terça-feira, 1 de setembro de 2026

Medo, sofrimento e o purgatório

 

Na voz do Padre Schouppe ouvimos que "aquele fogo, acendido pela justiça divina, aquelas dores excruciantes, comparado com todas as penitências dos santos, todos os sofrimentos dos mártires juntos, são como nada, quem está lá que pensa que poderá olhar para eles e não estremecer do muito medo?

O mundo moderno ensina que o medo deve ser sempre evitado, ou pelo menos ignorado. Muitos acreditam ansiosamente na mentira afirma que “todo o segredo da existência é não ter medo”. No contexto cristão, porém, o medo tem lugar certo. Para aqueles com uma consciência bem formada, adverte as próximas penalidades para aqueles que sucumbem às tentações, que até mesmo as pessoas mais sagradas enfrentam, para pecar.

No entanto, esse medo não deve deslocar a confiança em Deus. Padre Schouppe continua: “No entanto, não é a intenção de Nosso Senhor que tenhamos um medo excessivo e estéril, um medo que tortura e desencoraja, um medo sombrio sem confiança. Não, ele deseja que nosso medo seja temperado com grande confiança em sua misericórdia; Ele deseja que tenhamos medo do mal para impedi-lo e evitá-lo; ele deseja que o pensamento daquelas chamas vingadoras nos estimule ao fervor em seu serviço, e nos faça expiar nossas faltas neste mundo, em vez de no outro.

E vale o lembrete divino: permanecer vigilante para evitar outro erro moderno comum onde as pessoas acham que a misericórdia divina apaga sua justiça. Em nenhum lugar o bom pai diz que a misericórdia ou a confiança substituem a punição ou o sofrimento. Em vez disso, todos trabalham juntos. Todos são admoestados a suportar punições justas e os sofrimentos que os acompanham, enquanto expressam confiança e confiança na misericórdia de Deus. “Se Deus reserva castigos terríveis na outra vida para as menores falhas”, garante o padre Schouppe a seus leitores, “Ele não os inflige sem, ao mesmo tempo, temperá-los com clemência”. 

Fonte: adaptado de tfp.org pelo autor do site 

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