quarta-feira, 20 de junho de 2018
A condição do perdão
terça-feira, 19 de junho de 2018
Saindo do caminho da perdição
sexta-feira, 15 de junho de 2018
Pedidos de Oração
Não existe meio termo, ou Deus ou Satanás
quarta-feira, 13 de junho de 2018
Cuidado com o próximo
sexta-feira, 8 de junho de 2018
A catequese é uma CHAtequese
O servo não é maior que seu senhor, nos alertava Jesus. Parto desse ensinamento do salvador para iniciar este artigo que pretende refletir um pouco sobre a realidade que a igreja de Cristo (Mateus 16,18) enfrenta a muito tempo no que diz respeito a transmissão da doutrina católica. Atualmente é para poucos uma alegria participar dos encontros de catequese e uma ansiedade em aguardar a chegada do final de semana para poder encontrar colegas da comunidade para compartilharem experiências e aprenderem um pouco mais sobre a religião que professam e vivem.
Opa! Começaram os problemas. Ecoar a palavra de Deus (significado da catequese) deve ser uma atitude primeira dos pais, eles até se comprometeram a isso perante o altar, durante o sacramento do matrimônio, na presença de Deus. Será que esqueceram tão rápido? Parece que sim, porque a transmissão dos valores religiosos imaculados tem sido terceirizada por eles (os pais) aos cuidados da igreja. Esta é uma atitude exatamente igual a de Pilatos, um lavar as mãos. A igreja, representada pelos catequistas dentro da pastoral, entram num cabo de guerra com grande desvantagem. O que era para ser uma extensão do ensinamento dos pais, acaba sendo apenas o que eles irão receber em termos de doutrina cristã. A semana com suas cento e sessenta e oito horas reserva para a catequese apenas, atualmente, uma hora e meia. As outras cento e sessenta e seis horas e meia, que deveriam ser aproveitadas pelos pais, ficam jogadas ao vento que a correria do mundo impulsiona com suas cobranças e seus muitos afazeres. Graças a Deus isso não acontece por inteiro no meio do seu povo. Existem pais comprometidos com o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, que seguem e praticam a religião que professam e se engajam nas práticas da fé envolvendo a prole no mesmo caminho. Nota-se facilmente durante os encontros quais são as crianças e jovens que possuem de berço uma aproximação com as coisas de Deus.
Aos que não são assim o que fazer? “Pau que nasce torto morre torto”, diz o ditado. “É de pequenino que se torce o pepino”, diz outro dito popular. Parece a mim, que sou catequista há muitos anos que a frente de batalha exige não só um ataque pelos flancos e trincheiras, mas também investidas diretas. Explico: Nos tempos do início da vida da igreja, tempos apologéticos, vindo em seguida a patrística e a escolástica, o que se viam nas missões dos pregadores e também na vida dos grandes santos, como Santo Afonso, São Domingos de Gusmão, São João Maria Vianney, Padre Pio e tantos outros e outras, que a conversão acontecia pelo modo incisivo e direto da pregação da palavra de Deus e o testemunho que acontecia com a própria vida. Por que será se faziam filas durante as madrugadas para se conseguir os melhores lugares na missa desses grandes homens de Deus?
Ou filas nos confessionários? Pois é, nem preciso detalhar, isso tudo que começou após a ascensão de Jesus, pode ser encontrado nas sagradas escrituras (Atos dos Apóstolos) e posteriormente no magistério, doutrina da igreja e biografia dos santos. Bastam simples consultas. Ora, partindo desse princípio, vemos que os primeiros cristãos são muito diferentes dos atuais. O mesmo vale para o clero. Claro que ainda existem os autênticos seguidores do Evangelho, dispostos a tudo por amor a Jesus, mas é fácil de se perceber que a dose de perseverança para estes é cada vez mais exigida num mundo onde o conforto, prazeres e comodidades da vida moderna enfraquecem mentes e corações. Então, sem brilho nos olhos por não dar o que não se tem e não amar o que não se conhece a catequese vai se tornando chata: chatequese, tudo por falta de conversão e retorno às raízes que Deus quis, planejou, criou e nos propõe a cada dia.
fonte: Jefferson Roger
quinta-feira, 7 de junho de 2018
Exibicionismo Digital
Para que viver se nada é como quero?
segunda-feira, 4 de junho de 2018
Cortar o mal pela raiz
sábado, 2 de junho de 2018
A salvação de Clodovildo
Poderia ser no título deste artigo, a salvação de qualquer outra pessoa. Não importa o nome, o que importa é que quando se trata de salvação a questão se aplica a todos nós. A salvação concedida por Cristo no alto da cruz, que precisa ser aceita por cada um em sua vida para que ela se consuma, passa muitas vezes pelo crivo das tribulações e dificuldades que existem para que, por permissão divina e providência sua, cresçamos no amor e santidade. Se pelo batismo recebemos o Espírito Santo para nos salvarmos, pelo sacramento da crisma recebemos o Espírito Santo para ajudarmos a igreja de Jesus (Mateus 16,18) a trabalhar pela salvação dos outros. Seja com maior ou menor grau de participação sempre seremos convocados por Deus para sermos seus instrumentos na vida das pessoas.
E foi pensando nisso, que a turma da quarta etapa da catequese da Paróquia São Rafael em Curitiba-PR, participou de uma atividade cujo tema proposto foi criarem um pequeno conto onde eles iriam precisar ajudar uma pessoa a se salvar de algum percalço em sua vida. Cada um dos catequisandos teve a liberdade de escrever um pouco da história passando para o seguinte ir completando a mesma e assim ao final teríamos o resultado, o desfecho. O mesmo aconteceu com o desenho do personagem; ele foi criado a partir da colaboração de cada um deles. Vamos ver o resultado desta atividade: "Conheci um rapaz no bairro onde moro que era muito desobediente, mal educado e não ia bem na escola, além de se envolver com más companhias. Certo dia, caminhando pela calçada o encontrei, ele estava fumando sozinho num beco. Resolvi então ir conversar com ele. Clodovildo conversava sozinho, parecia ser o rapaz mais drogado do bairro.
Quando sua mãe descobriu o que havia acontecido (seu vício), decidiu manda-lo embora. O rapaz andava sem rumo na vida e estava quase sem dinheiro e sem abrigo para morar; nesse ponto ele decidiu se internar para fazer um tratamento a fim de parar com o uso das drogas. Mesmo assim ele teve uma recaída e um dia fumou tanto que desmaiou por causa da “overdose” de entorpecentes ficando inconsciente por dois dias. Passado esse tempo Clodovildo acordou num abrigo, muito “chapado”. Eu queria salva-lo, tirar das drogas e bebidas, mas ele teve um ataque de histerismo, dando uma de louco e precisei mandar que ficasse quieto. Minha mãe não sabia que ele (meu irmão) estava ali e se ela descobrisse eu iria me ferrar. Apesar de tudo ele começou a se controlar e descobriu outra paixão sem serem as drogas: uma moça chamada Doloteia. Ela era uma drogada também, porém, estava em tratamento e já havia melhorado bastante, ainda mais se comparado o seu estado com o de Clodovildo. Por conta dessa paixão e para impressiona-la ele procurou controlar e superar seu vício para que pudesse levar uma vida feliz. Sendo assim, Clodovildo se “safou” junto com Doloteia. Ele viveu o resto de sua vida dentro da igreja, dando catequese, ajudando o padre vindo mais tarde a se tornar ministro extraordinário da sagrada comunhão. Passado um tempo, Clodovildo casou-se com Doloteia e tiveram filhos.
Ele nunca quis contar sobre seu envolvimento com as drogas por medo deles seguirem seu mau exemplo e se ferrarem na vida. Ao contrário, seus filhos viveram dentro da igreja, sendo coroinhas e acólitos, tendo uma vida boa." Como vemos caros leitores neste simples conto é na criatividade e simplicidade desses jovens que podemos enxergar que escolhas podem ser feitas, somos livres para dizermos não ao inimigo que quer nos destruir e nos afastar de Deus. E mais, com essa liberdade podemos ajudar ao próximo e dessa maneira todos agem como Jesus espera que façamos quando nos manda amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Essa foi a mensagem que Eduardo, Caroline, Rafael Ribicki, Rafael Padilha, Murilo, Renata e Nicolas se propuseram a transmitir para cada um de nós, uma mensagem que já existe em seus corações e que deve estar no coração de todo cristão: é na igreja de Jesus, com Jesus e nossa família que conseguimos caminhar rumos aos céus.
fonte: Jefferson Roger
quarta-feira, 30 de maio de 2018
Mulher para que?
A espreita do inimigo
Irlanda legaliza o aborto
A graça da boa saúde
Dentro do terço de Santa Bernadete existe uma oração que diz assim: “Senhor, que concedestes a graça a jovem Bernadete de ver Vossa Mãe Santíssima e de com ela conversar e orar, dá-me também uma maior devoção para com Maria Santíssima e a graça da boa saúde e disposição”. De fato, como vemos, isso é algo muito importante para pedirmos a Deus, que tenhamos saúde e disposição. Saúde tanto física quanto espiritual; disposição para que façamos dessa saúde uma oportunidade para não nos acomodarmos ou negligenciarmos a graça recebida dos céus. A inspiração do artigo aconteceu enquanto eu estava no ponto de ônibus do terminal esperando o transporte coletivo para ir trabalhar. De onde eu estava vi um senhor de boa idade já caminhando com dificuldade para entrar no terminal de ônibus. Tenho quase quarenta e sete anos e pratico a atividade da corrida de rua desde 1982, 03 de setembro. Foi por esse motivo que reconheci aquele senhor que estou a falar, ele também já foi corredor de rua um dia. Hoje mal caminha.
Na esteira dessa situação fui remetido a lembrar de outro amigo meu, chamado Magno, também corredor de rua, que veio a falecer este ano. Para fechar o ciclo desse momento, me veio à mente a lembrança de minha mãe. Preciso dizer? Corredora também, já falecida. O resultado não poderia ser diferente, podemos perceber em situações como essa que a saúde é uma graça, como diz Jó e tantos outros personagens da fé cristã, pode ser dada ou tirada quando Deus assim o quiser. Todos nós de alguma forma já passamos pela experiência de termos nossa saúde fragilizada ou abalada. Sabemos que até mesmo aqueles que o dito popular dizem ter “uma saúde de ferro” sucumbem aos ataques microscópicos ou a fatalidades. Como ter saúde faz falta para nós e quando alguém que gostamos não a tem, sofremos juntos por termos compaixão.
Por outro lado, existem aqueles que fazem da saúde um trampolim para o pecado. Cultuam o corpo transformando numa vitrine de vaidades; expõe a própria carne como num açougue, fazem da morada do Espírito Santo um chamariz, uma isca e uma moeda de troca para os prazeres impuros. Até na saúde nosso inimigo cruel se meteu no meio e a usa para proliferar seus intentos. Difunde-se que quem esbanja saúde tem que se mostrar, tem que sensualizar. São roupas curtas demais, justas demais, transparentes demais e decotadas demais ou ainda a ausência delas. Associam a saúde a beleza esquecendo-se que um dia a beleza se vai. Porque a boa saúde se reflete em um corpo saudável o diabo tratou logo de envenenar as pessoas e fazê-las enxergar que esse corpo pode ser transformado num parque de diversões aliando-se as práticas sexuais desregradas.
Agindo assim as pessoas sufocam a saúde da alma e sua disposição se limita apenas em progredir na felicidade própria e mundana. Ter saúde para aproveitar a esposa, marido e filhos é coisa do passado. Ter saúde para trabalhar e levar o pão de cada dia para casa fica em segundo plano, afinal, sempre existe alguém fora do matrimônio gozando de boa saúde disposto a viver os prazeres da carne, valendo isso também para os não casados. Sempre existe alguém que, trabalhando com o diabo, vai te dar o que você quer, mas não esqueçamos, existe também muitos trabalhando com Deus para nos dar o que precisamos.
Fonte: Jefferson Roger
terça-feira, 29 de maio de 2018
O corre-corre da vida
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Sempre em preparação
sábado, 26 de maio de 2018
A salvação de Jurema
segunda-feira, 21 de maio de 2018
Aconteceu alguma coisa!
sexta-feira, 18 de maio de 2018
Batalha Diária
quarta-feira, 16 de maio de 2018
Ventos Contrários
“Nunca, jamais desanimeis, embora venham ventos contrários”. Ensinamento que brotou do coração de Jesus. “Quem reclama não tem tempo para amar”. Esta outra frase foi dita por Santa Tereza de Calcutá. Parecem duas sentenças desconexas, mas não se trata nenhum pouco disso. Vamos refletir. Se desanimamos quando somos pegos pelos “ventos contrários”, começamos a reclamar. Se nossa reclamação acontece de forma sadia como oração dirigida a Deus, ótimo; estamos agindo corretamente como um filho que necessita da ajuda do pai. Vale lembrar que reclamações devem subir e nunca descer, pois se a reclamação desce ela recebe o nome de lamúria, resmungação e esse tipo de “gritaria” quem dá atenção de perto é o diabo.
Nesta conduta, a de reclamar sem elevar ao alto, como disse a santa de Calcutá, nos falta tempo para amar. Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a nós mesmos. Não que a reclamação precise ser uma prece constante dirigida a Deus porque isso também não vai adiantar. E por quê? Porque eles fazem parte dos desígnios divinos permitidos para nosso crescimento justamente no amor e consequentemente na santidade. Como é bom quando somos interpelados e colocados a prova. A respeito disso Jesus nos ensinou que devemos nos alegrar porque, se lutamos em seu exército e por sua causa, receberemos grande recompensa. Se o servo não é maior que seu senhor, segundo nos recorda o Cristo, nem percamos tempo tentando agradar a todos; basta sermos honestos, sinceros, éticos, comprometidos com o evangelho e, como diz São Pedro, antes obedecermos a Deus que aos homens. São Paulo ainda complementa dizendo que não seremos considerados servos de Cristo se quisermos agradar primeiro aos homens.
E concluo citando São Tiago que diz que quem quer ser amigo do mundo se faz inimigo de Deus. Como percebemos em nossa religião católica, em nossa igreja a qual entramos pelo batismo, igreja onde Jesus reina através de seus santos, no ontem, no hoje e no amanhã, todos os que colocam seu olhar e esperança na eternidade caminham pelas pedras da vida enxergando no horizonte a porta estreita, entrada dos violentos que lutam contra o pecado até o sangue. Jesus tem o céu para nos conceder e disse que, ou estamos com ele, ou contra ele.
Fonte: Jefferson Roger
quinta-feira, 10 de maio de 2018
Rainha da Paz
Ela não se cansa, diante de Deus ela é um nada, menos do que um átomo já dizia São Luiz Maria Grignion de Monfort em seu tratado; diante de nós ela é muitíssimo grande, cheia de graça foi a saudação do Anjo Gabriel. Mães sempre amam seus filhos, o amor de uma mãe é insuperável dentro da condição de um amor humano. No entanto, o amor por essência, aquele que existe no céu e que toca a terra não se cansa de trabalhar um dia sequer pela nossa salvação. Aos pés da cruz, seu filho lhe disse, pela pessoa de João, que também somos seus filhos, fomos apresentados. Tal instituição, vindo de quem veio só pôde vir por causa da humildade que se reconhece como serva a quem se deixa fazer conforme a palavra de Deus.
Se o amor maior na terra, o amor de mãe, imita o amor verdadeiro do céu, não poderíamos ficar desamparados pelo carinho de Deus que nos concedeu tamanha graça: uma mãe celeste que roga a seu filho Jesus por seus filhos tomados na cruz. A primeira seguidora, a primeira catequista, a que mais trabalha e que não tem tempo para deixar de amar porque muito tem a fazer. Ela tem pressa, pressa em nos ajudar na conversão, pressa em que nos configuremos ao seu filho Jesus, pressa em que vivamos conforme é do agrado do Pai. A mãe que tanto amou o filho e viveu a sua paixão por causa de nossos pecados, acompanhando-o de perto, agora ainda em tempos atuais é deixada de lado. Um presente que veio direto dos céus, capaz de nos aproximar de Jesus para que consigamos com seu auxílio materno e seu amor infinito vivermos unidos a Santíssima Trindade, chora em meio a indiferença que tantas pessoas ainda insistem em manter perante o que Deus nos pede.
Não quer nada para si, ela é despojada de tudo, não para um só momento de nos avisar, aconselhar, ensinar, orientar e indicar para a humanidade os desejos do Cristo. Seu amor por nós é tamanho ao ponto de nos dizer que “Se vocês soubessem quanto os amo, chorariam de alegria. Quando alguém está diante de vocês e pedem algo, devem concedê-lo. Eu estou diante de muitos corações, mas eles permanecem fechados. Rezem para que o mundo receba o Meu amor”. Se em Fátima ela pediu a oração diária do terço para três crianças de dez, nove e sete anos de idade, se em Guadalupe ela nos interpelou dizendo que “não estou aqui eu que sou tua mãe”? Se em Lourdes pediu por oração e penitência, como calar-se e não agir perante tanta insistência que perpassa a séculos?
Ela sabe com certeza muito mais do que qualquer ser vivente, foi escolhida por Deus para nos auxiliar, ao amá-la como resultado receberemos seu filho Jesus porque quem ama Maria não recebe em troca nada menos do que seu filho. Ela que já conhece o paraíso e todas as delícias que ainda nem concebemos está aí, por permissão divina querendo ajudar a humanidade a passar pela porta estreita. Onde está a mãe aí está o seu filho, aproximar-se Maria nos colocará pertinho do ressuscitado.
fonte: Jefferson Roger
Inimigo Oculto






















