sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Ecumenismo condenado por Jesus

Olá caros leitores. Já tem algum tempo que tenho seguido de perto a trajetória do atual papa Francisco. Penso que todo cristão católico precisa acompanhar o que acontece com o pontífice. Sabemos também que todo o mundo coloca seu olhar sempre atento a conduta deste sacerdote que está no comando da igreja católica. Particularmente tenho que dizer que me identifico muito mais com o papa emérito Bento XVI e sem sombra de dúvida alguma com o papa João Paulo II. E digo isso porque em seus papados pude identificar em meus estudos e pesquisas uma afinidade mais aproximada com as verdades do evangelho. Claro que quando começamos a escavar a vida de qualquer papa, sempre vão aparecendo erros aqui e ali. Afinal, somos todos pecadores, sujeitos ao erro pela concupiscência, fruto do pecado original, e como nos recorda o livro dos Provérbios 24,16, ainda que justos pecamos diariamente. No entanto, em relação ao atual papa, para mim e posso dizer que para muitos, porque pelos meios de comunicação é possível sempre comprovar os fatos, o Padre Bergoglio se coloca numa posição muito ecumênica e como bem sabemos, o ecumenismo é reprovado por Jesus. Quem pensa o contrário e quiser mais alguns esclarecimentos bíblicos a respeito do assunto ecumenismo sugiro a leitura desta matéria sobre o assunto clicando aqui. Pessoalmente afirmo aqui minha posição a favor de Jesus e contra o ecumenismo. No dia do meu juízo não precisarei responder ao meu salvador porque eu incentivei o ecumenismo pregado pela igreja porque eu “não aceito e sou contra”. Já sobre o atual papa Francisco cabe também dizer que ele pratica boas atitudes. Prova disso é que alguns de meus artigos trazem conteúdo a respeito deste papa, concordando com o que ele disse ou fez, mas, em face a tendência de seu comportamento é possível se perguntar; qual a finalidade real?. Mas como nem tudo são flores, eu tenho percebido ao longo de seu pontificado algumas guinadas meio exageradas do caminho da salvação. Basta abrir bem os olhos para se perceber o esforço que ele faz para agradar ao mundo. Não deveria ser um esforço para agradar Jesus? Certa vez, para dar apenas um exemplo, o papa Francisco quando em convite para uma pregação iniciou dizendo que “não estava lá para converter ninguém ao catolicismo”. Pode uma coisa dessas? Vindo do sumo pontífice? Muitas pessoas viram, assistiram e acompanharam essa afirmação. O fato foi mostrado no site católico alemão "Kath Net" e traduzido para o inglês pelo site "Pew Sitter". E com certeza Jesus viu. Essa atitude do papa de querer agradar aos católicos e ao mundo não vai bem. Não está dando certo. Lembram do que Jesus disse que não se pode agradar a dois senhores? E agora para acabar de vez ele lança essa campanha da fraternidade ecumênica, só me faltava. Vamos esperar a próxima escorregada deste papa que não vai bem. Continuando com as falácias do papa vejamos a seguir uma matéria retirada do site recadosdoaarao.com.br sobre um vídeo que o pontífice publicou a respeito das suas intenções ecumênicas para as orações do mês de janeiro de 2016: Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=kHsfzPv7gMU Em um curto vídeo em espanhol, Bergoglio comentou sua intenção para a oração deste mês de janeiro de 2016, e pretende a cada mês divulgar uma intenção diferente. Alerto os católicos que, quando nós rezamos nas intenções do Papa, devemos rezar apenas pelas intenções de Sua Santidade o Papa Bento XVI, porque, conforme os santos nos advertem e conforme os documentos da Igreja alertam e mandam: quem se une em oração a um antipapa ou um herege compactua com ele. Portanto, nós não devemos rezar pelas intenções de Jorge Mário, porque elas são malignas. E ele, no próprio vídeo, se denuncia como tal, e vamos mostrar os detalhes. A intenção maligna dele, para este mês de janeiro 2016, vai no sentido do diálogo ecumênico. Ora nós já temos sido vastamente alertados pelo Céu através das mensagens proféticas atuais, que o ecumenismo que eles pregam é falso, é condenado pelos Santos Padres anteriores. Isso porque não vista trazer para a Verdade Absoluta a aqueles que se desviaram dela, mas que se volte para a prática de um cinismo descarado, onde se conversa bastante, se reza junto e cada uma na sua, mas todos continuam crendo naquele deus particular de cada religião. E na mentira grotesca pela qual todos aceitam que o “deus” de todos é exatamente o mesmo Todo Poderoso que nós católicos adoramos. Mas a desgraça vai ainda além, quando este falso diálogo ecumênico não se prende apenas com aqueles desviados da Verdade de Cristo – os protestantes em geral – mas é praticado com credos que nada têm a ver com Jesus, nem com a Sua Única Igreja, a Católica. Ora, Jesus Cristo nada tem a ver com Belial, porque a Escritura é bem clara quando diz: os deuses das outras religiões são ídolos, são demônios. E com demônios não se ecumeniza e sim se exorciza! Vejamos o que está dito no vídeo, onde aparecem Bergoglio mais algumas pessoas representando as quatro maiores religiões do planeta – budismo – islamismo – judaísmo – cristianismo: Disse Bergóglio: A maior parte dos habitantes do planeta se declara crente. Isso nos deveria provocar um diálogo entre as religiões. E não devemos deixar de rezar nesta intenção e colaborar com quem pensa diferente. Confio em Buda – diz a mulher budista. Creio em Deus – diz o rabino judeu. Creio em Cristo – diz o monsenhor. Creio em deus, Alá – diz o muçulmano. Ele continua: “Muitos pensam de modo diferente, sentem de modo diferente, procuram Deus ou encontram deus de muitos modos; Nesta multidão, nesta variedade de religiões, só há uma certeza que temos para todos: somos todos filhos de Deus”. A seguir os quatro representantes das diferentes religiões dizem: creio no Amor. E ele termina dizendo: “Confio em vocês para difundir a minha intenção deste mês! Que o diálogo sincero entre homens e mulheres de diferentes religiões produza frutos de paz e de justiça; confio na tua oração”. Percebam que ele astutamente não fala em ecumenismo, mas em “diálogo”, quando na realidade deseja o primeiro. Ora, ninguém pode ser contra um diálogo sincero entre os diferentes credos religiosos, no sentido de que se evitem as guerras por motivo de crença e até abrindo espaço para que cada pessoa escolha com liberdade a sua religião, mas possa mudar sem traumas e sem ataques, caso perceba que aquele “deus”, que ela cultua não é um Deus de verdade, ou que a religião que ela segue não preenche os anseios de sua alma. Entretanto, um artifício maligno se esconde por trás disso, porque eles não visam apenas um “diálogo” sem entrar no mérito da religião, e sim “unificar” todas as religiões, mesmo que seja de “mentirinha”, quando afirmam com toda e solerte empáfia, que o deus de todas é o mesmo. Ora, os budistas sequer acreditam num deus, pois se trata de mera filosofia de vida, com determinadas regras de conduta, milênios atrás ditadas por um monge chamado Buda Gautama. Os judeus continuam com Javé, na lei antiga, e sem Jesus Cristo. E os muçulmanos estão com Maomé seu profeta e o seu Alá, e jamais aceitarão que Jesus é o Verdadeiro Deus. E de fato, eles mandam matar quem afirma que Deus é Uno e Trino, como nós cremos. Assim, Bergoglio termina pedindo a todos os católicos que o ajudem a difundir esta mensagem dele e a rezar nesta intenção. Para isso ele usa, como sempre, deste seu linguajar movediço, escorregadio, que se mostra vistoso e inocente ante os incautos, mas sempre tem por trás uma intenção pérfida. São claras as profecias, desde muitas décadas, nos avisando que ao final dos temos teríamos a unificação de todos os credos numa nova religião mundial chamada de Nova Era, e esta insistência de Bergóglio em afirmar que todas as religiões salvam, que o deus de todas é o mesmo, que todos somos filhos do mesmo e único Deus, visa exatamente isso: formular as bases da religião do anticristo! Ou seja: trata-se de uma gravíssima heresia afirmar que todos os deuses são iguais, e que há salvação em todas as diferentes religiões e que basta desejar a salvação e todos serão acolhidos no céu, pelo mesmo deus, sem distinção de credo praticado por eles em vida. Para muitos Deus não é Trino e não enviou seu filho Jesus para a redenção do mundo! Não nos deu sua mãe Maria Santíssima por nossa mãe na ordem da graça, não nos concedeu os sacramentos administrados pela sua igreja fundada em São Pedro para a santificação e salvação das almas. Infelizmente porém, você encontrará dezenas de declarações de Bergoglio defendendo a mesma heresia. Pagãos são pagãos, e com eles não existe ecumenismo. Pode haver até diálogo, menos que se diga que todos os credos são iguais, apenas com nuances de entendimento diferente, mas a divindade adorada é a mesma. Mais uma mentira, porque os ensinamentos para quem deseja se salvar não se encontram no Alcorão dos muçulmanos, nem nas filosofias de Buda, nem apenas no Testamento Antigo, conforme seguido ainda pela parte renitente dos judeus. Só na Bíblia Católica é que os Batizados e Sacramentados encontram os meios da salvação. E para aqueles não católicos fiquem sabendo que até os dirigentes evangélicos já assumiram a integridade da bíblia católica. Leia clicando aqui para mais informações a declaração da Sociedade Bíblica do Brasil - entidade protestante. Sim, conversar com todos eles, como pessoas civilizadas, tudo bem, mas não ficar cada um na sua religião, e fingir muito cinicamente que todos estão certos quanto ao deus que adoram. Ademais são apenas alguns malucos em cada credo que desejam isso, a imensa maioria dos praticantes de outras religiões, não está nem aí para ecumenismos e não é por causa de um vídeo destes que aceitarão esta falsa união de crenças. Certamente que Bergóglio conseguirá que toda a grande mídia ao seu favor divulgue o seu malsinado vídeo pelo mundo inteiro, porque interessa ao inimigo que se difunda esta mentira. Mas que os católicos não caiam no engodo de rezar nesta intenção dele, porque estarão rezando com um herege, pela filosofia de um herege, e o Papa Agatão, já nos anos 600 disse bem claramente que, “quem reza com um herege é outro herege”. Mais do que isso, tal como ele, por causa de sua contumácia no erro está fora da comunhão da Igreja, também os que rezam com ele e pelas intenções dele, estão fora da comunhão com Jesus. Perceba que, no vídeo, cada um dos credos apresenta algum símbolo de sua prática religiosa, e eu só digo: pobre do Menino Jesus, como sofre nas mãos daquele Monsenhor – também ele um herege – quando o Pobrezinho é colocado em pé de igualdade diante de uma estátua de Buda, de um candelabro judaico e de um falso terço maometano, e não vão pensar que se trata do nosso Rosário. Tudo é apresentado entre sorrisos e em nome do “amor”, para enganar os eleitos, eis o horror. Quanto a esta questão de aceitar todos os credos como iguais, também nos alertou o Papa Pio XI quando disse: Os que sustentam esta opinião, não somente erram e se enganam, como também rechaçam a verdadeira religião, adulterando o seu conceito essencial, e pouco a pouco vão do naturalismo ao ateísmo. Disso se deduz claramente que, todos aqueles que aderem a tais opiniões e tentativas, se afastam totalmente da religião revelada por Deus. Percebam então a tremenda gravidade que pode se esconder atrás de um vídeo, que parece tão amoroso e inocente, mas que pode levar tantos incautos a estarem negando a sua fé e se desviando dos caminhos da salvação. É preciso então que todos os leigos se empenhem – uma vez que os padres estão tremendo de medo, em sua maioria – em divulgar tudo isso, para que mais e mais pessoas cheguem a conhecimento destas verdades. O grande mal da humanidade atual é desconhecer a verdade que salva, o que a faz enveredar por qualquer senda escabrosa, sem se dar conta de que o final dela é o despenhadeiro. Mais mal do que isso ainda é obstinar-se em acreditar na mentira, mesmo quando posto diante das mais luminosas evidências, das mais documentadas provas, tudo por conta de uma teimosia aberrante, de uma cegueira mórbida, até porque a Sagrada Escritura nos diz em Isaías 6, 10: Obceca o coração desse povo, ensurdece-lhe os ouvidos, fecha-lhe os olhos, de modo que não veja nada com seus olhos, não ouça com seus ouvidos, não compreenda nada com seu espírito. E não se cure de novo. Isso é totalmente para o nosso tempo, onde impera a mentira como nunca, e quando este “prurido” por novidades faz com que as massas humanas desprezem a Verdade enquanto se deliciam com o erro. Eis a realidade: São quase 10 gerações completas de povos preparados por satanás, ano após anos, década após década, século após século, para chegar a um povo digno do seu anticristo. Não somente a Igreja foi seduzida pela lábia da serpente, e se deixou enganar pela narcose de suas belas palavras, mas também o povo se deixou enganar por ela. E é assim que nós chegamos exatamente a aquela “geração dos últimos dias”, aquela preconizada por Jesus quando disse: “Não passará esta geração, sem que tudo isso aconteça”. Acontecer o que? Fácil, tome a sua Bíblia, comece pelo profeta Isaías e percorra todos os profetas buscando aquilo que eles falaram sobre o “Dia do Senhor”, que é exatamente aquele dia que São Paulo nos alertou e que “virá como um ladrão”, quando menos se espera, e que pode ser a qualquer momento. Quando pesquisou estes 300 versículos, perceberá que o Livro do Apocalipse de São João, combinado com o pequeno Apocalipse de Daniel (7 a 12) e o capítulo 24 de Isaías, mostram todo o drama dos Fim dos Tempos. Aí não se terá mais dúvida alguma de que chegamos a ele! fonte: Jefferson Roger e recadosdoaarao.com.br
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

O sábio escapará do perigo


No livro dos Provérbios, capítulo 28,26 está o ensinamento que iremos refletir neste artigo. Diz assim: “quem caminha com sabedoria escapará do perigo”. Pois bem, o tal do perigo é algo que durante toda nossa vida nos rodeia. Sobre vários aspectos qualquer um de nós pode descrever alguma forma de perigo e também de certa forma, de uma maneira genérica digamos assim, pode descrever um remédio preventivo: o medo.

Logo no início da carta de São Tiago, vemos a exortação do servo de Deus com relação a sabedoria. Está escrito lá, “se alguém de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus - que a todos dá liberalmente, com simplicidade e sem recriminação - e ser-lhe-á dada. Mas, não se trata aqui da inteligência fisiológica ou acadêmica e sim, de uma sabedoria que é divina. Vamos comprovar?

Tiago 3,13-18 - 13 Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre com um bom proceder as suas obras repassadas de doçura e de sabedoria. 14 Mas, se tendes no coração um ciúme amargo e gosto pelas contendas, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. 15 Esta não é a sabedoria que vem do alto, mas é uma sabedoria terrena, humana, diabólica. 16 Onde houver ciúme e contenda, ali há também perturbação e toda espécie de vícios. 17 A sabedoria, porém, que vem de cima, é primeiramente pura, depois pacífica, condescendente, conciliadora, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, nem fingimento. 18 O fruto da justiça semeia-se na paz para aqueles que praticam a paz.

Muito bem, já sabíamos mas relembrar o fato de que ser inteligente é uma coisa e ser sábio é outra completamente diferente é muito importante para nossa caminhada na fé, rumo à pátria celeste. E para fundamentar ainda mais nossa reflexão vamos fazer uma tentativa de substituir a palavra sabedoria por inteligência e vejam o desastre que vai dar. Ficaria assim: “quem caminha com inteligência escapará do perigo”. E então, alguém notou a diferença? Eu não notei nenhuma! Parece, dando uma rápida olhada, que fundamentalmente nada mudou. Parece que ainda é prudente, para escapar do perigo não agir de forma contrária ao que sugere a inteligência ou a sabedoria. Pois é, isso é o que satanás e seu seguidores quer que pensemos. Vamos desmascarar o farsante.

O sujeito que se acha inteligente, se acha o “garoto experto” e padece de um mal que é achar que todo mundo é burro, inclusive Jesus, ao qual terá que prestar contas no dia do juízo. Age com soberba, arrogância e como se fosse o dono da verdade. Pessoas assim não conseguem ser humildes e perdoar. Esquecem que ao “exigirem” o perdão de Deus, mesmo não concedendo o perdão ao próximo e, ao contrário, ainda pedindo a justiça para o irmão, fazem parte da fila dos pecadores, que estão sujeitos, quer queiram quer não, a oração que o Cristo nos ensinou. “Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”. E Jesus ainda completa: “se não perdoarem, o Pai que está nos céus não vos perdoará”. E fim de conversa.

Agora, o sujeito que é sábio, primeiro que ele não se acha nada. É humilde, reconhece que é pecador e que está muito longe da porta estreita. O sábio aprendeu de Deus que, conforme ensina o livro dos Provérbios no capítulo 9 – “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria”. E aqui a palavra temor não quer dizer ter medo. Não significa ter medo de Deus, significa ter medo de desgostá-lo e ofendê-lo e ter medo de que Ele se afaste de nós. Não devemos fazer as coisas porque temos medo que Deus nos castigue e nos mande ao inferno. Nosso Deus é amor e se preocupa com cada um de nós querendo a nossa salvação muito mais do que nós. Não é um Deus castigador, mas a bíblia nos ensina que Ele castiga aqueles que ama. Castigar, portanto, no verdadeiro sentido significa corrigir por amor, porque antes ouve um ensinamento, um aviso.

Entendendo a questão da sabedoria, um dos sete dons do Espírito Santo, compreendemos também porque as vezes o medo não nos afasta do perigo. Ele é combatido pela inteligência poluída pelas mentiras do diabo. Dou um exemplo. A pessoa casada sabe que se tiver relações fora do matrimônio isso se constitui violação ao sexto mandamento da lei de Deus. Por medo de ir ao inferno ela não comete a violação. Porém, este medo é frágil, ainda que se torne um pavor, ele pode ser vencido. Como acontece? Veremos.

Satanás inculca na cabeça dessa pessoa, ideias atrás de ideias aguçando sua mente em criar alternativas levianas para vencer este medo. Aos poucos ele convence que foi Deus que colocou esse medo na pessoa. Mostra que com um bom jogo de cintura é possível realizar seus desejos e fantasias, vivendo situações paralelas e prazeres medíocres, terrenos e passageiros que de forma viciante vão afundando a pessoa cada vez mais no caminho da perdição. E esta pessoa que precisa cada vez mais, como um drogado, saciar seus vícios, não se cansa de mirabolar formas de burlar o cotidiano de sua vida para pecar e pecar e pecar. A faculdade recebida de Deus chamada inteligência foi contaminada pelo mal e passou a escravizar o filho de Deus. A pessoa sabe que está errada, sabe que irá ao inferno, mas com sua inteligência inventa mil e um argumentos para aliviar sua consciência e seguir vivendo o que lhe dá prazer aqui e agora. Afinal, dizem eles, a vida é curta e é preciso fazer o que der vontade e aproveitar os prazeres da vida. Pobre de todos eles. Rezemos pedindo a Deus misericórdia e piedade dos pobres pecadores empedernidos.

Já o sábio, para concluirmos o artigo, está com sua casa construída sobre rocha sólida. Ele sabe que “por pequenos prazeres sofrem-se tormentos eternos”, já diziam os santos. E assim confirma Jesus em Lucas 9-23-24: 23 - Se alguém quer vir após mim, renegue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me. 24 Porque, quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem sacrificar a sua vida por amor de mim, salva-la-á.


fonte: Jefferson Roger
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Ave Maria de um protestante (história real)


Um garotinho protestante de apenas 6 anos sempre ouvia seus amiguinhos católicos rezando a Ave Maria, ele gostou tanto da oração que copiou-a num papel e recitava-as todos os dias. “Olha, mamãe, que oração linda!”, disse o garotinho um dia a sua mãe. “Nunca repita-a, meu filho!”, respondeu a mãe. “Esta é uma oração supersticiosa dos católicos, que adoram ídolos e pensam que Maria é uma espécie de Deusa. Mas na verdade ela não passa de uma mulher como uma outra qualquer. Pegue esta Bíblia e leia-a, nela encontramos tudo o que devemos e o que não devemos fazer”.

Daquele dia em diante o garotinho cessou suas Ave Marias diárias, e se dedicou mais à leitura da Bíblia. Um dia, quando lia o Evangelho, o garoto leu a passagem da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora. Cheio de alegria, o garoto correu até sua mãe e disse: Mamãe, eu achei a Ave Maria na Bíblia, aonde diz: “Ave, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres”.(Lc 1, 28) Por que a senhora chamou esta oração de supersticiosa? Numa outra ocasião ele encontrou a linda saudação de Santa Isabel à Virgem Maria e encontrou também o maravilhoso Cântico MAGNIFICAT, no qual Maria é profetizada: “Doravante todas as nações me chamarão bem-aventurada.”(Luc. I,48). Ele não mais comentou estas passagens com sua mãe, mas voltou a recitar suas Ave Marias todos os dias, como fazia anteriormente. Ele sentia prazer em recitar aquelas fascinantes palavras para Mãe de Jesus, Nosso Salvador.

Aos 14 anos, ele escutou os membros de sua família discutindo entre eles sobre Nossa Senhora. Todos eles diziam que Maria era uma mulher comum como qualquer outra. O garoto, depois de ouvir estas absurdas afirmações, não aguentou mais e com indignação interrompeu- os, dizendo: “Maria não é como qualquer filha de Adão, manchada pelo pecado. Não! O anjo chamou-a de Cheia de Graça e Bendita entre as mulheres. Maria é a Mãe de Jesus Cristo e, consequentemente, a Mãe de Deus. Não existe dignidade maior para com uma criatura. O Evangelho nos conta que as gerações a chamarão abençoada/bem aventurada, e vocês desmerecendo- a e menosprezando- a? Seus espíritos não são os mesmos do Evangelho ou da Bíblia, que proclamam ser a fundação da Religião Cristã.”

A fala do garoto deixou uma impressão tão profunda, que conseguiu, por várias vezes, fazer sua mãe chorar de dor. “Ah, meu Deus! Tenho medo deste meu menino um dia se juntar a religião católica, a religião dos Papas!”. E realmente não tardou muito, depois de um sério estudo sobre o Protestantismo e o Catolicismo, o garoto descobriu mais tarde a única e verdadeira religião, e abraçou-a e se tornou um de seus mais ardentes apóstolos.

Algum tempo após sua conversão, ele encontrou com sua irmã casada que o censurou, dizendo: “Você sabe o quanto eu amo meus filhos. Se algum deles um dia desejar virar católico, eu preferirei perfurar o coração deles com um punhal do que permiti-los abraçar a religião dos Papas.” A fúria dela era tão profunda quanto a de São Paulo antes de sua conversão. De qualquer forma, ela iria mudar seu jeito, igual a São Paulo no caminho a Damasco.

Então ocorreu que um dos filhos dela ficou perigosamente doente, e os médicos já haviam perdido a esperança de recuperação. Aí o irmão chegou até ela, e conversou afetivamente, dizendo: “Minha querida irmã, naturalmente você deseja que sua criança seja curada. Muito bem então, o que eu lhe pedir, você faça! Siga-me, vamos rezar uma Ave Maria e prometer a Deus que, se sua criança recuperar a saúde, você irá estudar seriamente a Doutrina Católica, e você chegará à conclusão de que o Catolicismo é a única e verdadeira religião, e não importa quão grande seja este sacrifício, mas você irá abraçar esta Fé.”

Sua irmã estava relutante no começo, mas como ela desejava a recuperação de seu filho, ela aceitou a proposta do irmão e rezou a Ave Maria com ele. No dia seguinte o filho dela estava completamente curado. A mãe cumpriu sua promessa e estudou a Doutrina Católica. E após uma longa preparação, ela recebeu o sacramento do Batismo juntamente com o restante de seus familiares, e agradeceu seu irmão por ter sido um apóstolo para ela.

Essa história foi relatada num sermão dado pelo Reverendíssimo Padre Tuckwell, que continuou o sermão dizendo: “O tal garoto que virou Católico e converteu sua irmã e familiares ao catolicismo, passou a dedicar sua vida inteira para o serviço de Deus. Aquele garoto virou padre e está a falar com vocês neste exato momento!” O que eu sou, devo a Nossa Senhora. Vocês também meus caros fiéis, sejam totalmente dedicado à Nossa Senhora, e nunca esqueça de passar ao menos um dia sem rezar esta linda oração, a Ave Maria e o Terço. Peça a Ela para iluminar as mentes protestantes que estão separadas da Igreja de Cristo, fundada na pedra/rocha( Pedro) , da qual as portas do inferno não prevalecerão contra ela ( Mt. XVI, 18).


fonte: catolicoargrade.blogspot.com.br
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Até que enfim


Padre Alessandro Campos pede demissão da TV Aparecida minutos antes do especial de Natal. Desde o dia 22/12/2015, padre Alessandro Campos não faz mais parte do quadro de apresentadores da TV Aparecida, emissora católica ligada ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

“O pedido foi feito pessoalmente por ele, momentos antes do programa Aparecida Sertaneja Especial de Natal ir ao ar”, lê-se em um trecho da nota oficial emitida pela emissora. “O Conselho Diretivo da emissora já vinha propondo ao padre, com base em pesquisas de audiência, algumas melhorias em seu programa para o ano de 2016, porém, o padre recusou a proposta e decidiu dedicar-se a outros projetos”. O Programa Aparecida Sertaneja agora ficará sob o comando de “Mariangela Zan, que já vinha sendo estudada pela emissora para outros projetos e aceitou a responsabilidade com coragem e muito carinho pelo público da emissora, de quem já é próxima”. Com as informações do site icatolica.com.

Agora caros leitores, tomo a palavra para explicar o título deste artigo. Até que enfim mesmo. Este padre faz o estilo moderno dos chamados padres multitarefas. Um sujeito como esse não se contenta em ser só padre. Não lhe basta exercer o dom recebido de Deus para apascentar as ovelhas do Senhor e ser sal da terra e luz do mundo, exercendo o seu ministério sacerdotal. Como dizia São João Maria Vianney, grande santo e sacerdote de sua época, "sirva bem a Deus exercendo com primazia o seu dom, não queira fazer tantas outras coisas pois se perderá da essência". O santo dizia que é melhor fazer uma coisa bem feita por Deus do que tentar fazer muitas coisas, que fatalmente não sairão tão bem feitas ficando o principal a desejar.

Mas, como vemos por aí, o secularismo e o relativismo do mundo moderno atinge a todos e isso inclui os padres. Alguns fazem tantas coisas e também, nas horas vagas são padres. Pode isso! Tem padre que vira artista, tem programa de rádio e praticamente nem reza mais missa onde é pároco. E se sentar no confessionário para atender os fiéis? E distribuir a santa comunhão? E visitar os doentes? É coisa do passado, eles dizem que é preciso evangelizar, seguir a linguagem do povo. Quanta besteira falam e fazem e o povo iludido e por falta de conhecimento vai atrás destes tantos sacerdotes que são de envergonhar os céus.

E com certeza querido leitor, se você é um católico que honra a sua condição de filho de Deus e se esforça para viver o que Jesus lhe propõe, eu tenho certeza, eu disse, tenho certeza que você já presenciou por mais de uma vez algum abuso litúrgico, alguma heresia, algum erro ou contradição dos padres que já não são mais 100% padres. Tenho certeza. Porque se você não passou por isso tome cuidado, talvez esteja se afastando do autêntico evangelho de Jesus Cristo. O apóstolo São Paulo já dizia que se outro evangelho for apresentado diferente do que eles pregavam, cuidado...

Enfim, esse padre, o tal padre Alessandro Campos é mais um que desonra a batina e o ministério que Cristo lhe confiou. Ele esqueceu que Jesus disse que "a quem muito foi dado, muito será cobrado". Dou um exemplo. Em certo programa que este padre de mentirinha, e posso endossar o que falo, porque um padre de verdade tem postura de padre, não fica fazendo poses como artistas famosos e soberbos, rebolando em palco e se vestindo de maneira pagã exibindo ar de ostentação; num programa que ele conduzia, e vamos lembrar que o programa tem alcance nacional, em certo momento um dos participantes e entrevistados pediu no ar que todos rezassem uma ave-maria e acreditem, quem viu viu, quem não viu perdeu, o padre tinha esquecido como se reza esta oração. Tentou sair pela tangente com algumas desculpas esfarrapadas e acabou dizendo que se deixamos de rezar esquecemos como se faz. Leram isso caros ouvintes! Saiu da boca de um servo de Cristo, pobre dele, só nos resta rezar por seu retorno as raízes da missão. E a nota da tv aparecida diz que ele resolveu se dedicar a outros projetos. Minha nossa, será que são outros projetos artísticos, shows e programas de rádio ou televisão?

Bento XVI e João Paulo II já exortaram os sacerdotes tantas vezes a seguirem o modelo de sacerdócio do Padre Pio e São João Maria Vianney. Por que será? Basta uma leve investigação sobre a vida deles para se perceber porque atraíam multidões e mais multidões. Nem preciso aqui comentar os porquês. Pois é, Jesus já dizia que a mece é grande e os operários são poucos e infelizmente dentre os poucos, tantos já não fazem o que realmente Cristo espera deles e nem cumprem suas obrigações de estado.

1- Ou um padre reza uma missa ou faz um show.

2- Ou um padre atende um fiel no confessionário ou atende uma ligação telefônica num programa de rádio.

3- Ou um padre atende um fiel em direção espiritual ou apresenta um programa de televisão.

4- Ou um padre recita o rosário todos os dias em frente a Jesus ou lê as cartas dos fãs em seu escritório.

5- Ou um padre visita um paroquiano doente ou se promove na mídia aparecendo em rede nacional.

6- Ou um padre prega sobre Jesus e seu evangelho na homilia ou fala de seus projetos pessoais afastados das verdades celestes.

7- Ou um padre se faz presente em sua paróquia junto as suas lideranças e pastorais ou se ausenta em falso propósito evangelizador.

8- Ou um padre está acessível a todos os fiéis da sua paróquia ou é preciso então agendar e marcar horário em curto espaço de tempo.

9- Ou um padre se comporta como padre dentro e fora da missa ou então é facilmente confundido como qualquer pessoa do mundo.

10- Ou um padre mantém o cuidado pelas coisas sagradas incluindo a igreja e a santa missa ou tudo não passará de uma apresentação cantada e gesticulada.

E não me venham com essa de que evangelizar por estes e por aqueles meios de comunicação e redes sociais é preciso e necessário. E que isso toma tempo, exige dedicação e é o que realmente funciona. Vamos esclarecer. A questão é muito simples. Jesus disse: é importante fazer isso sem deixar aquilo de lado. O que está aqui a ser criticado não são os meios evangelizadores, que fique bem claro. Todos somos testemunhas que eles fazem bem a muitas pessoas. O que está a se criticar aqui é o fato de que essa poderosa ferramenta e suas promessas de sucesso e estrelato seduzem a muitos e embora o fim seja inicialmente correto os meios tantas vezes maculados prejudicam as raízes daquilo que é bom.


fonte: Jefferson Roger e icatolica
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Mulher é assassinada porque se negou a ter relações fora do matrimônio


Uma jovem cristã de 17 anos foi brutalmente assassinada no Paquistão porque se recusou a manter relações sexuais com jovens muçulmanos. O caso aconteceu na noite do dia 13 de janeiro, em um bairro de classe alta da cidade de Lahore, extremo leste do país.

Kiran Masih, de 17, Shamroza, de 18, e Sumble, de 20 anos, voltavam do trabalho para casa, na comunidade cristã de Baowala, quando foram abordadas por quatro muçulmanos, aparentemente alcoolizados, dentro de um carro. Um deles fez comentários insinuantes e ofensivos às jovens, dizendo que elas entrassem no carro para "um passeio e um pouco de diversão". Elas explicaram que eram cristãs e não praticavam sexo fora do matrimônio, recusando energicamente a proposta dos rapazes.

A reação delas despertou a ira dos muçulmanos, que ameaçaram levá-las à força para dentro do carro. Aterrorizadas pela situação, que ia ficando cada vez mais perigosa, as garotas começaram a correr, em um surto de pânico. Isso só aumentou a raiva dos agressores, e um deles gritou: "Como vocês ousam fugir de nós? Garotas cristãs só existem para uma coisa, para o prazer dos homens muçulmanos."

Os homens conduziram o carro com violência em direção às garotas e atropelaram as três. Shamroza e Sumble foram jogadas para o lado e caíram com força no chão: a primeira quebrou algumas costelas e a outra teve uma fratura no quadril. Kiran, porém, teve menos sorte. O impacto do carro a arremessou para cima e ela caiu em cima do capô do veículo. Percebendo que outro carro vinha atrás deles, o veículo saiu em disparada, lançando com nova violência o corpo da jovem ao chão. Ela teve um traumatismo craniano e vários de seus ossos quebrados. O resultado foi uma hemorragia interna que a matou em questão de minutos.

Os detalhes do crime foram obtidos por Naveed Aziz, correspondente de uma associação cristã no Paquistão. Ele visitou as casas das vítimas, que estão "abaladas" e "inconsoláveis pela perda da amiga próxima".

Os familiares pedem justiça, mas, dada a condição abastada dos jovens que praticaram o crime e o alto nível de corrupção das instituições, são remotas as esperanças de que a investigação siga adiante e traga algum resultado. Para Wilson Chowdhry, presidente da British Pakistani Christian Association, não há dúvidas de que o crime permanecerá impune:

"Em qualquer outra nação, os criminosos teriam sido presos, condenados por homicídio e sentenciados a uma longa pena. No Paquistão, contudo, só os pobres vão para a prisão e os ricos cometem o crime que quiserem sem punição. A violência contra os cristãos é raramente investigada e altamente improvável de ser enfrentada com justiça. O padrão nesses casos é que os cristãos paguem um suborno para os policiais cumprirem o seu dever, e que os criminosos ofereçam mais subornos para a polícia parar a investigação."

O assassinato de Kiran evidencia a condição de inferioridade em que são tratadas as mulheres na cultura islâmica. Estatísticas de uma ONG muçulmana estimam que, "todos os anos, cerca de 700 mulheres cristãs no Paquistão são sequestradas, estupradas e forçadas ao casamento muçulmano". "São quase dois casos por dia e o mundo não faz nada", comenta Wilson Chowdhry. "Alguns imãs imorais chegam a declarar que tais atos de conversão por meio da violência são recompensados no céu".

Impossível não relacionar essa ideia, que o jornalista considera "aterrorizante", à crescente onda de abusos sexuais que tem invadido a Europa nos últimos meses. Na véspera do Ano Novo, como se sabe, mulheres de várias cidades da Alemanha foram alvo de abusos sexuais por parte de homens "de ascendência árabe e norte-africana". O clérigo de uma mesquita salafista de Colônia, porém, não se surpreende "que os homens quisessem atacá-las". Para o clérigo, a culpa é "das próprias mulheres, porque estavam seminuas e usando perfume".

Curiosamente, esse comentário deplorável, que faria as feministas rasgarem as vestes no Ocidente, está sendo cuidadosamente ignorado pela mídia do mundo inteiro. O motivo? Os jornais têm que levar adiante a farsa do "multiculturalismo", custe o que custar; têm que incutir na cabeça das pessoas que "tanto vale uma religião quanto outra" ou que "qualquer cartilha moral é válida" – bem à moda do "relativismo religioso" que São João Paulo II tanto denunciou em seu magistério. Enquanto isso, a honra e a dignidade das mulheres é ultrajada, sem que ninguém consiga propor uma solução efetiva para o problema que já toma proporções cada vez maiores. De fato, "a caridade, sem verdade, cai no sentimentalismo".

"Quando Jesus se aproximou de Jerusalém e viu a cidade, começou a chorar e disse: 'Se tu também compreendesses hoje o que te pode trazer a paz!'" (Lc 19, 41-42). Que a Europa seja capaz de redescobrir os valores que lhe podem "trazer a paz". Que as mulheres retomem a consciência da sua dignidade e mostrem ao mundo que não foi "para o prazer" dos homens que elas foram criadas, mas para serem filhas de Deus e habitantes do Céu! "Sem identidade", sem essa sadia visão do feminino e do ser humano – que os próprios europeus perderam, antes mesmo que os muçulmanos as tomassem –, não há salvação nem para a Europa, nem para lugar nenhum.


fonte: padrepauloricardo.org/blog
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O diabo do canal FOX


A nova estrela do canal Fox é ninguém menos que o próprio diabo. Trata-se de mais uma guinada da televisão para o satanismo.

E se Lúcifer também tivesse um lado bonzinho? Na nova série da Fox, que estreou no último dia 25 de janeiro, o telespectador é levado a acreditar em um diabo que tirou férias do inferno. Sem os tradicionais chifres e caudas, em Lúcifer, o inimigo de Deus é apresentado como um galã sedutor e inteligente — os ingredientes necessários para atrair audiência, principalmente a feminina.

Lúcifer repete uma fórmula aparentemente já consagrada na dramaturgia americana: a exaltação dos vilões. Com uma dose de ironia e sagacidade, os pilantras da vez têm agradado mais ao público que os mocinhos, habitualmente apresentados como figuras ingênuas e frágeis. Até a Disney cedeu à tentação do mal. Na nova versão de A Bela Adormecida, por exemplo, a bruxa Malévola (que dá nome ao filme) é retratada como heroína e as três fadas não passam de velhas atrapalhadas e burras.

Mas não é só nos Estados Unidos que as coisas estão assim.

No Brasil, as redes sociais vibram a cada nova maldade ou frase impiedosa dita pelos antagonistas das principais novelas do país. Apesar do sucesso, há quem enxergue nisso tudo um problema grave. "O universo que as novelas abordam no meu modo de ver é um tanto quanto doentio demais, há muita glamourização do vilão, da maldade", criticou recentemente José Mayer, ele mesmo um conhecido ator global.

De fato, a dramaturgia tem o poder de ditar pensamentos, hábitos, maneiras de se vestir e de se comportar. É assim desde as tragédias gregas. E embora muitos insistam na chamada separação entre o "real e o fictício", a verdade é que essa distinção nem sempre acontece. Mais: o número de pessoas que tende a reproduzir o que vê na televisão é muito maior que o das que dizem fazer o tal discernimento. Prova disso é o mercado publicitário. As grandes marcas não hesitam em pagar cachês milionários para terem os artistas desses seriados em suas propagandas.

Sigam o raciocínio: Lúcifer não é uma adaptação moderna de um personagem fictício qualquer, como em outros casos recentes; o demônio é uma entidade que, além de ser real para muitas confissões religiosas, está ligada ao que há de pior e mais perverso na humanidade: o pecado. E nesta série, esse personagem odioso é apresentado como uma figura redimida ou, ao menos, simpática. É preciso dar razão ao abaixo assinado que já circula no Estados Unidos, pedindo o cancelamento do programa.

Infelizmente, existem muitas pessoas que não creem na existência do diabo — mesmo teólogos e gente de dentro da Igreja. Por essa razão, o tema é frequentemente motivo de piada e zombarias (até Marchas para satanás já fizeram). Ocorre que essa atitude imprudente é a mais desejada pelo inimigo, como fica claro no famoso livro de C. S. Lewis, Cartas de um diabo a seu aprendiz. Por brincadeira e desdém, uma porção de incautos consagra-se ao diabo sem se dar conta do que está fazendo. E os grandes promotores dessa onda de ocultismo são, em grande parte, os filmes, as músicas e outras formas de entretenimento, a princípio, inocentes.

A figura de Lúcifer, um anjo decaído, está presente em grande parte das religiões ou mitologias pagãs. "demônio", "satanás", "belzebu": com frequência, a ele são atribuídos os mais diversos nomes. Para o credo cristão, porém, mais do que um personagem mitológico, a existência do diabo é uma verdade de fé. O Catecismo da Igreja Católica afirma o seguinte: "O Diabo e os outros demônios foram por Deus criados naturalmente bons; mas eles, por si, é que se fizeram maus" (n. 391).

As Sagradas Escrituras também falam dele por várias vezes. Só no Novo Testamento aparecem 511 referências ao anjo inimigo de Deus. Em um de seus confrontos, Jesus o chama de "homicida" ( 1 Jo 3, 8) e "pai da mentira" (Jo 8, 44). No livro do Apocalipse, João escreve sobre uma luta no Céu entre o grande dragão e São Miguel Arcanjo, que acabou com a expulsão do outrora anjo de luz (cf. Ap 12, 9). Mas o que teria provocado essa guerra entre a então mais bela das criaturas de Deus e o humilde arcanjo Miguel?

A realidade é bem diferente da que propõe a Fox. Os Padres da Igreja ensinam que, antes de criar o ser humano, Deus criou as criaturas celestes. Dentre essas criaturas, a mais poderosa era Lúcifer, o anjo da luz. Esses anjos tiveram de passar por uma provação divina, uma espécie de teste, para que Deus visse a sinceridade do amor deles. Nessa provação, Lúcifer rebelou-se contra seu Senhor, desejando tornar-se igual a Ele, mas sem o auxílio da graça. Com efeito, sua decisão pelo mal tornou-se irrevogável, pois, incapazes de fazer penitência, os "que aderem ao mal de maneira imutável, a misericórdia divina não os liberta", como explica Santo Tomás de Aquino (cf. Suma Teológica, I, q. 64, a. 2). Não se trata de uma deficiência do amor de Deus, já que Ele continua a amá-lo. O diabo é quem, livremente, escolheu dar o grito "non serviam" para depois afundar no inferno.

Por outro lado, uma coisa é certa na série Lúcifer: neste mundo, o diabo não se mostra como aquela caricatura horrorosa, com chifres, cauda e tridente, que costuma aparecer nos vitrais de igrejas e outras obras de arte.

Lúcifer é mesmo muito bonito. E foi a beleza de seu fruto que hipnotizou Eva, enchendo seus olhos de malícia. Lúcifer é mesmo muito sedutor. E foi com sua voz aveludada que, por inveja do homem, ele conduziu nossos primeiros pais ao caminho da morte. Lúcifer é mesmo muito inteligente. E é com essa inteligência que ele continua a persuadir a muitos de sua inexistência, enquanto ganha os holofotes do mundo, as ruas das grandes metrópoles e, sobretudo, os corações de tantas pessoas ingênuas que se deixam levar pelas suas ofertas.


fonte: padrepauloricardo.org/blog
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Presenciando a comunhão


Queridos leitores. Como bom católico que sou, uma das práticas que muito exerço é a participação da santa missa. Muitos santos já ensinaram que é mais salutar uma missa devotamente assistida em vida do que muitas encomendadas após nossa morte. E um sacerdote palestrava dizendo que achava muito estranho estar a cinco minutos de uma celebração e podendo, não participar por preguiça ou qualquer outro motivo que rapidamente se transforma em pretexto ou desculpa. E este sacerdote, o Padre Duarte Sousa Lara conclui dizendo que depois, no dia de nosso juízo, quando olharmos para traz, iremos perceber a estupidez que fizemos com nossa negligência.

E é sobre a questão da santa missa que aqui publico este pequeno artigo. No dia de hoje, 03/02/2016, como costumeiramente faço, no intervalo do almoço em meu trabalho, tenho a graça de estar fisicamente num local que me dá a opção de assistir a santa missa do meio dia numa das quatro igrejas que circundam o centro de Curitiba. A Igreja Bom Jesus na praça Rui Barbosa, a igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro no bairro Alto da XV, a igreja de Nossa Senhora de Guadalupe, em frente ao terminal metropolitano de Guadalupe e a igreja Matriz de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, localizada na praça Tiradentes. Pois bem, no dia de hoje, mencionado acima, saí um pouco antes do horário do almoço começar porque queria participar da missa na praça Tiradentes. Lá a missa é mais no estilo clássico, calma, serena, sem ginástica litúrgica, danças, palmas e outras manifestações que não se enquadram na natureza de uma santa missa.

Vale lembrar aqui que certa vez um dirigido espiritual do Padre Pio lhe perguntou: “Padre, como devo participar da santa missa?”. Ao passo que o bom sacerdote lhe respondeu: “Como Maria, o apóstolo João e as mulheres piedosas ao pé da cruz”.

Nem precisamos comentar a respeito não é mesmo. Isso sim é entrar de corpo e alma nesta graça tão profunda concedida por Deus para nossa salvação. Jesus ali, através das mãos do sacerdote se faz presente e se dispõe por nós e muitos preferem trocar esse momento único pelo celular. Afinal o whatsapp ou seja lá o que for sempre vem na frente. Pobres destes. E já vi pessoas ajoelhadas durante a consagração, atenderem o celular e se levantarem na maior naturalidade. Para estes Jesus já deu o recado. Ele disse que nem todo aquele que lhe chama de Senhor entrará no reino. E mais, o que deixamos de fazer de bom deixamos de fazer à Ele. Ai desses. Só nos resta, como fazem todos os santos e santas de Deus, rezar por eles e mostrarmos como se faz com nossos exemplos, testemunhos e atitudes, exatamente como fazia Jesus.

Muito bem, ia eu a caminho da missa quando algo dentro de mim me mandou mudar o trajeto. Como sou uma pessoa de muita oração e bem sensível ao que o céu sempre me diz, nem pensei duas vezes. Na hora mudei o trajeto e fui para a igreja do Guadalupe. Assisti uma belíssima missa, simples com uma homilia curta, porém sincera e muito questionadora feita pelo sacerdote Edson Odaguire (foto). Suas homilias são sempre muito boas e catequéticas e fazem o povo refletir. Posso afirmar sem sombra de dúvida que o sacerdote que melhor celebra nesta igreja é o Padre Edson. E inclusive recomendo a quem possa interessar, que faça a experiência de se confessar com ele.

Então para concluir o artigo, apesar dos maus hábitos do povo, acostumados com a batucada musical e das palmas excessivas e desconexas com a sacralidade do que se está a celebrar, neste dia em especial fui agraciado, e não só eu, com uma experiência que eu imaginava nunca mais poder presenciar. O sacerdote celebrante no momento que antecedia a celebração avisou que a comunhão seria entregue na boca. Foi o máximo, eu que pratico meu direito de receber o corpo do Senhor diretamente na língua, fiquei muito contente em poder assistir aquela cena, como a muitos séculos acontecia nos passos iniciais da primitiva igreja católica. Que alegria ver os fiéis que não devem receber a comunhão na mão como atesta São Tomás de Aquino e tantos outros santos, Nossa Senhora e até o próprio Jesus em algumas aparições, inclusive reconhecidas, além do documento da igreja memoriale domini; todos ali, perante o Rei dos reis, recebendo o penhor da cruz em forma de corpo, sangue, alma e divindidade em perfeita atitude de humildade e entrega. Que cena, fui transportado ao passado que tanto li e aprendi na história de nossa igreja e na vida dos santos.

Mais uma vez, o Deus do impossível me presenteou com essa graça. A de ver 100% das pessoas receberem Jesus na boca, sem tocar com suas mãos não consagradas. E o Senhor imutável mostra mais uma vez que nenhum obstáculo humano é para Ele intransponível. Parabéns ao Padre Edson Odaguire pela sua iniciativa catequética, mostrando que, como dizia São Francisco de Assis, é possível seguir Jesus e seu evangelho. Que seja sempre assim, como nos ensinou Jesus na oração do Pai Nosso: “Seja feita a Vossa Vontade”


fonte: Jefferson Roger
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Cansado das acusações de que os católicos adoram imagens?


O uso de imagens e quadros religiosos em igrejas e dentro de casa é muito difundido desde tempos imemoriais. A questão das imagens sagradas costuma ser bastante polêmica; e na relação entre a Igreja e as pessoas que pretendem seguir a Cristo fora dela, a polêmica se acirra mais ainda, porque essas pessoas, entre muitos outros erros, acham que a Igreja católica adora imagens, o que não é verdade.

Para esclarecermos o assunto, vamos repassar a história sagrada. Comecemos observando que, no Antigo Testamento, era severamente proibido o culto a todo tipo de imagens ou representações plásticas da divindade.

O primeiro mandamento do decálogo afirma com palavras contundentes: “Não farás para ti outros deuses diante de mim. Não farás escultura nem imagem alguma… Não te prostrarás perante elas nem lhes darás culto, porque eu, Javé, teu Deus, sou um Deus cioso…”. (Ex 20, 3-5). Fica proibido, portanto, todo tipo de imagens apresentadas como divindade.

Esse mandamento começa dizendo: “Não farás para ti outros deuses diante de mim”. Ou, dito de outra maneira: “Não faças nenhum ídolo”. Apesar desta proibição tão clara, porém, e imediatamente depois de prometer que iria cumprir a lei, o povo fabrica um bezerro de ouro e o adora como se fosse um deus: “Este é o teu Deus, Israel, aquele que te tirou do Egito” (Ex 32,8). Era justamente contra isso que Deus tinha advertido o seu povo. E é por causa deste pecado de idolatria que Deus decide destruir o povo. Só a intercessão de Moisés consegue a piedade e o perdão de Deus (Ex 32, 1-14). E Deus dá um alerta aos israelitas também quanto às imagens que eles venham a encontrar entre os povos pagãos: “Queimareis as esculturas dos seus deuses e não cobiçareis o ouro nem a prata que as recobrem” (Dt 7,25).

Naturalmente, esta proibição permanece de pé no Novo Testamento com a mesma intenção e com o mesmo objetivo. A Bíblia mostra que os cristãos também evitaram o uso de imagens que pudessem ser objeto de adoração. São Paulo diz, em seu discurso em Atenas: “Se somos estirpe de Deus, não podemos pensar que a divindade se pareça com imagens de ouro ou de prata ou de pedra, esculpidas pela destreza e pela fantasia de um homem” (At 17, 29). O apóstolo São João também declara: “Filhos meus, guardai-vos dos ídolos” (1 Jo 5,21). Para a Igreja nascente, é bem claro que a adoração deve ser tributada somente a Deus. Por isso, no Império Romano, muitos cristãos foram martirizados: por se recusarem a adorar os ídolos.

Agora, levemos em conta que os ídolos não são necessariamente esculturas ou imagens. Também há ídolos imateriais, sutis e muito capazes de nos absorver, nos quais nos refugiamos e colocamos a nossa vã segurança. São ídolos que conservamos bem escondidos em nosso íntimo: a ambição material, o desejo de celebridade, o afã de poder, a sexualidade desordenada, a ilusão de ser os únicos amos da nossa vida, algum pecado ao qual estamos especialmente apegados e muitos outros ídolos afins. Em todos os casos, qualquer ídolo nos afasta de Deus e nos distrai do nosso autêntico objetivo de vida: a salvação.

Qual é o motivo da proibição do Antigo Testamento?

A verdadeira razão dessa proibição é que Deus é o único Deus. Ele não se resigna a ser, por exemplo, o primeiro entre os deuses. Ele é o único. Por conseguinte, os deuses ou ídolos não são nada. Isaías ridiculariza os ídolos e aqueles que os adoram (Is 44, 9-20).

Era proibido representar a Deus com imagens para que as pessoas não achassem que Deus tivesse a forma de uma criatura ou fosse um objeto. No fundo, o mandamento zela pelo bem do povo, para que o próprio povo não se condene adorando um erro. O que não se aceita, portanto, é recorrer a objetos materiais e depositar neles a plena confiança que devemos ao Deus único, vivo e verdadeiro. Deus não é um ser material, mas uma realidade espiritual. Por isso é que o povo não pode adorar sequer representações materiais do verdadeiro Deus, porque corre o perigo de confundir o Deus verdadeiro com a imagem que o representa, chegando a crer que se trata de um Deus material.

Por que, então, existiram e existirão as imagens?

O que muitos desconhecem é que, assim como existe uma proibição de cultuar imagens (e já sabemos o porquê), também existe uma permissão de fazer imagens!

Vamos levar em consideração que a proibição se refere diretamente à adoração das imagens em si mesmas, e não ao simples fato de fazê-las para que elas sirvam apenas como sinal da presença de Deus. Neste sentido, Deus mesmo manda fazer coisas, objetos e imagens. É o caso da Arca da Aliança, com seus querubins de ouro e com o propiciatório também de ouro puro (Ex 25, 10-22). São elementos que não merecem as honras divinas: não podemos render culto a eles como se eles fossem Deus.


Mas o povo precisava (e precisa ainda) desses sinais sensíveis. Deus mandou construir aquele sinal da sua presença no meio do povo. Recorre-se à Arca de Deus para fazer oração porque ela é sinal da presença de Deus. Prova disso é que a própria tenda do encontro foi construída por ordem divina e estava cheia de imagens. O Templo de Jerusalém também as tinha. E fica claro que elas não violavam a proibição decretada por Deus.

Outro exemplo? A fabricação da serpente de bronze, que Deus ordena a Moisés: “Faz uma serpente de bronze e expõe-na sobre um mastro (o próprio Jesus Cristo menciona aquela serpente de bronze como símbolo dele mesmo). Todo aquele que for ferido e olhar para ela, viverá” (Num 21, 6-9). Naturalmente, não é que a serpente de bronze tivesse alguma virtude especial que a elevasse ao nível de divindade. Olhar para ela era um ato de fé e de confiança na Palavra que Deus tinha pronunciado. Tanto é que, mais adiante, o povo se desvia dessa intenção e passa a prestar culto à própria serpente. Nesse momento, Ezequias manda destruí-la (2 Re 18, 4).

São do Antigo Testamento os textos da Bíblia que proíbem fazer imagens e devem-se ao risco de o povo cair na idolatria, a exemplo dos povos vizinhos, que adoravam ídolos como se eles fossem deuses. Já os textos do Novo Testamento que falam dos ídolos se referem propriamente a ídolos adorados por pagãos, e não a simples imagens. O II Concílio Ecumênico de Niceia, por isso, no ano de 787, “justificou o culto das sagradas imagens…” (Catecismo da Igreja Católica, 2131).

O Deus do Antigo Testamento não tinha corpo, era invisível. Não podia ser representado por imagens. Mas a partir de quando Deus se revelou em forma humana, Cristo se tornou "a imagem visível do Deus invisível", como diz São Paulo (Col 1,15). No Novo Testamento, a permissão de usar imagens que representam a divindade assume um caráter novo, graças ao fato da Encarnação do Filho de Deus. Deus continua sendo puramente espiritual, mas assumiu uma natureza humana, que é material. Por esta razão, é lógico representá-lo para lhe dar culto (Catecismo da Igreja Católica, 1159; 2129). A representação de imagens de Cristo é completamente lícita, já que é a representação de alguém que é realmente Deus. O culto que damos a Jesus, portanto, olhando para uma imagem dele, não é de adoração à materialidade dessa imagem, mas à própria Divina Pessoa que nela está representada. E ao olharmos, por exemplo, para a imagem do Cristo crucificado, recordamos o muito que Ele sofreu por nós e nos sentimos movidos a amá-lo mais e a confiar mais nele.

Em qualquer dos casos, o cristão sabe que a imagem, embora represente Cristo, não é a divindade em si, e, por consequência, não se presta culto a essa materialidade. Uma imagem representa o Filho de Deus ou outras pessoas intimamente relacionadas com Ele: por isso é lícito representar com imagens a Virgem Maria e os santos. A imagem é simplesmente uma representação e uma lembrança daquelas pessoas: quando se ora diante de uma imagem, não se cultua o objeto, não se fala à materialidade da imagem, mas se rende culto a Deus (culto de latria), a Maria (culto de hiperdulia) ou aos santos (culto de dulia). Diz o II Concílio de Niceia, de 787 (sessão 7ª, 302): "A honra tributada à imagem se dirige a quem ela representa" (Denzinger, pág. 155).

Na Igreja, veneramos os santos porque eles merecem o nosso respeito, admiração e gratidão. Graças às suas imagens, nós os recordamos e, ao mesmo tempo, eles nos trazem à mente verdades religiosas de grande proveito espiritual, dizendo-nos algo relacionado com as suas vidas. Por exemplo, graças às imagens podemos recordar quem era o santo (leigo, religioso, bispo etc.), que virtude ele mais praticou (pureza, desapego, humildade etc.), o que o tornou santo (martírio, estudo, missão etc.). Assim também, ao vermos uma imagem da Mãe de Deus, vem à nossa memória que, no céu, nós temos uma mãe imaculada que nos ama, que intercede por nós e que nos incentiva a levar uma vida santa.

Quando vemos uma imagem das almas do purgatório, recordamos a realidade do purgatório e somos movidos a orar pelos falecidos. As imagens são uma espécie de retrato de entes queridos, a quem recordamos com respeito e carinho. Quando beijamos a foto dos nossos entes queridos que já partiram ou que estão longe, não é a foto em si o que estamos homenageando: estamos recordando, pensando e sendo carinhosos como os nossos entes queridos ali representados.

Há nos livros de história retratos de grandes personagens para que os leitores os conheçam e, caso tenham sido bons, admirem e imitem; não há nisso mal nenhum. Em edifícios e praças públicas há estátuas de grandes heróis a cujos pés são colocadas flores. Quem critica este gesto? Quem afirma que todas as pessoas que praticam esse gesto estão “adorando imagens”? Sabemos que, na verdade, o que elas fazem é homenagear e recordar com respeito essas pessoas, dignas, para elas, de lembrança e de respeito.

Os santos, através das suas imagens, não são adorados, mas sim venerados. A adoração é reservada somente a Deus. Venerar, porém, é reconhecer o valor de alguém ou de algo que merece o nosso respeito. Nós veneramos os nossos pais e a nossa pátria, mas não os adoramos. Adoramos somente a Deus.

Um protestante me disse uma vez: “Mas ajoelhar-se diante das imagens é adoração”. Este é outro erro dos protestantes. Isto é o que eles acham. Quem pode ver o interior das pessoas e acusá-las de idolatria, fazendo um juízo temerário com base em aparências exteriores? Mesmo os mais humildes, no fundo do seu coração, sabem que uma imagem sagrada ou religiosa não é Deus, nem é o santo a quem eles querem prestar respeito. Mesmo uma criança, sem muito conhecimento religioso, entende, quando vê uma imagem, que se trata simplesmente de uma imagem.

Devemos recordar que o gesto de ficar de joelhos tem significados diferentes dependendo da intenção com que é realizado. Diante de uma imagem, é um ato de veneração a quem a imagem representa. Quando os anciãos de Israel se prostravam diante da Arca da Aliança, não se prostravam diante de uma caixa de madeira, mas diante de Deus, ali representado. Quando rezamos diante do sacrário ou diante de uma custódia, não rezamos para uma caixa ou para um objeto metálico: rezamos e adoramos a Deus, presente no sacramento da Eucaristia.

Externamente, poderia parecer que um gesto de veneração a uma imagem é semelhante ao de um pagão idólatra que adora a imagem por si mesma. Há, porém, uma diferença substancial. Qual? A intenção do coração e o significado da imagem para a pessoa. As imagens não têm, para nós, o mesmo significado que tinham para os pagãos; eles de fato as consideravam deuses. Nós não as adoramos; nós sabemos perfeitamente que as imagens são apenas representações, seja de Cristo, seja dos seus santos.

Não devemos tirar as coisas do seu contexto. O proibido é a adoração das imagens como ídolos em si mesmas. A própria palavra hebraica usada no primeiro mandamento da Lei de Deus é “pésel”, que significa “ídolo”. Na mesma língua, há outras palavras que se referem a outros tipos de imagens não idolátricas, como as decorativas ou representativas. Se uma imagem não é um ídolo, ela não representa problema algum e podemos manter os nossos templos cheios delas, tal como estava o Templo de Salomão, que foi visitado por Jesus sem que Ele fizesse qualquer objeção à presença dessas imagens.

Quando os fiéis beijam as relíquias de santos e tocam nas imagens, o que eles fazem? Expressam amor pelos intercessores ali representados e que são estímulo para a nossa vida cristã. Trata-se, é claro, de uma fé simples, como a daqueles que esperavam receber a graça da cura ao tocar nos lenços de São Paulo (At 19,12), ou como o bem conhecido caso da hemorroíssa que, ao tocar no manto de Jesus, ficou curada (Marcos 5,26-31). Alguém considera que essas pessoas foram curadas por lenços e mantos? Jesus mesmo não falou da fé como de um grão de mostarda? (Mt 17,20).

Outro protestante me disse um dia: “Se a Igreja retirasse todas as imagens dos templos, eu poderia considerar a possibilidade de voltar à comunhão com ela”. Esta não parece ser a solução para os problemas que enfrentamos com as seitas. Não vamos destruir todas as imagens porque alguns protestantes interpretam mal os ensinamentos da Igreja ou as atitudes de um bom fiel. A solução do problema é a catequese, para que se chegue à maturidade da fé com toda a sua liberdade interior. Por Padre. Henry Vargas Holguín


fonte: www.icatolica.com
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Testemunho de um ex-protestante


Olá, meus amigos e minhas amigas, venho através deste meio de comunicação expressar minha alegria e gratidão em retornar à Casa de Deus, a Santa e Única Igreja Católica Apostólica Romana. Nasci em lar católico, na minha cidade natal de Aiuaba-Ceará. Durante minha infância e adolescência cresci um pouco desligado das coisas da fé, limitando-me a apenas algumas poucas missas em ocasiões especiais como Natal, Festas da Padroeira, dentre outras. Conheci o protestantismo através das pregações de amigos e amigas a quem estimo e considero com amor fraternal, pois os considero irmãos e irmãs em Cristo, dado que a Igreja Católica sempre os considerou e considera como “irmãos separados”.

Chegando à idade adulta tomei uma decisão difícil e enfrentei diversas provações para aderir à “nova fé cristã” no protestantismo assembleiano pentecostal, onde conheci Fábia, minha esposa com quem tive dois filhos. Vivemos em Aiuaba por alguns anos. E foi estudando a bíblia que fui convidado pelo pastor para anunciar o evangelho e ajudar na igreja através da música e do louvor. Enfrentando dificuldades de conseguir trabalho, mudamos para Santa Catarina, onde vivemos até hoje. Aqui chegando, consegui trabalho e pude também realizar um antigo sonho de cursar Teologia. Matriculei-me num curso de Teologia pela Faculdade São Brás e ali tive algumas surpresas que colocaram em estado de alerta e expectativa diante de algumas certezas que alimentei por mais de 10 anos no protestantismo. O curso de Teologia recomendado pela igreja assembleia de Deus de Santa Catarina fez-me conhecer doutos e mui preparados professores de eclesiologia, história da Igreja, e outras disciplinas. Foi especificamente na disciplina de História da Igreja que tive um verdadeiro encontro pessoal com meu Salvador: o professor elogiou a Bíblia de Jerusalém (Edição Católica) como a melhor tradução da Bíblia de estudos em português. Como se não bastasse, ainda indicou estudar com atenção os Pais da Igreja (Clemente de Roma, Inácio de Antioquia, Policarpo de Esmirna, Irineu de Lyon, Tertuliano de Cartago, Orígenes de Alexandria, Cipriano de Cartago, Eusébio de Cesaréia, Agostinho de Hipona etc) que me dei conta de que a Igreja Cristã não nasceu na Reforma Protestante em meados de 1500, com os conhecidos Reformadores Lutero, Calvino e outros. Mas nasceu realmente nos dias de Cristo, quando este andando aqui entre nós, chegou a afirmar para Pedro:

“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” (Mateus 16,18-19) E, mais ainda falou: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.” (Mateus 28,20). Ora, meus amigos, como pode ter acontecido - pensava eu em dias de muito sofrimento e dúvida interior – como explicar que Jesus Cristo tivesse ensinado e doutrinado Sua Dileta Esposa, a Igreja Cristã através dos apóstolos e dos pais da Igreja durante mais de 15 séculos por meio de Seu Espírito Santo e então, chegando em 1500, inspirou Lutero e os demais a dizer que estava a Sua Igreja errada e ensinando heresias? Isso foi um verdadeiro choque! Não conseguia nem mesmo me alimentar direito e passei noites sem dormir normalmente impressionado e tentando encontrar uma forma de harmonizar os ensinos dos Padres da Igreja com o Protestantismo. Foi tudo em vão! Não consegui e sofri ainda quando reli a passagem de Efésios capítulo 4, versos de 3 a 6 e vi Paulo falando de UNIDADE DA FÉ, UMA SÓ FÉ E UM SÓ BATISMO: “Sede solícitos em conservar a unidade do Espírito no vínculo da paz. Sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Há um só Deus e Pai de todos, que atua acima de todos, por todos e em todos.” (Efésios 4,3-6)

Aí foi que eu sofri, por que como harmonizar, na verdade, a diversidade de igrejas protestantes, todas ensinando doutrinas desencontradas a partir da mesma bíblia. Eles dizem que são ministérios diferentes, mas na verdade não é bem assim: uns pregam que os dons espirituais ainda agem nos dias de hoje e outros os negam veementemente, baseados na mesma bíblia. Uns dizem que a trindade não é mais que invenção de alguns e outros sustentam sua veracidade com base bíblica. Uns ensinam que se deve dar o dízimo e outros dizem que não é mais necessário. Uns deixam mulheres ser ordenadas como pastoras, bispas e diaconisas e outros apenas os homens. Ou seja, isso não satisfaz o desejo de Paulo quando fala sobre a UNIDADE DA FÉ Depois meu primo Liminha Feitosa, que tanto se esforçou em me evangelizar durante esse 10 anos, me indicou os vídeos do professor Paulo Leitão, daí foi que as coisas passaram a ficar mais claras ainda, quanto mais se esclareciam, mais eu ficava confuso enfim... Para resumir a minha história, trago o tema que mais fortaleceu a minha ideia de retornar à Igreja católica: A EUCARISTIA!

“Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida.Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.” (João 6,53-56)

Li os Santos Padres como Inácio de Antioquia falando sobre a Eucaristia no primeiro século da História da Igreja:

"Na graça que procede do Nome, vos reunis na mesma fé e em Jesus Cristo, que descende segundo a carne de Davi, filho do homem e filho de Deus, para obedecermos ao bispo e ao presbitério numa concórdia indivisível, partindo um mesmo pão, que é o remédio da imortalidade, antídoto contra a morte, mas vida em Jesus Cristo para sempre". (Carta aos Efésios, parágrafo 20, cerca de 80-110 d.C.)

"Não me agradam comida passageira, nem prazeres desta vida. Quero pão de Deus que é carne de Jesus Cristo, da descendência de Davi, e como bebida quero o sangue d’Ele, que é Amor incorruptível". (Carta aos Romanos, parágrafo 7, cerca de 80-110 d.C.)

Também São Justino, Mártir disse:

"Esta comida nós chamamos Eucaristia, da qual ninguém é permitido participar, exceto o que creia que as coisas nós ensinamos são verdadeiras, e tenha recebido o batismo para perdão de pecados e renascimento, e que vive como Cristo nos ordenou. Nós não recebemos essas espécies como pão comum ou bebida comum; mas como Cristo Jesus nosso Salvador, que se encarnou pela Palavra de Deus, se fez carne e sangue para nossa salvação, assim também nós temos ensinado que o alimento consagrado pela Palavra da oração que vem dele, de que a carne e o sangue são, por transformação, a carne e sangue daquele Jesus Encarnado." - (Primeira Apologia", Cap. 66, cerca de 148-155 d.C.)

CONCLUÍ que a “santa ceia” da qual eu participava não continha a realidade da EUCARISTIA mencionada pelos Santos Padres da Igreja, conteúdo que meus professores orientaram para estudar na Teologia. A EUCARISTIA CATÓLICA, é a meu ver e de acordo com os ditames da minha livre consciência, a verdadeira “CARNE E SANGUE” de Jesus Cristo aqui na Terra, para alimento de todo aquele que nele vive e nele crê!

Sendo assim, resolvi de livre e espontânea vontade, de comum acordo com minha esposa que eu devo retornar às fileiras da Única Igreja de Jesus Cristo aqui na Terra. E, domingo dia 12 de abril fui à missa e lá, sentado nos bancos últimos da Igreja, fui vendo cada gesto, cada rito, cada palavra e cada oração, ali sim, tive o maior e mais verdadeiro encontro pessoal com Jesus Cristo, sobretudo quando o padre elevou a Eucaristia, meus olhos brilharam como nunca e “vi o Senhor!”

Seria covardia de minha parte ignorar o trabalho do Espírito Santo em minha vida nos últimos meses, seria a negação da Santa Vontade de Deus continuar indo a uma denominação onde sabia bem que não existia a EUCARISTIA, mas apenas um mero simbolismo (com boa intenção de muitos), mas devo dizer que estão perdendo ao não comungar a verdadeira Hóstia Santa, nas santas missas!

Para terminar, quero dizer àqueles que pensam que os católicos são idólatras por causa das imagens sagradas, resta-me apenas dizer que precisam estudar para compreender a diferença entre “ídolo” e “imagem” e saber que, no contexto bíblico, Deus proíbe fazer imagens de falsos deuses para adorar. A Igreja Católica não adora nenhuma de suas imagens, pois são imagens de pessoas que serviram a Nosso Senhor e Sua Igreja. Existindo apenas para serem veneradas e para estimular a fé do povo simples que não sabe ler as Escrituras, mas compreende a linguagem transmitida através daquelas imagens de que é possível seguir a Cristo, apesar de nossas fraquezas e limitações.

Não recrimino quem porventura não me compreenda, mas peço as orações daqueles que ficarão felizes pela minha decisão e espero contar com a mesma força que animou os apóstolos e santos da primeira hora para dar testemunho da verdade e não negar o que Deus tem feito em minha vida. Obrigado a todos por lerem meu testemunho! Desculpem-me por não ser breve, mas na verdade, não há como resumir uma história tão edificante como esse testemunho de mais um filho que volta à Casa da Verdadeira Mãe, a Igreja Católica Apostólica e Romana.


fonte: icatolica.com
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Por que se quebram imagens?


Meus amados irmãos e irmãs,a paz de Cristo e o amor de Maria esteja com todos nós!

Venho aqui escrever este pequeno texto referente a intolerância religiosa por parte dos protestantes, que invadem as Igreja Católicas e de forma violenta quebram as imagens sagradas.

Meus irmãos, como fui diácono protestante da denominação ''Assembleia de Deus'', sei bem como os pastores protestantes educam os seus fieis. Ocorria na denominação da qual fiz parte, o conhecido culto da quebra de maldições; neste culto, as pessoas eram convidadas a trazerem imagens de Maria Santíssima e dos Santos, para serem quebradas. Por que tudo isso? Os pastores protestantes ensinam a seus fieis a odiarem imagens de escultura, pois segundo eles, todas as imagens de esculturas são proibidas pela Bíblia Sagrada. Os protestantes acreditam que nas imagens de escultura se encontra um falso deus, um ídolo, com isso, muitos se acham no direito de quebrarem imagens da Igreja.

Presenciei pastores protestantes falando que quem quebra uma imagem de escultura de algum santo, faz um bem para humanidade, pois está destruindo ali um falso deus. Eu perdi as contas de quantas imagens já cheguei a quebrar de Maria Santíssima quando eu era protestante. Cheguei a tocar fogo em Bíblia Católica, quebrar e queimar terços, quebrei a pauladas imagens de Nossa Senhora, de Jesus e de vários Santos. Hoje pela graça de Deus, sou missionário Católico e amo a Santíssima Virgem Maria!

É muito comum hoje em dia, nós Católicos sermos atacados pelos protestantes de ‘’Idolatras’’. Creio eu que esse é o nome que mais os protestantes chamam os Católicos.Fazem isso porque nós Católicos temos em nossa Igreja, imagens de Santos e de Anjos. Acusam também porque nos ajoelhamos diante das imagens. Bom será mesmo que a acusação protestante tem lógica? Vamos analisar primeiramente o significado da palavra ‘’Idolatria’’.

Idolatria: Idolatria é formada por duas palavras do grego: ‘’eidolon’’ =(ídolo) e ‘’latreia’’ =(adoração).

Aqui podemos ver claramente que Idolatria significa adorar um ídolo; e o que é um ídolo? Vejamos:

Ídolo: É uma estátua que representava um deus ou deusa – ‘’ os povos antigos adoravam muitos ídolos.

Podemos ver até aqui que Ídolo é uma imagem que representa um ‘’deus’. E o que é verdadeiramente Adoração? Vejamos:

Adoração: Adorar é elevar algo acima de tudo. Quando gosto excessivamente de algo ao ponto de elevar aquilo acima de todas as coisas, isso significa adorar.

Como acabamos de ler, Idolatria significa a adoração a um Ídolo, ou seja, adorar uma imagem ou uma divindade, elevar algo ou alguém acima de tudo.

Sabemos que verdadeiramente a Bíblia proíbe a Idolatria, proibi-se na Bíblia a confecção de imagens, podemos citar aqui alguns exemplos: Lv 26,1; Dt 7,25; Sl 97,7; Sl 115; Ex 20,1-4.

Todas essas passagens condenam a fabricação de Imagens de Ídolos, ou seja, de imagens que representam ‘’deuses’’, que não é o verdadeiro Deus.

Da mesma forma que a Bíblia condena a fabricação dessas Imagens, a mesma Sagrada Escritura nos mostra que nem todas as imagens são proibidas. Vejamos aqui alguns exemplos: Ex 25,17-22; 37,7-9; 41,18; Nm 21,8-9; 1Rs 6,23-29.32; 7,26-29.36; 8,7; 1Cr 28,18-19; 1Sm 4,4 e etc.

Deus que é Onisciente, não poderia estar em contradição. Pois se toda imagem representasse um ídolo, Deus era contraditório, por ter proibido as imagens em certa hora e em outro momento ter permitido. Analisando cuidadosamente, percebemos que Deus está nos mostrando que o que é proibido são imagens de ‘’deuses’’ criados pelos homens.

Rezemos pela conversão dos protestantes! Salve Maria


fonte: site icatolica.com
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Conviver com o perigo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Livro do Eclesiástico 3,27 – Quem ama o perigo nele perecerá. Leitores do blog, que verdade bem incisiva não é mesmo. Quantos e quantos testemunhos e exemplos de acontecimentos na vida demonstram que manter relações e uma proximidade com o tal do perigo sempre irá nos levar a resultados desastrosos. Não é possível colocar o dedo na chama de uma vela por um minuto e esperar que não aconteça nada. Não é possível andar descalço sobre cacos de vidro e esperar que não aconteça nada. Sabemos que iremos nos ferir, que iremos nos machucar e, portanto, não fazemos, afinal, existe o perigo de nos queimarmos e o perigo de nos cortarmos. Sendo assim, procuramos não nos colocarmos em situações que possam nos prejudicar de alguma maneira. Mecanismos presentes em nosso intelecto nos ajudam a compreender e discernir o bom e o ruim e desta forma escolhermos nos afastar da possibilidade do perigo pois sabemos que ele pode nos trazer o mal, sob várias formas e aspectos.

Ora, por que então, que relacionado com o campo espiritual de nossa religiosidade e falo aqui para aqueles que tem fé, não importando o tamanho dela, não agimos com a mesma prudência? Por que não passamos longe de tudo aquilo que nos levará ao pecado e a ofender a Deus e até, pelo contrário, buscamos algumas vezes esses erros de comportamento, que são desregrados? Já parou para pensar? Na bíblia o apóstolo São Paulo também reflete sobre a mesma questão. Ele diz que aprova o bem mas pratica o mal que não aprova. Triste realidade que se encontra nossa miséria humana. Quanta fraqueza e escravidão nos envolve e nos mantém afastado das coisas de Deus. Claro que tem o dedo do demônio aí, mas não vamos deixar a culpa toda sobre ele. Nós pecadores facilitamos e rejeitamos o auxílio divino para muitas coisas. Como na história de Pelágio, achamos que por força própria conseguiremos combater o mal. Como estamos enganados. Jesus afirma isso nos evangelhos. E mesmo assim insistimos nesse romance com o pecado, fazendo de tudo para cultivá-lo em nossa vida. Vamos recordar, Jesus nos ensinou que as recaídas são piores que a primeira queda.

É preciso muito mais força e mais graças para sairmos da escravidão de satanás. Vamos em cada recaída nos acostumando com o pecado, perdendo forças na batalha e através do desânimo vamos admitindo nossa derrota. Ou então fazemos como o viciado no tabagismo que diz: “quando eu quiser eu paro”. E essa tola autoafirmação só serve para colocar uma máscara ridícula que mais ainda escandaliza a dignidade humana. Essa falta de humildade abafada por um orgulho que já não é mais sadio se encarrega de manter unidos pecador e pecado, num romance próspero e frutífero onde nosso inimigo cruel já nem trabalho tem mais. Nos aproximamos tanto deste cão acorrentado que suas mordidas e investidas nos ferem mortalmente deixando cicatrizes que volta e meia voltam a sangrar. O aviso é dado e é muito claro. E sabemos muito bem disso. Então é preciso agir como Jesus nos ensina em Mateus 11,12. Precisamos fazer violência contra o pecado, contra nossa natureza concupiscente, contra nossa má inclinação e nossas fraquezas. Pois enquanto passa o tempo, nossa fraqueza aumenta e nossa dívida para com Deus vai aumentando ao ponto de, por nossa própria culpa, não sermos mais capazes de quitá-la, caso nosso romance com o perigo se mantenha. Perecer significa deixar de viver, morrer, ter fim, acabar-se, extinguir-se. Não resta dúvida, quem convive com o perigo vai passar pela segunda morte. É o que aqui está sendo ensinado já que a primeira morte é destinada a todos como nos recorda nas cartas de São Paulos quando se diz que somos destinados a morrer uma vez.

A segunda morte, retratada no livro do Apocalipse, é a morte da alma. Para lá, para a segunda morte, salário do pecado, nos conduz o perigo, tão sutilmente enfeitado pelo diabo. Não nos esqueçamos de que o diabo está a fazer de tudo para que nossa entrada seja proibida nos céus. Ele nos odeia e como não pode fazer mal a igreja triunfante e a igreja padecente, ataca ferozmente os membros da igreja peregrina e militante. E o que dizer daqueles que não acreditam em Deus? O diabo vai nos arrebanhando e mostrando o seu ponto de vista perante Deus e sua lei. Com isso ele quer que façamos uma adesão pela sua causa, nos juntemos ao grupo dos que o seguem e sabemos bem que ele tem ganhado muitos adeptos neste mundo. Muitos voluntariamente e tantos outros enganados pelas suas artimanhas. Rezemos, pois, por todas essas pessoas. Pelas que se afastaram de Deus, pelas que nem acreditam Nele, pelas pessoas que se decidiram pela catequese do mundo e pelo mal, pelas pessoas que escolheram essa felicidade disfarçada que o mundo prega, tão enraizada nos bens materiais e nos prazeres corporais, enfim; rezemos por todos os pobres pecadores. Essa vontade é de Deus, pois Jesus afirmou que Ele, Deus, não quer que ninguém confiado ao Filho se perca, mas que tenha a vida eterna. Vida eterna que já está conquistada na cruz, basta apenas escolhermos onde queremos passa-la: na glória eterna dos céus ou na escuridão eterna do fogo do inferno.

Fonte: Jefferson Roger

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Ser ateu...


Pois bem, certa vez Jesus disse a Santa Angela de Foligno que muitos seguem a moda que o mundo e as celebridades ditam. Tanto é verdade que basta algum show sertanejo ou de algum artista famoso nacional ou internacional que lá se vão um batalhão de fãs erguer acampamento em frente a estádios, hotéis ou onde for em busca daquela foto, de poder estar perto, quem sabe tocar na pessoa, quase como aquelas pessoas do evangelho que queriam tocar Jesus. E tem mais, isso para estas pessoas não é esforço nenhum. Vamos traduzir?

Trata-se de uma forma de idolatria. E não sou eu quem diz, é o próprio Jesus Cristo, redentor da humanidade. Ele nos ensina que se amarmos nossos pais e filhos mais do que amarmos a ele, não somos dignos Dele. Vamos ser sinceros. A primeira vista parece meio loucura. Deus que nos concede uma família, parentes, amigos e tantas pessoas de bem ao nosso redor de repente nos diz que nosso amor por todas essas pessoas não deve superar nosso amor por Ele. Pensam as pessoas que é loucura porque associam este ensinamento ao fato de que colocar Deus em primeiro lugar significa colocar o resto em outro plano e isso fatalmente inclui todas a pessoas que gostamos. Para muitos isso soa como uma atitude de desprezo. Muito pelo contrário, isso chama-se desapego a tudo. Está lá nas bem aventuranças em Mateus, no sermão da montanha.

Sei muito bem como é porque quando eu era mais jovem, a 21 anos atrás, num dia 22 de abril de 1995, sábado. Eu voltava do trabalho e minha mãe que a 3 anos sofria de câncer, tinha regressado do hospital para, como dizem os antigos, morrer em casa. E realmente morreu. O que ocorreu é que nesta ocasião, quando cheguei do trabalho, encontrei a casa cheia, vários familiares em oração e fazendo companhia e assim foi até o último suspiro de sua vida. Cheguei do trabalho e como era dia de treino, sou corredor de rua, maratonista, me arrumei e fui rotineiramente fazer o meu exercício. Foi a gota d'água para muitos. Como pode, era o comentário geral. A mãe morrendo e ele saiu para correr? Não gosta mesmo dela... e tantos outros comentários. Teve gente que não acreditou no rebuliço e foi até a frente da casa para comprovar se de fato eu tinha ido correr. E eu tinha.

O exercício terminou, cheguei em casa, fui ver minha mãe, fiquei com ela e tudo o mais. Afinal, para mim, no meu interior eu já sentia que Jesus estava concedendo para ela a graça da purificação final antes da sua morte. E depois do ocorrido a paz e a serenidade reinou dentro de mim. Não a tristeza pois sabia eu que, mesmo que ela ainda precisasse passar pela sua expiação no purgatório, assim minha fé e o exemplo de vida dela me permitem acreditar, estaria ela adiante de mim, distante de mim e mais próxima de Deus. Não vejo porque ficar triste. Para mim a tristeza nestes casos é um sentimento egoísta porque agora aquela pessoa foi temporariamente afastada de nosso convívio e com a morte, Deus nos lembra quem está no comando.

Bem, mas como sabemos não é bem assim. Como falávamos ao inicio do artigo essa coisa de Deus, assim chamam os ateus, não é para qualquer um. Para ilustrar o que estamos a refletir transcrevo aqui uma entrevista dada pela atriz nacional Andrea Beltrao para a revista Marie Claire:

"Andréa Beltrão (foto) chamou um padre para rezar no velório do seu irmão — ele morreu aos 19 anos de um aneurisma cerebral. A atriz tomou essa providência porque era o que parentes e amigos do seu irmão esperavam que houvesse. Se dependesse apenas dela, não haveria sacerdote no velório. Beltrão é ateia assumida.

“Sou cética mesmo”, disse ela em uma entrevista em outubro de 2009 à revista Marie Claire. “Não acredito em nada. Só em mim e nas pessoas que amo.”

Quando seu irmão morreu, ela até gostaria de acreditar em algum deus, porque, assim, “seria mais fácil superar essa dor”.

Além de atriz, Andréa Vianna Beltrão é comediante, cineasta, jornalista e roteirista de cinema, teatro e TV. Ela nasceu no dia 16 de setembro de 1963 no Rio de Janeiro. É casada com o cineasta Maurício Farias, com quem teve os filhos Francisco, Rosa e José.

A atriz é de uma família de céticos. Não foi batizada, não fez a primeira comunhão. Portanto, nunca teve expectativa de obter ajuda de alguma divindade. “Se estou passando por um momento difícil, ouço música, choro, e é só”, disse.

“Fé, para mim, é sinônimo de esperança. É um pensamento firme de que 'tem que dar certo'. E, se não der, não deu. Não foi Deus que quis.”

Beltrão nunca se impressionou com pregação de religiosos. “Eu acredito mesmo quando um físico começa a explicar a origem do mundo.”

Ela disse que tem “alguma espiritualidade”, mas “isso não tem nada a ver com religiosidade”.

“Sou muito positiva e acho sempre que o melhor pode acontecer. Às vezes, quando está tudo muito ruim ou triste, me concentro em minha família, nas pessoas que eu gosto, na força, na coragem. Me apego mais a isso.”

Ela não batizou seus filhos, mas a avó materna ensinou Rosa a rezar. “A menina tinha até um santinho que ela botava em baixo do travesseiro.”

Francisco às vezes questiona a irmã, ou pelo menos isso ocorria na época em que a atriz deu a entrevista à revista.

Em uma desses questionamentos, o menino disse: “Rosa, Deus não existe, você é louca? Deus, que Deus? Você acha que se Deus existisse alguma criança pobre ia morrer de fome? Você acha que se Deus existisse iriam fazer violências contra as crianças?”.

Ela respondeu aos prantos: “Não. Tudo isso é mentira sua. Coitado Dele, Ele não pode tomar conta de tudo”.

Francisco insistiu: “Ele não tá nem aí, sua boba. Ele se esqueceu dos pobres”.

Horrível não é mesmo, ouvir da boca de uma criança afirmações como estas tão negativas a respeito de Deus. Quanto mal semeado pelos ateus num mundo onde a evidência do dedo de Deus é irrefutável. Negar a verdade revelada, segundo São Tomás de Aquino, é uma das seis formas de pecar contra o Espírito Santo, pecado este que não existe perdão nem nesta vida e nem na outra. Pobres dos ateus, rezemos por eles todos os dias. Isso é um pedido dos céus, inscrito na bíblia que foi relembrado em 1916 quando o anjo de Portugal apareceu aos três pastorinhos de Fátima, ensinando-lhes a seguinte oração: "Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão por todos aqueles que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam". E ainda na mesma época ensinou esta oração: "Pai Eterno, eu vos ofereço o corpo, sangue, alma e divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da terra, em reparação pelos ultrajes, blasfêmias, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E peço-vos, pelos merecimentos infinitos do seu Santíssimo Coração e pela intercessão do Imaculado Coração de Maria, pela conversão de todos os pobres pecadores".

Jesus disse que não veio para os justos, mas para os pecadores. Sigamos o seu evangelho e todos os ensinamentos da tradição católica e apostólica onde está testemunhado que o corpo de Cristo, a sua igreja, peregrina por este vale de lágrimas na comunhão dos santos e na vivência dos sacramentos e da palavra de Deus, sempre em busca de colaborar na missão da igreja do Senhor que é a de levar mais e mais pessoas para o céu. Seja pelas nossas orações, testemunhos, exemplos e atitudes.


fonte: Jefferson Roger e www.paulopes.com.br
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Minhas palavras não serão revogadas


Isaías 45,23 – Minhas palavras não serão revogadas.

Caros leitores que por este blog passam. Que alegria mais uma vez podermos meditar e refletir sobre o que a palavra de Deus tem a nos ensinar a cada dia. Para este artigo separei esta passagem do livro do profeta Isaías que nada mais é uma afirmação do próprio Deus de que sua lei é imutável. Vamos aprofundar um pouquinho.

Com o passar do tempo a humanidade vem a cada dia caindo numa espécie de relaxamento espiritual e doutrinal. As brechas que o inimigo vai conquistando no povo de Deus, vão semeando a confusão e as mentiras misturadas com verdades vão transformando as pessoas em exímios pensadores e questionadores. Explico. A confusão se instala entre os cristãos porque, entre tantas causas, esses se perdem por falta de conhecimento, Oseias 4,6. Eu vejo aqui uma grande simplicidade nas coisas, como diria Madre Teresa de Calcutá. Por não conhecer a fundo os ensinamentos celestes satanás ganha terreno com suas mentiras, misturando elas com as verdades e oferecendo isso tudo, em pratos saborosos ao desatento cristão.

Dessa forma, a humanidade cai no erro de cometer um erro após o outro, criando suas leis e afirmando que elas superam e tem mais valor que a lei divina. Mais essa agora, por isso é que os santos dizem que para os pecadores deveriam existir hospícios, pois são todos loucos. Como é possível achar ou se quer cogitar a possibilidade de que isso poderia ser verdade? Como pode o povo acreditar que uma coisa que era errado, ou que era pecado agora não é mais? O próprio Senhor do céu e da terra afirma pela boca do profeta que não é assim: “Minhas palavras não serão revogadas”. E esta afirmação encontramos em tantas outras partes das sagradas escrituras. O céu e a terra passarão, mas minhas palavras não passarão. Eis aí mais uma delas.

Não adianta não é mesmo caro leitor. Se não nos adequarmos ao projeto que Deus tem reservado a cada um de nós, não vai dar certo. A solução que o mundo apresenta é a da revolta, rebeldia e desobediência. Pois de outra forma não é possível viver em comunhão com Deus sem aceitar o fato de que Ele é imutável. E nem poderia não é mesmo! Do contrário este mesmo Deus seria um mentiroso sem igual e sua justiça seria injusta. Já parou para pensar se a cada geração da humanidade, a cada século as regras da salvação fossem mudando? Se a cada ano que se passasse fosse necessário se fazer menos coisas para se entrar no céu? Que injustiça seria. Felizmente para nós católicos a realidade não é essa. Não é como na escola onde a média é 6 para passar de ano. Para entrar no céu só com nota 10. Não existe na morada celeste nenhuma mancha de pecado. Jesus não vai fazer vista grossa no dia do nosso juízo. Ele que é o justo juiz não vai “deixar” passar alguma coisa em prol de outra. Ninguém vai passar a conversa em Jesus e convence-lo a deixar-nos entrar no seu reino com alguma falta não expiada, algum pecado retido, alguma desconformidade com a vida que ele pregou e espera de nós. “Não vos enganeis”, disse Jesus!

Tudo é muito sério. Viver é uma oportunidade para agarrarmos o prêmio eterno com unhas e dentes. Jesus já nos ensinou em Mateus 11,12 que o céu é arrebatado a força e são os violentos que o conquistam. O recado já está dado, as cartas já estão na mesa. A batalha que se iniciou na fundação do mundo só terminará no dia do juízo final. Até lá, toda a vontade de Deus, que se realiza dia após dia, vai conduzindo a humanidade rumo a eterna felicidade. Porém, para os que acolhem a sua verdade. Felicidade verdadeira que nos espera no céu, uma felicidade prometida por aquele cujas palavras não serão revogadas, não perderão a validade jamais. O mundo prega o oposto, prega que devemos ser felizes aqui, chafurdando na lama do pecado como porcos, sem condição para erguermos a cabeça para cima e colocarmos nossa esperança nas coisas que não passam. O pecador, como um porco a chafurdar na lama, não tem tempo para olhar para cima, não tem tempo para lutar pelo que vale a pena pois está muito ocupado em se enrolar e se sujar com os prazeres medíocres dessa breve passagem terrena. Não sejamos como os porcos pois corremos o risco de sermos atirados no abismo. Sejamos prudentes como a serpente e simples como a pomba, Mateus 10,16. Sejamos aquilo que somos chamados a ser: “santos”.


fonte: Jefferson Roger
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