terça-feira, 3 de abril de 2018
O absurdo da páscoa
sexta-feira, 30 de março de 2018
Quem é ela?
quarta-feira, 28 de março de 2018
Não pode com “ele”, junte-se a “ele”
segunda-feira, 26 de março de 2018
Felizes com Maria
Ovelhas não chafurdam
sexta-feira, 23 de março de 2018
As coisas têm mudado
quinta-feira, 22 de março de 2018
A preocupação de Jesus
quarta-feira, 21 de março de 2018
Que se dane
A vida é uma prisão, cheia de regras e sem solidão. A culpa é do barulho, não do barulho do vento que quase não se escuta mais porque em selva de pedra ele não encana. E por falar em pedra, me recordo que foi dito que não ficará pedra sobre pedra. Pois bem, isso nos soa como um grande estrago que está por vir. Porém, quem sabe não é um estrago bem-vindo? Um estrago que vai causar destroços ao ponto de me libertar desta prisão? Não sei se torço a favor ou contra. Parece não importar quando gasto algum tempo para pensar, para filosofar e para questionar. Pensar até posso e consigo.
Filosofar com um pouco mais de esforço sai alguma coisa. Agora, questionar é algo perigoso de se fazer, pois posso errar feio mirando em alvo equivocado. Se questionar se limitasse aos “porquês” porque queremos saber das coisas ainda vá. Mas tantos de nós queremos sim é confrontar o que é certo e não entendemos e que vai contra aquilo que queremos e acreditamos. Neste momento de nossas vidas esbarramos em algo além de nossa completa compreensão: Deus. Um Deus incompreendido e que parece dar muito pouco de tudo que queremos e cobrar muito, mas muito de tudo que ele quer. Fala-se que somos livres, mas quantos não se sentem como um cavalo adestrado sobre o efeito de esporas e do arreio e freios? Se queremos dar alguma direção para nossas vidas só conseguimos fazer livre de todo o aparato escravizador desse Deus que envia recados.
Acreditem, acreditem, não acreditem o problema é de cada um, Deus não está nem aí, sobreviva a esta batalha campal chamada vida e, se fores um exímio guerreiro e fiel seguidor e servo das vontades celestes entrarás para a tão prometida glória dos céus. Que se dane, haja trabalho; é um pedir, pedir e pedir e receber quando muito, migalhas! Nem com paciência se dá conta de uma rotina como esta. Vou jogar a toalha e cuidar do meu umbigo, correr atrás da felicidade aqui e agora porque dizem os cristãos e católicos que está escrito na bíblia que Jesus disse que “é muito difícil entrar no reino dos céus”. Então se é muito difícil, eu que não valho quase nada perante a opinião dos homens, quem dirá da opinião de Deus? Se não me resta esperança vou brindar os prazeres terrenos porque a vida é curta e nem sei quanto curta é.
Caros leitores, esse desabafo totalmente equivocado nada mais é do que o desabafo de um covarde, de um derrotado, de uma pessoa mimada pelo mundo que não tem sequer vergonha na cara. Encontrou a verdade (Jesus), comprovou de fato que essa verdade é a verdade que liberta (caminho, verdade e vida), e não encontrou forças para abandonar sua soberba (imitando a satanás) e pronunciar as palavras, dirigidas a Deus assim como Maria Santíssima fez: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra”.
fonte: Jefferson Roger
Não é o que parece
terça-feira, 20 de março de 2018
Não arredeis o pé
quarta-feira, 14 de março de 2018
O tédio do católico
sexta-feira, 9 de março de 2018
Alegrai-vos e exultai
segunda-feira, 5 de março de 2018
Palavras não curam um coração partido
sexta-feira, 2 de março de 2018
Não vejo os medos ao meu redor
sábado, 24 de fevereiro de 2018
Sem Jesus, sem superação
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Significado da Quaresma
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Defendendo a liberdade a qualquer custo
sábado, 17 de fevereiro de 2018
Cuidemos dos frutos
sábado, 10 de fevereiro de 2018
Deus não me agrada e eu não agrado a Deus
O cristão pode "brincar" o carnaval?
Sobre a festa do carnaval
Muitos imaginam que o carnaval tem origem brasileira, mas a festa existe desde a Antiguidade. De fato, não se conhece ao certo a origem do carnaval, assim como a origem do nome. Historicamente é uma festa popular coletiva, transmitida através dos séculos como herança de antiquíssimas festas pagãs realizadas entre 17 de dezembro (Saturnais – em honra a deus Saturno, na mitologia grega) e 15 de fevereiro (Lupercais – em honra a deus Pã, na Roma Antiga). Dentre os pesquisadores, correntes diversas adotam prováveis origens diferentes. Há os que defendem que a comemoração do carnaval tem suas raízes em alguma festa primitiva, de caráter orgíaco, realizada em honra do ressurgimento da primavera. Em certos rituais agrários da Antiguidade (10000 aC), homens e mulheres pintavam rostos e corpos e entregavam-se à dança, festa e embriaguez. Outros autores acreditam que o carnaval tenha se iniciado nas alegres festas do Egito em honra à deusa Ísis (2000 aC). O carnaval pagão começa quando Pisistrato oficializa o culto ao deus Dionísio na Grécia, no século VII aC. O primeiro foco de grande concentração carnavalesca de que se conhecem fontes seguras acontecia no Egito: era dança e cantoria em volta de fogueiras. Os foliões usavam máscaras e disfarces simbolizando a inexistência de classes sociais. Depois, a tradição se espalhou por Grécia e Roma, entre os séculos VII e VI dC. Nessa época, sexo e embriaguez já se faziam presentes na festa. - Em seguida, o Carnaval chega em Veneza para, daí, se espalhar pelo mundo. Diz-se que foi lá que a festa tomou as características atuais: máscaras, fantasias, carros alegóricos, desfiles. No início da Era Cristã, a Igreja deu uma nova orientação às festividades do carnaval. Ao contrário do que se diz, o catolicismo não "adotou" o carnaval, mas deu à festa popular um novo sentido, já que ela foi anexada ao calendário religioso antecedendo a Quaresma. A festa agora terminava em penitência, na Quarta-feira de Cinzas. Como se vê, lamentavelmente, apesar de a Igreja ter sempre tentado dar um novo sentido à festa da carne, não obteve nisso um grande sucesso. Se formos comparar o que ocorre hoje com as festas que ocorriam na antiguidade pagã, não veremos grandes diferenças. Orgias, embriaguez, brigas, mortes... Excessos de todo tipo, enfim. Como cristãos, somos sempre chamados a santidade, e o sentido da palavra santo é "outro" ou "separado". Santo é aquilo/aquele que está separado do impuro ou do profano para o serviço de Deus. Não podemos, em situação alguma, fazer parte de algo que está em oposição a Deus. O carnaval não é exceção. Sempre é oportuno lembrar o que diz S. Paulo Apóstolo: “Não podeis beber ao mesmo tempo o Cálice do Senhor e o cálice dos demônios. Não podeis participar ao mesmo tempo da Mesa do Senhor e da mesa dos demônios." (1Cor 10,19-22) fonte: ofielcatolico.com.brsexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Ladeira abaixo
fonte: Jefferson Rogerquinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
A evolução da espécie
























