terça-feira, 19 de novembro de 2019

A ação ordinária do mal

Qual é? Você já parou para pensar nisso? Como o mal (contrário de bem) nos atinge? Já parou para pensar em como ele pode ser tão silencioso quanto abertamente barulhento? Pode passar por algo bom, que a bíblia diz que é doce na boca e amargo no estômago. A ação natural, normal e cotidiana consiste nas tentativas de derrubar a alma. Os muito recursos disponíveis são imensos, muito superiores ao arsenal próprio que cada ser humano dispõe.

O que fazer?

Nada!

Isso mesmo que você leu, precisamos para de ficarmos fazendo coisas que não irão contribuir para a salvação das almas. Nada de dar ouvidos ao diabo, nada de praticar pecados, nada de desobedecer aos mandamentos e a palavra de Deus. Nada de mentira, de ira, de gula, de soberba, de inveja, de preguiça, de luxúria e de avareza. Nada de ficar perdendo tempo correndo atrás daquilo que, caso não saibamos, não irá prejudicar o dia de nosso julgamento realizado por Jesus (Apocalipse 22,12).

Basta imitar os santos (Hebreus 6,12 – Efésios 5,1 – 1ª Coríntios 11,1) que, a propósito, adivinhe... não faziam nada! Não faziam coisas erradas, não faziam besteiras, não faziam coisas que depois poderiam trazer arrependimentos, não agiam conforme o desagrado de Deus. Pois bem, na maioria das vezes exatamente o que fazemos é o contrário; queremos lutar com as próprias forças, fazer o que achamos que é certo, seguir a maioria que está mundo afora que acha que tudo que é comum é certo.

As pessoas não param para avaliar em que enrascada estão se metendo. No hoje concedido por Deus temos a oportunidade de modificar as atitudes que realmente são essenciais para um curso feliz rumo à pátria celeste. Vergonha na cara, arrependimento e olhar fixo na eternidade, vivendo uma vida pautada no segmento do evangelho já é um bom começo.

Enquanto o mal precisa apenas de sua influência ordinária em suas tentações para derrubar muitas almas, também ele ataca de modo extraordinário através das infestações, opressões e possessões. Qual é a mensagem nisso tudo? Acordemos, São Pedro já dizia que: “Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar – 1ª Pedro 5,8”. Quanto mais perto de Deus maior é a tentação nos dizia Padre Pio. Temos como dizia Santo Antão “ a oração como única arma do cristão”. E por que? Para contarmos com o constante auxílio celeste. Sem mim nada podeis fazer – João 15,5. Assim decretou Jesus.


Fonte: Jefferson Roger
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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Deus pode te ajudar, o Diabo também: faça a sua escolha

Como sempre dizemos por aqui, neste site, tudo na vida é entre Deus e você e tudo é uma questão de escolha. Você que foi criado livre por Deus pode escolher o que fazer da sua vida. As pessoas reclamam da vida e não percebem que reclamam, na maioria das vezes, sem razão. Claro que as injustiças sociais existem e muitas vezes atribuímos algumas delas à Deus, que parece estar lá nos céus, queimando as formiguinhas da terra (nós) com sua lupa. Parece gostar de ver o sofrimento do povo. Pior ainda é imaginar que por conta da desobediência de Adão e Eva sobrou para todo mundo termos que passar pelo que passamos. Pior ainda e também, é imaginar que se Deus é amor e nos criou para compartilhar por toda eternidade esse amor com suas criaturas, que amor que é esse? Tão complicado e difícil de entender?

Nos ensinam que a oração é o diálogo com Deus. Mas olha, ô diálogo difícil hein! Santa Tereza de Ávila já dizia que “se Deus trata assim os seus amigos não é à toa que tem tão poucos”. Ainda por cima parece agir como Pilatos, lavando as mãos quando diz que não condena ninguém, as pessoas é que se condenam sozinhas ao inferno. Em um olhar pouco apurado vemos que sua receita (a receita de Deus) é permitir que passemos por sofrimentos, tribulações e dificuldades nesta vida com a alegada proposta de que nos céus tudo será diferente. E terminamos tendo que acreditar em sua palavra porque Jesus disse que não nos será dado nenhum sinal sobre essas realidades.

Como fica a pessoa então? Fica sujeitada à fé. Tem que viver acreditando em palavras e promessas sem garantias porque tudo é invisível e inaudível. Aí alguém vai se recordar da vida dos santos, saindo em defesa desse invisível e inaudível. Pois bem, é verdade, alguns eleitos passaram por experiências que muitos desejariam passar. Todavia eles passaram pelo que passaram não como sinal, já tinham fé, o motivo era outro. Era para nos mostrar as realidades aprendidas por essa palavra.

Por outro lado, temos o tal do diabo, especialista em atender muito mais rapidamente os desejos mundanos das pessoas. Numa velocidade estupenda. Deus não te dá, corre a pedir para Satanás que ele te atende. Só tem um probleminha; básico: ele te concede favores mas quer algo em troca, sua alma. Deus te concede graças, te concede o que precisa e não o que queres, também em troca ele quer algo, sua alma. Você escolhe, está em seu poder decidir. Como diz em Eclesiástico, o bem e o mal são apresentados à você, aquilo que escolheres lhe será dado.


Fonte: Jefferson Roger
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Os detalhes do adultério

Muitas pessoas tratam os pecados com muita simplicidade e relatividade, diminuem sua importância espiritual, sua gravidade e suas consequências. Agindo assim (como quer o diabo), promovem uma grande destruição em suas vidas e na vida de muitas pessoas. Normalmente o centro do pecado é aquele ponto em que a pedra atirada no lago bate na água; suas consequências são as ondas que são originadas (como um “mini tsunami”) atingindo o que quer que for. Assim acontece com todas as formas de pecado. Se nos exames de consciência fosse dado atenção a tudo isso, certamente ele seria evitado. Vamos dar uma pequena olhada, como exercício, no pecado contra o sexto mandamento da lei de Deus, o pecado contra a castidade: “não cometerás adultério”.

São oito consequências que derivam desse pecado: Primeiro: o pecado atinge o próprio adúltero, responsável por seus atos e culpado diante de Deus; Segundo: o pecado atinge o cônjuge, é uma violação dos votos matrimoniais. É uma traição contra uma pessoa que depositou em você uma confiança. 

Terceiro: o pecado atinge o cônjuge da outra parte participante do adultério. Como se vê, a traição apunhala nas costas outra pessoa. Quarto: peca-se contra o parceiro do próprio ato que, embora faça parte nisso tudo foi conduzido por suas atitudes a contribuir com você nesse pecado. Você arrastou para o pecado outro ser humano.

Quinto: esse pecado é também contra seus próprios filhos. Faz com que te vejam como falso, mentiroso e traidor. Foram magoados por quem tinham como modelo moral, mesmo para outros familiares e amigos e isso pode acarretar desequilíbrio familiar e graves consequências para os filhos. Sexto: pecou contra os amigos que enxergavam em você uma pessoa que vivia os princípios cristãos. Agora, vem o ressentimento por serem seus amigos e serem apunhalados por sua falsidade.

Sétimo: pecaste contra a sociedade; mesmo sabendo que nos dias atuais essa prática é incentivada de várias maneiras, umas abertas, outras nem tanto. Ainda assim sabemos que é preciso para o equilíbrio da sociedade uma vida pautada nos princípios do código moral bíblico; do contrário como estariam as coisas? 

Por fim, o oitavo: você pecou contra Deus, nem precisamos argumentar a respeito; essa pequena análise nos mostra que todo e qualquer pecado nos atinge como uma avalanche.


Fonte: Jefferson Roger
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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Seja Radical

São Francisco de Assis ouviu do papa de sua época que não era possível viver a radicalidade do evangelho nos moldes que ele pedia permissão ao pontífice para que pudesse viver. O santo mostrou que o pastor da igreja de Cristo estava errado e, não só São Francisco, como tantos outros antes e depois dele demonstraram que sim, é possível viver o que Jesus pede a cada um. E mais, Jesus não pediria algo que soubesse que não somos capazes de fazer. Deus não é um sádico! A cruz de cada um tem a medida certa e a cada um a medida calcada e transbordante é oferecida; basta querer.
Ademais, no livro do Apocalipse Jesus diz que o morno (o mais ou menos) ele vomita. Alguns dizem: ou santos ou nada. Com percebemos existe uma dualidade em nossa vida. Ou céu ou inferno. Mais ou menos significa em cima do muro e ficar em cima do muro denota uma atitude de dúvida: não sei se pulo para cá ou para lá. Sobre isso uma historieta conta que o sujeito que estava em cima do muro não sabia se pulava para o lado do inferno ou para o lado do céu. O pessoal que estava no lado do céu não parava de incentiva-lo a pular para aquele lado; insistiam com veemência. Já do lado do inferno nada se fazia. O diabo estava quieto, apenas a olhar. Então quem estava em cima do muro perguntou para Satanás: “Enquanto eles do lado do céu fazem todo o esforço para que eu vá para lá por que é que você fica aí quieto?” Nosso inimigo cruel respondeu: “é porque o muro está do meu lado, me pertence.”

A lição que tiramos disso é que não se pode ter uma fé percentual; ou se acredita em tudo que vem de Deus ou não. Não é possível acreditar só naquilo que nos interessa. São Tiago ilustra muito bem essa questão quando fala que quem desobedece um item da lei desobedece toda a lei, porque quem escreveu não cometerás adultério, também disse não matarás – Tiago 2,10-11. Portanto, devemos lutar contra a fraqueza humana. Fomos intencionalmente criados assim porque nosso criador quer de nossa parte uma atitude de dependência filial para com ele em relação a tudo em nossa vida.
Mateus 11,12 – “O céu é arrebatado a força e são os violentos que o conquistam”. Romanos 12,4 – “Ainda não tendes resistido até o sangue, na luta contra o pecado”. Pois bem, não se pode esquecer que essa vida é uma batalha diária contra as forças do mal e contra nossa frágil natureza. Precisamos aceitar e abraçar a cruz da salvação e pedirmos as graças necessárias para nossa caminhada rumo à pátria celeste e isso inclui uma vida radical assim como viveu Jesus.


Fonte: Jefferson Roger
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quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Junto de Deus

Certa vez, quando familiares, parentes e amigos estavam reunidos em volta do caixão, prestando suas despedidas finais ao ente falecido, em meio aos mais variados sentimentos possíveis para a ocasião, um sacerdote, ao proclamar suas palavras finais e de alento disse: “ se temos fé, alegremo-nos, este que parte está indo para junto de Deus; não existe lugar melhor para ele estar”. Pela nossa fé é nisso que cremos e por causa disso, como a certeza de tudo cabe a Deus, passamos a rezar pedindo por esta pessoa que deixa essa vida.

Outrossim, devemos ainda em vida recordarmos que Jesus disse que estará conosco até o fim dos tempos. Naturalmente não o vemos, quem sabe muitos nem conseguem sentir sua presença, a presença das forças celestiais em suas vidas, como os anjos de Deus. Falta fé? Falta colocar-se mais em comunhão com Deus? Falta mais vida de oração? Falta mais desapego aos pecados, por menor que eles sejam? Faltam atitudes dignas dos servos de Cristo? Pior será se faltar tudo isso junto e ainda mais.

Na bíblia encontramos uma passagem que diz que Deus acolhe quem o procura de coração sincero. Convenhamos caro leitor: quem em nosso meio não gosta de um relacionamento repleto de sinceridade? Uma sinceridade que pode ser colocada à prova? Ora bolas, todo mundo gosta! Até os não sinceros sentem-se muito bem em enganar as pessoas sinceras, embora isso acarrete um problema espiritual para os enganadores.

Se Deus é uma realidade que pode ser vivida, pode ser abraçada com o coração e a mente, o que é que as pessoas estão fazendo que vivem uma vida de riscos imaginando que Deus é um assunto para ser tratado depois da morte? Ou quando sobrar tempo na velhice? Ou, pior ainda, Deus é apenas mais uma das opções que pode ser escolhida para conduzir sua vida? Para abrir mão do que Deus é, representa, significa e faz, é preciso abandonar muita coisa. Basta um pouco de raciocínio para perceber que isso não é uma atitude sensata.

Supondo que Deus não exista você torna-se livre para viver a vida como quer. A partir desse ponto você não faz muitas coisas graves para os outros, mas faz o que te apetece em benefício próprio. Vive apenas o hoje acreditando que: quando se morre tudo termina para sempre ou então você irá evoluir para um plano cósmico. Ou seja lá em qual teoria você escolhe acreditar. Muito bem, porém, se Deus existe da maneira como as sagradas escrituras apontam, você ainda é livre para decidir como viver. Você pode continuar vivendo como lhe convém acreditando que Deus vai te admitir em seu reino apesar da vida que você levou, mesmo não estando em conformidade com o que ele te pediu. Ou irá escolher viver conforme seu agrado e lograr a coroa da glória eterna junto de Deus, através de uma vida pautada em sua santa palavra. Como sempre dizemos por aqui, vivemos uma vida de escolhas e suas consequências.


Fonte: Jefferson Roger
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terça-feira, 12 de novembro de 2019

A visão do céu e do inferno

Dentro da vida da igreja está atestado pelos santos a graça de Deus em poderem ter uma visão do inferno. Inclusive para alguns foi dado o mandato divino de escrever a respeito disso. Biblicamente falando não existe descrição detalhada a respeito do céu e do inferno enquanto características. O que existe sim é a finalidade de cada um: para que serve o inferno e para que serve o céu. Para Deus basta que seja assim, que conheçamos a finalidade para podermos decidir onde queremos passar nossa eternidade.

São Paulo em suas cartas chega a dizer que nem podemos conceber o que nos aguarda no céu. Quer dizer com isso que a “surpresa” do que nos aguarda é sem dúvida alguma muito melhor do que podemos esperar. No entanto, quando os santos nos relatam a visão do inferno, mesmo que sem muito aprofundamento, o temor já pode tomar conta de uma alma. Pensemos em Fátima, Portugal; onde as crianças receberam por instante uma visão do inferno, local para onde vão as almas condenadas. Também Santa Francisca Romana e Santa Maria Faustina Kowalska, só para retratarmos alguns exemplos.

A aterradora realidade do local dos condenados, tantas vezes também comentada pelos espíritos demoníacos nas possessões, é palco de algumas afirmações de Jesus Cristo. Por ser um destino imensuravelmente ruim, nosso salvador atentou-se para deixar bem claro do que se trata. Ademais, agora falando-se um pouco do céu, sabe-se que alguns escolhidos por Deus receberam essa graça. E disseram: se pudessem ter visto o que vi, fariam de tudo para irem para lá.

Em termos práticos é possível dizer que temos “material” suficiente para fazermos nossa escolha. Lembrando também que a nova Jerusalém celeste retratada no livro das revelações explana sobre as alegrias eternas sob a presença de Deus. O puro ódio que vem do mal originado em Satanás luta contra isso e busca, por meio da confusão, colocar a dúvida na cabeça do cristão. O diabo agindo assim quer minar a fé, quer amenizar e pintar uma realidade diferente para o mal que promove a segunda morte. Não basta tudo que aprendemos da boca do altíssimo e da tradição católica atestada na Igreja de Jesus Cristo (Mateus 16,18) através da vida e testemunho de seus santos? Precisamos mais do que? Arriscar baseado em “achismos”?


Fonte: Jefferson Roger
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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

A Possessão

O estudo da possessão demoníaca nunca foi, não é e muito provavelmente nunca virá a ser uma ciência. Existem, porém, muitos que vêm devotando suas vidas a estudar o assunto, que vem tentando determinar o ponto no qual a possessão tem início para que ela possa ser evitada. A possessão remonta à época de Cristo, que expulsou demônios de inúmeras pessoas, de acordo com o Novo Testamento. Atualmente, muitas igrejas e seitas cristãs ainda praticam o rito de exorcismo; a principal dentre elas: a Igreja Católica. Existem dois tipos de possessão: a de uma pessoa e a de um lugar como uma casa ou outro tipo de construção.

Entre os estudiosos, uma posição é quase unânime: a entrada inicial é feita apenas depois da vítima ou residente da construção visada ter feito uma escolha – por mais inconsciente ou tênue que seja – de dar permissão. Assim que se dá a entrada inicial, a entidade possessiva começa a atormentar o hospedeiro ou os ocupantes da construção que ela adentrou. Isso costuma ser feito por meio do medo. A entidade não apenas se alimenta do medo, ela sabe que o medo enfraquecerá a vítima, aproximando, assim, a entidade do controle total, deixando-a mais perto da possessão completa.

De acordo com aqueles que os testemunharam, nenhum exorcismo é igual ao outro, embora todos tenham duas coisas em comum, uma delas, inesquecível para todos os envolvidos, quer seja o exorcismo de uma pessoa ou construção: a presença. Ela é invisível, etérea e, ainda assim, sentida tão profundamente por todos os envolvidos que parece quase tangível. É uma presença que não é masculina, nem feminina... nem humana, nem animal... nem uma única entidade, nem uma multidão delas... mas é distinta e, conforme o exorcismo avança, se torna mais forte. Se e quando fala, ela às vezes se refere a si mesma como “eu”, às vezes como “nós”. Ela se move ao redor daqueles presentes como uma brisa fria como gelo, uma corrente de ar das profundezas da caverna mais subterrânea da Terra, até o exorcismo chegar ao fim... até a entidade possessiva ter sido expulsa em nome de Deus. A segunda coisa que todos os exorcismos têm em comum é a mais ameaçadora: o perigo.

Aqueles que participam de um exorcismo estão em perigo constante e devem esperar ouvir os insultos mais abomináveis e ver as coisas mais assustadoras que provavelmente vivenciarão nas suas vidas. Sua fé deve permanecer sólida como uma rocha diante do abuso horrível e sobrenatural. Os demônios não serão expulsos sem uma luta furiosa, e sua principal arma, como sempre, é o medo. Eles se alimentam dele e farão qualquer coisa que conseguirem para arranca-lo de dentro daqueles envolvidos na tentativa de expulsa-los. Nem todas as tentativas são bem sucedidas.

Os demônios esperam um convite antes de entrar, mas nem sempre saem quando ordenado.


Fonte: adaptado do livro “Lugar Sombrio”
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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Arrependimento planejado

 

 

 

 

 

 

 

 

Em nossas vidas muitas coisas são planejadas. O hábito de planejar existe a bastante tempo. Ele é saudável e contribui positivamente para muitas coisas darem certo. Quando se planeja, avalia-se tudo que pode estar envolvido para que os imprevistos (embora ainda o sejam), possam ser melhor administrados. Muitos já ouviram a famosa frase que fala do “plano b”, colocado em ação caso o plano principal (o plano a) não tenha conseguido atingir o fim proposto em teoria. No entanto, o planejamento não funciona para tudo, ou ainda que funcione esbarra na questão que diz que “o fim não justifica o meio”. Aplicando-se ao que estamos refletindo por aqui, entraremos agora na questão espiritual de nossas vidas. Vamos acompanhar.

Trata-se da forma como os sacramentos católicos deixados para a tutela de sua igreja por Jesus são buscados e utilizados. Especificamente falamos do sacramento da confissão, que está diretamente relacionado ao arrependimento sincero, com propósito firme de não reincidir no erro e retomar o caminho da vida da graça, deixado por Jesus Cristo. Pois bem, os espertos de plantão fazem o que? Vamos aproveitar a vida, fazer isso e aquilo, saciar nossas vontades, depois “é só confessar e pronto!” Eu falo para Jesus os meus pecados, enumero a lista completa, recebo o perdão de Deus por intermédio de seu servo – o sacerdote – cumpro a penitência imposta e estou “limpinho” de novo, pronto para mais uma rodada desordenada de alegrias e prazeres.

Como Deus é bom, é só lavar que está novo! E assim, muitos tratam o sacramento como um remédio para os efeitos estomacais advindos de uma farra gastronômica no dia anterior. Talvez os mais novos não conheçam, porém, os de mais idade irão lembrar do comercial de tv que dizia: tome um engov antes e um engov depois, referindo-se ao medicamento que foi criado para te permitir a liberdade desenfreada e abusiva das práticas alimentares.

Não é possível fazer a mesma coisa com a confissão. Não é possível planejar fazer as coisas erradas e depois correr para o confessionário; você não será perdoado e mais, sairá do sacramento em estado pior do que entrou. Sobre isso encerramos o artigo ilustrando um colóquio entre Deus e Santa Catarina de Sena. Diz à ela nosso criador: “aquele que peca com intenção de se confessar não espere de mim nem o perdão e nem a misericórdia.”

Fonte: Jefferson Roger

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segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Glorificai a Deus com vosso corpo

Você sabia que teu corpo não te pertence? É isso mesmo que você leu caro leitor! Nosso corpo não nos pertence. Dá uma lida nisso aqui: 1ª Coríntios 6,19-20 – “Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo.” Pois bem, nós que pertencemos a Deus por consequência lógica não possuímos nada, tudo é dele, isso inclui o corpo, para o desprazer de muitos. Ele está cedido por este tempo em que caminhamos no vale de lágrimas. Não podemos transforma-lo numa vitrine, num parque de diversões sexual ou ainda modifica-lo tirando sua originalidade divina. Infelizmente, o pecado, que é uma realidade do espírito, tem em seu cometimento a participação maior ou menor do corpo. A razão, que Jesus ensinou que deve brotar do coração, cede espaço aos impulsos da vontade e lá se vai o sujeito a glorificar seus desejos com a ajuda do seu corpo. Que contraste! Dependendo do uso voluntário que estamos dando para ele (o corpo), no dia em que estivermos na presença do justo juiz (que irá julgar os vivos e os mortos conforme suas obras – Apocalipse 22,12), como estará esse corpo? Estará refletindo a glória dada à Deus em vida? Não? Ele foi prostituído, abusado, tingido com tatuagens, alterado quimicamente pelas drogas, pelo pecado da gula, foi transformado em objeto de consumo carnal? O templo do espírito santo (nosso corpo), que é santo, pois foi feito por mãos santas é jogado no lamaçal do pecado por você? Não deveria... Mas, ainda há tempo. Jesus nos disse que estamos no tempo da graça, que é o tempo da sua igreja (Mateus 16,18). Podemos nos arrepender, abandonar tudo que irá nos prejudicar e impedir a entrada na pátria celeste, retornarmos para o caminho trilhado por Jesus e deixado para seguirmos e vivermos uma vida de graças próximos dos seus cuidados. O mundo não está nem aí para Deus e sua doutrina, ele oferece a todos uma alternativa moldada a vontade humana de se viver uma felicidade sem Deus e suas exigências. Muitos aderem à esta opção porque ela dá resultados. O problema é que valem somente para o aqui e os resíduos do que promovem mancham a segunda parte de nossas vidas, que acontecerá depois da morte e constitui-se numa vida eterna, longe da presença de Deus ou com ele no paraíso; como sempre dizemos: é uma questão de escolha. Artigo relacionado: O católico e as tatuagens Fonte: Jefferson Roger
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sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Você gosta do diabo?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Provavelmente se chegou até esse site é porque não gosta e se declara inimigo dele, com todas as forças que lhe são possíveis. É isso mesmo? Não é? Será que é? Não sabe direito? Nem sabe mais o que pensar a respeito? São tantas questões... Pois bem, vamos por esse caminho. Podemos não termos afinidade com uma pessoa, sabemos que isso é perfeitamente possível de se acontecer. No entanto, em algum assunto podemos concordar com o ponto de vista dela por julgarmos estar correto, coerente e de acordo com os nossos princípios. Isso não significa que iremos “morrer de amores” por essa pessoa, significa que compartilhamos algum ponto em comum relacionado a algum assunto.

Aí mora o perigo! O diabo, muito conhecedor do gênero humano, sabe que somos passíveis desse acontecimento e por isso, uma das estratégias que ele usa (e olha que estratégia é o que não falta para esse sujeito), é buscar um relacionamento conosco nos mesmos moldes. Se descordamos de Deus em relação a alguma coisa que ele está promovendo em nossas vidas, porque nos ama e quer nos ver no céu junto de si, rapidamente, se deixarmos isso transparecer para Satanás, ele irá aproximar-se e unirá à nossa causa.

Que desastre, passa a ser nosso braço direito e mexer os pauzinhos para nos conseguir tudo que queremos, pois tudo que precisamos já está a cargo de Deus já que nossa vontade não comunga com a vontade do altíssimo. E diga que não corremos o risco de gostar do que ele faz se fizer de tudo para nos agradar da forma que queríamos que Deus fizesse e não faz? Bem-vindo ao mundo das tentações. A pintura desenhada sobre nosso olhar representa um quadro bem diferente.

De forma inconsciente vamos aceitando sua atuação e corremos o risco de nos agradar com o “cuidado” que Satanás tem demonstrada para conosco. Em sua sutileza ele nos arrasta “para o lado negro da força”, precisamos, já dizia Jesus, sermos vigilantes e orarmos sem cessar.

Fonte: Jefferson Roger

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O mal em nossas vidas

Efésios 6,12 – “Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares”. O mal existe, a maldade pura ou maculada é uma realidade. O ódio a Deus por tudo que ele é e representa atinge proporções imensas. Como Deus não pode ser prejudicado por este mal praticado por seus inimigos, termina que seus herdeiros (os filhos de Deus pela graça do batismo), sofrem os ataques do inimigo.

Agarra-te a Deus, longe do pai o perigo é maior. Lemos na bíblia que Deus não faz distinção de pessoas. Alguém, no entanto, tem alguma dúvida de que o diabo faz distinção? Certamente que não! “Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar” – 1ª Pedro 5,8. Vemos aqui neste trecho bíblico que vigiar significa estar atento em relação a Deus, qual a distância entre nós e ele? Longe? Ao horizonte? Próximo? Em nossas vidas?

Essa reflexão é importante fazermos, o mundo que vemos não é só o que enxergamos. O mal está vinte e quatro horas por dia tentando nos corromper. Ele não é um faz de conta como nos filmes de ficção onde por vezes a história termina bem. Na vida real a batalha é duríssima e a presença real do diabo e seu séquito no mundo está atestada claramente nas sagradas escrituras. Escolher não acreditar o que Deus nos colocou nela é uma possibilidade de escolha dada a cada um.

É fácil deixar de lado essa coisa de bem e de mal e viver uma vida conforme prazeres e desejos pessoais, mesmo que seja necessário prejudicar quem quer que seja (isso não lhe parece com o que acontece nos dias de hoje?). Ora, se essa coisa de Deus e o diabo “cai por terra” a liberdade do mundo instantaneamente bate à sua porta. Passa a não existir mais isso de que Deus está vendo o que você está fazendo; depois irá julga-lo no dia do juízo, a culpa dos seus erros e problemas não tem relação com o diabo. Nada de ir para o inferno, basta não cometer os grandes erros morais como assassinar alguém ou roubar, por exemplo, que tudo estará resolvido. A morte me trará um novo estado de espírito e consciência cósmica (quanta balela e papo furado viu! – os que pensam e agem assim ainda por cima acham-se inteligentes), pobre deles, agem como soberbos.

Salmos 93,1-2 e 21-23 – “Senhor, Deus justiceiro, Deus das vinganças, aparecei em vosso esplendor. Levantai-vos, juiz da terra, castigai os soberbos como eles merecem. [Eles] atentam contra a alma do justo, e condenam o sangue inocente. Mas o Senhor certamente será o meu refúgio, e meu Deus o rochedo em que me abrigo. Ele fará recair sobre eles suas próprias maldades, ele os fará perecer por sua própria malícia. O Senhor, nosso Deus, os destruirá.


Fonte: Jefferson Roger
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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

As pessoas não lutam mais por seus casamentos

É raro, constatamos isso no mundo afora; casamentos não são mais elevados à categoria de matrimônios. Essa união não consiste apenas em se juntar numa mesma CASA mantiMENTOS e equipaMENTOS de mais de uma pessoa. Assim que as pessoas começam suas vidas de casado rapidamente irão descobrir o quanto não sabem sobre o assunto.

Não é possível adaptar o que dá certo em uma união alheia entre duas pessoas para a sua união com seu cônjuge. Não existem fórmulas porque são pessoas diferentes. Você não pode agir como alguém age e dá certo porque sua esposa ou marido é diferente daquele aparente modelo; tampouco você não é a mesma pessoa do que aquela que quer imitar.

O assunto, muitos irão dizer que é antigo e muito batido para se levantar em tempos como os que vivemos. Todavia essa afirmação não se configura como verdade porque o que se acompanha por aí são mais casamentos sendo desfeitos. A cultura do mundo atribuiu a ele um conceito de ser descartável. Casamentos já começam com prazo de validade determinado que diz assim: “não deu certo, separa e parte para outra”.

A atração da amizade e coleguismo evolui para a paixão do namoro, que evolui para o amor dos noivos que querem assumir perante Deus esse sentimento dentro da vida matrimonial. Há uma sequência natural para as coisas acontecerem, se etapas forem puladas os ingredientes necessários estarão faltando quando mais preciso for.

E os filhos? De matrimônios que não estão dando certo? Família é um conceito que tem sido fortemente combatido pelo mal, o mal puro que vem de nosso inimigo cruel número um. Pois, se a família se dispersa e se destrói, valores e princípios fundamentais irão rolar ladeira abaixo na formação do caráter e temor a Deus. A criança ainda pequena não tem mais família, o pai mora com outra mulher e a mãe ficou sozinha com ela ou já arrumou outro homem. Não é uma nova família. São vidas em adultério público e perante Deus, autor do matrimônio.

Gênesis 2,24 e Mateus 19,5-6 trata desse assunto. Matrimônios acontecem no céu e se encerram lá; até que a morte os separe não é opção de escolha dada aos homens, é mandato divino. O problema é que as pessoas começam errado porque não aprendem mais o que é, como deve ser e para qual fim destina-se essa união. Fazem o que fazem por motivos errados e não é raro ficarem no casa, separa, casa, separa, gastarem seus rendimentos com pensões e ensinarem aos filhos dessa união como é que o mundo quer que ela seja vivida.


Fonte: Jefferson Roger
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Só a oração poderá nos salvar

Santo Antão, o monge do deserto, dizia que combatia o mal com a única arma do cristão: a oração. Por que será? Será que ela é uma espécie de fórmula mágica que basta recita-la que tudo está resolvido? Nossa, que legal! Se for assim a bíblia pode ser considerada um livro de rituais de magia cheio de encantamentos. Basta abrir em algum lugar e lá está uma oração pronta para solucionar seus problemas.

Pois bem, sabemos que não é assim; a profundidade da oração e sua eficácia está ligada a uma condição de comunhão com Deus e uma fé que não pode ser percentual. Se a oração não “funcionou” alguma coisa ficou para trás, não foi feita ou ainda a oração não pode ser atendida porque não se está pedindo da maneira certa ou conforme o desejo de Deus. A partir do momento que passamos a querer para nossas vidas aquilo que Deus quer as orações certamente começam a se tornarem concretas em nossa existência. Seus resultados são vivenciados sem dúvida alguma.

Por que será que as pessoas pedem a intercessão entre elas, sejam entre vivos ou entre vivos e mortos? Ora, sabemos que é porque sabem que as orações de intercessão encaminhadas a Deus contam com uma configuração ao altíssimo muito maior que a nossa. Pelo menos é com essa perspectiva que se pede a “ajuda dos céus”. Cremos que a fé ou a devoção ou ainda a configuração a Cristo da outra pessoa é maior que a nossa e por isso pedimos que ela “reze por nós”.

Todavia o destinatário da graça continua sendo você, aquela pessoa que reza, reza e reza e nada lhe acontece. Por que acha então que alguém pedindo por você irá “conseguir” de Deus aquilo que pedes? Pode ser que ainda assim não consiga porque quem quer a graça não preencheu as condições para recebe-la. Basta uma olhada rápida em nossas vidas para atestarmos isso. Façamos uma lista das preces atendidas e não atendidas.

Jesus deu a dica: “tudo brota do coração” – assim nos ensinou. Se a oração não brotar de um anseio profundo de nosso coração como poderemos ser salvos? Não se trata só de pedir, não se trata só de pronunciar palavras, é mais profundo. Deus vê os corações disse nosso salvador. Uma prece feita com origem errada sofre muito e pouco tem de essência para entregar a Deus uma resposta autêntica ao amor que ele nos dá.


Fonte: Jefferson Roger
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Sobre o Halloween, você precisa saber


REDAÇÃO CENTRAL, 16 Out. 15 / 07:00 pm (ACI).- “O que o demônio faz para afastar-nos do caminho de Jesus? A tentação começa de forma sutil, mas cresce: sempre cresce. Esta cresce e contagia o outro, é transmitida e tenta ser comunitária. E, finalmente, para tranquilizar a alma, justifica-se. Cresce, contagia e se justifica”, advertiu o Papa Francisco em abril de 2014.

Próximos à noite de Halloween, celebrada a cada 31 de outubro, compartilhamos oito coisas que todo cristão deve saber acerca desta festa pagã que pouco a pouco foi difundida no mundo inteiro.

1. A origem do nome

A Solenidade de todos os Santos é comemorada no dia 1º de novembro e é celebrada na Igreja desde às vésperas. Halloween significa "All hallow's eve", palavra que provém do inglês antigo, e que significa "véspera de todos os santos".

2. As raízes celtas

No século VI a.C., os celtas do norte da Europa celebravam o fim de ano com a festa do “Samhein” (ou Samon), festividade do sol, iniciada na noite do 31 de outubro e que marcava o fim do verão e das colheitas. A respeito, eles acreditavam que naquela noite o deus da morte permitia aos mortos retornarem à terra, fomentando um ambiente de terror.

Segundo a religião celta, as almas de alguns defuntos estavam dentro de animais ferozes e podiam ser libertadas com sacrifícios de toda índole aos deuses, inclusive sacrifícios humanos. Uma forma de evitar a maldade dos espíritos malignos, fantasmas e outros monstros era disfarçando-se para tratar de assemelhar-se a eles e desta maneira passavam despercebidos ante seus olhares.

3. Sua mistura com o cristianismo

Quando os povos celtas foram cristianizados, nem todos renunciaram os seus costumes pagãos. Do mesmo modo, a coincidência cronológica da festa pagã de “Samhein” com a celebração de todos os Santos e a dos defuntos, comemorada no dia seguinte (2 de novembro), fez com que as crenças cristãs fossem misturadas com as antigas superstições da morte.

Através da chegada de alguns irlandeses aos Estados Unidos, introduziu-se neste país o Halloween, que chegou a ser parte do folclore popular do país. Logo, incluindo a contribuição cultural de outros imigrantes, introduziu-se a crença das bruxas, fantasmas, duendes, drácula e diversos monstros. Mais tarde, esta celebração pagã foi difundida no mundo inteiro.

4. Uma das principais festas satânicas

Segundo o testemunho de algumas pessoas que praticaram o satanismo e logo se converteram ao cristianismo, o Halloween é considerada a festa mais importante para os cultos demoníacos, porque se inicia o novo ano satânico e é como uma espécie de “aniversário do diabo”. E nesta data os grupos satânicos sacrificam os jovens e especialmente as crianças, pois são os preferidos de Deus.

5. Doces ou travessuras?

No Halloween, as crianças e alguns adultos costumam se disfarçar de seres horríveis e temerários e vão de casa em casa exigindo “trick or treat” (doces ou travessuras). A crença é que se não lhes dá alguma guloseima, os visitantes farão uma maldade ao residente do lugar. Muitas pessoas acreditam que o início deste costume está na perseguição dos católicos na Inglaterra, onde suas casas eram ameaçadas.

6. Jack e a abóbora

Existe uma antiga lenda irlandesa, em que se conta de um homem chamado Jack que tinha sido tão mau em vida que supostamente não podia nem entrar no inferno por ter enganado muitas vezes o demônio. Assim, teve que permanecer na terra vagando pelos caminhos com uma lanterna, feita de um vegetal vazio com um carvão aceso.

As pessoas supersticiosas, para afugentar Jack, colocavam uma lanterna similar na janela ou à frente de sua casa. Mais adiante, quando isto se popularizou, o vegetal para fazer a lanterna passou a ser uma cabaça com buracos em forma do rosto de uma caveira ou bruxa.

7. Um grande negócio

Hollywood contribuiu à difusão do Halloween com uma série de filmes nos quais a violência gráfica e os assassinatos criam no espectador um estado mórbido de angústia e ansiedade. Estes filmes são vistos por adultos e crianças, criando nestes últimos medo e uma ideia errônea da realidade. Do mesmo modo, as máscaras, as fantasias, os doces, as maquiagens entre outros artigos são motivos para que alguns empresários fomentem o “consumo do terror” e favorecem a imitação dos costumes norte-americanos.

8. A festa à fantasia

Segundo Padre Jordi Rivero, grande apologista, celebrar uma festa à fantasia não é intrinsecamente ruim, sempre e quando se cuidar que esta não esteja contra o pudor, o respeito pelas coisas sagradas e a moral em geral.

É por esta razão que nos últimos anos cresceu a comemoração alternativa do “Holywins” (a santidade vence), que consiste em disfarçar-se do Santo ou Santa favorita e participar a noite de 31 de outubro em diversas atividades da paróquia, como Missas, vigílias, grupos de oração pelas ruas, adoração eucarística, através de cantos, músicas e danças em “chave cristã”.


fonte: acidigital
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segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Como anda sua liberdade?

Muitos pensam que liberdade é poder fazer tudo que se tem vontade. Pois bem, é e não é. Depende de algumas questões. A liberdade possui alguns termômetros e algumas regras que a contextualizam conforme o rumo que se quer tomar na vida. Podemos pensar em algo como uma espécie de hierarquia e proporcionalidade, isso nos ajuda a evitar problemas na vida.

Desde pequeno os filhos já recebem toda a liberdade possível dos pais? Certamente que não! Ouve-se dizer que quanto mais crescem e amadurecem mais responsabilidades vão recebendo dos pais e da vida. Isso já é um aspecto inicial. Mas e então, como anda a nossa liberdade? Fazemos o que bem entendemos? Que se dane o mundo? Eu sei de mim? Sou dono do meu próprio nariz? Não devo satisfação para ninguém?

Tantas perguntas não é mesmo! Dependendo do que queremos para nossa vida espiritual, que se prolongará depois da morte, temos poucas opções por aqui. A liberdade no que consiste em atitudes (as obras ou falta delas) que serão julgadas por Jesus (Apocalipse 22,12) no dia do juízo segue como guia principal nessa caminhada. Quanto mais queremos chegar ao paraíso, menos liberdade temos em relação as ofertas do mundo. Se queremos gozar dos prazeres terrenos, sendo mais livres, pagaremos o preço por voluntariamente termos escolhido nos afastar de Deus.

Verdade das verdades, não podemos, no entanto, usarmos a técnica da balança em nossas vidas. Ora pendendo para o bem, ora para o mal. Essa atitude Jesus chamou de “morna” e ele a abominou: “o morno eu vomito” – disse Jesus no livro do Apocalipse. Temos sim, que ser radicais, vivermos uma vida pautada no “preto no branco”. Essa é a radicalidade dos evangelhos, não existe heroísmo nenhum nisso, somos servos inúteis, lemos nas sagradas escrituras. Jesus quer que sejamos seus imitadores. O céu é o lugar dos santos, daqueles que “pela fé e paciência tornaram-se herdeiros das promessas – Hebreus 6,12” e conseguiram percorrer todo o caminho trilhado e deixado por Jesus. Se queremos um dia vivermos as glórias eternas do paraíso não temos liberdade para sairmos desse caminho.


Fonte: Jefferson Roger
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O mal está contido

Pelo menos é o que deveria estar acontecendo em nossas vidas. O mal, contrário de bem, presente pelo mundo afora, biblicamente falando, até certo ponto, está contido. Não atua desenfreadamente na humanidade. Ou será que atua? Às vezes não nos parece difícil definir uma questão como está? Parece que sim porque vemos tanta coisa ruim acontecendo por aí, fora e dentro de nossas vidas, que alguns até se arriscam a dizer que se existe um Deus por que ele não faz nada a respeito?

É complicado! Não conseguimos compreender a magnitude de tudo que nos envolve. De fato, parece que somos ínfimas criaturas, menos que um nada. Não é possível alcançar o cerne da questão. Nossa Senhora disse em suas aparições que “apenas no céu tudo nos será revelado”. Pois bem, como ficamos então no meio desse fogo cruzado? Desse tiroteio com muitas “balas perdidas” possíveis de nos atingirem? Se é que são tão perdidas assim...

Conter o mal é tarefa de todos, conter o mal significa combate-lo, combate-lo significa não dar espaço para ele, preencher os vazios com o bem. Nossa parte, está mais do que claro, precisa ser feita; Deus quer isso de cada um. No entanto, a tarefa de evitar o mal não dando margem para as ocasiões de pecado é algo que muitas pessoas deixam de praticar muito facilmente. Basta se acharem um pouco espertas que começam uma vida de diálogos com o pecado e Satanás.

Já sabemos: é sempre uma questão de escolha. Em nossas vidas, podemos escolher manter o perigo e o mal longe dela (não pedimos isso na oração do Pai Nosso?), ou, desgraçadamente, escolhermos levar aquela vida gostosa cheia de prazeres e mais prazeres recheados de completa falta de responsabilidade pelo posto que ocupamos de filhos do altíssimo.

Estamos avisados pelo próprio Cristo: “eis que vos avisei sobre tudo”, diz nosso salvador nos evangelhos. Depois é tarde e será a hora do leite derramado: “haverá choro e ranger de dentes” – nos avisa Jesus Cristo.


Fonte: Jefferson Roger
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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Estou com um pé no inferno

Essa é uma frase que pode ser dita depois de um a exame de consciência bem severo e detalhado, daqueles bem rígidos que não deixam passar nada. Quanto mais nos cobramos em nossas condutas e comportamentos rumo à pátria celeste, mais nos aproximamos do padrão de julgamento que Deus utiliza sobre cada um. Ou alguém acha que as coisas ruins e erradas que fizemos, fazemos ou faremos, irão ficar por isso mesmo?

Claro que não! Aqui na terra dizemos que um bom juiz é aquele que aplica a pena ao condenado em função daquilo que fez de errado. Se ele “afrouxar” a sentença por causa de alguma coisa boa que o malfeitor fez no passado certamente diremos que não foi um bom juiz e não deu o tratamento adequado para a situação, diremos que foi injusto.

Muito bem, se acertadamente dizemos isso de uma situação como essa por que queremos achar que Jesus, o justo juiz, irá nos tratar com menos rigor?

Alguns prontamente iriam dizer que é porque Jesus é misericordioso. E que não é superado em amor e misericórdia. E entendemos que isso é verdade, mas a misericórdia de Jesus esbarra em nossa falta de comprometimento com sua palavra. Uma das seis formas de se pecar contra o Espírito Santo apontada por São Tomás de Aquino é o pecado da presunção; nele a pessoa acha que irá entrar no céu de qualquer forma, não dependendo de sua conduta. Eis um exemplo de falta de comprometimento, não levamos a sério a salvação da alma.

Mal fazemos algum esforço na direção da santidade e já nos achamos mártires. Por tão pouco entregamos ao diabo nossas conquistas, cedemos muito facilmente e ficamos achando que estamos com a razão. E vivendo dessa maneira vamos nos acostumando com o errado. Não é de se espantar que evitemos deste ponto em diante os grandes exames de consciência. Eles nos desmascaram impiedosamente.

Num ponto como este temos, mais uma vez, uma escolha a fazer: seguimos como estamos vivendo ou damos a famosa guinada (nos convertemos) e tratamos de resolver o problema do “pé no inferno” ou pouco para chegar lá.


Fonte: Jefferson Roger
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terça-feira, 15 de outubro de 2019

Um dia, esse dia será o meu dia

Hoje comemora-se o dia do professor, quem vos fala em meio aos seus quase cinquenta anos, cursa sua segunda faculdade, essa de Letras – Língua Portuguesa. Já com os conhecimentos e a fluência em libras muito próxima na presente data, almeja-se com esse projeto de vida ser um professor de português que, como diria um jovem aprendiz que trabalha com minha esposa, “já vem com libras”.

Pois bem, ao acordar todas as manhãs, dias mais cedo outros mais cedo ainda e alguns não tão cedo assim, ao começar os estudos a distância faço a recordação diária do propósito de estar acordado naquele momento. Digo para mim: “você está estudando porque quer um dia ser professor e dar aulas”. Todos os dias é preciso firmar o compromisso, realmente levar a sério. Outrossim, o exemplo dado aqui é, como sempre costumo dizer, uma imitação da natureza humana em relação ao divino.

Precisamente o que quero dizer é que: somos empenhados e dedicados no cumprimento daquilo que nos importa, em nossos projetos de vida, em crescer na vida, adquirir bens, ter família, carro, produtos tecnológicos e por aí vai. Salutar sem dúvida, desde que não se coloque tudo isso acima de Deus. Ademais, esse esforço que fazemos precisa, sem dúvida alguma, acontecer em nossa parte espiritual.

Que tal, todos os dias quando acordamos renovarmos nossas promessas batismais? A renúncia as coisas do mundo, ao pecado e as ofertas do diabo? Não é difícil, fazemos isso todos os dias para aquilo que nos interessa! Eis o problema, ou não queremos realmente ser salvos ou até queremos mas sentimos o peso do preço que Deus nos apresenta. Jesus quando nos aceita nos entrega a cruz, instrumento pessoal de salvação para cada um. A igreja nos recorda uma prática antiga dos três exames de consciência: um pela manhã, um ao meio dia e outro na hora de dormir. Prática religiosa muito promissora porque mantém o cristão atento em seu caminhar.

Se você compreende os porquês consegue suportar os acontecimentos da vida. Sabe que o sentido maior de tudo afunila na glória dos céus. Passo a passo, dia a dia lutamos para ir mais para frente do que para trás, tem dias que estagnamos, tem dias que desgraçadamente regredimos, mas graças a Deus existem dias que caminhamos na direção da pátria celeste. Que seja sempre assim a nossa vida, o nosso caminhar; uma luta constante, mas ciente dos motivos certos e dos propósitos. Sofrer por amor faz parte, mesmo que ele nos entregue a dor. Pior será deixar de viver com seriedade e depois ter que lamentar a dor maior que uma alma pode sentir: a da danação eterna.


Fonte: Jefferson Roger
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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Poucas vezes senti que Deus estava me ouvindo

 

 

 

 

 

 

 

Por que será que algumas vezes nos sentimos assim? Com aquela sensação de que a oração está caindo no vazio? Parece a oração não fazer efeito. Bom, para começar, a oração não é uma fórmula mágica como das histórias de ficção. Não funciona como o livro de magia dos magos que, escolhem essa ou aquela “receita” para conseguirem esse ou aquele resultado. Pior ainda é quem coloca sua crença nas chamadas simpatias, pura superstição inclusive biblicamente condenada. Pois bem, será que as orações não estão sendo transformadas em listas de exigências?

Quem sabe é isso que esteja acontecendo. O filho rebelde e desobediente perde seu tempo em cobrar de seu pai mimos atrás de mimos se ele não agir conforme sua posição exige. A natureza humana imita a natureza divina; dessa forma como são postas as coisas já podemos imaginar o alto padrão exigido por Deus em relação ao nosso comportamento. Ufa! Enfim descobrimos o problema, passamos então a corrigir a forma como fazemos as orações. Ué! O tempo vai passando e da mesma maneira não sou atendido naquilo que peço, mesmo pedindo coisas de natureza espiritual?

Focadas para a salvação das almas? O que é que está acontecendo! Haja paciência. Mas acalmemo-nos, existe uma pista nisso tudo, vamos acompanhar. Vejamos; as pessoas não pedem, por exemplo, aos santos e santas rezando para eles para que intercedam por elas junto a Deus afim de que obtenham as graças necessárias para a salvação e até mesmo os pedidos de ordem pontual? Olhemos para a vida dos santos - sejais imitadores daqueles que pela fé e paciência se tornam herdeiros das promessas - carta aos Hebreus, capítulo 06, versículo 12. Muito bem, Nossa Senhora em suas aparições, referindo-se a este trecho nos diz: aprendam com a vida e o exemplo dos santos.

A mensagem nisso tudo é: quanto maior a comunhão com Deus mais atendidos por ele seremos. Isso não é de se duvidar porque para comungarmos com Deus precisamos nos conformar a ele e nos configurarmos ao Cristo. Olhando por essa ótica percebemos que “continentes” inteiros dentro de nós, impedem que alcemos voo em direção ao céu porque estamos presos as coisas e os prazeres do mundo. Desta forma não pedimos nossa libertação, pedimos desejos pessoais. A ordem das prioridades mudou e enquanto não nos corrigirmos as coisas continuarão desordenadas, nem seremos capazes de entender os puxões de orelha que Deus vai nos dando ao longo de nossa vida que não se coaduna ao seu amor. 

Fonte: Jefferson Roger

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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Ovelhas desconfiadas

E aí, será que todo mundo passa por isso? Ou você confia, ou você não confia, ou você desconfia. Esse negócio de que você confia desconfiando (o famoso pé atrás) demonstra alguns problemas relacionados ao modo de pensar e agir. Pois bem, ensina-se que Jesus é bom pastor e que nós somos suas ovelhas. No mundo em que vivemos para que servem as ovelhas? Muito grosseiramente falando e muito mais resumidamente ainda, servem para produzir lucro para seus donos através da sua lã. Depois de um tempo ela morre e fim de conversa. Seus donos possuem o cuidado de reproduzi-las para sempre terem sua fonte de lucros (produção de lã) garantida. Não se trata de interesse próprio?

Por isso Jesus não estendeu a analogia dos filhos de Deus com as ovelhas pastoreadas adiante do que ele falou. Quis ficar apenas na relação de cuidado entre o dono e sua propriedade. Porém, convenhamos, será que o pastor das ovelhas tinha algum amor imenso por elas ao ponto de dar a vida para salva-la? Colocando-a em prioridade acima da sua família? Ou será que mantinha extremo zelo, alegrando-se por ter encontrado a ovelha perdida porque recuperou uma peça da sua fonte de lucro?

Jesus afirma que o pastor dá a vida por suas ovelhas, mas dá por que? Tem tanto amor assim por esses bichos? E nós, comparados a elas, por que somos comparados se ele não se iguala ao pastor do exemplo? Deu sua vida na cruz para nos redimir e nos salvar sem nenhum objetivo lucrativo. Vamos compreender como são as coisas para que não corramos o risco de desconfiarmos de Deus.

São Paulo vai dizer na carta aos filipenses, capítulo 01, versículo 21 que “para mim viver é Cristo e morrer é lucro”. Ah, perceberam onde está o lucro para Jesus, da sua morte? Eis a questão, eis a pedra preciosa encontrada no deserto. Ele disse que devemos ser quem serve e não foi isso que fez por nós? Sua morte, aceita por mando e amor ao Pai Eterno trouxe sim, lucro, quem lucrou com isso fomos nós, tolas criaturas que com uma visão curtíssima não enxergamos um palmo a frente de nosso nariz.

Isso tudo é obra do nosso inimigo cruel, que quer nos colocar contra Deus, minar nossa fé, fazer com que aceitamos sua causa (que é uma causa perdida) e ainda mais, semeando confusão em nossos corações e mentes quer nos mostrar que ele é o bonzinho e Deus é o castigador, que cobra e valoriza sofrimento nos negando os mimos que pedimos. Não existe o ditado popular que diz que “quando a esmola é demais, o santo desconfia?” Por isso devemos ser ovelhas desconfiadas, mas da maneira certa, porque o que o diabo faz muito bem é oferecer suas esmolas em cima de esmolas para todos nós.


Fonte: Jefferson Roger
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A morte lhe cai bem?

Em tempos atuais há quem diga que a morte é a solução de muitos ou de todos os problemas. Certamente, por motivos errados, as pessoas que se suicidam pensam algo relacionado a isso. São Paulo na carta aos filipenses capítulo 01, versículo 21 vai dizer que “para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro”. No entanto, as palavras do apóstolo denotam uma direção bem diferente daquela que leva pessoas a tirarem suas vidas.

A vida nos cansa diariamente e chegamos ao ponto de não a querermos mais. Perde-se o sentido, se é que existia algum, e tudo se torna um verdadeiro carregar de pedras. Sofrimentos, dificuldades, angústias de todos os tipos, frustrações e toda uma bateria de tribulações. São Francisco chamava a morte de “sua irmã”, muitos santos e santas de Deus desejavam a morte e sobretudo, quando estavam passando por esse momento, o momento derradeiro, alegravam-se de tal forma que esse acontecimento lhes causava imensa alegria. Como assim, pode pensar o leitor. De fato, para eles, significava que esta parte da jornada estava acabando e o encontro com Deus já se aproximava. Misturada essa alegria com uma ansiedade a entrega voluntária do espírito marcava (e ainda marca) uma vida de eternas alegrias no paraíso feito para todos que querem ser de Deus, vivendo aquilo que ele pede.

A morte não pode ser uma fuga, já que é o fim de todos que estão por aqui; pela fé, precisa ser compreendida. Se naturalmente nos encontrarmos com ela, se nossa vez de prestarmos conta chegar, como nos servirá essa morte? Será como um assaltante que nos surpreendeu tirando o pouco ou muito que temos ou julgamos ter e que pode ter valor apenas para nós? Vivemos uma vida no estilo “deixe quieto”? Eu deixo Deus em paz contanto que ele não me importune? Me deixe viver como quero que eu não farei mal aos que querem segui-lo?

Há ainda aqueles, que se esforçam para serem ateus, que estão livres quanto a isso. Arrumaram suas próprias soluções e eliminaram o “pesado” fardo que a religião impõe”, mas não qualquer religião e sim, aquela que nos aponta para o verbo de Deus, sabedoria encarnada no seio da Virgem Maria, que morreu por todos para que tenhamos a vida eterna. Religião que tem a função de “re” - ligar o homem a Deus, preparando-o para a vida eterna, pois o aqui e agora é um prelúdio do que vem pela frente.

Ah como seria bom morrer, não ter mais dívidas, não passar por mais desavenças com as pessoas, não precisar trabalhar, não adoecer, não passar por dificuldades de nenhuma natureza. Seria sim e na verdade será, no livro do Apocalipse Deus nos revela que tudo isso irá acontecer. O que não pode acontecer é esperarmos de braços cruzados, temos a nossa parte para fazer, temos que vivermos como filhos de Deus, que por uma vida eterna longe de tudo isso que não é bom, em seu amor, nos pede que aceitamos essa purificação terrena de poucos anos. Poucos anos de dificuldades contra a eternidade sem elas parece uma proposta maravilhosa demais para ser jogada no lixo, chafurdando no lamaçal dos pecados.


Fonte: Jefferson Roger
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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Confusão e conflito pessoal

A condição dada por Deus a cada um nos permite espalhar os pensamentos para todos os lados. Não existe um “freio divino”, uma limitação imposta por nosso criador. Ele nos criou e nos explicou como são as coisas. São verdades duríssimas. Não conseguimos, isso sim, por critérios divinos, compreender tudo que gostaríamos. Se a bíblia narra a história da criação de um modo, onde entram os dinossauros e sua época nisso tudo? A evolução do homem primata até o homo sapiens onde se encaixa? Foram outros criadores? Foi Deus mesmo e existe lacunas que não sabemos? Pobre mente humana, não pode alcançar tudo.

E para piorar as coisas a falta de muitíssimas informações e a falta de muitas procedências das informações que existem inundam mentes e pensamentos de todos colocando cada um a prova e promovendo uma potencial situação de desconcerto interior. Se mencionarmos a questão dos porquês então a coisa parece não ter fim. Atrás dos porquês terminamos esquecendo porque estamos agindo assim.

Então aquilo que achávamos certo parece ser errado, ou tornou-se errado. Aquilo que julgávamos ser o errado transformou-se quase que magicamente em certo. Os valores perdem seus valores e adquirem novos conteúdos. O conflito força passagem sobre nossas defesas buscando instalar em nossos corações suas confusões. É trabalho do mal; nós cristãos precisamos lembrar disso. O mal não quer que abracemos a causa de Deus, seu projeto de salvação e vida eterna para cada um.

Uma das incansáveis lutadoras e defensoras dos desígnios divinos é Maria Santíssima. Em suas mensagens ela nos recorda que, palavras da mãe de Deus, “no céu tudo nos será revelado”. Então, como vemos e temos que frisar outra vez aqui neste site: é uma questão de escolha. Temos que escolher acreditar em Deus ou não, acreditar que somente no céu tudo nos será revelado.
Em Deuteronômio 29,29 lemos que “o que está oculto pertence ao Senhor, nosso Deus; o que foi revelado é para nós e para nossos filhos, para sempre, a fim de que ponhamos em prática todas as palavras desta lei”. Não se trata, portanto, de queremos forçar a barra para resolvermos nossos conflitos e confusões, precisamos sim, encontrar o que necessitamos em Deus. Um filho pequeno não recorre em tudo ao seu pai e sua mãe? Temos que nos colocarmos ou seria melhor dizer voltarmos ao posto de filhos de Deus, numa constante condição de dependentes dele para tudo, exatamente como crianças, puras de espírito. Esse é o grande “pulo do gato”, menos de Deus em nossas vidas, mais do mundo e mais conflitos e confusões; mais de Deus em nossas vidas, menos de tudo que pode nos prejudicar a salvação de nossas almas. A fé nos garante isso e sua plenitude não admite “se” ou “será”, ela trabalha com entrega total e certeza a respeito daquilo que não se vê – Hebreus 11.


Fonte: Jefferson Roger
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