quinta-feira, 7 de março de 2019
A história se repete
sábado, 2 de março de 2019
O veneno chamado tristeza
sexta-feira, 1 de março de 2019
Deus dá com uma mão e tira com a outra
sábado, 23 de fevereiro de 2019
A riqueza católica
A expressão riqueza nos remete imediatamente ao abastamento, ao contrário de pobreza. Talvez pensemos em muito dinheiro, muitos bens, um patrimônio com muitas posses. Nada disso é errado pensar, mas, para podermos contextualizar o artigo, podemos direcionar a expressão da seguinte maneira: riqueza é termos muito de algo. Com base nessa afirmação nós católicos podemos e devemos compreender que a fé no todo (fé católica), possui muito do seu teor vindo do amor de Deus e de sua palavra. O verbo, que nos revelou o pai e nos transmitiu a boa nova, trouxe um marco para a humanidade e a salvação para todos que aceitarem a proposta vinda dos céus. Proposta essa presente na vida da igreja e testemunhada na vida de muitas pessoas ao longo de suas caminhadas. São os exemplos dos santos (Hebreus 6,12) que já trilharam o caminho da porta estreita e também dos vivos, membros do corpo de Cristo, presentes na igreja peregrina que caminha aqui na terra sob a condução do Espírito Santo.
E todo esse testemunho, toda essa verdade, toda essa Tradição e toda a trajetória da Igreja de Jesus (Mateus 16,18) é o que precisa fazer parte da vida do cristão, se quer viver uma vida em abundância e comunhão com Deus. E foi seguindo essa necessidade de amar de volta aquele que nos amou primeiro, para melhor cumprir a missão confiada por Jesus de formarmos discípulos para ele, que na manhã de hoje, reunidos na capela da Divina Misericórdia, situada em Curitiba-PR, seu grupo de catequistas e líderes de outras pastorais, participaram de uma formação a respeito do Catecismo da Igreja Católica.
Sob olhares atentos e canetas em punho, a formação que aconteceu em tom de bate-papo descontraído, mas sem perder a seriedade do tema, trouxe aos participantes, além da troca de experiências, um pouco mais sobre a importância deste documento para o bem da igreja e de seus fiéis. Muito além de uma exposição a respeito de seu conteúdo, o encontro teve como objetivo abrir horizontes e demonstrar a riqueza contida dentro deste catecismo. Riqueza essa que pode e deve, como nos orientou João Paulo II, ser aproveitada para o bem das almas, não importando a situação de vida em que se encontrem. E assim, após a partilha de conhecimentos e vivências de vida relacionadas à vida da igreja e a catequese, os participantes encerraram o encontro em clima de descontração e alegria com a sensação de mais um passo dado rumo ao Reino de Deus.
Fonte: Jefferson Roger
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
A doença dos olhos
E disse Jesus – Mateus 5,28 – “todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração”. Caros leitores, é por isso que os pecados da carne, impulsionados pelos sentidos com destaque para os olhos, são pecados mortais. Olhar para uma pessoa na rua e fantasiar experiências sexuais com ela, olhar para pessoas na internet e consumir a pornografia digital, olhar para as fotos de pessoas estranhas ou nem tão estranhas assim e alimentar os desejos de relações carnais com elas, tudo isso, que acontece longe do contato físico, conforme nos ensina Jesus é pecado grave contra a castidade (sexto mandamento da lei de Deus e de quebra contra o nono e o primeiro mandamentos). Na bíblia lemos que quem convive com o perigo acabará caindo nele.
A linha que divide a queda em solo firme da queda do abismo é muito estreita, espiritualmente falando. O sujeito olha para a beleza de uma pessoa, admira; até aí está tudo bem pois não consentiu com o pecado, ainda está beirando a tentação. A partir do momento em que a admiração se tornou desejo e o desejo não foi barrado acontece o rompimento da amizade com Deus. Vamos resumir? Olhou, achou bonito e admirou, mas parou por aí, está tudo bem, vida que segue. Agora, olhou achou bonito e admirou e em seguida desejou e concebeu na mente e no coração os frutos desse desejo, está tudo conforme o diabo gosta, vida que segue rumo a condenação eterna. Não é de se assustar com a aparente exigência que Jesus nos ensina, quando eleva o significado do adultério à um novo patamar.
O padrão imposto por Deus é alto, mas alcançável, do contrário ele seria um mentiroso e seu amor, um amor interesseiro e egoísta. O mesmo Cristo que nos ensina essas verdades também nos dá as armas para combate-las. Entre elas a oração e o jejum. Mas não bastam orações e jejuns, é preciso evitar as ocasiões de pecado, lutar contra a abstinência do vício e aproximar-se muitíssimo de Deus. Vale ainda o lembrete dado por Padre Pio: “quanto mais perto de Deus maior a tentação”. O ser humano não é doente, não nasceu doente, está doente, ficou doente pois permitiu que sua alma e coração convivessem com tudo que é contrário a Deus.
Por isso os sentidos que foram feitos para nos ajudar acabam servindo para nos prejudicar. É preciso, pois, de forma urgente, pedirmos a Deus a cura de nossos sentidos, a cura espiritual para que nosso olhar possa se afastar das consequências de um olhar mundano, envenenado e malicioso, um olhar que torna a alma inquieta e que comanda junto ao corpo as atitudes que desagradam a Deus.
Fonte: Jefferson Roger
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Eu quero pecar
Quero fazer as coisas que tenho vontade e não encontro tempo para todas elas. São muitos convites, vindos de toda a parte. Dos amigos (mui amigos), da internet, da televisão e das mídias sociais. Tudo e todos, que já abraçaram a causa, trabalham no incansável esforço de propagar a novidade: o pecado é coisa do passado, ele evoluiu e agora é considerado a satisfação pessoal. É a liberdade tão sonhada que as pessoas queriam e que a religião (ligar-se a Deus) não permitia que acontecesse porque quem é amigo do mundo se faz inimigo de Deus – Tiago 4,4. O mundo orquestrado, nas palavras de Jesus, por seu príncipe Satanás, faz de tudo para vender um peixe que não é fresco, mas que ao mesmo tempo não fede nem um pouco. É pura enrolação e enganação do diabo.
Ele ensina que veneno agora é bom, que podemos tomar porque seu efeito não é mais devastador, tanto para o corpo como para a alma. Então acontece que a pessoa adere a técnica do conta gotas. Vai experimentando aos poucos como é esta novidade de poder pecar que nada irá lhe acontecer de ruim. O que tinha vontade de fazer e não fazia, porque não podia, agora pode e pode fazer quantas vezes quiser. Viva! Finalmente alguém que nos libertou do braço pesado de Deus, o Deus castigador que cobra o impossível e não permite nenhum deleite, principalmente relacionado as ofertas do mundo.
Quando o mundo prega que o que o olho não vê o coração não sente, assina uma permissão imensa convencendo as pessoas de que é possível sim pecar, desde que seja escondido. Pobres pessoas, caem tão facilmente nas mentiras e se convencem tão facilmente que o pecado não é mais pecado. Jogam a eternidade no lixo escolhendo viver as alegrias do presente. Que pesar e que lástima, chafurdam no lamaçal das desgraças e por opção própria decidem viver afastadas do criador fazendo parte de uma outra realidade, a realidade dos ímpios. Ahhh, mas é só um pecado, só um pecadinho, é só uma vez, depois me acerto com Deus, o que é que tem, todo mundo faz! Isso não é pecado mais, e a lista dos argumentos não para tão cedo.
Como um forte entorpecente, o vício do pecado se instala e tira a liberdade do cristão de amar. Amar a Deus e ao próximo como a si mesmo. A alma padece por conta da participação do corpo nas atitudes de pecado e de passo em passo a descida vai ficando mais inclinada e o retorno mais difícil. Abramos nossos olhares, despertemos para a vida de graça, rezemos pelos que precisam retornar para ela, nos aproximemos de Jesus, clamemos por socorro e entreguemos nossas vidas à ele e ele nos converterá, nos transformará em homens novos, nascidos do Espírito Santo.
Fonte: Jefferson Roger
Teólogos Arrogantes ou Ignorantes?
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
A dificuldade do justo
Eu e minha casa serviremos ao Senhor
sábado, 16 de fevereiro de 2019
O tesouro da igreja
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Você merece ser defendido?
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
O risco da queda
Não tenha medo
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
Cuidado
Não tente ser quem você não é
Nossos problemas
Engolir sapo
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
O vício das redes sociais
É só uma espiadinha
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
Solidão, será que existe?
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
O cerne da batalha cristã
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
Adultério nas tentações

























