sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Ecumenismo condenado por Jesus
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
O sábio escapará do perigo
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Ave Maria de um protestante (história real)
Até que enfim
Mulher é assassinada porque se negou a ter relações fora do matrimônio
O diabo do canal FOX
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Presenciando a comunhão
Cansado das acusações de que os católicos adoram imagens?
O que muitos desconhecem é que, assim como existe uma proibição de cultuar imagens (e já sabemos o porquê), também existe uma permissão de fazer imagens! Vamos levar em consideração que a proibição se refere diretamente à adoração das imagens em si mesmas, e não ao simples fato de fazê-las para que elas sirvam apenas como sinal da presença de Deus. Neste sentido, Deus mesmo manda fazer coisas, objetos e imagens. É o caso da Arca da Aliança, com seus querubins de ouro e com o propiciatório também de ouro puro (Ex 25, 10-22). São elementos que não merecem as honras divinas: não podemos render culto a eles como se eles fossem Deus.
Mas o povo precisava (e precisa ainda) desses sinais sensíveis. Deus mandou construir aquele sinal da sua presença no meio do povo. Recorre-se à Arca de Deus para fazer oração porque ela é sinal da presença de Deus. Prova disso é que a própria tenda do encontro foi construída por ordem divina e estava cheia de imagens. O Templo de Jerusalém também as tinha. E fica claro que elas não violavam a proibição decretada por Deus. Outro exemplo? A fabricação da serpente de bronze, que Deus ordena a Moisés: “Faz uma serpente de bronze e expõe-na sobre um mastro (o próprio Jesus Cristo menciona aquela serpente de bronze como símbolo dele mesmo). Todo aquele que for ferido e olhar para ela, viverá” (Num 21, 6-9). Naturalmente, não é que a serpente de bronze tivesse alguma virtude especial que a elevasse ao nível de divindade. Olhar para ela era um ato de fé e de confiança na Palavra que Deus tinha pronunciado. Tanto é que, mais adiante, o povo se desvia dessa intenção e passa a prestar culto à própria serpente. Nesse momento, Ezequias manda destruí-la (2 Re 18, 4). São do Antigo Testamento os textos da Bíblia que proíbem fazer imagens e devem-se ao risco de o povo cair na idolatria, a exemplo dos povos vizinhos, que adoravam ídolos como se eles fossem deuses. Já os textos do Novo Testamento que falam dos ídolos se referem propriamente a ídolos adorados por pagãos, e não a simples imagens. O II Concílio Ecumênico de Niceia, por isso, no ano de 787, “justificou o culto das sagradas imagens…” (Catecismo da Igreja Católica, 2131). O Deus do Antigo Testamento não tinha corpo, era invisível. Não podia ser representado por imagens. Mas a partir de quando Deus se revelou em forma humana, Cristo se tornou "a imagem visível do Deus invisível", como diz São Paulo (Col 1,15). No Novo Testamento, a permissão de usar imagens que representam a divindade assume um caráter novo, graças ao fato da Encarnação do Filho de Deus. Deus continua sendo puramente espiritual, mas assumiu uma natureza humana, que é material. Por esta razão, é lógico representá-lo para lhe dar culto (Catecismo da Igreja Católica, 1159; 2129). A representação de imagens de Cristo é completamente lícita, já que é a representação de alguém que é realmente Deus. O culto que damos a Jesus, portanto, olhando para uma imagem dele, não é de adoração à materialidade dessa imagem, mas à própria Divina Pessoa que nela está representada. E ao olharmos, por exemplo, para a imagem do Cristo crucificado, recordamos o muito que Ele sofreu por nós e nos sentimos movidos a amá-lo mais e a confiar mais nele. Em qualquer dos casos, o cristão sabe que a imagem, embora represente Cristo, não é a divindade em si, e, por consequência, não se presta culto a essa materialidade. Uma imagem representa o Filho de Deus ou outras pessoas intimamente relacionadas com Ele: por isso é lícito representar com imagens a Virgem Maria e os santos. A imagem é simplesmente uma representação e uma lembrança daquelas pessoas: quando se ora diante de uma imagem, não se cultua o objeto, não se fala à materialidade da imagem, mas se rende culto a Deus (culto de latria), a Maria (culto de hiperdulia) ou aos santos (culto de dulia). Diz o II Concílio de Niceia, de 787 (sessão 7ª, 302): "A honra tributada à imagem se dirige a quem ela representa" (Denzinger, pág. 155). Na Igreja, veneramos os santos porque eles merecem o nosso respeito, admiração e gratidão. Graças às suas imagens, nós os recordamos e, ao mesmo tempo, eles nos trazem à mente verdades religiosas de grande proveito espiritual, dizendo-nos algo relacionado com as suas vidas. Por exemplo, graças às imagens podemos recordar quem era o santo (leigo, religioso, bispo etc.), que virtude ele mais praticou (pureza, desapego, humildade etc.), o que o tornou santo (martírio, estudo, missão etc.). Assim também, ao vermos uma imagem da Mãe de Deus, vem à nossa memória que, no céu, nós temos uma mãe imaculada que nos ama, que intercede por nós e que nos incentiva a levar uma vida santa. Quando vemos uma imagem das almas do purgatório, recordamos a realidade do purgatório e somos movidos a orar pelos falecidos. As imagens são uma espécie de retrato de entes queridos, a quem recordamos com respeito e carinho. Quando beijamos a foto dos nossos entes queridos que já partiram ou que estão longe, não é a foto em si o que estamos homenageando: estamos recordando, pensando e sendo carinhosos como os nossos entes queridos ali representados. Há nos livros de história retratos de grandes personagens para que os leitores os conheçam e, caso tenham sido bons, admirem e imitem; não há nisso mal nenhum. Em edifícios e praças públicas há estátuas de grandes heróis a cujos pés são colocadas flores. Quem critica este gesto? Quem afirma que todas as pessoas que praticam esse gesto estão “adorando imagens”? Sabemos que, na verdade, o que elas fazem é homenagear e recordar com respeito essas pessoas, dignas, para elas, de lembrança e de respeito. Os santos, através das suas imagens, não são adorados, mas sim venerados. A adoração é reservada somente a Deus. Venerar, porém, é reconhecer o valor de alguém ou de algo que merece o nosso respeito. Nós veneramos os nossos pais e a nossa pátria, mas não os adoramos. Adoramos somente a Deus. Um protestante me disse uma vez: “Mas ajoelhar-se diante das imagens é adoração”. Este é outro erro dos protestantes. Isto é o que eles acham. Quem pode ver o interior das pessoas e acusá-las de idolatria, fazendo um juízo temerário com base em aparências exteriores? Mesmo os mais humildes, no fundo do seu coração, sabem que uma imagem sagrada ou religiosa não é Deus, nem é o santo a quem eles querem prestar respeito. Mesmo uma criança, sem muito conhecimento religioso, entende, quando vê uma imagem, que se trata simplesmente de uma imagem. Devemos recordar que o gesto de ficar de joelhos tem significados diferentes dependendo da intenção com que é realizado. Diante de uma imagem, é um ato de veneração a quem a imagem representa. Quando os anciãos de Israel se prostravam diante da Arca da Aliança, não se prostravam diante de uma caixa de madeira, mas diante de Deus, ali representado. Quando rezamos diante do sacrário ou diante de uma custódia, não rezamos para uma caixa ou para um objeto metálico: rezamos e adoramos a Deus, presente no sacramento da Eucaristia. Externamente, poderia parecer que um gesto de veneração a uma imagem é semelhante ao de um pagão idólatra que adora a imagem por si mesma. Há, porém, uma diferença substancial. Qual? A intenção do coração e o significado da imagem para a pessoa. As imagens não têm, para nós, o mesmo significado que tinham para os pagãos; eles de fato as consideravam deuses. Nós não as adoramos; nós sabemos perfeitamente que as imagens são apenas representações, seja de Cristo, seja dos seus santos. Não devemos tirar as coisas do seu contexto. O proibido é a adoração das imagens como ídolos em si mesmas. A própria palavra hebraica usada no primeiro mandamento da Lei de Deus é “pésel”, que significa “ídolo”. Na mesma língua, há outras palavras que se referem a outros tipos de imagens não idolátricas, como as decorativas ou representativas. Se uma imagem não é um ídolo, ela não representa problema algum e podemos manter os nossos templos cheios delas, tal como estava o Templo de Salomão, que foi visitado por Jesus sem que Ele fizesse qualquer objeção à presença dessas imagens. Quando os fiéis beijam as relíquias de santos e tocam nas imagens, o que eles fazem? Expressam amor pelos intercessores ali representados e que são estímulo para a nossa vida cristã. Trata-se, é claro, de uma fé simples, como a daqueles que esperavam receber a graça da cura ao tocar nos lenços de São Paulo (At 19,12), ou como o bem conhecido caso da hemorroíssa que, ao tocar no manto de Jesus, ficou curada (Marcos 5,26-31). Alguém considera que essas pessoas foram curadas por lenços e mantos? Jesus mesmo não falou da fé como de um grão de mostarda? (Mt 17,20). Outro protestante me disse um dia: “Se a Igreja retirasse todas as imagens dos templos, eu poderia considerar a possibilidade de voltar à comunhão com ela”. Esta não parece ser a solução para os problemas que enfrentamos com as seitas. Não vamos destruir todas as imagens porque alguns protestantes interpretam mal os ensinamentos da Igreja ou as atitudes de um bom fiel. A solução do problema é a catequese, para que se chegue à maturidade da fé com toda a sua liberdade interior. Por Padre. Henry Vargas Holguín fonte: www.icatolica.com
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Testemunho de um ex-protestante
Por que se quebram imagens?
Conviver com o perigo
Livro do Eclesiástico 3,27 – Quem ama o perigo nele perecerá. Leitores do blog, que verdade bem incisiva não é mesmo. Quantos e quantos testemunhos e exemplos de acontecimentos na vida demonstram que manter relações e uma proximidade com o tal do perigo sempre irá nos levar a resultados desastrosos. Não é possível colocar o dedo na chama de uma vela por um minuto e esperar que não aconteça nada. Não é possível andar descalço sobre cacos de vidro e esperar que não aconteça nada. Sabemos que iremos nos ferir, que iremos nos machucar e, portanto, não fazemos, afinal, existe o perigo de nos queimarmos e o perigo de nos cortarmos. Sendo assim, procuramos não nos colocarmos em situações que possam nos prejudicar de alguma maneira. Mecanismos presentes em nosso intelecto nos ajudam a compreender e discernir o bom e o ruim e desta forma escolhermos nos afastar da possibilidade do perigo pois sabemos que ele pode nos trazer o mal, sob várias formas e aspectos.
Ora, por que então, que relacionado com o campo espiritual de nossa religiosidade e falo aqui para aqueles que tem fé, não importando o tamanho dela, não agimos com a mesma prudência? Por que não passamos longe de tudo aquilo que nos levará ao pecado e a ofender a Deus e até, pelo contrário, buscamos algumas vezes esses erros de comportamento, que são desregrados? Já parou para pensar? Na bíblia o apóstolo São Paulo também reflete sobre a mesma questão. Ele diz que aprova o bem mas pratica o mal que não aprova. Triste realidade que se encontra nossa miséria humana. Quanta fraqueza e escravidão nos envolve e nos mantém afastado das coisas de Deus. Claro que tem o dedo do demônio aí, mas não vamos deixar a culpa toda sobre ele. Nós pecadores facilitamos e rejeitamos o auxílio divino para muitas coisas. Como na história de Pelágio, achamos que por força própria conseguiremos combater o mal. Como estamos enganados. Jesus afirma isso nos evangelhos. E mesmo assim insistimos nesse romance com o pecado, fazendo de tudo para cultivá-lo em nossa vida. Vamos recordar, Jesus nos ensinou que as recaídas são piores que a primeira queda.
É preciso muito mais força e mais graças para sairmos da escravidão de satanás. Vamos em cada recaída nos acostumando com o pecado, perdendo forças na batalha e através do desânimo vamos admitindo nossa derrota. Ou então fazemos como o viciado no tabagismo que diz: “quando eu quiser eu paro”. E essa tola autoafirmação só serve para colocar uma máscara ridícula que mais ainda escandaliza a dignidade humana. Essa falta de humildade abafada por um orgulho que já não é mais sadio se encarrega de manter unidos pecador e pecado, num romance próspero e frutífero onde nosso inimigo cruel já nem trabalho tem mais. Nos aproximamos tanto deste cão acorrentado que suas mordidas e investidas nos ferem mortalmente deixando cicatrizes que volta e meia voltam a sangrar. O aviso é dado e é muito claro. E sabemos muito bem disso. Então é preciso agir como Jesus nos ensina em Mateus 11,12. Precisamos fazer violência contra o pecado, contra nossa natureza concupiscente, contra nossa má inclinação e nossas fraquezas. Pois enquanto passa o tempo, nossa fraqueza aumenta e nossa dívida para com Deus vai aumentando ao ponto de, por nossa própria culpa, não sermos mais capazes de quitá-la, caso nosso romance com o perigo se mantenha. Perecer significa deixar de viver, morrer, ter fim, acabar-se, extinguir-se. Não resta dúvida, quem convive com o perigo vai passar pela segunda morte. É o que aqui está sendo ensinado já que a primeira morte é destinada a todos como nos recorda nas cartas de São Paulos quando se diz que somos destinados a morrer uma vez.
A segunda morte, retratada no livro do Apocalipse, é a morte da alma. Para lá, para a segunda morte, salário do pecado, nos conduz o perigo, tão sutilmente enfeitado pelo diabo. Não nos esqueçamos de que o diabo está a fazer de tudo para que nossa entrada seja proibida nos céus. Ele nos odeia e como não pode fazer mal a igreja triunfante e a igreja padecente, ataca ferozmente os membros da igreja peregrina e militante. E o que dizer daqueles que não acreditam em Deus? O diabo vai nos arrebanhando e mostrando o seu ponto de vista perante Deus e sua lei. Com isso ele quer que façamos uma adesão pela sua causa, nos juntemos ao grupo dos que o seguem e sabemos bem que ele tem ganhado muitos adeptos neste mundo. Muitos voluntariamente e tantos outros enganados pelas suas artimanhas. Rezemos, pois, por todas essas pessoas. Pelas que se afastaram de Deus, pelas que nem acreditam Nele, pelas pessoas que se decidiram pela catequese do mundo e pelo mal, pelas pessoas que escolheram essa felicidade disfarçada que o mundo prega, tão enraizada nos bens materiais e nos prazeres corporais, enfim; rezemos por todos os pobres pecadores. Essa vontade é de Deus, pois Jesus afirmou que Ele, Deus, não quer que ninguém confiado ao Filho se perca, mas que tenha a vida eterna. Vida eterna que já está conquistada na cruz, basta apenas escolhermos onde queremos passa-la: na glória eterna dos céus ou na escuridão eterna do fogo do inferno.
Fonte: Jefferson Roger
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Ser ateu...
Minhas palavras não serão revogadas













