é o caminho do senhor que todos devem percorrer, não um caminho qualquer, um caminho opcional ou um caminho alternativo.

Pois, Eclesiástico 3,28-29 – “O coração de caminhos tortuosos não triunfará, e a alma corrompida neles achará ocasião de queda. O coração perverso ficará acabrunhado de tristeza, e o pecador ajuntará pecado sobre pecado.” Portanto, Eclesiástico 6,27-29 – “Vem a ela (a sabedoria divina) com todo o teu coração. Guarda seus caminhos com todas as tuas forças. Segue-lhe os passos e ela se dará a conhecer; quando a tiveres abraçado, não a deixes. Pois acharás finalmente nela o teu repouso. E ela transformar-se-á para ti em um motivo de alegria.


Fonte: Jefferson Roger
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Vidas que passam

Não existem, depois desabrocham,
Crescem, depois se desenvolvem.
Possuem início, meio e fim.

Vivemos plenamente todas as etapas?
Não atropelamos alguma delas?
Quem sabe todas? Que bom se for nenhuma. Pois elas existem para serem percorridas,

Se bem percorridas poderemos olhar para trás,
De forma saudosa mas sem o pesado fardo dos erros.
Erros esses que os arrependimentos poderão nos marcar.
Deus nos ensina na bíblia que tudo será cobrado.

Vidas que passam no mundo, nós que passamos por ele, Pessoas que passam por nós, porém, importante são as oportunidades: O bem e o mal se apresentam diante de nós; as escrituras dizem: O que escolhermos, isso nos será dado.

Já que a vida passa mesmo e não se pode freá-la, o que se pode
Então é vive-la com atenção aos detalhes, pois está escrito na santa palavra
De Deus que “nem um copo de água que for dado
Ficará sem recompensa”.


Fonte: Jefferson Roger
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sexta-feira, 6 de março de 2020

Não existem orações inúteis

Quando em seu pontificado o papa Bento XVI (que saudade viu, perto desse papa atual...), disse que não existem orações inúteis, todas são respondidas embora às vezes a resposta seja misteriosa. Ele nos recordou que nossas orações são como descrito no livro do Apocalipse: sobem como incenso até Deus.

Deus se agrada com nossas orações, mesmo na condição que forem, dentro de nossas limitações, fraquezas e incoerências, pois se trata de uma iniciativa nossa de conversarmos com nosso pai celeste. De alguma forma isso alegra o coração de Deus. Também o papa recordou que Deus não se faz indiferente às nossas súplicas.

"Muitas vezes, diante do mal se tem a sensação de não poder fazer nada, mas é a nossa própria oração a primeira resposta e mais eficaz que podemos dar e que faz mais forte o nosso cotidiano empenho em espalhar o bem. O poder de Deus fecunda a nossa fraqueza" – reforça Bento XVI.

O duro da coisa são as orações sem pontaria... Aquelas que não tem um propósito que coadune com o que Deus espera de cada um. Se a oração se torna uma lista de pedidos ou uma lista de presentes, Deus, que não quer escravos, nem mimar alguém, irá ouvi-las e não serão inúteis; seremos atendidos na medida dele e por isso, quando não recebemos o que pedimos simplesmente é porque recebemos o que precisamos.

Essa dura realidade que move nossa trajetória sempre nos ensina que é preciso estarmos alinhados ao evangelho, do contrário, nossa disposição mais mundana do que espiritual na vida irá como resultado fazer com que recebamos as graças na medida de um conta gotas. Ou nos conformamos a Deus em ‘comum união com ele’ (comunhão) ou as coisas sempre serão mais difíceis do que providencialmente e biblicamente estão destinadas a ser.


Fonte: Jefferson Roger
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Você só arruma confusão?

 

 

 

 

 

 

 

 

Eclesiástico 5,16-18 – “Não passes por delator, não caias com embaraço nas armadilhas de tua língua, pois ao ladrão estão reservados a confusão e o arrependimento, à língua dúbia, uma censura severa; ao delator, ódio, inimizade e infâmia. Faze justiça tanto para o pequeno como para o grande.” Eclesiástico 42,1 – “Não repitas o que ouviste. Não reveles um segredo. Assim estarás verdadeiramente isento de confusão.” Provérbios 18,13 – “Quem responde antes de ouvir, passa por tolo e se cobre de confusão.” 1ª Coríntios 14,33 – “Deus não é Deus de confusão, mas de paz.”

Caros leitores, em 1ª Coríntios 11,1 e Efésios 5,1 aprendemos que devemos ser imitadores de Cristo, seguir seus exemplos, ensinamentos e modos de agir. Como pudemos atestar nas passagens das escrituras colocadas no início deste artigo, o alerta está dado: evite a confusão! E como Deus não segue pelo caminho da confusão e temos que imitá-lo não devemos também procura-la. Pois já foi dito em Gálatas 1,7 – “De fato, não há dois (evangelhos): há apenas pessoas que semeiam a confusão entre vós e querem perturbar o Evangelho de Cristo.

Jesus no evangelho de São Lucas no capítulo 14 ensina sobre o comportamento inadequado que pode nos levar até a confusão. Vejamos: “Observando também como os convivas escolhiam os primeiros lugares, propôs-lhes a seguinte parábola: Quando fores convidado às bodas, não te sentes no primeiro lugar, pois pode ser que seja convidada outra pessoa de mais consideração do que tu, e vindo o que te convidou, te diga: Cede o lugar a este. Terias então a confusão de dever ocupar o último lugar.

Mas, quando fores convidado, vai tomar o último lugar, para que, quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, passa mais para cima. Então serás honrado na presença de todos os convivas. Porque todo aquele que se exaltar será humilhado, e todo aquele que se humilhar será exaltado.” Ademais, antes imitarmos Jesus do que cedermos ao diabo que semeia a confusão no meio do povo de Deus, misturando verdades com mentiras. Precisamos sempre como disse o ressuscitado, sermos vigilantes. 

Fonte: Jefferson Roger

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quinta-feira, 5 de março de 2020

Viver é um perigo

Salmos 9,10 – “O Senhor torna-se refúgio para o oprimido, uma defesa oportuna para os tempos de perigo.” Salmos 118,109 – “Em constante perigo está a minha vida, mas não me esqueço de vossa lei.” Provérbios 28,26 – “O que se fia em seu próprio coração, é um tolo; quem caminha com sabedoria, escapará do perigo.”

Como vemos, a questão é bíblica, o perigo existe! Sob muitas formas somos cercados por fatores que querem transformar nosso caminhar em um verdadeiro arrastar-se sobre a lama e as pedras. Efésios 5,15-17 – “Vigiai, pois, com cuidado sobre a vossa conduta: que ela não seja conduta de insensatos, mas de sábios que aproveitam ciosamente o tempo, pois os dias são maus. Não sejais imprudentes, mas procurai compreender qual seja a vontade de Deus.”

Viver é passageiro; a certeza dessa vida é que ela termina. E precisa ser vivida da forma correta. Pensemos em um bolo. Você escolhe fazer um bolo, pega a receita, verifica os ingredientes e o modo de preparo. Segue tudo direitinho, coloca para assar pelo tempo e temperatura adequados, mas, quando vai tirar o bolo do forno percebe que algo deu errado. Ou você esqueceu algum ingrediente, ou algum estava vencido, ou assou demais. Seja como for o bolo não ficou saboroso, ou ficou pesado, insosso, cru ou queimado. Não serve para o consumo e todo o tempo destinado ao processo foi em vão.

Assim é em nossa vida, se algum detalhe deixarmos de lado, nosso tempo poderá ter sido em vão e o término dela poderá nos trazer a condenação. Por isso devemos com muito rigor de atitudes ficarmos alertas para os perigos que passam por ela, pois, falando espiritualmente, todos os perigos tem um objetivo em comum: fazer com que nossa entrada nos céus seja proibida.


Fonte: Jefferson Roger
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quarta-feira, 4 de março de 2020

Meu pecado de estimação

Hum, que maravilha que ele é, ele nutre meus desejos, satisfaz minhas vontades, sacia meus sentimentos reprimidos. Sempre posso recorrer a ele. Ele está sempre de braços abertos e quer envelhecer ao meu lado, me recebe nos momentos que estou angustiado e preciso desabafar. Meu pecado de estimação me conhece e sabe como me deixar pra cima.

Os tempos vão passando e ele, que mais íntimo fica de mim, me acompanha onde quer que eu vá. Quando não posso estar praticando as coisas que o envolvem, não tem problema, fico pensando nele e em tudo que está relacionado. Não importa o quanto demore, mais cedo ou mais tarde vou procurar estar com ele.

Meu pecado de estimação me exalta demais! Nossa, como me compreende! Ele parece se misturar em mim, pelas entranhas do meu ser. Me fortalece por inteiro e cada vez mais estou dependente dele. Preciso todos os dias me relacionar com ele seja como for. Se não der de forma plena, apenas alguma coisinha rápida para manter essa chama acesa. Não posso mais ficar sem...

Caros leitores, já refletiram a respeito dos primeiros parágrafos desse artigo? Pois bem, no fundo podemos arriscar a dizer que é isso que acontece mesmo com as pessoas envolvidas com as coisas que não são de Deus. Os drogados, viciados de todas as espécies, os envolvidos com os prazeres do mundo, envolvidos com os pecados capitais... Deve ser desta forma mesmo que eles vivem sua relação com o pecado. No entanto o alerta existe e sobre ele São Tomás de Aquino nos diz que uma das seis formas de se pecar contra o Espírito Santo é não querer largar o pecado levando-o até o leito de morte.

Pois é, não querer abandonar o pecado significa abandonar o que vem de Deus e para ele, com essa escolha que fazemos, só lhe restará, se assim insistirmos, pronunciar nossa condenação eterna. Fomos avisados e somos continuamente avisados. Se queremos abandonar vícios de todas as espécies e sentimos nossa impotência por termos deixado tudo tomar proporções gigantescas, somente com o auxílio divino, após decretarmos definitivamente que queremos deixar os erros e suas reincidências para trás, chegaremos um dia a cura do corpo e da alma. E como não conhecemos a contagem regressiva de nossas vidas, se quisermos voltar para o caminho da porta estreita, tempo é um luxo que não temos e não podemos desperdiçar. Jesus disse que agora é o tempo da graça e as comportas do seu coração misericordioso estão abertas, depois, disse ainda a Santa Maria Faustina Kowalska, ele terá toda a eternidade para praticar a justiça.


Fonte: Jefferson Roger
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Eu só quero terminar bem

Os corredores de rua quando estão preparando-se para uma competição, ao mínimo eles tem um propósito em comum: terminar bem a prova. Para isso, existe uma etapa dividida em duas partes: a preparação e a preparação próxima. Sobre a preparação é sabido que o atleta precisa seguir uma vida regrada, com horários certos para as refeições, uma rotina de afazeres, exercícios e boa noite de sono e a fuga constante de qualquer excesso ou atividade prejudicial ao resultado que ele espera alcançar.

O atleta sabe que o dia da competição não se resume nele mesmo. Seu bom desempenho e resultado irá depender em parte de sua preparação anterior ao evento assim como a preparação próxima às vésperas da competição. O despreparo é seu vilão, porém, pode ser controlado. Ademais, ainda existem os fatores externos que independem de sua vontade. Todavia, a parte que lhe cabe fazer precisa ser cumprida.

Neste pequeno exemplo podemos analogamente transferir para nossa realidade a mesma situação. Ao mínimo todo cristão, crente que Jesus Cristo morreu por seus pecados, almeja um dia morar na eternidade junto com Deus. Sua vida a partir deste anseio torna-se uma preparação para o que está por vir. No entanto, diferentemente do atleta que sabe qual é a distância que irá percorrer, os cristãos não sabem por quanto tempo estarão nesta caminhada. Deus não quis nos revelar e isso é uma grande graça que ele nos concede, pois, desta forma, precisamos constantemente vivermos como se este dia fosse o último de nossas vidas. Assim estaremos sempre dando o melhor que podemos para encararmos Jesus depois da morte sem estarmos com as mãos vazias.

Com esse pensamento sempre latente em nossas mentes devemos nos horrorizar quando caímos e pior ainda quando queremos cometer “os pecados planejados” achando que isso não é errado, o que é que tem... e por aí vai. Na bíblia está escrito que Deus nos entrega as paixões se as buscarmos, ele nos deixou livres para escolhermos entre o bem e o mal, mas, conforme o conceito dele e não o nosso. Acharmos que uma coisa não está errado e a praticarmos cobrindo-a com uma série de justificativas humanamente racionais, como diz São Paulo: de nada adianta.

Nossa tábua de salvação, revelada por Jesus a Santa Maria Faustina Kowalska, é a sua misericórdia. Recorramos a ela insistentemente e nos rendamos ao sagrado coração de Jesus e as suas santas chagas. Uma vida de prazeres com o risco de danação eterna parece muito pouco perto de uma vida com Deus no aqui e agora, mesmo com a cruz que temos que carregar – Lucas 9,23 – para podermos um dia vivermos a alegria eterna depois que Jesus pronunciar suas doces palavras: Vinde Benditos...


Fonte: Jefferson Roger
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terça-feira, 3 de março de 2020

Que se dane o mundo

Estai de sobreaviso, para que ninguém vos engane com filosofias e vãos sofismas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo, em vez de se apoiar em Cristo. Pois nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Tendes tudo plenamente nele, que é a cabeça de todo principado e potestade. Se em Cristo estais mortos aos princípios deste mundo, por que ainda vos deixais impor proibições, como se vivêsseis no mundo? Não pegues! Não proves! Não toques! Sendo assim, revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares. Tomai, portanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever. Fazei todas as coisas sem murmurações nem críticas, a fim de serdes irrepreensíveis e inocentes, filhos de Deus íntegros no meio de uma sociedade depravada e maliciosa, onde brilhais como luzeiros no mundo, a ostentar a palavra da vida. Dessa forma, no dia de Cristo, sentirei alegria em não ter corrido em vão, em não ter trabalhado em vão. E São Paulo adverte nessa passagem da carta aos Romanos 12,1-2 – “Eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual. Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito. Jesus disse no evangelho que não tem parte com o príncipe do mundo (satanás), e disse que quem não está com ele (Jesus Cristo) está contra ele. São Tiago diz que quem se faz amigo do mundo se constitui inimigo de Deus. Então, como sempre dizemos por aqui, mais claro impossível: temos que escolher, o bem ou o mal, viver com o Cristo já aqui nesta terra ou viver de mãos dadas com o príncipe do mundo. Que se dane Deus? Que se dane o mundo? A escolha pertence a cada um. Artigo relacionado: Como manter as ofertas do mundo fora de casa Fonte: Jefferson Roger
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Doutrinas mentirosas

Religião existe para religar o homem a Deus; com sua queda pelo pecado de Adão a natureza humana devastada por tão imensa desobediência se viu necessitada de cura e redenção total para reaver o direito do céu, desgraçadamente perdido. Então as escrituras nos contam que o Verbo de Deus – Jesus Cristo – veio a esse mundo a mando do Pai para trazer a boa nova. O evangelho. Anunciou muitas verdades, algumas muito dolorosas, porém, libertadoras, e nos apresentou nosso criador sob outro aspecto. Em missão primorosa teve seu ápice na cruz e decretou de forma definitiva que o que Deus quer para cada um, por causa de seu amor, vai até as últimas consequências. No entanto, é de se admirar que, com o passar do tempo, as pessoas vão ao longo de suas caminhadas afrouxando em seu esmero. O desânimo luta contra o ímpeto de seguir no caminho que leva ao céu. Ele é penoso, árduo, exige esforço e compromisso com Deus e nos faz subir com uma cruz nas costas – Lucas 9,23. Alguns poderiam pensar: ora bolas, não é para se admirar coisa nenhuma, pois, frente a dura tarefa de seguir o alto padrão exigido por Deus em troca nessa vida de tão pouco, pois muita coisa gira em torno de promessas eternas, é de se entender que o ser humano não aguente o percurso previamente traçado por Jesus. Pois bem, o sujeito não aguenta a caminhada e faz o que? Ah, já sei, faz como está escrito na bíblia e recorre a Deus, pede os dons do Espírito Santo e aprende de Jesus, que é manso e humilde de coração, pois ele ensinou que ninguém pode fazer nada sem ele – João 15,5. Pois é, caro leitor, o sujeito não faz isso. Ele resolve adaptar a reta ortodoxia doutrinal celeste para uma versão mais “light”, mais coerente com a realidade do mundo, que permite se encaixar nas sobras de tempo de nossos afazeres. Não é assim? Não disse que é de se admirar? Nossa vida irá se transformar para a etapa da eternidade e nós ficamos brincando de jogo de palavras e interpretações de texto com a santa palavra dos céus. É por isso que São Paulo vai dizer em Gálatas 1,4-12 – “[Jesus Cristo] que se entregou por nossos pecados, para nos libertar da perversidade do mundo presente, segundo a vontade de Deus, nosso Pai, a quem seja dada a glória pelos séculos dos séculos. Amém. Estou admirado de que tão depressa passeis daquele que vos chamou à graça de Cristo para um evangelho diferente. De fato, não há dois (evangelhos): há apenas pessoas que semeiam a confusão entre vós e querem perturbar o Evangelho de Cristo. Mas, ainda que alguém - nós ou um anjo baixado do céu - vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema. Repito aqui o que acabamos de dizer: se alguém pregar doutrina diferente da que recebestes, seja ele excomungado! É, porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar aos homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo. Asseguro-vos, irmãos, que o Evangelho pregado por mim não tem nada de humano. Não o recebi nem o aprendi de homem algum, mas mediante uma revelação de Jesus Cristo.” Artigo relacionado: Não existem dois evangelhos Fonte: Jefferson Roger
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segunda-feira, 2 de março de 2020

A Verdade que liberta

Disse Nossa Senhora em suas aparições: “Peço que vós amais, que espalheis a verdade, porque a verdade é antiga: ela não é nova, ela é eterna, ela é a Verdade. Ela dá testemunho da eternidade de Deus. Levais a luz da Verdade, que é meu filho, pois ela dissolverá as trevas que sempre mais quer dominar-vos.

Para o cristão mais atento essas palavras de Maria Santíssima não soam como novidade alguma, nem poderia já que Deus encerrou sua revelação através de Jesus Cristo. Sendo assim, trata-se de um lembrete, papel principal das aparições da Virgem concedidas por permissão divina para a humanidade. Por amor a todos ela “dá seus puxões de orelha”, seus lembretes a respeito das verdades que nos libertam, embora muitas vezes algumas delas soem dolorosas. Afinal, quem joga sujo é o diabo, Deus não!

Não entendemos muitas vezes a regra do “jogo divino” porque não colocamos sobre ela um olhar sobrenatural, que deve ser um olhar voltado para a eternidade. Assim realmente fica muito difícil crer naquilo que não se vive, tão pouco ensinar aquilo que se crê, se nem se vive... São Tomás de Aquino já dizia que “quem não vive o que crê, termina crendo o que vive”. E crer, espiritualmente falando, precisa ter uma relação direta com a fé. Não aquela fé de São Tomé, que precisava ver para crer. Deus nos pede uma fé mais pura, bem verdade, mais difícil de nutrir, mas ela existe. Culpa nossa se não conseguimos alcança-la.

Misturamos a fé com as crenças e modos de raciocínio do mundo e fazemos uma confusão danada em nossas cabeças, em nossas vidas e na vida dos outros. Porque somos pequenos diante das grandezas da palavra de Deus; por isso ela nos ensina para pedirmos os dons do Espírito Santo para compreende-la e bem vive-la. Dessa forma, embora ela seja dura, dolorosa e sempre direta, ela é (o que mais nos interessa), libertadora! Ela é o Verbo de Deus que se fez homem, aquele que morreu na cruz por nós e que nos disse que devemos recorrer à ele em TODAS as nossas dificuldades.


Fonte: Jefferson Roger
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Vai desistir?

Se você desistir das promessas de Deus para sua vida e sua família, saiba que estará promovendo uma grande festa no inferno para o diabo e seus anjos caídos. Desistir significa fazer a vontade do mal, daquele que promoveu o racha, a intriga, a dor, a separação. Depois da desistência, você sentirá um breve alívio na sua alma, como se algo bom estivesse acontecendo e um fardo pesadíssimo estivesse saído de suas costas. Mas isso será apenas o princípio de muitos enganos que virão na sua vida.

Satanás vai estender a mão dele e te oferecer os pecados em uma bandeja. O mal nunca vai se apresentar a você transfigurado de mal, mas de bem: rostinho de ovelha, palavras de ovelha, feição de ovelha, mas que, por trás, é um lobo voraz, desejoso em destruir a sua vida. O diabo quer te vencer pelo cansaço e pela tua falta de posicionamento. Ele quer te mostrar que é humilhação demais tudo o que você está passando e que na verdade você é uma pessoa muito boa e que não merece passar por isso.

É assim que nosso inimigo joga: ele joga sujo; e quando lhe convencer de sua bondade e imerecido sofrimento, você aceitará a sua “doutrina” e descerá do muro, bandeando-se para o lado dos ímpios. Pobre de ti, foi você que escolheu pois ninguém pode escolher por você. Ademais, Deus não desiste de nós, nós é que não compreendemos o caminho deixado pelo Cristo para chegarmos ao céu. Ainda pensamos em desistir? Devemos nos recordar que em nenhum momento ou circunstância, o ato de desistir representará nobreza, mas omissão e covardia. Vejamos o exemplo de Jesus que não desistiu por amor aos pecadores; e, por esse gesto, hoje estamos vivos e temos vida em abundância. Prossigamos! Maiores são as bênçãos que estão reservadas. A vitória será dada àqueles que não desistirem!

Todos os filhos de Deus foram chamados para sofrerem as aflições que Jesus Cristo padeceu aqui nessa terra, para sermos humilhados, caluniados, zombados. O mundo vai querer cuspir na face dos cristãos e vai tentar humilhá-los ao limite. O céu custa caro, somos como ovelhas entregues à morte todos os dias a caminho do matadouro. O leão está sempre à espreita esperando a quem dar o bote. Temos uma cruz para carregar neste mundo – Lucas 9,23. Mas com ela, o nosso fim será o mesmo de nosso redentor e salvador: venceremos a morte e receberemos a coroa da vida no cumprimento das promessas de Deus Pai.


Fonte: Jefferson Roger
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Deixe o adultério, suba a montanha

Subir uma montanha bem sabemos não é tarefa das mais fáceis, basta perguntarmos aos alpinistas que obteremos uma série de informações que atestam essa realidade. Pois bem, trajetória semelhante, por analogia podemos fazer em relação a pessoa que deseja se libertar do vício do sexo ilícito, do adultério e da prostituição. A menos que Deus queira, a libertação não será instantânea. Já diz o autor do livro a imitação de Cristo: eles são fáceis de cometer e difíceis de abandonar.

No início o sujeito promete a Deus não mais praticar seus vícios, infelizmente percebe que suas palavras se vão ao vento quase instantaneamente e tão logo se de conta já está novamente mergulhado nas práticas pecaminosas. É o início da caminhada da montanha, a libertação está no cume, mas nesse ponto as quedas são constantes, o pecado brada com mais força e diariamente acontecem os fracassos. A persistência, no entanto, e um olhar voltado para o cume – lembremos que Jesus disse para colocarmos a mão no arado e não olharmos para trás – vai diminuindo a força das tentações, o processo de cura está começando.

Passa a primeira semana, a segunda e a terceira e as quedas são menos frequentes, mas acontecem. Nesse ponto satanás fica alerta: “opa, um cativo meu está tentando se libertar?” Sabemos que o diabo não desiste tão fácil das pessoas e sempre lança novas estratégias mais sujas para fazer a pessoa recuar até o ponto de partida para que ache não haverá solução para seu caso. E por estar, no passado, cativo do demônio, ele passa a conhecer os pontos fracos e os modos de derrubar a pessoa com facilidade. E assim, embora se tente, ainda se acaba caindo no erro, nos velhos costumes.

O que há de errado? Simples! A resposta é bíblica. As escrituras ensinam que devemos fugir das ocasiões de pecado e não tentar dialogar com as investidas do inimigo ou desafia-lo, achando que somos mais fortes. Vamos recordar? João 15,5 – “sem mim nada podeis fazer” – disse Jesus. E podendo escolher entre o bem e o mal, entre praticar o que é certo ou errado lá se vai a pessoa a pecar; e o curioso é que, quando se está na prática do pecado, embora se saiba que é errado, muito dificilmente se conseguirá parar, reagir, se não se partir para uma direção oposta.

Depois de consumado, a pessoa cai em si, e sua consciência a acusa. Então passa a se sentir o mais miserável e infiel dos filhos de Deus. É em momentos assim que o pecador pensa que não tem jeito, que já tentou inúmeras vezes e não conseguiu, que vai desistir da caminhada em busca do auge da montanha. Por que Deus permite irmos tão longe se ele poderia cessar nossas dificuldades com apenas um toque? Para que o ódio ao pecado crie raízes fortes dentro de nós, um sentimento de repugnância àquilo que nos afasta de Deus, para firmar profundamente na alma o discernimento do bem e do mal e suas consequências espirituais. Nesse momento, em nossas orações a Deus, orações persistentes, estaremos passo a passo cada vez mais próximos da libertação total. Mateus 10,22 – “aquele que perseverar até o fim será salvo.”


Fonte: Jefferson Roger
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Tudo aquilo que o diabo odeia, significa que devemos amar muito

É assim que é! Jesus foi claro ao nos ensinar no livro do Apocalipse que o morno ele vomita. Nesta batalha temos um lado para escolher porque ele nos ensinou que não é possível agradar a dois senhores (ser morno, coluna do meio, em cima do muro, politicamente correto, amigo de todos). Jesus nos ensinou que quem não está com ele está contra ele. Se estamos com ele devemos crer em sua pessoa na íntegra e em tudo que provém dele. A razão humana tenta, por esforço próprio, deduzir partes das sagradas escrituras e concluir que esta ou aquela não se deve aceitar.

Pois bem, isso é um catolicismo de porcentagem. Um catolicismo estilo buffet por quilo; só pego o que quero e quanto quero e ainda por cima se não gostar deixo as sobras de lado. Convenhamos, não devemos pegar leve porque a outra parte está sobre nós com “fogo pesado” incansavelmente nos atacando por todos os lados. Assim são as coisas; quanto mais caminhamos na vida e vamos descobrindo ou aprendendo em minúcias do que é que ele não gosta, tudo, absolutamente tudo precisa ter o nosso apreço em mais alta conta.

Nossa oposição precisa ser, vamos recordar outra vez, até o sangue como diz São Paulo em suas cartas. E isso não nos é novidade alguma. Jesus não se opôs até o sangue? Foi preciso pagar esse preço e ele pagou. Portanto, quem somos nós para querermos pagar um preço menor. Que venha o inimigo, queremos ver se ele pode contra o sangue de Cristo, que tem poder acima de tudo. Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, nascido da Virgem Maria.

Com um poderio desta magnitude lutando ao lado do bem, ao lado da verdade, maluco é o sujeito que não quer fazer parte nessas fileiras celestes. Temos que mergulhar as vestes no sangue do Cordeiro como lemos em Apocalipse. Abraçar a causa como ensina o Cristo, colocando a mão no arado e nunca mais olhando para trás. O demônio nos odeia, somos criação divina, predestinados a santidade, amparados por Nossa Senhora, nossos anjos da guarda, intercedidos pelos santos e santas de Deus, membros do corpo de Cristo e munidos das sete bombas atômicas chamadas sacramentos. É muita coisa para se amar, vamos para a luta: amemos a Deus acima de todas as coisas com todo nosso coração, alma e entendimento.


Fonte: Jefferson Roger
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Não tem acordo, não quero nem saber

É assim que devemos agir em relação as ofertas do inimigo. Ele quer passar a conversa, vender o bilhete premiado, a solução imediata para todos os problemas. Apesar de Deus ter dito que nem deviam tocar no fruto proibido sequer, quem dirá comer, pois a morte seria a consequência, o diabo conseguiu convencer a mulher, que convenceu o homem e todo mundo se estrepou. O diabo usou a técnica da meia verdade para poder misturá-la com suas mentiras.

Gênesis 3,3 – “Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, Deus disse: Vós não comereis dele, nem o tocareis, para que não morrais.” De fato, pelo que vemos, a criação divina chamada ser humano foi inicialmente criada isenta de morte. É um mistério, isso é bem verdade, o porquê Deus quis colocar esse estopim no Jardim do Éden para constantemente ser uma tentação. Será que se não fosse a serpente, eles nunca teriam curiosidade de experimentar do fruto proibido? Bom, se Deus disse que morreriam ao comerem lhes ensinou com certeza sobre o que é a morte.

No entanto mais a frente neste livro lemos que existia também um “antídoto”: a árvore da vida. De bobo Deus não tem nada... bobos somos nós que nos achamos espertos. O que importa no meio disso tudo, porém, não é divagar sobre os porquês de Deus e sim, pela fé em sua palavra, acreditar que seus propósitos (por mais incrivelmente difíceis de ser que pareçam) visam o nosso bem.

Ele que é sabedoria infinita se disse não coma, é não coma, se disse não faça isso é para não fazer “ser humano” teimoso. Nada de ficar dizendo que “eu sei que é errado, mas fazer o que....” Tenhamos vergonha na cara! Padre Gabriele Amorth dizia que com o mal não se dialoga, se combate. O desocupado do diabo tenta abrir uma fenda em nossa guarnição, mesmo que bem guardada ele sempre irá tentar e já está fazendo o melhor contra cada um de nós. Ele sabe que sua luta está biblicamente atestando sua derrota, por isso ele quer agrupar para seu lado mais adeptos.

Nosso esforço deve ser, no mínimo, o máximo que pudermos. Iremos chegar ao final da jornada ensanguentados, machucados pelas quedas, arranhados, extremamente doloridos e feridos. Não importa, temos que ter a certeza de que nosso esforço tem que ser um esforço que nos apresente em pé diante do Cordeiro no dia do juízo. Caímos? Que levantemos! Caímos de novo? Levantemos de novo! O demônio quer nos mostrar que nossa luta é em vão. Nós, nessa vida, temos a oportunidade de mostrar a ele que, se estamos com Cristo e por isso, novas criaturas somos, em vão é a tentativa dele nos derrubar. “Se Deus é por mim, quem será contra mim?”


Fonte: Jefferson Roger
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A disposição do penitente

Tem gente que comunga e confessa a vida inteira e nem por isso fica mais santo. Isso cabe a todos, não é exclusividade de ninguém. No entanto, paira sobre todos uma grande realidade: a disposição do penitente é diretamente responsável pela sua evolução espiritual. Vamos compreender.

Uma telha de zinco esquenta mais do que uma telha de barro. O sol é o mesmo incidindo sobre ambas, porém, uma absorve mais os raios solares do que a outra, por isso esquenta mais. Em dia de calor, acho que a maioria dos leitores já fez essa experiência, se sairmos com uma camiseta preta sentiremos um grau de desconforto, se sairmos com uma camiseta branca o desconforto por causa do calor será menor. O sol continua sendo o mesmo, mas os efeitos sentidos são diferentes.

Essa analogia serve para compreendermos nossa vida espiritual. A graça de Deus tem a mesma abundância quando derramada sobre todos. Uns estão mais abertos à essa graça, outros estão mais resistentes e, portanto, dispostos a receber menos. Outro exemplo: se imagine dentro de uma sala fechada ao meio dia e aquele baita sol castigando a toda a força o planeta. Você pode enxergar a luz do dia pelo buraco de um furo na parede, por exemplo; ou pode enxergar essa luz pela janelinha decorativa (aquelas pequeninas que nem abrem), pode ainda enxergar a luz do dia por uma bela janela de duas folhas, abrindo as cortinas; pode também enxergar essa luz através de uma porta-janela de mais de dois metros de largura, toda envidraçada. Ora, é fácil perceber quais são os níveis de incidência do calor e da claridade nessas diferentes salas.
Em dias de muito frio fechamos nossa casa para que ela se mantenha mais aquecida, em dias de calor saímos abrindo janelas para circular o ar e refrescar/arejar os ambientes. Quem é que abre a casa no frio e fecha no calor? Parece maluquice não é mesmo! Pois bem, infelizmente essa maluquice fazem as pessoas todos os dias, se fecham para as graças de Deus e se abrem para as ofertas do mal.

Queremos que tipo de abundância? Uma chuva muito forte irá encher completamente uma tampinha de garrafa, completamente um copo de água, completamente um vaso, completamente um balde e completamente uma piscina. Queremos quanto da graça de Deus em nossas vidas, as graças como tampinha ou como piscina, a escolha é nossa.


Fonte: Jefferson Roger
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