terça-feira, 12 de maio de 2026

Trabalho e reconhecimento

 


O trabalho na vida do homem é algo necessário, inclusive decretado biblicamente já no antigo testamento, é uma das fontes de sustento. Todavia, a abrangência da atividade laboral pode servir a mais propósitos desviando a simplicidade de suas ações. Por aqui, como sempre fazemos, associamos a dupla realidade humana do corpo e da alma ao processo santificador. Assim como o corpo contribui em maior ou menor grau para o pecado que a alma comete, o trabalho pode e deve, não apenas produzir renda financeira.

O que dizer do sofrimento de se trabalhar apenas por dinheiro, passando uma jornada entediosa em meio a atividades desconectadas da satisfação? Tudo fica mais difícil se a obrigação não estiver atrelada a mais nada; é como na salvação da alma, se as práticas religiosas não forem abraçadas por amor a Deus, tudo é rito pelo rito, vira-se a página e pronto, obrigação cumprida.

No centro deste artigo vemos o exemplo de um professor que não entra em sala de aula por entrar ou por precisar como profissão; entra em sala porque a satisfação em ajudar os outros a aprenderem é o que lhe conforta o coração. Disseminar e compartilhar conhecimento é algo que sempre fez por fazer, mas no sentido de se fazer porque é o certo, porque é da sua natureza servir ao próximo.


Afinal, é uma atitude dessas que Deus espera de cada um, que trabalhemos pela salvação de nossas almas e ajudemos (papel dos crismados) os outros a trabalharem na salvação das suas. Certamente, o reconhecimento por atitudes assim aqui na terra acalmam e alegram o coração; motivo para refletirmos, pois quando no dia do juízo Jesus reconhecer o esforço que fizemos, quão imensamente maior será a alegria que iremos sentir depois de todo o trabalho realizado rumo às coisas do alto? As coisas que não passam?

Fonte: Jefferson Roger

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